Dinâmicas

17/02/2012 14:07

Dinâmica: O conhecimento é o foco

Nº de participantes: número par

 

O ministrante deverá dividir a turma em duas partes (terá que ser número par, se não tiver a quantidade suficiente, o ministrante também deverá participar para completar o número par). Metade dos participantes ficará com as perguntas e metade com as respostas. Quem achar seu par, receberá um brinde.

 

OBS.: As perguntas podem ser de conhecimentos gerais ou um assunto específico que o ministrante quiser trabalhar com o grupo. Essa dinâmica poderá ser aplicada com alunos e/ou em reuniões com direção e professores ou ainda qualquer outra equipe de trabalho.

Dica: Os brindes poderão ser: balas ou pirulitos, ou bombons ou qualquer outra coisa do interesse de todos.

 

Dinâmica: Construindo uma história juntos

Nº de participantes: 10 a 20

 

                O ministrante pede a todos que se sentem em semicírculo, entrega ao primeiro, uma folha de ofício em branco; ele deverá começar a escrever uma história qualquer, qualquer coisa que passe por sua cabeça no momento, o ministrante deverá sempre interromper a história e pedir para passar a folha ao próximo, e assim sucessivamente, até chegar ao último participante. No final, o ministrante deverá contar em voz alta o que todos escreveram juntos.

Moral: Para se ter uma boa história em qualquer instituição, é preciso conexão entre os envolvidos no processo, todos devem estar interagidos para que o trabalho em conjunto seja favorável a todos. Essa dinâmica serve para trabalhar gestão democrática (trabalho em equipe, projeto político pedagógico, reunião de pais e mestres, reunião com a comunidade escolar, encontro pedagógico, entre outros).

 

Dinâmica: O meu sonho pode ser o seu também

Nº de participantes: 10 a 30

                O ministrante deverá entregar aos participantes balões vazios e um pedaço de papel em branco. No pedaço de papel em branco escrever um sonho que deseja realizar, colocar no balão vazio e depois enchê-lo. Logo após, iniciar a dinâmica com uma música, os participantes deverão jogar seus balões para cima e não deixá-los cair, também devem ajudar uns aos outros. Ao final da música cada um deve pegar um balão que estiver mais disponível (pode ser que pegue o balão do outro). Estourar o balão que estiver em sua posse e contar o que está escrito (qual sonho) que poderá ser ainda o seu ou o de seu colega.

Moral: Todos devem se ajudar mutuamente, contribuindo também na realização do sonho alheio. Essa dinâmica serve para trabalhar gestão democrática (trabalho em equipe, projeto político pedagógico, reunião de pais e mestres, reunião com a comunidade escolar, encontro pedagógico, entre outros).

 

Dinâmica: Será que os bichos se assemelham ao homem?

Nº de participantes: 10 a 40

                O ministrante deverá anunciar que todos deverão sentar em semicírculo, ao primeiro  participante entregará uma caixa que deverá ser passada de mão em mão, nessa caixa, papéis com nomes de bichos: macaco (palhaço), onça (inveja o leão), cachorro (amigo fiel), escorpião (vingativo), formiga (trabalhadora), lobo (misterioso), coelho (todo ligeirinho), raposa (esperta), aranha (vive tecendo armadilhas), pássaro (adora liberdade para voar), águia (almeja muitos horizontes), galinha (tem asas, mas os pés sempre no chão), tatu (vive entocado), rato (malandro), abelha (tira o melhor de tudo), borboleta (por onde passa encanta), João-de-barro (vive arquitetando), elefante (generoso), urso (bravo, mas fofinho), pato (vive boiando), jacaré (eficiente), girafa (adora um brotinho), tigre (sedutor), bicho preguiça (só quer moleza), gato (manhoso), leão (forte e decidido),  vagalume (aprecia um brilho), coruja (sábia), cobra (vive a espreita), aos participantes. Cada membro deverá escolher um papel com um nome de bicho (o bicho deverá se assemelhar ao colega do lado esquerdo). Após todos terem elegido seu bicho, cada um falará porque escolheu aquele bicho e porque acha parecido com o colega ao lado.

OBS.: o ministrante a depender da quantidade de pessoas, poderá repetir os nomes dos animais, quantas vezes quiser. Ao final, depois que todos os participantes se declararem, o ministrante, falará sobre a transparência dos bichos, que é mais fácil de lhe dar. O homem deveria aprender com os bichos da natureza e ser mais transparente, assim, fica mais fácil viver em harmonia.

Moral da história: Trabalhar com que se conhece e com transparência, facilita o trabalho em equipe.

Dinâmica: objetivos da escola x problemas educacionais

 

Nº de participantes: 20 a 30

O ministrante escolhe 6 pessoas do grupo, cada uma dessas pessoas representará um problema escolar: violência, evasão, indisciplina, reprovação, repetência e má gestão. Depois o ministrante  anuncia que o restante do grupo deverá formar duplas, distribui para cada par 01 bexiga vazia e 2 pedaços de papéis em branco. Cada integrante da dupla deverá escrever em seu papel um sonho (um objetivo dentro da escola) que almeja e colocar na bexiga vazia. Depois qualquer pessoa da dupla poderá encher e amarrar a bexiga. O ministrante coloca uma música e ordena que cada par proteja sua bexiga das seis pessoas que atacarão as duplas, tentando estourá-la. O objetivo das seis pessoas escolhidas pelo ministrante é destruir os sonhos, os objetivos dentro da escola. Cada dupla que tiver a bexiga estourada deverá ler em voz alta quais os sonhos destruídos e quem os destruiu:  violência, evasão, indisciplina, reprovação, repetência e/ou má gestão. A dupla que  conseguir sair ilesa, falará em voz alta quais os sonhos que não foram destruídos e como essa dupla conseguiu se defender das armadilhas dos problemas educacionais.

O ministrante deverá entregar aos ganhadores, bombons ou doces.

OBS.: A união faz a força, mas é preciso estratégias de defesa e contra ataque.

Dinâmica: Você me conhece?

Nº de participantes: 10 a 30

Os participantes deverão sentar em semi círculo e o ministrante entregará a cada membro um papel em branco, nele cada participante deverá escrever as características de alguém que esteja ali presente. Sem que ninguém veja, o participante deverá escrever nesse papel sobre quem ele quiser. Após todos terem escrito no seu devido papel, o ministrante escolhe alguém do grupo para começar a falar as características da pessoa escolhida e anotada no papel, que estiver do seu lado esquerdo, deverá adivinhar de quem se trata. Se não conseguir acertar, que deu as caracteríticas invnta um prenda para o colega pagar. e a ssim, sucessivamente, até todos terem participado.

 

OBS.: A finalidade é reconhecer cada participante do grupo. Ao reconhecer o colega, perceber suas qualidades e defeitos, cada um passa a contribui para um bom trabalho em equipe, assim, todos irão saber como trabalhar melhor com seu colega sem maiores imprevistos.

 

Dinâmica de apresentação de pauta de reunião

Nº de participantes: 10 a 30

O ministrante deverá passar uma caixa com várias frases incompletas (pode ser uma música, verso, parlenda, ditado popular ou um assunto que será colocado em pauta depois da dinâmica como forma de deixar o participante atento ao assunto que será abordado, uma forma de contextualizar a dinâmica à reunião). Após todos terem pego seu papelzinho, deverá completar a frase escrita nele dando seu parecer. Quem não puder completar ou por não saber ou por não querer, deverá pagar uma prenda. Ao final, o ministrante deverá dar seu parecer ao assunto abordado.

OBS.: A dinâmica servirá para integrar os participantes à pauta que desejar tratar na reunião. Será interessante que o conteúdo da caixa corresponda, ou seja, esteja contextualizado ao assunto da reunião.

 

Dinâmica de avaliação: Mal-me-quer ou Bem-me-quer

 

Essa dinâmica é para ser usada no início das aulas, jornada pedagógica, reunião de avaliação, entre outras situações para serem discutidas questões pendentes.

Nº de partipantes: 10 a 30 pessoas

O ministrante deverá entregar aos participantes uma flor grande com várias pétalas (na quantidade dos participantes). Em cada pétala deverá está escrito mal-me-quer ou bem me quer. Quando o participante tirar a pétala mal-me-quer, deverá dizer o que não gostou na instituição, o que ficou a desejar, o que está ruim e dar uma solução para aquele problema (quem não quiser ou não puder dar solução, paga uma prenda), e/ou quem tirar a pétala bem-mem-quer deverá dizer e parabenizar o que foi bom ou satisfatório na instituição, e assim sucessivamente até finalizar a dinâmica. O ministrante deverá dar seu parecer em relação a avaliação do grupo na instituição.

OBS.: Essa dinâmica é feita para avaliação do processo desenvolvido na instituição, serve de feedback.

 

A construção coletiva do rosto


Objetivos: Fazer com que os membros do grupo sintam-se à vontade uns com os outros.

Aplicação:

a) Orientar os participantes para sentarem em círculo;
b) O assessor distribui para cada participante uma folha de papel sulfite e um giz de cera;
c) Em seguida orienta para desenhar o seguinte:
- uma sombrancelha somente;
- passar a folha de papel para as pessoas da direita e pegar a folha da esquerda;
- passar novamente;
- desenhar um olho;
- passar novamente;
- desenhar o outro olho;
- passar a direita e... completar todo o rosto com cada pessoa colocando uma parte (boca, nariz, queixo, orelhas, cabelos).
d) Quando terminar o rosto pedir à pessoa para contemplar o desenho;
e) Orientar para dar personalidade ao desenho final colocando nele seus traços pessoais;
f) Pedir ao grupo para dizer que sentimentos vieram em mente.


Fonte: A Construção da solidariedade e a educação do sentimento na escola. Editora Mercado de Letras.


 

DINÂMICA DE APRESENTAÇÃO

 

APRENDENDO 2

Categorias: - Apresentação
- Quebra-Gelo
 

  Objetivos: Facilita a apresentação das pessoas de um grupo através da auto revelação e repetição.   Nº de Participantes: Não há limites   Material: Um objeto pequeno.   Desenrolar:

Forma-se um círculo com os participantes e explica-se que será dada aos participantes a oportunidade de aprenderem alguma coisa sobre os demais. Quem estiver com a bola deve passá-la a uma outra pessoa, a qual deverá dizer seu nome e revelar alguma coisa sobre si mesma que ainda não se saiba.

Deve-se utilizar exemplos bem inocentes tais como: "estou usando lentes".

Quando todos tiverem tido a sua vez, o facilitador explica que, na segunda rodada eles terão de passar a bola a alguém, dizer o nome daquela pessoa e o que ela disse sobre si mesma. A pessoa poderá ajudar, se for preciso.

Variação: Na segunda rodada, pode-se pedir aos participantes para repetirem tudo o que já tiver sido dito até aquele ponto.

APRESENTAÇÃO

 

Categorias: - Apresentação
 

  Objetivos: Facilitar a apresentação de um grupo que não se conhece ao mesmo tempo em que permite-se uma descontração inicial.   Nº de Participantes: até 10 participantes   Material: Uma cópia do formulário com as questões de apresentação e caneta para cada participante.   Desenrolar:

O facilitador pede aos participantes para preencher o formulário com as questões abaixo. Após todos preencherem solicita que troquem os formulários entre si de forma que nenhum fique com o seu próprio. A seguir cada participante deverá fazer a apresentação do outro participante valendo-se do questionário que tem em mãos.

Questões para o formulário:

01. Nome
02. Apelido
03. Idade
04. Estado civil
05. Composição familiar
06. Graduação/Escola
07. Um esporte
08. Um lazer
09. Uma qualidade
10. Um defeito
11. Uma alegria
12. Uma tristeza
13. Um sonho
14. Um medo
15. Uma esperança

Um variante desta dinâmica pode ser obtida pedindo-se que os participantes adivinhem quem é a pessoa que está sendo descrita naquele momento.

Apresentação Através de Gravuras

 

Categorias: - Apresentação
- Respeito e Valores Pessoais
 

  Objetivos: Permitir a apresentação individual de valores pessoais e o exercício da comunicação.   Nº de Participantes: Não há limites   Material: Diversas gravuras, fotos ou desenhos recortados de revistas usadas; aparelho de som com uma musica adequada para fundo.   Desenrolar:

Colocar todo o material no centro da sala.

Em círculo solicita-se aos participantes, que observem as gravuras espalhadas.

Enquanto a música de fundo é tocada pedir aos participantes que escolham duas gravuras: uma que lhe transmita tranqüilidade e uma que transmita algo negativo.

Ao cessar a música solicitar que cada um que se apresente, individualmente, da forma que melhor convier e, na seqüência, explique o porquê escolheu as gravuras e como se identifica com elas.

DINÂMICA ENVIADA POR:

Armando Pastore Mendes Ribeiro

 

 Auto Retrato Desenhado

Categorias: - Apresentação
- Respeito e Valores Pessoais
 

  Objetivos: Permitir a apresentação de um grupo e promover uma autoreflexão individual de quem se apresenta.   Nº de Participantes: Não há limites   Material: Diferentes bonecos desenhados em folhas ou cartolinas, papel sulfite, lapis de cor, canetas hidrocor, giz de cera.   Desenrolar:

O facilitador pede a cada participante que escolha um dos bonecos com o qual mais se identifica.

Pede-se para colorirem o boneco de uma forma que se auto-retratem.

Ao término, o facilitador que todos (cada um no seu desenho) respondam por escrito as solicitações que serão feitas:

  • Saindo da boca fazer um balão com uma frase que represente seu lema de vida;
  • Saindo do coração fazer uma seta indicando 3 dos seus valores;
  • Na mão esquerda escrever algo que gostaria de receber;
  • Na mão direita, escrever uma meta que deseja alcançar.

Para finalizar o facilitador pede a cada um que faça a apresentação de seu "eu" representado no boneco.

DINÂMICA ENVIADA POR:

Armando Pastore Mendes Ribeiro

 

BASAR

Categorias: - Apresentação
 

  Objetivos: Conhecer uns aos outros, apresentação.   Nº de Participantes: de 5 a 20 participantes   Material: Uma mesa com diversos objetos que possam ser vistos em um bazar doméstico ou em uma loja de artigos de segunda mão. O número de itens tem de ser maior do que número de participantes. Uma folha de papel ou um pano grande deve cobrir todos os artigos antes do exercício começar.   Desenrolar:

Antes do grupo entrar na sala, o facilitador coloca os objetos sobre a mesa cobrindo-os com um pano.

Informa-se aos participantes que, quando o pano for retirado, eles devem aproximar-se, escolher e pegar um artigo da mesa que por alguma razão os atraia.

Após todos tiverem selecionado os objetos, cada um deve apresentar-se ao grupo e dizer por que aquele item o atraiu especialmente.

Variações:

O facilitador pede que cada participante se apresente ao grupo. Em seguida solicita que algum outro membro selecione um item da mesa que ache que combine com a pessoa que acabou de se apresentar. O facilitador também solicita uma explicação da razão que a levou a associar o artigo àquela pessoa. Repita o processo com todos os membros do grupo.

Pontos de discussão:

  • Alguém acha que algum item selecionado combina com a pessoa que o escolheu?
  • Alguém acha que algum artigo específico parece combinar com outros participantes? Por quê?

 Busca do Autógrafo

 

  • Categorias: - Apresentação
    - Quebra-Gelo
     
  •   Objetivos: Promover a integração e desinibir as pessoas que compõem o grupo.   Nº de Participantes: Não há limites   Material: Folhas com ítens a serem pesquisados.   Desenrolar:
  • O facilitador solicita aos participantes que formem um círculo.

    Distribuem-se folhas com os itens a serem pesquisados (serão 26 itens) dos quais cada um deverá selecionar apenas 13 colocando um "X" em cada uma das suas escolhas. O facilitador orienta aos participantes que escolham os itens de acordo com a sua percepção sobre os outros componentes do grupo.

    Em seguida você deverá entrevistar as pessoas para descobrir aquelas que correspondem a cada um dos itens que foram selecionados, obtendo os autógrafos nos espaços apropriados. Para cada item deverá obter um autógrafo diferente.
  • Dicas de nossos assinantes para avaliar esta dinâmica:
     

"Esta dinâmica permite despertar nas pessoas o desejo de socialização, de ajuda mútua, de diálogo e de escuta, principalmente em públicos jovens que estão em busca de sua vocação."

"Essa dinâmica permite valorizar o raciocínio da pessoa na resolução de problemas e liderança."

 

 Caça ao Tesouro

Categorias: - Apresentação
 

  Objetivos: Ajudar os participantes a memorizarem os nomes uns dos outros, desinibir e facilitar a identificação entre pessoas parecidas.   Nº de Participantes: até 20 participantes   Material: Uma folha com o questionário e um lápis ou caneta para cada um.   Desenrolar:

O facilitador explica aos participantes que agora se inicia um momento em que todos terão a grande chance de se conhecerem.

Cada participante recebe uma lista de descrições (abaixo) e uma caneta.

A partir da lista de descrições, cada um deve encontrar uma pessoa que se encaixe em cada item e pedir a ela que assine o nome na frente (ou abaixo) do item da lista.

  1. Alguém com a mesma cor de olhos que os seus
  2. Alguém que viva numa casa sem fumantes
  3. Alguém que já tenha morado em outra cidade
  4. Alguém cujo primeiro nome tenha mais de seis letras
  5. Alguém que use óculos
  6. Alguém que esteja com a camiseta da mesma cor que a sua
  7. Alguém que goste de verde-abacate
  8. Alguém que tenha a mesma idade que você
  9. Alguém que esteja de meias azuis
  10. Alguém que tenha um animal de estimação (Qual?)

Obs: Pode-se aumentar a quantidade de questões ou reformular estas, depende do tipo ou do tamanho do grupo.
 

Dicas de nossos assinantes para avaliar esta dinâmica:
 

"Esta atividade dinâmica é muito interessante por que no primeiro momento de contato com pessoas diferentes você poderá perceber quais as caracteristicas pessoais são mais percebidas por pessoas que vamos conviver no ambiente de trabalho."

 

CARTÃO MUSICAL

 

Categorias: - Apresentação
- Quebra-Gelo
 

  Objetivos: Facilitar o relacionamento entre os participantes e apresentar o grupo.   Nº de Participantes: no mínimo 10 participantes   Material: Crachás ou cartões em branco, lápis, alfinetes de segurança ou fita adesiva e Canetas.   Desenrolar:

O facilitador distribui um cartão (ou crachá), um lápis e um alfinete de segurança (ou fita adesiva)  para cada participante, pedindo que cada um escreva no cartão seu primeiro nome e prenda-o na blusa. Frisa-se que não anotem o apelido.

Os participantes sentam-se em círculo e o facilitador coloca-se no centro, convidando a todos a cantar (Melodia: Oh, Suzana):

Quando vim para este grupo,
Um(a) amigo(a) eu encontrei (o coordenador escolhe uma pessoa)
Como estava ele(a) sem nome
De (nome da pessoa) eu o(a) chamei.

Oh! amigo(a), que bom te encontrar,
Unidos na amizade iremos caminhar (bis).

O facilitador junta-se ao círculo e a pessoa escolhida, entoa a canção, ajudada pelo grupo, repetindo o mesmo que o coordenador fez antes. E assim prossegue o exercício até que todos tenham se apresentado.

A última pessoa entoa o canto da seguinte maneira:

Quando vim para este grupo,
Mais amigos encontrei,
Como eu não tinha nome,
De (cada um grita seu nome) eu o chamei.

Oh! amigos(as), que bom nos encontrar,
Unidos lutaremos para o mundo melhorar (bis)

A melodia da música pode ser modificada e, como variante, pode-se pedir ao grupo que monte uma paródia diferente.

 Caso Verdade

Categorias: - Apresentação
- Respeito e Valores Pessoais
 

  Objetivos: Os participantes respondem a perguntas sobre suas crenças e sentimentos.   Nº de Participantes: Não há limites   Material: Cartões preparados, cada um com uma pergunta.   Desenrolar:

O facilitador forma um círculo com os participantes e coloca os cartões no centro deste e virados para baixo.

Explica que cada cartão tem uma pergunta no verso, e convida aos participantes a pegarem um cartão cada um, e responderem a pergunta nele contida tão sinceramente quanto puderem.

Suge-se que, se alguém não se sentir em condições de responder a pergunta, poderá trocá-la por outra.

Perguntas:

O que você sabe fazer de melhor?
Se você ganhasse na loteria o que faria com o dinheiro?
Qual foi o momento mais feliz da sua vida?
O que você acha que seria um programa perfeito para um casal?
Onde você mais gostaria de estar agora?
SE avisassem que o mundo iria acabar daqui a 10 minutos, o que você faria?
O que faz você dar mais risada?
Se você pudesse ser qualquer outra pessoa quem você gostaria de ser?
O que você mais gostaria de poder fazer, mas não pode?

DINÂMICA ENVIADA POR:

Armando Pastore Mendes Ribeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 Coffe Break

 

Categorias: - Apresentação
- Quebra-Gelo
 

  Objetivos: Permitir a apresentação dos participantes no início de um treinamento e quebrar o gelo.   Nº de Participantes: Não há limites   Material: Lista de perguntas sugeridas (pode ser uma para cada participante ou apenas uma exibida em um flip-chart ou transparência).   Desenrolar:

O facilitador pede aos participantes que formem duplas aleatoriamente. Diz então que todos vão começar a se apresentar, porém de uma forma descontraída. Os participantes irão se conhecer como se estivessem participando de um coffee break. O facilitador deve informar uma lista das principais perguntas para facilitar o quebra gelo inicial. Informar que cada um terá 2 minutos para conhecer o outro colega.

Após 2 minutos o facilitador se aproxima de cada dupla no "coffee break" solicitando que o candidato A apresente o B e vice versa.

Sugestões de perguntas:

Além das informações pessoais e profissionais básicas que você deseja saber coloque também perguntas do tipo:

  1. Qual característica sua que só é reconhecida pelos outros depois de algum tempo de convivência?
  2. Relate uma situação que lhe remeta a um momento de grande aprendizado,
  3. Se você fosse para uma ilha deserta o que e quem seria indispensável levar?
  4. Qual a personalidade que você mais de identifica e porque?
  5. Qual característica sua você venderia por R$ 1,00?
  6. Que característica sua as pessoas daqui vão ficar sem conhecer/ saber logo após saírem?
  7. Relate algo que você não curte, mas faz por algum motivo.
  8. Relate algo que você curte, mas não faz?
  9. Qual é sua característica marcante de acordo com a opinião dos seus amigos e conhecidos?
  10. Se você encontrasse a Lâmpada de Aladin que pedido você faria?

DINÂMICA ENVIADA POR:

Armando Pastore Mendes Ribeiro

 

Conhecendo Lugares e Pessoas

Categorias: - Apresentação
- Respeito e Valores Pessoais
 

  Objetivos: Conhecer as pessoas com as quais se vai trabalhar e integrar-se também no espaço onde se vai passar alguns dias.   Nº de Participantes: até 20 participantes   Material: Flip-chart   Desenrolar:

O facilitador convida as pessoas a conhecerem (cada um por si) o lugar e buscar algo que chame a atenção (uma árvore, uma sala, um capela, um objeto...). Passados 15 minutos, as pessoas voltam a se reunir e o facilitador pede a cada uma delas que se apresente, dizendo o nome, o que escolheu e porque fez esta escolha. O facilitador deve estar atento e ir anotando as motivações. Se for caso, para entender melhor a motivação, pode fazer alguma perguntas mais. Depois que todos tiverem apresentado o que gostaram no local, o facilitador faz uma análise das motivações do grupo: se é um grupo afetivo, artístico, esportivo, voltado para a natureza, religioso, etc. Se houver interesse por parte do grupo, estes poderão fazer comentários a respeito do que se realizou.

 

 

 

CORRIDA DE BALÕES

 

Categorias: - Apresentação
- Quebra-Gelo
 

  Objetivos: Atividade dinâmica para quebrar o gelo e facilitar a apresentação dos elementos do grupo.   Nº de Participantes: no mínimo 15 participantes   Material: 1 balão para cada participante, giz para marcar o chão, apito para iniciar o jogo, papéizinhos com o nome de cada participante, fita adesiva para colar os nomes nos balões   Desenrolar:

Uma linha de saída é determinada e cada equipe se posiciona atrás desta. À frente de cada uma das equipes e a uma distância de cerca de 5 metros, um círculo será desenhado com a letra A.

Antes de iniciar o jogo cada participante escreve seu nome em um balão, colocando-o no círculo A de sua equipe.

Todos posicionam-se antes da linha de saída agrupados por equipe.

Ao sinal do condutor do jogo, cada equipe começa enviando seu primeiro integrante até onde se encontram os balões de sua própria equipe.

O integrante pega um dos balões, lê o nome do companheiro que está escrito no mesmo e o estoura.

Regressa então correndo até sua equipe gritando bem alto o nome do companheiro que estava escrito no balão.

O jogador cujo nome é falado se prepara para correr assim que o seu companheiro retorna e lhe dá um tapa em sua mão.

O jogo se repete então com este segundo jogador e assim suscessivamente até que todos os balões tenham sido arrebentados.

 

Salve-se antes da música parar SALVE-SE QUEM PUDER

 

Categorias: - Comunicação não verbal
- Cooperação
- União
 

  Objetivos: Comunicação não-verbal e cooperação.   Nº de Participantes: de 16 a 32 participantes   Material: Bolinhas adesivas com 4 cores diferentes. 4 Objetos, desenhos ou etiquetas maiores para cada uma das quatro cores correspondentes aos grupos a serem formados.   Desenrolar:

Antes de iniciar a dinâmica o facilitador deverá informar que trata-se de uma atividade sem comunicação verbal

O facilitador deverá colocar em cada participante uma bolinha colorida (adesivo) na testa, sem que o integrante veja qual é a cor que lhe foi destinada.

Cada cor de adesivo deverá ter um lado da sala correspondente, ou seja, em uma das paredes da sala terá um objeto, desenho ou etiqueta simbolizando que aquela é a parede amarela, e da mesma forma, com as demais cores.

Inicia-se uma dinâmica com uma música e o objetivo de cada participante será o de se dirigir para o lado da sua cor correspondente. Os participantes deverão se ajudar sem falar entre si e, ao mesmo tempo, também serem ajudadas.

Quando a música parar os participantes serão convidados a se abraçarem. Ao final o facilitador deverá abrir a palavra a todos para que compartilhem sensações, idéias, etc.

 

O VIÚVO

 

Categorias: - Comunicação não verbal
- Cooperação
 

  Objetivos: Trabalhar cooperação e introduzir o tema de comunicação não verbal.   Nº de Participantes: de 8 a 32 participantes   Material: Cadeiras.   Desenrolar:

O facilitador dispõe as cadeiras em círculo e divide o grupo em dois. Um grupo ficará sentado nas cadeiras, menos em uma que deverá estar vazia. O outro grupo ficará em pé, atrás de cada cadeira, inclusive da vazia. Aquele que ficar em pé, atrás da cadeira vazia será o "viúvo". Os demais que estarão em pé terão suas mãos apoiadas nas costas da cadeira e só poderão olhar para a nuca desta pessoa, sem tocá-la.

Ao iniciar a dinâmica o "viúvo" deverá, dissimuladamente, piscar um olho para umas pessoas sentadas no círculo. A pessoa a quem foi direcionada a piscada de olho deverá sair de sua cadeira e ir sentar-se na cadeira vazia do "viúvo". Se, na hora de sair, a pessoa foi tocada por quem está de pé nas suas costas deverá voltar a se sentar. Caso consiga partir sem ser tocada a pessoa que estava em pé atrás desta passará a ser o "viúvo".

A dinâmica continuará com o novo "viúvo" piscando para outras pessoas e assim sucessivamente. Ao fim da dinâmica o facilitador abrirá a discussão para que os participantes compartilhes suas sensações e idéias.

 

SALVE-SE COM UM ABRAÇO

Categorias: - Cooperação
- Quebra-Gelo
- União
 

Objetivos: Pensar no outro e trabalhar em grupo.   Nº de Participantes: de 10 a 30 participantes   Material: Bexigas.   Desenrolar:

O facilitador irá escolher uma pessoa do grupo que será o pegador. O pegador segurará uma bexiga, e sairá correndo atrás dos demais participantes tentando pegá-los.

Para que os outros participantes não sejam pegos ele poderão se abraçar em duplas, trios, etc, conforme o facilitador determinar, ou seja, de tempos em tempos, o facilitador vai dizer que para se salvar, os participantes deverão se abraçar em duplas, e depois de um tempo só poderá ser em trios e assim por diante.

Quando alguém for pego, vira pegador. No caso de uma dupla, trio, etc, serem pegos, todos virarão pegadores.

A fim de dificultar a dinâmica distribuem-se bexigas para todos e, na hora do abraço, as pessoas deverão estourar as bexigas, senão não terão imunidade contra o pegador. Isso dificultará a identificação de quem é (ou são) o pegador (es) pois todos caminharão com bexigas na mão.

Ao final o facilitador poderá abrir a discussão ao grupo para que compartilhem as sensações, idéias, etc.

Nota: Cada abraço só pode demorar 3 segundos.

 

 

 

 

 

SALVA-VIDAS

 

Categorias: - Comunicação
- Confiança
- Cooperação
- Criatividade
 

 

  Objetivos: Se colocar no lugar do outro. Agilidade, responsabilidade e ação. Estratégia, diálogo e comunicação com o outro.   Nº de Participantes: de 10 a 30 participantes  

Material: Fita crepe ou barbante para fazer uma divisória no chão.   Desenrolar:

O facilitador comunicará que o lugar está pegando fogo e que ¾ das pessoas estarão em apuros, de forma que os demais, ou seja, ¼ serão os salva-vidas. O objetivo é que os salva-vidas levem os que estão em apuros para o outro lado da linha porém, sem deixar as partes do corpo de quem está sendo salvo encostar no chão. A Estratégia utilizada ficará a cargo do grupo.

Ao final abrir para o diálogo para que o grupo compartilhe a experiência.

Uma variante, a fim de aumentar o nível de dificuldade, é solicitar que cada pessoa seja resgata por sua vez e de forma diferente das que a antecederam.

 

1 - Dinâmicas Quebra-Gelo (descontração)

Quanto tempo eu tenho


Objetivo: Provocar a saída de si mesmo (desinibição) e conhecimento do outro.

Material: Som com música alegre, caixa de fósforos, um cartaz ou fichas - nomes, de onde é, de que mais gosta, uma alegria, uma tristeza etc. (Pode-se criar outras conforme o objetivo proposto).

Desenvolvimento:

1. Todos, em círculo, o facilitador distribui um palito de fósforo, não usado. As fichas devem estar em lugar visível (pode ser no centro do círculo).

2. Pedir a um participante que risque o fósforo. Enquanto o fósforo estiver aceso, vai se apresentando, falando de si.

3. Cuidar para que ele fale só o tempo em que o fósforo estiver aceso. Caso alguém não consiga, o facilitador, poderá usá-lo para que os outros façam perguntas (pessoais) como numa entrevista.

4. Outra variante é fazer com que os participantes conversem em dupla e depois utilizem o fósforo para falar o que conhece do companheiro.

5. Usar a dinâmica para perguntar: que significa amizade ou ainda, para revisar qualquer disciplina.

Discussão: Conseguimos expressar os pontos mais importantes na nossa apresentação? Como me senti? É fácil falar de nós mesmos? O que significa um fósforo aceso? (marcando tempo) O que significa o fogo? (iluminando).

Resultado esperado: Ter feito uma reflexão sobre o tempo que estamos na terra e o que podemos ser para os outros. A maneira como eu utilizo o fósforo é a nossa própria vida. Analisar todas as situações que aparecem durante a dinâmica.

 

A construção coletiva do rosto


Objetivos: Fazer com que os membros do grupo sintam-se à vontade uns com os outros.

Aplicação:

a) Orientar os participantes para sentarem em círculo;
b) O assessor distribui para cada participante uma folha de papel sulfite e um giz de cera;
c) Em seguida orienta para desenhar o seguinte:
- uma sombrancelha somente;
- passar a folha de papel para as pessoas da direita e pegar a folha da esquerda;
- passar novamente;
- desenhar um olho;
- passar novamente;
- desenhar o outro olho;
- passar a direita e... completar todo o rosto com cada pessoa colocando uma parte (boca, nariz, queixo, orelhas, cabelos).
d) Quando terminar o rosto pedir à pessoa para contemplar o desenho;
e) Orientar para dar personalidade ao desenho final colocando nele seus traços pessoais;
f) Pedir ao grupo para dizer que sentimentos vieram em mente.

           


Caça ao tesouro


Objetivo: ajudar as pessoas a memorizarem os nomes umas das outras, desinibir, facilitar a identificação entre pessoas parecidas.

Para quantas pessoas: cerca de 20 pessoas. Se for um grupo maior, é interessante aumentar o número de questões propostas.

Material necessário: uma folha com o questionário e um lápis ou caneta para cada um.

Descrição da dinâmica: o coordenador explica aos participantes que agora se inicia um momento em que todos terão a grande chance de se conhecerem.

A partir da lista de descrições, cada um deve encontrar uma pessoa que se encaixe em cada item e pedir a ela que assine o nome na lacuna.

1. Alguém com a mesma cor de olhos que os seus;
2. Alguém que viva numa casa sem fumantes;
3. Alguém que já tenha morado em outra cidade;
4. Alguém cujo primeiro nome tenha mais de seis letras;
5. Alguém que use óculos;
6. Alguém que esteja com uma camiseta da mesma cor que a sua;
7. Alguém que goste de verde-abacate;
8. Alguém que tenha a mesma idade que você;
9. Alguém que esteja de meias azuis;
10. Alguém que tenha um animal de estimação (qual?).

Pode-se aumentar a quantidade de questões ou reformular estas, dependendo do tipo e do tamanho do grupo.

 

 

           

 

Dois círculos


Objetivo: motivar um conhecimento inicial, para que as pessoas aprendam ao menos o nome umas das outras antes de se iniciar uma atividade em comum.

Para quantas pessoas: é importante que seja um número par de pessoas. Se não for o caso, o coordenador da dinâmica pode requisitar um “auxiliar”.

Material necessário: uma música animada, tocada ao violão ou com gravador.

Descrição da dinâmica: formam-se dois círculos, um dentro do outro, ambos com o mesmo número de pessoas. Quando começar a tocar a música, cada círculo gira para um lado. Quando a música pára de tocar, as pessoas devem se apresentar para quem parar à sua frente, dizendo o nome e alguma outra informação que o coordenador da dinâmica achar interessante para o momento.

Repete-se até que todos tenham se apresentado. A certa altura pode-se, também, misturar as pessoas dos dois círculos para que mais pessoas possam se conhecer

 

 

           

Descobrindo a quem pertence


Desenvolvimento:

1. O facilitador divide o grupo em duas metades.

2. Uma metade do grupo dá ao facilitador um objeto de uso pessoal. O facilitador mistura os objetos e os distribui pela outra metade, que sai à procura de seus donos. Não é permitido falar.

3. Ao encontrar o dono do objeto recebido, forma-se par com ele.

Obs.: Esta atividade objetiva, também, estabelecer as relações no grupo. É divertida e usa a curiosidade do grupo como detonadora de uma busca. Pode ser feita no início de um grupo e repetida sempre que se deseja um clima mais descontraído

 

 

2 - Dinâmicas de Identidade e Valores

 

 

Dinâmica do coração


Objetivo: conhecer o outro e dar-se a conhecer, abrindo espaço para que cada um se apresente; buscando, com essa apresentação, maior intimidade entre os elementos do grupo; partilhando sentimentos, ideais, realizações, desejos e frustrações.

Ambiente: adequado para preservar a privacidade do grupo e permitir a acomodação de todos os participantes.

Material: folhas de papel sulfite e canetas hidrocor ou giz-de-cera para todos os participantes.

Desenvolvimento:

1) Entrega-se uma folha de papel sulfite a cada participante, que deverá desenhar um coração grande e escrever seu nome fora do coração. O coração deverá ser dividido em quatro partes.

2) Na primeira parte do coração, fazer um símbolo que relate um fato importante realizado por sua família (o maior acontecimento). Na segunda parte, desenhar sua maior realização pessoal. Na terceira parte, escrever a coisa mais importante que você pretende realizar nos próximos dois anos. Na quarta parte do coração, escrever, enfim, a maior decepção de sua vida.

3) Todos os participantes deverão pôr sua folha com o trabalho realizado no centro do círculo, compartilhando os resultados. Caso sintam necessidade, poderão comentar ou perguntar algo a respeito das respostas de seus colegas. A pessoa abordada terá liberdade para responder ou não à questão levantada. Compartilhar sentimentos e descobertas com o grupo.

 

 

           


 

Aprender sobre a vida no contexto familiar


Objetivo: A partir da história familiar de cada um, fazer com que os participantes reflitam sobre a própria existência.

Desenvolvimento:

1) O facilitador solicita que os participantes se organizem em grupos de quatro pessoas. Em seguida, pede que cada um conte aos demais alguns fatos de seus antepassados (relacionamentos, dificuldades, conquistas, mortes, migrações, separações), até chegar ao seu núcleo familiar.

2) Em seguida, ele convida os integrantes do grupo a comparar suas histórias, refletindo sobre a influência desses fatos em suas vidas.

3) Ao final, o animador incentiva os participantes a refletir sobre a relação entre a atividade proposta e a família na atualidade.

 

Valores familiares


Objetivo: Identificar valores e mensagens transmitidos pela família.

Materiais necessários: Ficha de trabalho e lápis.

Desenvolvimento:
1. Grupo em círculo, sentado.
2. Distribuir ficha de trabalho e lápis, pedindo que respondam individualmente às questões contidas na ficha.
3. Dividir o grupo em cinco subgrupos. Cada subgrupo fica responsável por uma das questões da ficha de trabalho.
4. Solicitar a cada subgrupo que discuta as respostas individuais à questão que lhe coube, registrando os pontos comuns. Tempo.
5. Cada subgrupo apresenta suas observações.
6. Plenário - comentar os pontos de discussão:
* Que valores são especialmente importantes para a sua família?
* O que lhe chamou a atenção de tudo o que ouviu?
* Como se sente em relação à diversidade de valores do grupo?
7. Fechamento: o facilitador ressalta para o grupo que os valores que possuímos influenciam nossas atitudes, decisões e comportamentos. Nenhum ser humano vive sem um núcleo de princípios interiores que orientem sua interpretação do mundo, dando sentido e direção para sua vida.

Ficha de trabalho:
O que sua família pensa sobre:
1. Ter bom desempenho na escola?
2. Participar de grupos sociais, grêmio estudantil...?
3. Ter um emprego?
4. Ter relações sexuais?
5.Ter religião?
6. Respeitar as leis?

 

 

 

Colcha de Retalhos

Atividade:

     Quantas vezes sentamos ao lado de nossos avós ou mesmo de nossos pais para escutar aquelas longas histórias que compuseram a vida e a trajetória da nossa família e, portanto, a trajetória da nossa vida? Quantas vezes paramos para pensar na importância do nosso passado, nas origens de nossa família, e mais, de nossa comunidade? Indo um pouco mais longe, quantas vezes paramos para pensar de que forma a cultura da nossa cidade e de nosso país influencia o nosso modo de ver as coisas?

     Pois é. Nós somos aquilo que vivemos. Somos um pouquinho da via de nossos pais e avós, somos também um pouquinho da vida de nossos pais e avós, da nossa, do nosso bairro, das pessoas que estão à nossa volta, seja na cidade ou no país onde vivemos.

     Isso é o que se chama identidade cultural. E esta é uma atividade que ajuda a buscar essa identidade - o que significa buscar a nossa própria história, conhecemos a nós mesmos e a tudo que nos rodeia. Buscar a identidade cultural é “entender para respeitar” nossos sentimentos e os daqueles com quem compartilhamos a vida.

Material:

* Tecido - lona, algodão, morim cortados em tamanho e formatos variados
* Tinta de tecido ou tinta guache (é bom lembrar que o chache se dissolve em água)
* Linha e agulha ou cola de tecido.


Passos - Como se faz:

1ª Etapa - História de Vida

Peça a todos os participantes para relembrarem um pouco de suas histórias pessoais e das histórias de suas famílias, pensando em suas origens, sentimentos e momentos marcantes, em sonhos, enfim, em tudo aquilo que cada pessoa considera representativo de sua vida. Depois disso, peça para escolherem pedaços de tecidos para pintar símbolos, cores ou imagens relacionadas às suas lembranças. Esse é um momento individual, que deve levar o tempo necessário para que cada um se sinta à vontade ao expressar o máximo de sua história de vida. Quando todos terminarem, proponha a composição da primeira parte da Colha de Retalhos, que pode ser feita costurando ou colando os trabalhos de cada um, sem ordem definida.

2ª Etapa - História da Comunidade

Esta etapa exige muito diálogo entre os participantes, que devem construir a história da comunidade onde vivem. Uma boa dica é pesquisar junto aos mais velhos.
O grupo escolhe alguns fatos, acontecimentos e características da comunidade para representá-los também em pedaços de tecido pintados. Pode-se reunir as pessoas em pequenos grupos para a criação coletiva do trabalho. Todas as pinturas, depois de terminadas, deverão ser costuradas ou coladas compondo um barrado lateral na colcha.

3ª etapa - História da cidade, do país, da Terra

A partir daqui, a idéia é dar contiuidade à colcha de retalhos, criando novos barrados, de forma a complementá-la com a história de vida da cidade, do país, do mundo e até a do universo. Não há limites nem restrições. O objetivo principal é estimular nos participantes a vontade de conhecer e registrar a vida, em suas diferentes formas e momentos. Desse modo, poderão se sentir parte da grande teia da vida

 

 

3 - Dinâmicas de Integração e Comunicação
 

Força do trabalho em equipe


Objetivo: Interagir com o grupo e refletir os problemas em grupo.

Desenvolvimento: Entregar 1 (um) balão para cada membro do grupo, ao som de uma música. Todos os participantes ficam ao centro do círculo e começam a jogar os balões para cima. O animador vai pedindo aos participantes que sentem e os demais não podem deixar os balões cair.

Conclusão: Quando os problemas são muitos e somos só um, sentimos mais dificuldades para resolver. Com o trabalho em equipe os problemas se resolvem mais rápido.

 

 

 

 

Olhar para os sentimentos


Objetivo: a partir da representação de expressões de sentimentos, debater fatos reais da vida das pessoas.

Encenação: A turma pode ser dividida em pequenos grupos. Cada grupo fica encarregado de encenar a expressão de um ou mais sentimentos, através da fisionomia ou relação entre pessoas. Entre os sentimentos a serem representados podemos propor paz, ódio, medo, tranqüilidade, indiferença, paixão etc.

Debate:
Depois das encenações para o grupo, pode-se analisar se os sentimentos foram bem representados. E iniciar um debate sobre a incidência desses sentimentos na nossa vida: Observamos as expressões das pessoas na vida real para perceber seus sentimentos? Como reagimos quando percebemos que uma pessoa está tomada por um determinado sentimento? Somos sensíveis o suficiente para adequar nossa forma de relacionamento com as pessoas de acordo com os problemas ou emoções delas? Que tipo de ajuda nossa pode ser importante para nosso colega ou amigo, especialmente quando ele estiver com problemas?

 

 

Mensagens dos meios de comunicação


Objetivo: Reconhecer e analisar criticamente mensagens transmitidas pela televisão e por outros meios de comunicação sobre os papéis sexuais e as relações pessoais.

Material necessário: papel metro, canetas hidrocor coloridas e sucata variada.

Desenvolvimento:

1) Formar subgrupos de aproximadamente seis pessoas.

2) Pedir, antecipadamente, aos participantes que, durante uma semana, observem os comerciais da TV ou anúncios de revistas que utilizem uma abordagem sexual e/ou erótica para divulgar os produtos apresentados.

3) Solicitar que, com o material levantado, preparem um painel sobre o produto vendido, o tipo de mensagem sexual veiculada e o personagem através do qual a mensagem é passada. Expor o painel na sala.

4) Cada subgrupo, ao observar todos os painéis, deve analisar que imagens e atitudes essas mensagens estão passando sobre a mulher, o homem e a relação entre ambos. Questões a serem discutidas:
- Que imagem das mulheres é passada?
- Que imagem dos homens é passada?
- O que os anúncios mostram como sendo correto fazer?
- Você segue ou gostaria de seguir o modelo de homem ou mulher visto no comercial?

Fechamento: o facilitador aproveita a discussão para desenvolver o senso crítico, levando o grupo a perceber que os papéis sociais masculinos e femininos veiculados pelos meios de comunicação muitas vezes estão contaminados por interesses econômicos e ideológicos, aproveitando-se de estereótipos e reforçando-os.

 

 

 

Uma viagem de navio


Objetivo: possibilitar o autoconhecimento e facilitar a integração.

Material: giz e aparelho de som.

Desenvolvimento:

1) O coordenador desenha no chão o espaço do navio. O espaço deve ser grande o suficiente para conter todo o grupo.

2) Pedir que todos entrem no navio, que se movimentem ao som da música, reconhecendo o espaço e cumprimentando-se de forma criativa, sem palavras.

3) O coordenador vai desenvolvendo as etapas da viagem, solicitando ao grupo que vivencie cada uma delas adequadamente:
- navegando em mares calmos;
- observando a natureza em volta;
- percebendo que uma tempestade se aproxima;
- enfrentando a tempestade;
- retornando à calmaria;
- avistando o porto;
- preparando-se para o fim da viagem;
- desembarcando.

4) No plenário, cada participante diz o que mais lhe chamou a atenção durante a viagem, avaliando o nível de suas relações e levantando as dificuldades. Em seguida, comparar a viagem com as relações no trabalho e na escola.

 

 

Desatando os nós



Objetivo: Desenvolver a solidariedade e a força da união de grupos. Várias cabeças pensando sobre um mesmo problema fica mais fácil encontrar uma solução.

Desenvolvimento:
     É parecida com o Jogo da mãos.
     O número de participantes é indiferente.
     O grupo se coloca na posição em círculo.
     Neste momento o orientador pede que cada um observe bem o seu colega da direita e o seu colega da esquerda.
     Ao sinal do orientador, começam a caminhar dentro do círculo imaginário ( já que desfizeram a formação em círculo para caminharem ) de forma aleatória e sem direção.
     Ao sinal do orientador parar de caminhar e permanecer no lugar.
     Com os olhos e sem caminhar procurar o cologa da direita e o colega da esquerda.
     Dar as mãos aos colegas da direita e da esquerda sem caminhar, podendo somente abrir as pernas e/ou dar um passo caso o colega esteja muito distante.
     Em seguida o orientador explica que eles deverão voltar a posição inicial em círculo sem que soltem as mãos, nem fiquem de costas para o interior do círculo e nem com os braços cruzados. Deverão voltar exatamente a posição inicial.

     A princípio parece impossível realizarem a tarefa , mas aos poucos vão montando estratégias e descobrindo maneiras todos juntos, de voltarem a posição inicial.

 

 

Jogo das mãos


Finalidade: Refletir sobre a importância da participação na resolução de problemas.

Para quantas pessoas: de seis até 25 participantes (grupos muito grandes deverão ser subdivididos)

Descrição da dinâmica:

Os participantes deverão ficar de pé, dando-se as mãos, como para uma brincadeira de roda.

O moderador explica que o grupo terá como objetivo “virar toda a roda ao contrário”, ou seja, todos deverão ficar de costas para o centro do círculo com os braços esticados (não vale ficar com os braços cruzados sobre o peito).

O jogo tem regras: os participantes não poderão soltar as mãos, nem falar, até conseguirem alcançar a posição.

O monitor dá início ao jogo, reforçando que o grupo deverá buscar uma maneira (estratégia) de atingir o objetivo, respeitando as regras estabelecidas.

A solução para este “problema”, que no início não parece ter solução, é simples: um dos participantes deverá erguer o braço do colega formando um arco ao alto pelo qual todos, ligeiramente agachados, passarão.
 

 

Nem o meu, nem o seu, o nosso


Finalidade: Propiciar um clima de descontração e integração entre os participantes do grupo.

Material necessário: rádio e CDs de música

Descrição da dinâmica:

1. Grupo de pé, espalhado pela sala. Música.

2. Pedir que todos se movimentem pela sala de acordo com a música, explorando os movimentos do corpo. Pôr música com ritmo cadenciado. Tempo.

3. Parar a música. Solicitar que formem dupla com a pessoa mais próxima e que, de braços dados, continuem a se movimentar no mesmo ritmo, procurando um passo comum, quando a música recomeçar.

4. Após um tempo, formar quartetos, e assim sucessivamente, até que todo o grupo esteja se movimentando junto, no mesmo passo.

5. Pedir que se espalhem novamente pela sala, parando num lugar e fechando os olhos.

6. Solicitar que respirem lentamente, até que se acalmem.

7. Abrir os olhos, sentar em círculo.

8. Plenário:
- O que pôde perceber com esta atividade?
- Que dificuldades encontrou na realização da dinâmica?
- Como está se sentindo?

Fonte: Margarida Serrão e Maria C. Boleeiro

Comentários:

     Este é um trabalho leve e de muita alegria. O grupo se movimenta de forma descontraída, o que cria um clima propício para se trabalhar a integração entre os componentes. Pode ser enriquecido e acrescido de novas solicitações.

     A atividade propicia, também, uma reflexão sobre a identidade do grupo, as diferenças de ritmo entre os participantes, a facilidade ou a dificuldade com que alcançam a harmonia, chegando a um passo comum.

     O facilitador pode explorar a atividade, criando movimentos e formas que desafiem o ritmo grupal.

 

4 - Dinâmicas de Formação para a Cidadania

 

 

Mural da paz


     Este é um trabalho para ser mantido em exposição. Assim, outras pessoas terão a oportunidade de receber essa mensagem de paz. Este mural não inspira solidariedade apenas em quem trabalha nele, mas em qualquer um que esteja disposto a construir um mundo melhor. Uma opção que gera a inclusão é convidar grafiteiros da comunidade para fazer o mural da paz nas paredes da escola!

Material necessário:

• Folhas de papel grande para forrar a parede;
• Tinta e outros materiais que se deseje utilizar na montagem;
• Cola ou fita adesiva.

Desenvolvimento:

• O grupo faz um painel de papel para desenhar ou prepara uma parede para ser pintada.

• Tudo o que se tem a fazer é representar, cada um a seu jeito, o que entende por Cultura de Paz. É aconselhável colocar, no local que vai ser pintado, os seis pontos do Manifesto/2000: respeitar a vida, rejeitar a violência, ser generoso, redescobrir a solidariedade, preservar o planeta e ouvir para compreender.

• Cada participante começa trabalhando num pedaço do mural e, depois, todos podem interagir e completar os desenhos feitos por todos. Ao final, cada um pode completar o desenho com uma frase sobre o que acha necessário fazer para atingir a paz.

• Outro ponto importante desta atividade é o próprio resultado. Como as pessoas enxergam a questão da paz? Quais foram os elementos que mais apareceram? O que falta na nossa vida pessoal e coletiva para atingir essa paz?

 

 

Solidariedade é a gente que faz


Objetivo: conscientizar-se da importância da solidariedade na convivência social.

Material: revistas, jornais, papel ofício, cola, fita crepe, hidrocor, papel metro.

Desenvolvimento:

1) Formar subgrupos.

2) Distribuir material aos subgrupos.

3) Cada subgrupo deve montar, com o material recebido, um painel no qual apresente situações de solidariedade, em oposição a situações individualistas, dando um título sugestivo para o trabalho.

4) Apresentação dos painéis, seguida de discussão sobre os pontos que mais chamarem a atenção do grupo.

5) Plenário - discutir as seguintes questões:
- Qual a importância da solidariedade na sociedade contemporânea?
- De que iniciativa solidária você já participou?
- Que pessoas e organizações são exemplos de solidariedade no bairro, na escola, na sociedade?

6) Fechamento: o facilitador ressalta para o grupo o valor da solidariedade para o enfrentamento de questões como fome, educação, saúde, emprego etc.

 

 

Meu presente / Meu futuro


Objetivo: Perceber que a construção do futuro depende das vivências e escolhas do presente.

Material: Papel ofício, lápis, lápis de cera e fita crepe.

Desenvolvimento:

1. Grupo espalhado pela sala, sentado.

2. Distribuir para os participantes, papel, lápis preto e de cera, solicitando que representem através de desenho, o momento que estão vivendo, compondo um retrato intitulado “Meu presente”. Tempo.

3. Quando todos tiverem terminado, distribuir nova folha de papel, pedindo que componham a representaçao do futuro que imaginam e gostariam para si. A este retrato devem chamar “Meu futuro”. Tempo.

4. Cada participante apresenta para o grupo seus desenhos, explicando seu significado.

5. Quando as apresentações terminarem, o facilitador pede que, de um em um, cada adolescente prenda seus desenhos na parede, mantendo entre o “presente” e o “futuro” uma distância que represente a separação que existe entre sua vida atual e o que almeja seguir.

6. Plenário - falar sobre a distância existente entre o presente e o futuro e sobre como pretende aproximar esses momentos, salientando que o projeto de vida é que faz a ponte entre esses dois tempos, possibilitando o enfrentamento das condições adversas.

 

Problemas e soluções


Objetivo: Motivar a análise e a discussão de temas problemáticos; buscar estabelecer o consenso.

Número de participantes: No máximo 20.

Material: Lousa ou papelógrafo; giz ou pincel atômico e apagador; recorte de notícias, se for um fato jornalístico.

Desenvolvimento:

* Um membro do grupo relata um problema (verdadeiro ou fictíco), um caso, um fato jornalístico, ou determina situação que necessite uma solução ou aprofundamento.
* Havendo mais de um caso, o grupo escolhe um para o debate; todos são convidados a dar sua opinião sobre a questão e as idéias principais são anotadas no quadro ou no papelógrafo.
* A idéia mais comum ou consensual a todos os participantes é então destacada e melhor discutida, ampliando a visão do fato, como uma das possíveis soluções ou aprofundamento do problema.

Avaliação:

* Após o consenso, faz-se uma pequena avaliação do exercício; em que ele pode nos ajudar como pessoas e como grupo?
* Pontos de destaque
* Outras aplicações para este exercício.

 

 

Invertendo os papéis


Objetivo: Refletir sobre os papéis sexuais e os estereótipos vigantes em nossa cultura; possibilitar o questionamento dos privilégios entre os sexos, percebendo as diferenças culturais existentes.

Material: Papel ofício e lápis.


Desenvolvimento da dinâmica:

1. Dividir o grupo em cinco subgrupos.

2. Dar um tema para cada subgrupo, pedindo que discutam os papéis, as diferenças e os privilégios relativos aos sexos, de acordo com o tema recebido:

* relação marido-mulher;
* educação de filhos(as);
* trabalho;
* namoro;
* relacionamento sexual.

Tempo para discussão, pedindo que anotem os pontos principais levantados pela equipe.

3. Solicitar que cada subgrupo crie uma cena que expresse a conclusão a que chegou. Pedir que, na cena, os rapazes façam o papel feminino e as moças, o masculino.

4. Apresentação de cada subgrupo.

5. Plenário - compartilhar os sentimentos e as observações:

* Como se sentiu incorporando o papel do sexo oposto?
* Qual a diferença existente entre o que você representou e o que você faria nessa situação na realidade?
* Quais as diferenças que são inerentes ao gênero e quais as que decorrem da cultura?

 

Dentro e fora do coração
(Dinâmica utilizada para refletir o tema “drogas”)



Primeiro momento

     Colocar cartaz com o desenho de um coração no centro da sala. Cada pessoa escreve, fora do coração, uma palavra que expresse o que vê e ouve das pessoas da comunidade a respeito do mundo das drogas e das vítimas da dependência.


Segundo momento

     Escreve dentro do coração uma palavra que expresse o que está sendo feito para mudar a problemática das drogas em nossa comunidade e na sociedade de modo geral.


Terceiro momento

     Pedir aos jovens que comparem o que está escrito dentro e fora do coração.


Quarto momento

     Nossa comunidade tem agido com misericórdia para com as vítimas das drogas?

 

Dinâmicas de Formação para a Cidadania

Gincana Cooperativa em defesa do meio ambiente


1. Atitude é fundamental

Dois elementos principais: a coletividade e a solidariedade. Uma gincana requer trabalho de equipe, de grupo. Por isso, é fundamental que todos se integrem e participem ativamente. Solidariedade pressupõe auxílio mútuo, cooperação, companheirismo, troca, irmandade.


2. Um espírito diferente

     Ter presente a idéia ou as idéias que irão direcionar o trabalho. Quando for organizado o conjunto das “tarefas” deixar bem claro quais são as atitudes que serão cultivadas. Ressignificar o pensamento que temos sobre gincanas como momentos de competição entre equipes, ganhadores e perdedores, pontuações, prêmios, vaias.


3. No lúdico as gerações em solidariedade

     O que está por trás de tudo isso é a ação coletiva e solidária de uma comunidade (crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos) em torno de uma busca comum: a preservação da obra criada por Deus. Deste modo, preservar a dignidade humana e o planeta são tarefas inseparáveis e que devem ser trabalhadas conjuntamente. Precisamos “construir um Novo Ser e um Novo Mundo a partir de uma Nova Relação”. Por isso, existe a orientação para que seja uma gincana que envolva toda a comunidade, desde a formação das equipes participantes.


4. Agitação também é construção

     A “correria” precisa ser iniciada em benefício do planeta que começa em nossa própria casa e que se chama “nossa casa”. A correria solidária de quem sai do seu mundo e decide lutar coletivamente. Correria como sinônimo de trabalho muito ativo e não de algo desordenado. Para essa correria vamos nos organizar e desenvolver a consciência comunitária e desacomodada. Correria tem tudo a ver com adolescentes e jovens!


Pontuação de Tarefas

     Eliminar a lógica da competição é uma das idéias! A gincana pode ser montada com esta idéia/chave. Ex. de pontuação: as equipes recebem sementes que deverão ser plantadas ao final da gincana.

Exemplo de Tarefas

1. Montagem das equipes

2. Escolha do nome
Critério: algo ligado ao espírito do gincana (união, solidariedade, cooperação, respeito, fraternidade, amizade...) ou relacionado com a biodiversidade da região (nomes de rios, lagos, parques, animais...).

3. Entrevista com uma pessoa da comunidade (igreja, escola...) que tenha mais de 60 anos de idade, perguntando sobre qual a realidade de tudo o que envolvia a água em sua infância e juventude.

4. Elaboração e recitação de um poema relacionado ao meio ambiente.

5. Visita a uma companhia de tratamento de água (que faz a coleta, tratamento e distribuição) ou algum local onde se faça algum tipo de tratamento da água (ou o que mais se aproxime disso) e registrar quais são os passos deste processo.

6. Montagem de uma dramatização a partir de alguma música ou texto que fale sobre a temática.

7. Criação de um cartão (tipo postal) com algumas dicas de como usar e economizar água. Este material deverá ser confeccionado para distribuição na comunidade, nas escolas, nos estabelecimentos comerciais como forma de divulgar a urgência do cuidado com a água.

8. Organização de um projeto de preservação do meio ambiente que possa ser desenvolvido na escola, bairro, comunidade. No projeto deverá estar previsto como organizar a coleta e separação do lixo (tipos de lixos – seco, orgânico, metal, plásticos...), como fazer para evitar a erosão (plantio de árvores...), como fazer o tratamento da água para evitar doenças e outras formas criativas e adaptáveis à realidade e que possam contribuir para a qualidade de vida onde se vive.

9. Realização de uma visita, com a presença de todas as equipes, a algum manancial com o objetivo de conhecer e valorizar a água que se tem. Tipos de mananciais: naturais, fontes, córregos, rios, poços, estação de tratamento, fontes de captação.

     Na visita aos mananciais procurar responder às questões: de onde vem a água consumida na comunidade? Qual a situação destes mananciais? O que podemos aprender fazendo esta ação de visitar?

10. Pesquisar sobre alguma entidade da região que mantenha projeto ligados às questões ambientais (água, saneamento, saúde) procurando descobrir:

a) Quais os objetivos da entidade/do projeto?
b) Quem pode participar?
c) Quais os resultados das ações da entidade/do projeto na realidade?
d) Quais as dificuldades enfrentadas?
e) Como é trabalhado o papel do poder público nestas questões? Como é vista a legislação?
f) Qual o grau de envolvimento e participação de adolescentes e jovens nas ações desenvolvidas?
g) Outras questões que sejam importantes.

Obs.: a gincana e outros materiais para dinamização de reflexões sobre a temática serão encontrados no subsídio “CF e os jovens”, produzido pela Pastoral da Juventude do Brasil e que pode ser adquirido nas livrarias Paulinas.


VÍDEO

ÁGUA, vida e cidadania

     Instrumento de reflexão sobre o significado e a importância da água e do cuidado com o ambiente no planeta. A água é fonte de vida. Sem acesso a este e outros bens essenciais não é possível alcançar a cidadania. Que atitudes vamos tomar? Este vídeo pode ser adquirido no Mundo Jovem ou no IPJ.

     Custa R$ 25,00.

 

 

 

Caminhos profissionais


      O caminho da escolha profissional tem, pelo menos, dois lados: o lado da pessoa (adolescente/jovem) que escolhe, e o lado da profissão (ou profissões) que serão escolhidas. Para que a escolha seja a mais acertada possível, é preciso “conversar” e conhecer estes dois lados da, talvez, decisão mais importante de nossas vidas. Primeiro é preciso conhecer-se, ou seja, saber das próprias habilidades, interesses e valores, possibilidades e limites. Depois, é preciso saber das características da outra parte: o que será que ela (a profissão) vai exigir e oferecer para mim?


O louco

     No pátio de um manicômio encontrei um jovem com rosto pálido, bonito e transtornado. Sentei-me junto a ele sobre a banqueta e lhe perguntei:

     - “Por que você está aqui?”

     Olhou-me com olhar atônito e me disse:

     - “É uma pergunta pouco oportuna a tua, mas vou respondê-la.

     Meu pai queria fazer de mim um retrato dele mesmo, e assim também meu tio. Minha mãe via em mim a imagem de seu ilustre genitor. Minha irmã me apontava o marido, marinheiro, como o modelo perfeito para ser seguido. Meu irmão pensava que eu devia ser idêntico a ele: um vitorioso atleta.

     E mesmo meus mestres, o doutor em filosofia, o maestro de música e o orador, eram bem convictos:

cada um queria que eu fosse o reflexo
de seu vulto em um espelho.
Por isso vim para cá.
Acho o ambiente mais sadio.
Aqui pelo menos posso ser eu mesmo”.
(Kahlil Gibran. Para além das palavras)


Fábrica
(Renato Russo)


Nosso dia vai chegar
Teremos nossa vez
Não é pedir demais:
Quero justiça,
Quero trabalhar em paz
Não é muito o que lhe peço
Eu quero trabalho honesto
Em vez de escravidão
Deve haver algum lugar
Onde o mais forte
Não consegue escravizar
Quem não tem chance
De onde vem a indiferença
Temperada a ferro e fogo?
Quem guarda os portões da fábrica?
O céu já foi azul, mas agora é cinza
E o que era verde aqui já não existe
Mas quem me dera acreditar
Que não acontece nada de tanto brincar
com fogo
Que venha o fogo então
Esse ar deixou minha vista cansada
Nada demais
Nada demais.


Descrição da dinâmica:

1. Escutar (se possível) e/ou ler a música “Fábrica”, de Renato Russo. Depois, conversar sobre as expectativas de cada um(a) em relação ao ingresso no mercado de trabalho. O que espero? Quais caminhos profissionais “eu espero trilhar?”

Observação: se alguma(s) pessoa(s) do grupo já trabalha(m), pode(m) contar a sua experiência de ingresso e realização no trabalho (como se sente, problemas, vitórias).

2. Cada participante fala sobre a profissão ou profissões que gostaria de ter. Depois, o grupo busca informações sobre as profissões citadas. Além disso, o grupo pode buscar mais informações sobre as “profissões do futuro”, citadas na entrevista (p. 12 e 13) da edição de agosto de 2003 do jornal Mundo Jovem.

Observação: este trabalho de busca de informações sobre as profissões (o que são os requisitos que exigem, localização, salário etc.) pode se prolongar por vários encontros, dependendo do grau de aprofundamento que os participantes quiserem ter sobre o tema.

3. A partir da leitura da crônica “O louco”, de Kahlil Gibran, conversar sobre a influência dos adultos, sobretudo, os pais, na sua escolha profissional. Em que ajuda? Em que atrapalha?

Observação: quem coordena o encontro pode preparar com antecedência uma encenação da crônica: “O louco”.


Artigo publicado na edição 339, agosto de 2003, página 14.
Equipe Mundo Jovem.
 

5 - Dinâmicas Diversas

 

Amor ou aparência?


Objetivo: focalizar a diferença que existe entre atitudes mecânicas e gestos carinhosos.

Material: papel e fita dupla face..

Desenvolvimento: conforme as pessoas forem chegando, recebem um papel para colar na testa, sem poder ler o que está escrito nele. Ao sinal, cada um começa a realizar o que está escrito na testa da pessoa que está em sua frente. Quando outro sinal for dado, cada pessoa tentará acertar o que está escrito na sua própria testa.

Sugestão de tarefas: aperte a minha mão; converse comigo; me conte um caso; preciso de um sorriso; preciso de um abraço; faça uma careta; me conte um segredo; me dê um beijo; me fale do amor. Em seguida organize a turma em círculo e comente sobre a questão das aparências.

Para refletir: às vezes, a pessoa age como máquina, repetindo gestos mecanicamente para agradar àqueles que estão ao redor, mas na verdade o sentimento não é sincero.

 

           

Imagem do corpo


Objetivo: Desenvolver a consciência dos jovens em relação ao seu físico; perceber o papel dos meios de comunicação ao influenciar nossa auto-imagem e como esta afeta nossa conduta; introduzir um conceito mais amplo de beleza.

Material: cartolina, revistas, tesouras, cola e papel cortado em pedaços.

Desenvolvimento:

- Dividir os participantes em dois grupos segundo o sexo:
meninos e meninas (se for necessário, subdividir cada metade para que se formem equipes de cinco ou seis pessoas).

- Pedir ao grupo das meninas que faça uma colagem sobre o homem ideal e ao grupo dos meninos, sobre a mulher ideal.

- Cada subgrupo apresenta sua colagem aos demais.

- Plenário: discutir os seguintes pontos:
- Quais atributos nas mulheres atraem os homens?
- Quais atributos nos homens atraem as mulheres?
- Que diferença entre homens e mulheres você percebe, analisando os trabalhos apresentados?
- O que, para você, é mais importante na escolha do parceiro?
- Qual o papel que a imagem corporal ocupa na sua escolha?
- Como se forma em nós a idéia de “corpo atraente”?

- Fechamento: o facilitador conclui o trabalho mostrando que existe uma beleza além da física, chamando a atenção para a importância desta beleza interior estar refletida no físico, pois é ela que ilumina e dá cor ao ser humano.


 

Dos sonhos à realidade


Objetivo: Partilhar sonhos individuais e coletivos.

Material: papelógrafos e pincéis atômicos.

Desenvolvimento:

1) Grupo em círculo, de pé.

2) Formar duplas. Pedir que as duplas se espalhem pela sala e sentem-se.

3) O facilitador solicita que cada participante da dupla complete a frase:
“O maior sonho de minha vida é...”, compartilhando este sonho com seu par.

4) Quando as duplas tiverem concluído sua conversa, pedir que formem quartetos nos quais compartilhem resumidamente seus sonhos e completem a frase: “para tornar o meu sonho realidade eu...”

5) Juntar os quartetos, formando subgrupos de oito, solicitando que completem a frase: “O Brasil dos meus sonhos...”

6) Formar grupos de 16 pessoas para discutir: “Para o Brasil chegar a ser o país que eu sonho, é necessário...”

7) Pedir que cada subgrupo escolha um relator, entregando-lhe uma folha de papelógrafo e canetas para escrever as conclusões do subgrupo.

8) Apresentação de cada subgrupo.

9) Plenário - compartilhar observações e conclusões:

• O que mais lhe chamou a atenção durante as discussões sucessivas?
• O que aprendeu com o trabalho?
• Foi possível perceber semelhanças, diferenças e/ou contradições entre os sonhos pessoais e os sonhos para o país? Quais?
• Se o sonho pessoal de cada um do grupo se concretizasse, o Brasil se tornaria um país melhor? Como?
• Se os sonhos do grupo para o Brasil se concretizassem, a vida de cada um melhoraria? Como?

10) Fechamento: o facilitador aponta a interdependência entre os sonhos pessoais e os coletivos, chamando a atenção para a necessidade de cada indivíduo contribuir para a realização de um ideal maior em prol da coletividade.

 

Gincana Para a Semana da Pátria


1.Cidadania se aprende com exercícios de participação. Uma gincana requer trabalho de equipe, envolvimento, que todos se integrem e participem ativamente.

2. Cooperação: ter clareza de que as idéias que vão direcionar o trabalho não serão de competição, mas de cooperação. As tarefas terão esse objetivo.

3. Aprender brincando: o que se deseja é favorecer o envolvimento da comunidade (crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos) em torno de uma busca comum: crescer na consciência de que é cidadão quem participa e se envolve.

4. Indignação geradora de transformação: a indignação dos descontentes não pode ficar sufocada, mas gerar energia para buscar mudanças, para decidir a lutar e trabalhar coletivamente pelas mudanças que se deseja. Entender indignação como sinônimo de trabalho ativo e não de algo desordenado.

Pontuação e premiação:

Ao contrário de estimular a competição, estimular a cooperação e a alegria da participação. Exemplo: pontuar pelas atitudes: a equipe que mais movimentou pessoas, que demonstrou mais alegria, criatividade. Prêmio: Exemplo: as equipes recebem sementes para serem plantadas ao final da gincana.

Exemplo de tarefas

1 - Montagem das equipes (mistas, integrando idades)

2 - Escolha dos nomes – algo ligado ao espírito da gincana (consciência, união, solidariedade, cooperação, respeito, amizade...).

3 - Exemplos de tarefas:

- Entrevista com uma pessoa da comunidade, de mais ou menos 60 anos, para perguntar como era o voto no Brasil quando ela era jovem (com que idade era permitido votar, quem votava, que partidos existiam, como era o processo da eleição, o que havia de curioso...) e como isso evoluiu.

- Montagem de dramatização a partir de uma música, retratando o Brasil que temos e o Brasil que queremos.

- Fazer uma paródia de música conhecida, e nela falar sobre a importância do voto.

- Criação de uma camiseta, com mensagem que fale de cidadania, participação.

- Fazer um vídeo de cinco minutos com jovens de 16 anos, que vão votar pela primeira vez, falando de como estão se preparando para as eleições.

- Gravar 10 minutos de um horário político e contar quantos partidos apareceram. Apresentar uma lista das propostas possíveis de se realizar e das que são só promessas.

- Entrevistar uma ONG ou algum grupo da comunidade para conhecer qual trabalho social realiza e depois apresentar.

- Encaminhar cinco crianças para fazerem o registro de nascimento.

- Cada equipe organizar faixas, bandeiras e formar blocos com os excluídos da comunidade, dando voz àqueles que muitas vezes ficam esquecidos.

 

 

A família que tenho ou
A família que gostaria de ter


Objetivo: perceber as semelhanças e diferenças entre a família real e a desejada.

Material necessário: papel ofício e lápis.

Desenvolvimento:

- Grupo em círculo, sentado.

- Distribuir a cada participante uma folha de papel e lápis.
Solicitar que façam um traço no meio da folha, escrevendo de um lado “A família que tenho” e, do outro, “A família que gostaria de ter”.

- Pedir que descrevam, individualmente, sua família real e a desejada, nos locais correspondentes. Tempo.

- Formar subgrupos para discussão dos seguintes pontos:
- Que pontos em comum eu encontro entre a família que tenho e a que gostaria de ter?
- O que há de semelhante entre a família que tenho e as dos demais componentes do subgrupo?
- O que há de semelhante entre a família que eu e meus companheiros gostaríamos de ter?
- O que é possível fazer para aproximar a família real da família ideal?

- Plenário: apresentação das conclusões.
 

Dinamizando o grupo


Objetivo: Promover a comunicação entre todos os participantes do grupo.

Material: Papel ofício e lápis.

Desenvolvimento:

1) Grupo em círculo, sentado.
2) Cada participante recebe uma folha de ofício em branco, escrevendo o seu nome no alto dela.
3) A um sinal do facilitador, todos passam a folha para o vizinho da direita, para que este possa escrever uma mensagem destinada à pessoa cujo nome se encontra no alto da folha.
4) Assim, sucessivamente, todos escrevem para todos até que a folha retorne ao ponto de origem.
5) Fazer a leitura silenciosa das mensagens recebidas.
6) Em um plenário, comentar com o grupo o seu trabalho:
- O que foi surpresa para você?
- O que já esperava?
- O que mais o(a) tocou?


 

Escolha suas lideranças


Objetivo: Dar-se conta da percepção que o grupo tem de cada um de seus componentes; possibilitar a identificação de lideranças.

Material: Papel ofício e lápis.

Desenvolvimento:

1) Formar subgrupos.

2) Cada subgrupo ocupa um lugar na sala, sentado.

3) O facilitador distribui papel e lápis para cada subgrupo, que deve escolher, dentre todos os participantes do grupo, lideranças para as seguintes situações:
- um piquenique;
- uma festa dançante;
- um ato religioso;
- um grupo de estudo;
- uma greve estudantil;
- campanha para arrecadação de alimentos;
- mutirão para construção de uma casa;
- uma gincana;
- um aniversário-surpresa.

4) Os subgrupos apresentam suas escolhas e as justificam.

5) Cada participante deve anotar as situações para as quais foi indicado.

6) Plenário - analisar e refletir as indicações feitas:
- comentar as indicações recebidas;
- comentar as indicações com as quais concorda e/ou discorda;
- partilhar com o grupo o que lhe chamou mais a atenção?

7) Fechamento: o facilitador coloca para todos que quanto mais lideranças houver num grupo, mais rico este será, pois assim se aproveitam as diferenças e aptidões individuais para o benefício coletivo.

 

 

Dinâmicas de Grupo

http://www.micropic.com.br/noronha/Gifs/Novos/240.gif

Quando falamos as palavras DINÂMICAS DE GRUPO   para nossos colegas de trabalho, geralmente ouvimos o comentário: "que bom, vamos descontrair, brincar um pouco, repor as energias".

Que delícia se tudo fosse assim!!!

O aspecto lúdico da DINÂMICA realmente é um componente muito forte, é um grande facilitador no alcance dos objetivos propostos.

Entretanto a palavra ‘’brincadeira’’ não é real.

Devemos, como profissionais que utilizam esta TÉCNICA, orientar nossos colegas quanto à importância do uso de termos adequados para que nosso cliente interno ‘’acostume o ouvido’’ e associe DINÂMICA DE GRUPO à facilitação, sensibilização, proximidade.

Para que o uso de DINÂMICAS tenha o efeito técnico esperado, é preciso:

Conhecer tudo o que for possível sobre o público alvo.

Adaptar os exercícios à realidade da empresa, considerando desde os materiais e recursos disponíveis até as políticas organizacionais. Neste aspecto a habilidade de negociação é fundamental.

Ter amplo e total domínio sobre a técnica e suas possíveis conseqüências.

Avaliar o público-alvo antes e depois do emprego dos programas, caso contrário é impossível verificar resultados.

As organizações não esperam que seus funcionários sejam ‘’robôs’’, que simplesmente repitam comportamentos sem questionar, sem avaliar, sem entender conceitos.

É preciso que o Facilitador auxilie os profissionais a:

 - resgatar o INTERESSE e o AMOR pelo trabalho;

 - utilizar sua criatividade no dia a dia, nem que seja ‘’criando espaços para criar’’;

 - praticar, efetivamente utilizar a aprendizagem no trabalho.

Depende de nós, então, utilizar – PRIMEIRO CONOSCO – a criatividade, flexibilidade, interesse pelo outro, empatia e amor e auxiliar na promoção das mudanças e transformações que, na atualidade, simplesmente acontecem, independente da vontade ou motivação para mudar.

 

Terapia do Abraço

 Pesquisas já comprovaram que o ser humano, independente da cultura, tem necessidade (física e psicológica) de tocar e ser tocado.

Este toque é tão importante que as crianças, quando não acariciadas ou abraçadas, forçam situações para que seus pais utilizem a força física contra elas. Neste processo inconsciente recebem algum tipo de toque que, por mais negativo que seja, é melhor do que a indiferença.

As culturas ocidentais, se não todas ao menos a maioria, têm como hábito o toque entre as pessoas como sinal de relacionamento.

O abraço, ao contrário do que possa parecer, pode transmitir / proporcionar efeitos positivos e negativos.

  ·       Você já teve a sensação de receber um abraço forçado de alguém? Como é esta sensação?

·       Já se sentiu também forçado a abraçar outra pessoa? Neste caso, como se sentiu?

·       que me diz daquele abraço cujo toque acontece do ombro para cima, ou seja, o restante do corpo mantém-se distante?

·       Há também aquele abraço de corpo inteiro, forte e caloroso. Já experimentou?

·       E aquele abraço de lado, com os braços entrelaçados atrás do corpo (como namorados, por exemplo) que pode acontecer parado ou caminhando? Quais sensações transmitem?

 

Pois é, o abraço é muito mais do que um simples toque ou uma gostosa sensação de aconchego e prazer momentâneo. Por ter efeito duradouro, é responsável pela saúde mental e física do ser humano.

 

Sabe-se que uma criança constantemente abraçada ou acariciada tem maiores possibilidades de ser um adulto:

·       Seguro

·       Afetivo, amoroso

·       Sem receio de demonstrar seus sentimentos

·       Que utiliza melhor sua comunicação verbal e não verbal

·       Com as inteligências prática e emocional melhor desenvolvidas

·       Que se sente aceito pelo meio no qual vive

Veja outros benefícios do abraço:

·       Melhora o "stress" aliviando a tensão

·       Propicia sono mais tranqüilo e repousante

·       Diminui - ou acaba - com a solidão

·       Auxilia na construção da auto-estima

·       Ativa a circulação sangüínea

·       Mexe com músculos e ossos

·       Facilita o alongamento do corpo

·       MELHORA E MANTÉM O BOM HUMOR

Podemos concluir, então, que o abraço tem elevado poder de formação e cura.

Se você quiser ser um "terapeuta do abraço" no ambiente em que vive (social, familiar, profissional) é importante:

1.       Ter interesse genuíno pelo ser humano. Não adianta mostrar algo que você não é.

 2.       Manter suas antenas perceptivas e sensitivas SEMPRE ligadas. São elas que lhe darão o sinal verde para abraçar alguém ou não.

 3.       Ser responsável pelos seus atos porque a reação ao abraço não é, apenas, imediata.

 4.       Aprender a diferenciar diversos tipos de abraços.  Por exemplo: abraços de conforto, carinhosos, amigos, são diferentes de abraços apaixonados.

 5.       Aprender a transmitir verdadeiramente o que sente, facilitando que o outro perceba da mesma forma. Seu colega de abraço provavelmente responderá com o mesmo tipo de abraço que está recebendo.

 6.       Ser corajoso. "Partir para o abraço" vai deixá-lo mais visível.

 7.       Respeitar o outro. Nem sempre você vai abraçar alguém que gosta de ser abraçado ou vai acertar no momento. Aprenda a lidar com a possível frustração de não ser tão bem recebido quanto gostaria.

 8.       Aprender a pedir abraços quando sentir necessidade e não os tiver. Aprender a falar "obrigado" após um abraço. São atitudes de humildade que aproximam pessoas.

9.       Conter os exageros. Os abraços são contatos "fortes" e não podem correr o risco de se tornarem banais.

 10.   Estar aberto ao abraço, também, para recebê-los.

O objetivo da citação destes itens não é ditar regras mas fornecer - didaticamente - subsídios para questionamentos. Ser um "terapeuta do abraço" requer grandes doses de observação, reflexão e mudanças (atitudinais e comportamentais).

  Agora responda:
Como está o abraço em sua vida?

Bibliografia complementar:

 Keating, Kathleen. A Terapia do Abraço, volumes 1 e 2. Editora Pensamento.

Liderança para Líderes

A literatura mundial nos contempla com livros, revistas, sites na Internet, seminários, cursos sobre como obter sucesso, como ser melhor filho (ou melhor pai), como influenciar pessoas, como fazer amigos e tantos outros "como".

Parece que o homem está à procura de fórmulas mágicas, não é mesmo?

Entretanto, para ser líder, a magia não funciona. Ninguém dorme subordinado e acorda líder. Mesmo se você for promovido!!!

Muito se tem estudado e perguntado a respeito de liderança. Cada teórico quer deixar sua marca na humanidade como o único a ter pensado "neste" ou "naquele" aspecto da liderança.

Características como comunicação, relacionamento interpessoal, visão, meio ambiente, cultura organizacional, sexo, dentre outras, têm sido alvo de pesquisas para se tentar chegar a uma compreensão maior e melhor sobre o que é liderança e o que é um líder.

Sabe-se que a mulher agrega valores como emotividade, sensibilidade, uso maior da intuição como diferenciais em seu estilo de liderar.

O homem, por sua vez, tem como diferenciais a capacidade estratégica, a lógica e a razão. Vemos, então, questões como:

O líder nasce ou se transforma em líder?
Pode-se aprender a ser líder?
Quem é melhor líder: o homem ou a mulher?
Qual inteligência ajuda mais na liderança: a prática ou a emocional?
O grupo tem realmente a "cara" do líder?

Concluímos, com tudo isso, que diversas características são importantes para exercer a liderança. Pela nossa cultura, algumas delas a mulher tem maior facilidade de colocar em prática; outras, o homem. O importante é efetivá-las.

Por nosso estudo e observação, chegamos à conclusão que são necessários diversos itens para que a liderança se efetive, ou seja, o LÍDER reúne, simultaneamente, características e condições que lhe permitem exercer este papel. Vamos chamá-los de "Preceitos da Liderança".

PAPEL. A liderança é um estado; líder é um papel, uma responsabilidade.

CRENÇA NO HOMEM. O líder demonstra interesse real e genuíno pelas pessoas. Gosta de trabalhar com gente. Acredita e estimula o poder pessoal individual. Acredita que o outro PODE.

FACILITADOR. É um agente de mudanças: sensibiliza, conscientiza e estimula o comportamento de mudança.

INCENTIVADOR. Incentiva a reflexão, a criatividade, a ação e a auto-motivação. Potencializa o poder das pessoas e as estimula a utilizá-lo.

COLABORADOR. Promove e incentiva o ambiente colaborador e o bom relacionamento interpessoal.

EMPÁTICO. Tem a capacidade de colocar-se no lugar do outro, entendendo-o, sem deixar de ser ele mesmo.

VISIONÁRIO PROATIVO. É capaz de ver e projetar, a curto, médio e longo prazos, estratégias e objetivos e de colocá-los em prática hoje, antecipando acontecimentos. Faz acontecer.

COMUNICADOR OUVINTE. Sabe transmitir suas idéias e ouvir o próximo. Coloca-se no mesmo nível do outro.

INSPIRADOR. Seu "modelo" é seguido pelo grupo.

PAIXÃO PELO TRABALHO. É o combustível para o efetivo alcance de seus objetivos.

Descubra seu caminho e vá à luta

 

CARTA A SI PRÓPRIO

 

Objetivos

Levantamento de expectativas individuais, compromisso consigo próprio, percepção de si, auto-conhecimento, sensibilização, reflexão, auto-motivação, absorção teórica

  Participantes

Indiferente

  Recursos

Envelope, sulfite, caneta

  Tempo

20 min

  Instruções

  • Individualmente, cada treinando escreve uma carta a si próprio, como se estivesse escrevendo a seu(sua) melhor amigo(a).

·       Dentre os assuntos, abordar: como se sente no momento, o que espera do evento (curso, seminário, etc.), como espera estar pessoal e profissionalmente daqui a 30 dias.

·       Destinar o envelope a si próprio (nome e endereço completo para remessa).

·       O Facilitador recolhe os envelopes endereçados, cola-os perante o grupo e, após 45 dias aproximadamente, remete ao treinando (via correio ou malote).

 

TÉCNICA DOS CONES

  Objetivos

Levantamento de expectativas, posição em relação ao grupo / empresa

 Participantes

Indiferente

 Recursos

Papel cartão branco (ou quadrado de madeira), cones (industriais) de linha de diversos tamanhos e cores (pode-se usar cubos, triângulos desde que de tamanhos e cores desiguais), etiquetas adesivas

  Tempo

20 min

  Instruções

·       Cada participante escolhe um cone que o represente e cola uma etiqueta com seu nome.

·       O Facilitador coloca um objeto (de preferência não muito pequeno) com o adesivo CURSO colado, no centro do papel cartão que, por sua vez, é colocado no meio da sala.

·        Ao comando do Facilitador, todos os participantes, simultaneamente, "colocam-se" (cones) em relação ao "CURSO".

·       Solicitar que façam breves comentários sobre as posições assumidas.

·       O papel-cartão deve, cuidadosamente, ser colocado em um local neutro da sala, pois o exercício será retomado.

·       Ao término do evento, o papel-cartão é colocado novamente no centro da sala e, ao comando do Facilitador os participantes, simultaneamente, podem "rever" sua posição em relação ao "CURSO".

·       Retomar individualmente os posicionamentos e alterações (como se sentiu no começo dos trabalhos e ao final deles).

·       VARIAÇÃO: alterar a figura central para EMPESA, GRUPO, TRABALHO, etc.

 

 PASSADO, PRESENTE E FUTURO

  Objetivos

Levantamento de expectativas com relação a si e ao evento, auto-reflexão, auto-percepção, sensibilização

 Participantes

15

 Recursos

Fita adesiva colorida (3 cores), sulfite, canetas, lápis de cor, objetos de uso pessoal (individual)

 Tempo

60 min

 Instruções

  • No chão da sala, o Facilitador deve, com as fitas coloridas, colar 3 linhas paralelas (2m comprimento) mantendo um espaço de aproximadamente 2 passos largos entre elas.

·       Os espaços representam, respectivamente, passado, presente e futuro, em relação à vida pessoal, profissional ou outra questão abrangente pertinente.

·       Individualmente e em absoluto silêncio, cada treinando coloca-se em pé dentro do espaço PASSADO e verifica como se sente.

·        Através de desenhos ou com um objeto pessoal, representar esse sentimento e deixá-lo no espaço.

·       O mesmo processo é feito para PRESENTE e FUTURO com o tempo aproximado de 5 minutos para cada espaço.

·       Em grupo aberto cada um traduz em palavras seus sentimentos e o porquê dos desenhos e/ou escolha dos objetos.

Dinâmicas de grupo

  O pleno entrosamento entre alunos é fundamental para o bom aproveitamento de qualquer curso.
            As dinâmicas de grupo facilitam as atividades propostas pelo professor, na medida em que o aluno se integra e participa com todos os elementos do grupo.
           São utilizadas dinâmicas de grupo nos cursos de Leitura Dinâmica, Memorização e Oratória. Essas técnicas levam os alunos à espontaneidade, relaxamento e descontração.

DESTRAVA LÍNGUA – Curso de Oratória

Objetivo: fazer o aluno usar a palavra com espontaneidade
Material: vários objetos como óculos, caneta, livro, relógio, etc.
Procedimento:

  • Cada aluno escolhe um dos objetos apresentados pelo professor. O aluno deve falar livre e espontaneamente tudo que sabe e o que quer sobre o objeto escolhido.

MENSAGEM NO ESCURO – Curso de Oratória

  Objetivo: Desenvolver estratégias de comunicação direta.
Material: vários sacos ou caixas fechadas, contendo objetos como algodão, feijão,         pedras, folhas, botões, etc.
Procedimento:

 

  • Os alunos ganham um saco, contendo um dos objetos acima mencionados. Após tentarem descobrir o que tem em seu saco, tentam passar para os colegas o que encontraram, sem porém, falar o nome do objeto. Nesse caso, falar apenas como é o formato, se é de utilidade, ou se é para comer, etc.
    O grupo deverá descobrir o que tem dentro do saco.

 LEITURA PINGUE-PONGUE - Curso de Leitura Dinâmica

Objetivo: treinar leitura dinâmica e entendimento simultâneo.
Material: um texto com diversos parágrafos numerados previamente, um cronômetro.
Procedimento:

  • Dividir o grupo de alunos de acordo com a quantidade de parágrafos do texto O professor estipula previamente a velocidade de leitura dinâmica que deverá ser utilizada.
    O grupo inicial lê o primeiro parágrafo dinamicamente e logo a seguir conta o que leu para todo o grupo.
    O segundo grupo dá continuidade à leitura e explica o que leu, no segundo parágrafo, e assim sucessivamente.

CORRENTE HUMANA – Curso de Memorização

Objetivo: entrosamento do grupo
Material: perguntas previamente escolhidas pelo professor que levem a resposta “sim”, ou “não”.
Procedimento:

  • Os alunos posicionam-se em fila, colocando as duas mãos nos ombros de seu colega da frente.
    A cada resposta positiva o aluno leva o pé direito para frente, e a cada resposta negativa o pé esquerdo.
    Dessa maneira, o grupo todo andará para frente.
    O professor também pode formular perguntas que não levem a mesma resposta, levando todo o grupo ao desequilíbrio.

 

RELÂMPAGO MENTAL – Curso de Memorização.

  Objetivo: estimular-se respostas rápidas
Material: Uma lista de perguntas escolhidas previamente pelo professor
Procedimento:

 

  • O professor faz perguntas rápidas aos alunos, que devem responder imediatamente.
    As perguntas iniciais devem ser simples (ex. Que dia da semana é hoje? – Qual o nome da rua onde mora?).
    Depois formular perguntas mais complexas, porém com respostas fáceis (ex. Qual a capital da Argentina? - Qual o nome do nosso governador?);
    As perguntas posteriores devem ser referentes ao passado do aluno (ex. Qual o nome de sua primeira professora? – Qual o nome de sua avó materna?).

VIVA HOME PAGE
A HOME PAGE DO COORDENADOR DE GRUPO DE JOVENS!
DINÂMICAS DE GRUPO!

 

JUVENTUDE E COMUNICAÇÃO

 

 

O BONECO


MATERIAL : 2 FOLHAS DE PAPEL PARA CADA PARTICIPANTE. HIDROCOR, FITA ADESIVA, COLA E TESOURA.

UTILIDADE PASTORAL : UNIÃO DO GRUPO, TRABALHO EM EQUIPE E SENTIDO DE EQUIPE.

Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel uma parte do corpo humano, sem que os outros saibam.
Após todos terem desenhado, pedir que tentem montar um boneco ( na certa não vão conseguir pois, Terão vários olhos e nenhuma boca... ).
Em seguida, em outra folha de papel, pedir novamente que desenhem as partes do corpo humano (só que dessa vez em grupo) Eles devem se organizar, combinando qual parte cada um deve desenhar.
Em seguida, após desenharem, devem montar o boneco. Terminada a montagem, cada membro deve refletir e falar sobre como foi montar o boneco. Quais a dificuldades, etc

COMPRIMIDO PARA A FÉ


Material a ser usado : Três copos com água. Três comprimidos efervescentes. (aqueles com envelope)

Utilidade pastoral: Nós, Templo do Espírito Santo. A graça de Deus na vida do cristão.

1. Colocar três copos com água sobre a mesa.
2. Pegar três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem.
3. Pedir para prestarem atenção e colocar o primeiro comprimido com a embalagem ao lado do primeiro copo com água.
4. Colocar o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a embalagem.
5. Por fim, retirar o terceiro comprimido da embalagem e colocá-lo dentro do terceiro copo com água.
6. Pedir que os participantes digam o que observaram.

VARINHAS QUE NÃO SE QUEBRAM

 

Material a ser usado: Um feixe de 16 varinhas (pode-se usar palitos de churrasco)

Utilidade pastoral: União do grupo. A fé como força que pode agregar, unir e dar resistência às pessoas.

1. Pedir que um dos participantes pegue uma das varinhas e a quebre. ( o que fará facilmente).
2. Pedir que outro participante quebre cinco varinhas juntas num só feixe ( será um pouco mais difícil).
3. Pedir que outro participante, quebre todas as varinhas que restaram, se não conseguir, poderá chamar uma outra pessoa para ajudá-lo.
4. Pedir que todos os participantes falem sobre o que observaram e concluíram.
5. Terminar com uma reflexão sobre a importância de estarmos unidos.

CRISTO NO IRMÃO

 

Objetivo: Ver no próximo a pessoa de Jesus Cristo.

Ação: Com no máximo 10 (dez) pessoas, forma-se uma fila, lado, a lado. Depois, com 
um crucifíxo de tamanho médio (1mt + ou - de altura), diz o seguinte para que cada um faça: Dar um beijo na imagem de Jesus Cristo, na parte em que mais te toca no coração! Feito isso, mandar o primeiro da fila dar um beijo, no mesmo local que deu na imagem, na pessoa do seu lado direito, seguindo adiante com o segundo beijando o terceiro, e assim por diante, ate completar todos.
Finalizado esta ação, passar uma mensagem envolvendo estas palavras: humildade: amor ao próximo; ou pedir para que alguém, que participou da dinâmica, transmitir o que aprendeu.

JUVENTUDE E COMUNICAÇÃO

 

Objetivo : Criar comunicação fraterna e madura. 

Desenvolvimento: distribuir aos participantes papel e convidá-los a fazer um desenho de um homem e uma mulher. 
Anotar na figura: 
Diante dos olhos : as coisas que viu e mais o impressionaram. 
Diante da boca : 3 expressões (palavras, atitudes) dos quais se arrependeu ao longo da sua vida. 
Diante da cabeça : 3 idéias das quais não abre mão. 
Diante do coração : 3 grandes amores. 
Diante das mãos : ações inesquecíveis que realizou. 
Diante dos pés : piores enroscadas em que se meteu. 

Colocar em plenário

- Foi fácil ou difícil esta comunicação? Porque? 
- Este exercício é uma ajuda? Em que sentido? 
- Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por que? 
- Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de si mesmo? Por que? 
Iluminação bíblica : Marcos 7, 32-37

PAINEL INTEGRADO

 

OBJETIVO : Trabalhar no "grupão" em equipes de forma prática, desenvolvendo a comunicação e reflexão dispensando o plenário e a centralização do encontro numa só pessoa.

DESENVOLVIMENTO : 

Dividir o grupão em equipes da seguinte forma :

  • Num grupo com 16 pessoas, poderá dividir em 4 equipes de 4 pessoas.
  • Cada participante da equipe receberá uma letra: a, b, c, d
  • As equipes receberão o tema a ser debatido e perguntas propostas.
  • Após terem refletido sobre o tema serão formadas novas equipes.
  • Os que tiverem a letra "a" formarão uma nova equipe. O mesmo acontecerá com os que tiverem a letra b, c, d.
  • Agora todos partilharão o que foi debatido nas equipes anteriores.
    No final da dinâmica todos os participantes deverão ter tomado conhecimento de todas as reflexões feitas.

A PALAVRA QUE TRANSFORMA

 

OBJETIVO : Fazer o grupo refletir de que forma assimilamos a PALAVRA DE DEUS em nossas vidas.

MATERIAL : um bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esoponja e uma vazilha com água.

DESENVOLVIMENTO :

  • Explicar que a água é a Palavra de Deus e os objetos somos nós.
  • Dê um objeto para cada pessoa.
  • Colocar 1º a bolinha de isopor na água.
  • Refletir : o isopor não afunda e nem absorve a água. Como nós absorvemos a Palavra de Deus ? Somos também impermeáveis ?
  • Mergulhar o giz na água.
  • Refletir : o giz retém a água só para si, sem repartir. E nós?
  • Encher de água o vidrinho de remédio. Despejar toda toda a água que ele se encheu.
  • Refletir : o vidrinho tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nada para si mesmo. E nós ?
  • Mergulhar a esponja e espremer a água.
  • Refletir: a esponja absorve bem a água e mesmo espremendo ela continua molhada.

ILUMINAÇÃO BÍBLICA : Is 40,8 ; Mt 7,24 ; 2Tm 3,16

 TROCA - TROCA

 

OBJETIVO : sentir a realidade do outro. Concientizar de que somos diferentes uns dos outros.

MATERIAL : caixas de papelão ou sacos plásticos.

DESENVOLVIMENTO :

  • Se o grupo for grande dividir em equipes
  • Deixar em cada equipe uma caixa de papelão
  • Pedir aos participantes tirarem seus sapatos e colocarem na caixa
  • Ao sinal todos deverão colocar os sapatos novamente o mais rápido possível para sentir-se bem dentro de sua realidade
  • Após 1 minuto, parar para avaliar o resultado
  • Num 2º momento, recolher os sapatos e distribuí-los aos participantes, de tal modo que ninguém fique com os seus próprios sapatos.
  • Ao sinal todos deverão colocar os sapatos do colega para sentir a realidade do próximo.

Avaliar os últimos resultados, comparando-os com o 1º ILUMINAÇÃO BÍBLICA : Rm 12,15


RODA VIRA

 

 Objetivos

 1. Debater um tema e desenvolvê-lo de forma participativa.
2. Envolver a todos do grupo no debate.
3. Falar sobre o que cada um sabe a respeito de um assunto.
4. Saber expor e ouvir

Passos 

1. Fazer dois círculos, um de frente para o outro, de pé ou sentado.
2. O círculo de dentro fica parado no lugar inicial e o círculo de fora gira para a esquerda, a cada sinal dado pelo animador ou coordenador do grupo.
3. Cada dupla fala sobre o assunto colocado para reflexão, durante dois minutos, sendo um minuto para cada pessoa.
4. O círculo de fora vai girando até chegar no par inicial.
5. Depois deste trabalho, realiza-se um plenário, onde as pessoas apresentam conclusões, tiram dúvidas, complementam idéias.
6. Complementação do assunto pelo coordenador.

 Observações 

1. O assunto deve ser preparado pelo coordenador com antecedência.
2. Os participantes do grupo devem pesquisar e fazer leituras prévias sobre o assunto.

 Avaliação 

1. O que descobrimos sobre o assunto?
2. Como nos sentimos durante a dinâmica?
3. O que foi positivo?
4. Que ensinamentos podemos tirar para o grupo?

 ENTREVISTA

 

Objetivos

 1. Obter conhecimentos, informações ou mesmo opiniões atuais a respeito de um tema.
2. Utilizar melhor os conhecimentos de um especialista.
3. Obter mais informações em menos tempo.
4. Tornar o estudo de um tema, mais dinâmico.

Passos 

1. Coordenador apresenta em breves palavras, um tema, deixando várias dúvidas sobre o mesmo(propositalmente).
2. Coordenador levanta com o grupo, a possibilidade de completar o conhecimento através de entrevista junto a pessoas que são estudiosas do assunto.
3. O grupo define o entrevistado.
4. O grupo, orientado pelo coordenador prepara as perguntas para a entrevista.
5. Convite ao entrevistado.
6. Representante do grupo faz as perguntas.
7. Auditório vai registrando as perguntas.
8. Coordenador possibilita comentários sobre as respostas dadas pelo entrevistado.
9. Coordenador faz uma síntese de todo o conteúdo.
10. Discussão sobre o assunto.
11. Grupo(auditório) apresenta, verbalmente, suas conclusões.

 Avaliação 

1. Para que serviu a dinâmica?
2. O que descobrimos através da entrevista?
3. O que gostaríamos de aprofundar sobre o assunto?

JURI SIMULADO

 

 Objetivos

1. Estudar e debater um tema, levando todos os participantes do grupo se envolverem e tomar uma posição.
2. Exercitar a expressão e o raciocínio.
3. Desenvolver o senso crítico.

Participantes (funções) 

Juiz: Dirige e coordena o andamento do júri.
Advogado de acusação: Formula as acusações contra o réu ou ré.
Advogado de defesa: Defende o réu ou ré e responde às acusações formuladas pelo advogado de acusação.
Testemunhas: Falam a favor ou contra o réu ou ré, de acordo com o que tiver sido combinado, pondo em evidência as contradições e enfatizando os argumentos fundamentais.
Corpo de Jurados: Ouve todo o processo e a seguir vota: Culpado ou incente, definindo a pena. A quantidade do corpo de jurados deve ser constituído por número impar:(3,5 ou 7)
Público: Dividido em dois grupos da defesa e da acusação, ajudam seus advogados a prepararem os argumentos para acusação ou defesa. Durante o juri, acompanham em silêncio.

 Passos 

1. Coordenador apresenta o assunto e a questão a ser trabalhada.
2. Orientação aos participantes.
3. Preparação para o júri.
4. Juiz abre a sessão.
5. Advogado de acusação(promotor) acusa o réu ou ré(a questão em pauta).
6. Advogado de defesa defende o réu ou a ré.
7. Advogado de acusação toma a palavra e continua a acusação.
8. Intervenção de testemunhas, uma de acusação.
9. Advogado de defesa, retoma a defesa.
10. Intervenção da testemunha de defesa.
11. Jurados decidem a sentença, junto com o juiz.
12. O público, avalia o debate entre os advogados, destacando o que foi bom, o que faltou.
13. Leitura e justificativa da sentença pelo juiz.

 Avaliação 

1. Que proveito tiramos da dinâmica?
2. Como nos sentimos?
3. O que mais nos agradou?
4. O que podemos melhorar?

 COCHICHO

 

 Objetivos

1. Levar todos os integrantes do grupo a participar de uma discussão.
2. Colher opiniões e sugestões de um grupo, e sondar-lhes os interesses
3. Criar uma atmosfera informal e democrática durante um estudo, debate.
4. Dar oportunidade para a troca de idéias dentro de um grupo.
5. Ajudar as pessoas a se libertarem das suas inibições.
6. Obter rapidamente idéias, opiniões e posições dos participantes de um grupo

 Componentes 

1. Coordenador: orientar e encaminhar o tabalho.
2. Secretário: anota no quadro ou papelógrafo, as idéias dos partipantes.
3. Público: participantes do grupo. 

Passos 

1. Coordenador expõe de forma clara uma questão, solicitando idéias do grupo.
2. Coordenador divide o grupo de 2 em 2 ou 3 em 3(depende do número de participantes o grupo).
3. Formados os grupos, passam a trabalhar. Cada grupo tem 2, 3 ou 4 minutos para expor suas idéias, sendo um minuto para cada participante.
4. Uma pessoas de cada grupo expõe em plenário, a síntese das idéias do seu grupo.
5. O secretário procura anotar as principais idéias no quadro, ou num papelógrafo.
6. O coordenador faz um comentário geral, esclarece dúvidas.
7. Alguém do grupo pode fazer uma conclusão.

 Avaliação 

1. O que aprendemos?
2. O que descobrimos em relação ao grupo?
3. O que precisamos aprofundar sobre este assunto?

  QUEM SOU EU?

 

Quem sou eu?

 Objetivo

 Tornar os membros do grupo conhecidos rapidamente, num ambiente relativamente pouco inibidor.

 Passos

1- Cada um recebe uma folha com o título: "Quem sou eu?"
2- Durante 10 minutos cada um escreve cinco ítens em relação a si mesmo, que facilitem o conhecimento.
3- A folha escrita será fixada na blusa dos participantes.
4- Os componentes do grupo circulam livremente e em silêncio pela sala, ao som de uma música suave, enquanto lêem a respeito do outro e deixa que os outros leiam o que escreveu a respeito de si.
5-Logo após reunir 2 a 3 colegas, com os quais gostariam de conversar para se conhecerem melhor. Nesse momento é possível lançar perguntas que ordinariamente não fariam.

 Avaliação

1- Para que serviu o exercício?
2- Como nos sentimos? 

Características de um Líder

OBJETIVOS:

  • Comparar os resultados de uma decisão individual com uma decisão grupal.
  • Explorar valores que caracterizam um líder.

TAMANHO DO GRUPO: 6 a 12 participantes em cada subgrupo, sendo possível orientar vários subgrupos, simultaneamente.

TEMPO EXIGIDO: Aproximadamente uma hora.

MATERIAL:

  • Uma cópia das características de um líder, conforme consta no final deste exercício, para cada participante.
  • Lápis ou caneta para cada participante.

AMBIENTE FÍSICO: Uma sala, com cadeiras, suficientemente ampla, para acomodar todos os participantes.

PROCESSO:

  • O animador, caso o número de participantes for acima de 12 pessoas, formará subgrupos para facilitar o trabalho, distribuirá uma cópia das características de um líder.
  • A seguir, todos procurarão tomar uma decisão individual, procurando seguir as instruções que se encontram na folha que todos receberam.
  • Durante aproximadamente 10 minutos todos procurarão fazer a seleção das características, colocando-as em ordem de prioridade.
  • Uma vez terminado o trabalho individual, o animador determina que se faça uma decisão grupal. Em cada subgrupo se fará a indicação de um relator, a quem cabe anotar a decisão do grupo, para posteriormente ser relatado no plenário. Durante aproximadamente 30 minutos processa-se então a discussão grupal, em torno da classificação das características de um líder.
  • Numa discussão final, todos os relatores dos subgrupos apresentam em plenário o resultado da decisão grupal.

 

Relação das características de um líder

Instruções:

Abaixo há uma lista de 12 características de um líder. Seu trabalho será de enumerar essas características, colocando

  • o nº 1, para aquela característica que no seu entender é a mais importante,
  • o nº 2, para a segunda característica mais importante,
  • até o nº 12, para aquela que no seu entender é menos importante para um líder.

Decisão (individual e grupal):

  • mantém a ordem durante todo o tempo da reunião;
  • é amigo e social;
  • tem idéias novas e interessantes: é criativo;
  • sabe escutar e procura compreender as outras pessoas;
  • é firme e decidido, não hesita;
  • admite abertamente seus erros;
  • procura fazer entender a todos;
  • promove oportunidade para que todos os membros ajudem na solução dos problemas;
  • sabe elogiar com frequência e raras vezes critica negativamente;
  • gosta de conciliar;
  • segue rigorosamente as regras e os procedimentos;
  • nunca manifesta rancor e insatisfação.

 Pedir aos participantes que saiam da sala (oferecer café ou criar artifício para que todos saiam da sala).

Revirar a sala, jogando papéis no chão, espalhando revistas, cadernos cadeiras, etc.

Assim que as pessoas voltarem para a sala e perguntarem o que aconteceu, dizer que é cego, surdo e mudo, e que eles devem fazer o que quiserem.

A partir daí, o participante que tiver maior iniciativa e começar a arrumar a sala é aquele que lidera o grupo, e o que só fica olhando geralmente é o que espera as coisas acontecerem

INICIATIVA – ILHA

Coloque um grande tapete sobre o chão e mande os participantes ficarem em cima do mesmo. Em seguida, diga que aquilo é uma ilha. Tudo em volta, conseqüentemente, é mar. O que fariam?

Observação: Geralmente todos ficam andando de um lado ao outro. Encerre o tempo. Dificilmente aguém demonstra a iniciativa de se associar a um colega e busca uma alternativa para sair dali de forma enfática. Ninguém “pisa” na água, buscando sair a nado ou explorar a existência de uma ilha mais estruturada nas proximidades. Na situação do dia-a-dia, é importante demonstrar criatividade, iniciativa e desprendimento.

PARA DESCONTRAIR NO INÍCIO DE UMA PALESTRA

O líder deve ter em mãos um papel ofício com a palavra NÃO escrita em letras grandes – no formato paisagem.

Escolhe uma pessoa do auditório, geralmente se escolhe pessoas que sentam atrás., e pergunta: Como é o seu nome? Sabe o que está escrito aqui neste papel?

A pessoa dirá: NÃO. O líder diz: acertou!!! E mostra o papel.

INDIFERENÇA

Distribua uma folha de papel para cada participante e uma caixa de giz de cera. Mande cada um fazer um desenho. Escolha o tema. Atribua o tempo de quinze minutos. Todos irão buscar o melhor de si. Vão caprichar e tentar fazer o desenho mais perfeito da face da terra, superando o do colega. Ao final do tempo, simplesmente mande cada um amassar e jogar fora o seu desenho.

Observação: Você poderá ser massacrado, pois todos vão ficar atônitos, incapazes de aceitar o fato de que se desdobrarem no exercício da tarefa e ficar sem a sua atenção. Mas não é assim que fazemos quando não damos atenção devida ao cliente? Aos colegas? Aos nossos filhos quando tentam nos mostrar algo e ficamos impassíveis? Por que vão querer tratamento diferente agora?

JOGO DAS CORES

OBJETIVO : trabalhar a importância da relação ganha-ganha nas negociações.

MATERIAL : 64 objetos coloridos (ou balas), sendo 16 de cada cor, ou seja, quatro cores diferentes devem fazer parte do jogo; cartazes contendo a tarefa de cada equipe.

EQUIPES

A – Apresentar ao instrutor 27 objetos de qualquer cor.

B – Apresentar ao instrutor 6 objetos de uma cor e 6 de outra.

C- Apresentar ao instrutor 10 objetos da mesma cor.

D – Apresentar ao instrutor 15 objetos em 3 cores diferentes.

DESENVOLVIMENTO : dividir o grupo em 4 equipes e entregar para cada uma sua tarefa, pedindo para que não a mostre aos demais grupos, e 16 objetos, sendo 4 de cada cor. Para cada equipe são dados 5 minutos para discutir as estratégias de negociação, avisando que ao término deste tempo um representante de cada equipe sairá para negociar com as demais, no local já preparado.

Enquanto as equipes elaboram suas estratégias, o instrutor prepara um lugar no centro da sala com uma mesa e 4 cadeiras onde os negociadores se encontrarão. Durante a etapa de negociação, que tem a duração de 15 minutos, os demais participantes da equipe podem permanecer perto de seu representante para auxiliá-lo.

Ao término do tempo verifica-se que equipes conseguiram cumprir sua tarefa.

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO :

1. Qual a importância de uma relação ganha-ganha nas negociações?

Se numa empresa só um departamento “ganha” a empresa vence?

BEXIGAS I

OBJETIVO : propiciar a descontração e a integração entre as pessoas, além da análise da importância da relação ganha-ganha dentro de um grupo.

MATERIAL: uma bexiga e um pedaço de barbante para cada participante

DESENVOLVIMENTO: entregar para cada participante uma bexiga e um pedaço de barbante. Pedir para que encham a própria bexiga, amarrem-na no barbante e depois amarrem o barbante no próprio tornozelo. Quando todos tiverem executado o que foi pedido, solicitar que se encaminhem para o centro da sala e dizer: “Aquele que me apresentar a bexiga cheia, ganha um bom prêmio.”

Normalmente, ao ouvir a ordem todos saem tentando estourar a bexiga do outro, enquanto bastaria que todos apresentassem suas bexigas para que todos ganhassem o prêmio.

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO :

1. Recolocar a ordem dada e questionar se em algum momento foi colocado que somente um deveria apresentar a bexiga cheia.

2. Dentro de um grupo o que é mais importante a competição ou a cooperação?

3. Como alcançamos a cooperação?

4. Qual a importância da relação ganha-ganha dentro do grupo? e da Empresa? Quais as possíveis implicações deste tipo de atitude para o indivíduo? Para o grupo? E para a empresa?

Como podemos minimizar a competição natural?

BEXIGAS II

OBJETIVOS: propiciar a discussão sobre o trabalho de equipe, feudos, cooperação e visão sistêmica.

MATERIAL: uma bexiga para cada participante

DESENVOLVIMENTO: entregar para cada participante uma bexiga, pedindo que eles a encham e dêem um nó na ponta. Todos são solicitados a dirigirem-se para o centro da sala e brincarem com as bexigas, batendo com a mão. A única regra é: Nenhuma bexiga pode cair no chão. Após um pequeno tempo, o instrutor deve começar a retirar as pessoas (discretamente), mantendo, contudo, suas bexigas em jogo. O jogo termina quando tiver só 2 ou 3 pessoas tentando manter todas as bexigas no ar.

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO :

1. O que aconteceu conforme as pessoas foram sendo retiradas?

2. Como vocês se sentiram?

3. Qual a importância de cada um dentro da equipe?

4. Qual o papel de cada departamento dentro da empresa?

5. Qual a importância da cooperação?

DE QUEM É?

OBJETIVO: trabalhar o comprometimento de todos necessário à melhoria contínua da qualidade.

MATERIAL : 10 a 15 bolinhas, feitas de papel amassado ou de ping-pong, preferencialmente de cores diferentes .

DESENVOLVIMENTO : formar um círculo com os participantes. Escolher um dos participantes para iniciar a atividade. O instrutor dá uma das bolinhas para ele e pede para que este arremesse para outro jogador. Além de arremessar a bolinha a pessoa deve dizer “isto não é meu”. Aquele que recebe a bolinha deve passá-la imediatamente adiante, dizendo a mesma coisa e , assim, sucessivamente. Aos poucos o instrutor deve ir incluindo as demais bolinhas no jogo. Desta maneira em determinado momento estarão em jogo as dez bolinhas, sendo lançadas por diferentes pessoas que estarão falando “isto não é meu”.

Ao final, provavelmente estará ocorrendo uma “guerra”: alguns se manterão afastados; outros começarão a segurar as bolinhas para si; outros jogarão a bolinha de qualquer maneira, sem foco preciso.

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO :

1. Que sentimentos surgiram enquanto vocês jogavam?

2. Imaginem que as bolinhas representavam problemas. Como as pessoas lidam com os problemas na empresa? Da mesma maneira?

3. Quando surge um problema num departamento /empresa, de quem é o problema?

4. Como vocês avaliam a seguinte afirmação : O problema de um é o problema de todos.

5. O que este tipo de visão acarreta?

. É possível almejar a melhoria contínua sem o comprometimento das pessoas?

1 - JUVENTUDE E COMUNICAÇÃO

Objetivo : Criar comunicação fraterna e madura.

Desenvolvimento: distribuir aos participantes papel e convidá-los a fazer um desenho de um homem e uma mulher.
Anotar na figura:
Diante dos olhos : as coisas que viu e mais o impressionaram.
Diante da boca : 3 expressões (palavras, atitudes) dos quais se arrependeu ao longo da sua vida.
Diante da cabeça : 3 idéias das quais não abre mão.
Diante do coração : 3 grandes amores.
Diante das mãos : ações inesquecíveis que realizou.
Diante dos pés : piores enroscadas em que se meteu.

Colocar em plenário

- Foi fácil ou difícil esta comunicação? Porque?
- Este exercício é uma ajuda? Em que sentido?
- Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por que?
- Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de si mesmo? Por que?

Iluminação bíblica : Marcos 7, 32-37

 

 

2 - JOGO COMUNITÁRIO


OBJETIVO : Descontrair e ao mesmo tempo ajudar a memorizar o nome dos outros participantes.
MATERIAL : uma flor.

DESENVOLVIMENTO : os participantes sentam-se em círculo e o animador tem uma flor na mão. Diz para a pessoa que está à sua esquerda : senhor... (diz o nome da pessoa), receba esta flor que o senhor...(diz o nome da pessoa da direita) lhe enviou...
E entrega a flor. A pessoa seguinte deve fazer a mesma coisa. Quem trocar ou esquecer algum nome, passará a ser chamado pelo nome de um bicho. Por exemplo, gato. Quando tiverem que se referir a ele, os seus vizinhos, em vez de dizerem seu nome, devem chamá-lo pelo nome do bicho.
O animador deve ficar atento e não deixar os participantes entediados. Quanto mais rápido se faz a entrega da flor, mais engraçado fica o jogo.

 

3 - ANJO DA GUARDA

OBJETIVO :     Motivar os participantes em sua caminhada de grupo, ajudar a se conhecerem melhor e conhecerem-se uns aos outros.

DESENVOLVIMENTO: A dinâmica é um pouco parecida com "amigo secreto". Se for possível, deverá acontecer durante o ano todo ou por um longo período.

Pegar os nomes dos participantes, colocar numa pequena caixa,  e redistribuir aos mesmos. A pessoa não poderá pegar seu próprio nome.

Cada um será o "Anjo da Guarda" daquela pessoa que pegou. Deverá mandar mensagens de otimismo quando ela estiver desanimada, elogiar quando fizer alguma coisa boa, ou criticar quando a mesma estiver atrapalhando a caminhada do grupo.

O Anjo da Guarda não deverá revelar o seu verdadeiro nome. Usará um pseudônimo ou apelido. Deverá ter uma caixa onde todos colocarão suas mensagens para serem distribuídas  no final de cada encontro. Depois de um tempo definido pelo grupo deverá acontecer a revelação dos anjos. Depois poderá fazer um novo sorteio.

 

COMUNICAÇÃO

 

DENTRO E FORA

 

Objetivo: Conseguir uma comunicação profunda

Para quantas pessoas: Grupos de 8 a 10 pessoas

Material necessário: Crachás com escritos: “de dentro” e “de fora” para repartir nos grupos.

 

Descrição da Dinâmica: O coordenador da dinâmica começa com uma motivação sobre a importância da comunicação, os níveis de manifestação da personalidade, etc.

Em seguida, forma-se grupos de 8 a 10 pessoas. A metade do grupo recebe o número 1 e a outra metade, o número 2. Os números 1 serão os de dentro  e os  2 serão os de fora.

Durante 45 minutos os de dentro falarão sobre “ que imagem tem de mim mesmo”. Enquanto isso, os de fora devem escutar com atenção.

Depois, dá-se 45 minutos para que os de fora falam sobre “que imagem creio que os demais tem de mim” e os de dentro escutem com carinho.

Depois, separa-se os de dentro dos de fora e nestes sub-grupos e, durante 20 minutos, analisem as dificuldades que tiveram para falar e como perceberam a manifestação do outro sub-grupo e de cada uma das pessoas.

Reúnem-se novamente os de dentro e os de fora para comentar o que conversaram nos sub-grupos.

Em plenária, todos os grupos falam sobre a experiência como um todo, mas não sobre as manifestações pessoais realizadas em grupo.

 

 

AVALIAÇÃO

 

CARTA D E DESPEDIDA

 

Objetivo: Avaliar o momento concreto que está sendo vivido pelo grupo através da verbalização das emoções.

Para quantas pessoas: Cerca de 15 pessoas

Material necessário: Papel e caneta para cada um.

Descrição da dinâmica: Cada participante escreverá numa folha uma carta de despedida do grupo. Nessa carta, deve comentar o como está se sentindo em relação ao grupo, o que  está sendo o mais importante, se estava gostando ou não, do que estava gostando ou não, do que não estava gostando, se vai sentir saudade... por quê? E o que mais quiser acrescentar. Depois, as cartas são lidas em voz alta, pela própria pessoa que escreveu ou então, trocando-se os leitores. Lida todas as cartas, pode-se conversar sobre o rumo que se deve dar ao grupo para resolver o problema que se está enfrentando.

 


 

APRESENTAÇÃO

 

CAÇA TESOURO

 

Objetivo: Ajudar as pessoas a memorizarem os nomes uma das outra, desinibir, facilitar a identificação entre pessoas parecidas.

Para quantas pessoas: Cerca de 20 pessoas. Se for um grupo maior, é necessário aumentar o número de questões propostas.

Material necessário: Uma folha com o questionário e um lápis ou caneta para cada um.

Descrição para dinâmica: O coordenador explica aos participantes que agora se inicia um momento em que todos terão a grande chance de se conhecerem. A partir da lista de descrições, cada um deve encontrar uma pessoa que se encaixe em cada item e pedir a ela que assine o nome na lacuna.

 

  1. Alguém com a mesma cor de olhos que os seus: ____________________________
  2. Alguém que viva numa casa sem fumantes________________________________
  3. Alguém que já tenha morado em outra cidade______________________________
  4. Alguém cujo primeiro nome tenha mais de seis letras________________________
  5. Alguém que use óculos________________________________________________
  6. Alguém que esteja com a camiseta da mesma cor que a sua___________________

Alguém que goste de verde-abacate______________________________________ O JOVEM E A AFETIVIDADE

 

Objetivo

 

  • Ajudar o jovem a perceber sua afetividade.

 

Materiais

 

  • Bíblias para trabalho em grupo
  • Papel e caneta para escrever as conclusões

 

Dicas para os coordenadores do encontro

 

Este tema faz uma reflexão de como o jovem vem se relacionando consigo mesmo, pois, muitas vezes, ele se apresenta como alguém que não sabe se divertir, não tem amigos, namora por namorar, não conseguindo se encontrar.

 

Abertura

 

Espiritualização

 

Tema de estudo

                           

              Jesus nos diz: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Com estas palavras Jesus  convida a nos  amarmos para sermos capazes de amar os outros. Amar a si mesmo significa , amar o próprio corpo, a própria pele, seu cabelo, seu sexo, sua raça, sua classe, suas origens, seu passado, sua família, seus amigos. Saber amar o próximo e saber partilhar seus interesses e alegrias, saber escutar, ter paciência e saber perdoar as falhas do outro, ser carinhoso, e doar-se. Mas às vezes a doação faz com que o jovem deixe de lado suas relações pessoais, ou seja, amam tanto uma causa, que são se cultivam mais, deixam de lado a família, os amigos, o namoro, e no final acabam se frustando. O jovem deve saber equilibrar  o seu trabalho social e sua afetividade. Quando o jovem não consegue se organizar como pessoa, acaba se afastando de si mesmo e dos outros. Vai assumindo cada vez mais atividades (sociais, religiosas, profissionais) e vai esquecendo da família, dos amigos, da escola, da (o) namorado (a), não se deixando cultivar e nem cultivando.

Tudo na vida deve ser balanceado, não podemos nos dedicar somente aos estudos e nos esquecermos de praticar esportes, não podemos nos dedicar somente ao lazer mas também ao trabalho, não podemos nos dedicar somente a satisfazer o nosso desejo, mas sim ajudar o outro a alcançar o seu, não podemos apenas ficar sonhando com dias melhores, temos que fazer com que eles aconteçam. A nossa  vida é bastante ampla,  é uma soma de sonhos, angústias, valores, lutas... e precisa ser cultivada  através:

Amizade;Ternura;Sexualidade;Corpo;Amor;Festas;Diversões;Cultura;Pela Vida Em Comunidade.

  1.  
  2. Alguém que tenha a mesma idade que você________________________________
  3. Alguém que esteja de meias azuis_______________________________________
  4. Alguém que tenha um animal de estimação (Qual?)________________________.

Obs: Pode-se aumentar a quantidade de questões ou reformular estas, depende do tipo ou do tamanho do grupo.

O JOVEM E A AFETIVIDADE

 

Objetivo

 

  • Ajudar o jovem a perceber sua afetividade.

 

Materiais

 

  • Bíblias para trabalho em grupo
  • Papel e caneta para escrever as conclusões

 

Dicas para os coordenadores do encontro

 

Este tema faz uma reflexão de como o jovem vem se relacionando consigo mesmo, pois, muitas vezes, ele se apresenta como alguém que não sabe se divertir, não tem amigos, namora por namorar, não conseguindo se encontrar.

Abertura

 

Espiritualização

 

Tema de estudo

              Jesus nos diz: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Com estas palavras Jesus  convida a nos  amarmos para sermos capazes de amar os outros. Amar a si mesmo significa , amar o próprio corpo, a própria pele, seu cabelo, seu sexo, sua raça, sua classe, suas origens, seu passado, sua família, seus amigos. Saber amar o próximo e saber partilhar seus interesses e alegrias, saber escutar, ter paciência e saber perdoar as falhas do outro, ser carinhoso, e doar-se. Mas às vezes a doação faz com que o jovem deixe de lado suas relações pessoais, ou seja, amam tanto uma causa, que são se cultivam mais, deixam de lado a família, os amigos, o namoro, e no final acabam se frustando. O jovem deve saber equilibrar  o seu trabalho social e sua afetividade. Quando o jovem não consegue se organizar como pessoa, acaba se afastando de si mesmo e dos outros. Vai assumindo cada vez mais atividades (sociais, religiosas, profissionais) e vai esquecendo da família, dos amigos, da escola, da (o) namorado (a), não se deixando cultivar e nem cultivando.

Tudo na vida deve ser balanceado, não podemos nos dedicar somente aos estudos e nos esquecermos de praticar esportes, não podemos nos dedicar somente ao lazer mas também ao trabalho, não podemos nos dedicar somente a satisfazer o nosso desejo, mas sim ajudar o outro a alcançar o seu, não podemos apenas ficar sonhando com dias melhores, temos que fazer com que eles aconteçam. A nossa  vida é bastante ampla,  é uma soma de sonhos, angústias, valores, lutas... e precisa ser cultivada  através:

Amizade;Ternura;Sexualidade;Corpo;Amor;Festas;Diversões;Cultura;Pela Vida Em Comunidade.

 

AJUDA MUTUA

 

DANDO CONSELHOS

 

Objetivo: experimentar diversos tipos de aconselhamentos, orientado para o tipo não direcional.

Para quantas pessoas: para grupos grandes.

Material necessário: papéis com as indicações de como devem se comportar as pessoas que farão as encenações e papéis com o resumo dos problemas que serão apresentados para todos os participantes.

Descrição da Dinâmica: os participantes recebem uma folha com a indicação dos casos que irão receber conselhos(anexo 1). Pede-se a 6 voluntários que representem os tipos de conselhos: autoritário, exortativo, sugestivo, direcional, não direcional, eclético. Cada um recebe uma folha indicando o modo como deve se comportar(anexo 2). Pede-se outros seis voluntários que representem as pessoas que vem pedir ajuda. Realiza-se, então, seis pequenas encenações. Em cada uma delas uma pessoa apresenta o problema e recebe um tipo de conselho. Após cada encenação, os participantes fazem um pequeno cochicho para avaliar o que viram e ouviram. Ao final, realiza-se um plenário de análise geral do que se passou.

Anexo 1: alguns casos que podem ser apresentados:

  1. Um senhor deixou um vida ativa e cheia de responsabilidade. Agora é uma pessoa com recursos muito limitados. Vive triste e tem a sensação de ser um “peixe fora d’água”. Sente-se dominado pelo tédio. Seus filhos já estão casados e ele vive sozinho. O que fazer da vida?
  2. A vida de casados estava boa. O esposo conseguiu prosperar bem na vida. Agora entrou na vida dele uma mocinha bonita, que trabalha no mesmo lugar que ele. Ele afirma que é uma amizade pura e que esta mocinha é quem lhe dá um pouco de alegria e prazer à sua existência triste. A esposa pensa um pouco diferente: “Sempre fui uma boa esposa. Trabalhei até gastar minhas mãos. Desde os tempo difíceis estive ao lado. Nunca olhei para nenhum outro homem. Cuido bem da casa e sou uma pessoa econômica. Agora que prosperamos um pouco socialmente, poderíamos sair um pouco, curtir a vida... como eu sempre esperei. E me deparo com esta situação. O que devo fazer?

Anexo 2: alguns tipos de entrevistadores:

  1. Autoritário: ordena, repreende, ameaça, condena, define: a única coisa que se pode fazer é... o único caminho é...
  2. Exortativo: procura fazer com que o cliente assuma o compromisso de fazer ou deixar de fazer algo, diz coisas do tipo: “Deus ficaria feliz com esta ação”, ou então: “A pátria, teus pais, esperam isso de você!”.
  3. Sugestivo: tenta ajudar dando ânimo e apoio, sem solucionar o problema. “eu sei que você pode vencer, você já venceu coisas piores, isto não é maior problema da sua vida, você vai ver que logo tudo estará resolvido...”.
  4. Eclético: fala muito, fala difícil, mas ninguém entende: “Todos os métodos buscam provocar uma catarse nas pessoas, a verbalização de problemas e vivências emocionais, conscientes ou inconscientes. Isso provoca por um lado aceitação e compreensão e por outro lado, suscita energias para a solução dos problemas...”
  5. Direcional: toma a iniciativa das soluções, dá indicações concretas.
  6. Não-direcional: procura seguir o pensamento da pessoa ajudada. Espera que ela comece a conversa. Sempre devolve as questões. Pergunta sem concluir nada. Acompanha a pessoa em seu processo de assumir o problema.

 

 

APRESENTAÇÃO

 

CONHECENDO LUGARES E PESSOAS

 

Objetivo: conhecer as pessoas com as quais se vai trabalhar e integrar-se também no espaço onde se vai passar alguns dias.

Para quantas pessoas: se houver mais de 20 pessoas, o ideal é dividir em sub-grupos.

Material necessário: um papelógrafo (conforme o caso, é dispensável)

Descrição da Dinâmica: o coordenador da dinâmica convida as pessoas a conhecerem (cada um por si) o lugar e buscar algo que chame a  atenção (uma árvore, uma sala, um capela, um objeto...). Passados 15 minutos, as pessoas voltam a se reunir e o coordenador pede a  cada uma delas que se apresente, dizendo o nome, o que escolheu e porque fez esta escolha. O coordenador deve estar atento e ir anotando as motivações. Se for caso, para entender melhor a  motivação, pode fazer alguma perguntas mais. Depois que todos tiverem apresentado o que gostaram no local, o coordenador faz uma análise das motivações do grupo: se é um grupo afetivo, artístico, esportivo, voltado para a natureza, religioso... Se houver interesse por parte do grupo, estes poderão fazer comentários a respeito do que se realizou.

AVALIAÇÃO

 

DIÁLOGO E SITUAÇÕES COMUNITÁRIAS

 

Objetivo: avaliar uma comunidade que não está formada apenas para um curso mas que já tem uma convivência maior há mais tempo.

Descrição da dinâmica: entrega-se uma lista de situações a cada participante, que deve estudá-las e tomar a sua decisão, marcando com um “x” as que considera mais constantes em sua comunidade.

Momento pessoal: durante 20 minutos, cada um, em particular, analisa e marca com uma cruz as situações que devem ser avaliadas ou comunicadas aos demais.

  1. Tristeza habitual, aborrecimento, evasão
  2. Discussões sem sentido, clima de mau-humor, agressividade mútua
  3. Conversas superficiais, frias, irônicas e silêncios incômodos
  4. Atmosfera de desconfiança mútua, incompreensão. Preconceitos e mal-entendidos
  5. Sentimentos de solidão
  6. Ter medo ou sentir medo dos outros
  7. Frieza, desinteresse ou menosprezo mútuos, rivalidades
  8. Individualismo, egoísmo. Muito eu, eu, e meu e pouco nós e nosso
  9. Sente-se vítima: os outros está contra mim
  10. Linguagens diferentes. Falta diálogo, ninguém escuta ninguém
  11. Paternalismo ou materialismo exagerado
  12. Todos preocupados em terem cada vez mais e não em serem cada vez mais

Momento grupal: durante uma hora e meia os membros do grupo compartilham suas respostas e se pode tomar algum ponto que mais tenha sido ressaltado para aprofundar. O mais importante não são os desabafos pessoais mas que se consiga encontrar um rumo para o grupo:

  • O que está se passando com o nosso grupo?
  • Quais são as causas disso?
  • Quais estão sendo as conseqüências?
  • Que podemos fazer para solucionar estes problemas?

 

 

 

COMUNICAÇÃO

 

CAIXEIRO VIAJANTE

 

Objetivo: como falar com um objetivo preciso a um auditório determinado de modo concreto e claro sem pouco tempo. Como tornar atraente uma mensagem que se transmite.

Material necessário: diferentes produtos para os participantes de cada grupo.

Descrição da Dinâmica: o coordenador da dinâmica deve motivar as pessoas a se imaginarem como alguém que está numa feira pública precisando vender alguma coisa para os milhares de espectadores. Pode-se um objeto ou uma idéia. Divididos em grupos, os participantes escolhem o que irão vender. Em seguida, cada um expõe seu discurso de vendedor para o restante do grupo em 2 minutos. O vendedor, deve gesticular, animar, gritar, fazer o que for preciso para vender o produto (ou idéia). Depois que todos tenham feito a sua “venda”, o grupo avalia e escolhe o melhor vendedor. Reunidos em plenária, cada grupo apresenta seu melhor vendedor. Podem, inclusive, resolver que todo o grupo tentará vender um mesmo produto na plenária. Faz-se uma votação para escolher o melhor vendedor, clareando as razões da escolha.

 

 

 

DESENVOLVIMENTO PESSOAL

 

A ESTRELA DE CINCO PONTAS

 

Objetivo: integrar cinco referências (estrela): observar, pensar, sentir, querer, fazer, no processo de autoconhecimento.

Material necessário: desenho da estrela para todos os participantes

Descrição da Dinâmica: cada um vai aprofundar o autoconhecimento. Recebe uma estrela de cinco pontas(modelo abaixo), dentro de quatro círculos concêntricos. As pontas da estrela são: observo, penso, sinto, quero, faço. E os círculos são: minha vida pessoal, minha família, minha comunidade eclesial, meu trabalho (ou minha escola0. Durante 20 minutos cada um estuda essa estrela e os círculos, procurando fazer um quadro de sua situação em todos os níveis. Em pequenos grupos, durante 50 minutos, se compartilha o trabalho feito individualmente e se faz um “intercâmbio de ajudas”. Em grupos um pouco maiores, durante 20 minutos se analise o exercício realizado e os frutos colhidos.

 

 
 

 

 

 

DIMENSÃO PASTORAL

 

TESTEMUNHOS DE FÉ

 

Objetivo: mostrar que fé (e o crescimento nela) é profundamente social.

Para quantas pessoas: grupos de quatro pessoas.

Material necessário: um Bíblia para cada grupo

Descrição da dinâmica: o coordenador da dinâmica orienta os participantes. Na nossa vida cotidiana, nos encontramos constantemente com pessoas que exercem um influência grande sobre a nossa vida. Esta influência tanto pode ser positiva como negativa. O que se deve fazer diante da consciência desse fato? Depois disso, cada um, em particular, identifica entre seus amigos, vizinhos, parentes: quantos realmente crêem? Quantos são católicos não praticantes? Quantos mudaram de religião nos últimos tempos? Quantos vivem a fé, apenas seguindo os mandamentos ao pé da letra? Ainda em particular, cada um coloca por escrito os testemunhos de fé que encontrou, analisar as repercussões que tiveram, dentro de si mesmo. Em grupo de quatro pessoas, compartilhar as reflexões pessoais. Trata-se de identificar os elementos comuns. Em seguida, lêem os textos (Jo 3,21 – Mt 7,21 – Tg 1,22 – Jo 9,1-38 – Lc 5, 5 – Mt 15, 21-28) e aprofundam a relação entre os testemunhos escutados e os textos estudados. Tiram suas conclusões para levar à plenária. Os  grupos apresentam suas reflexões em plenária.

 

 

 

ESTUDO

 

HIERARQUIZAR PROBLEMAS

 

Objetivo: indicar comunitariamente os problemas e juntos discernir prioridades.

Para quantas pessoas: 20 pessoas.

Material necessário: copo descartável com água tingida de vermelho, vários alfinetes, papelógrafo ou lousa.

Descrição da dinâmica: em pequenos grupos, discute-se quais são os maiores problemas enfrentados em determinada área (saúde, educação, trabalho, moradia...). Cada grupo escolhe três problemas que considera os mais importantes. Em plenária, coloca-se um copo descartável (plástico ou papel) cheio de água com tinta vermelha. Explica-se que o copo com a água significa o povo com seus valores, sua vida, suas esperanças. A cada problema indicado pelos grupos, corresponde um alfinete que se crava no copo, de maneira que a água tingida começa a sais pelos furos (cada furo eqüivale a um ferida de sofrimento). Caso a água tingida se acabe ainda antes de todos os  terem se apresentado, pode-se acrescentar mais água tingida, simbolizando que se recebeu ajuda do exterior. Enfiados todos os alfinetes, os participantes devem responder qual buraco se deve tapar primeiro e porque. É interessante que, na medida que os grupos vão falando dos problemas, alguém os anote num papelógrafo ou na lousa. Variação: pode-se começar a dinâmica sem os grupos de discussão inicial, perguntando diretamente aos participantes quais são os problemas.

 

 

 

 

FIGURAS

 

CONSCIÊNCIA FEMININA

 

Objetivo: a partir da observação visual, analisar nossa prática cotidiana.

Para quantas pessoas: grupos de 4 pessoas.

Material necessário: cópia do desenho para cada grupo.(abaixo) 

Descrição da dinâmica: entrega-se uma cópia do desenho para cada grupo. Durante 20 minutos conversa-se em grupo: o que nós entendemos desse desenho? O que mais chama a atenção? Qual relação desse desenho com a nossa vida? Em seguida, as pessoas se reúnem em plenária e apresentam os principais pontos discutidos no grupo. Se houver poucas pessoas (até 10), suprime-se o trabalho em grupo e discute-se diretamente na plenária. Pode-se ampliar a dinâmica pedindo a cada grupo que apresente uma pequena encenação sobre o tema do desenho.

 

 
 

 

 

INTEGRAÇÃO

 

DESENHO DOS PÉS

 

Objetivo: socializar, integrar, perceber a necessidade de assumir compromissos, crescer, valorizar-se.

Para quantas pessoas: de 5 a 20 pessoas

Material necessário: uma grande folha de papel e lápis colorido para cada participante.

Descrição da dinâmica: o coordenador da dinâmica motiva todos os participantes a desenharem num grande papel o próprio pé. Em seguida, encaminha a discussão, de forma que todos os participantes tenham oportunidade de dizer o que pensam:

  1. Todos os pés são iguais?
  2. Estes pés caminham muito ou pouco?
  3. Por que precisam caminhar?
  4. Caminham sempre com um determinado objetivo?
  5. Quanto já caminhamos para chegar onde estamos?

Após esta discussão, lembrar de pessoas que lutaram por objetivos concretos e conseguiram alcançá-los. Terminada a discussão, o coordenador da dinâmica convida a todos que escrevam no pé que desenharam algum compromisso concreto que irão assumir.

 

 

 

 

JOGO COMUNITÁRIO

 

ROMANCE

 

Objetivo: oferecer um momento de descontração e, ao mesmo tempo, trabalhar a criatividade dos participantes.

Para quantas pessoas: cerce de 15 pessoas (mais do que isso, a dinâmica fica cansativa).

Material necessário: lápis e papel para cada um e a lista de perguntas para o coordenador da dinâmica.

Descrição da dinâmica: cada participante receberá um pedaço de papel e lápis. A todos se pedirá que escrevam, em ordem, o seguinte (é bom que se escreva o número de cada pergunta):

  1. Um nome
  2. Um lugar distante
  3. Uma idéia
  4. Um espaço determinado de tempo
  5. Um desejo
  6. Um número
  7. Sim ou não?
  8. Uma cor qualquer
  9. Uma medida
  10. Um hábito
  11. Uma certa soma de dinheiro
  12. Uma atitude
  13. Uma canção
  14. Nome de uma cidade

Assim que todos tiverem terminado esta parte, o líder começará a fazer as seguintes perguntas a cada participante. À pergunta 1ª, vai eqüivaler o que estiver escrito na primeira linha da parte anterior do exercício.

Perguntas:

  1. Qual é o nome do seu noivo(a)?
  2. Onde se encontraram pela primeira vez?
  3. Que idade ele(a) tem?
  4. Quanto tempo namoraram?
  5. Quais são os seus propósitos?
  6. Quantas declarações de amor você recebeu?
  7. É pretensioso(a), é convencido(a)?
  8. Qual a cor dos seus olhos?
  9. Que número de sapato calça?
  10. Qual é seu pior defeito
  11. Quanto dinheiro tem para gastar com ele(a)?
  12. Qual é a sua maior virtude?
  13. Que canção gostaria de escutar no seu casamento?
  14. Onde vocês vão passar a lua de mel?

Esta lista pode ser aumentada ou modificada, dependendo do tipo de participantes. Apresentamos apenas como sugestão.

 

ORGANZAÇÃO DO GRUPO

 

O BONECO

 

Objetivo: discutir com o grupo a importância de todos participarem, valorizando suas características próprias, e estabelecendo ações em conjunto.

Para quantas pessoas: em sub-grupos caso haja mais de 10 pessoas.

Material necessário: papel e caneta para cada pessoa (ou grupo).

Descrição da dinâmica: até 10 pessoas: cada um recebe uma folha de papel e, afastados uns dos outros, desenham uma parte do corpo humano. Em seguida, as pessoas se reúnem e tentam montar um boneco a partir do que desenharam (provavelmente haverá muitas mãos e pés e nenhuma perna ou nenhum olho). O coordenador pergunta então;

  1. Qual a semelhança (e a diferença) entre o boneco que se montou e o próprio grupo?
  2. Quanto nosso grupo não tem olhos (ou boca, perna, braço, pescoço...) o que acontece?
  3. Quando o grupo tem muitas bocas (pernas, braços, mãos, olhos...) o que acontece?
  4. Como podemos mudar esta situação no grupo. Dêem exemplos concretos.

No final da discussão, os participantes acabam de desenhar as partes do boneco que ainda faltam, dizendo da importância destas partes.

 

 

PRODUÇÃO

 

A COLAGEM

 

Objetivo: comunicar uma mensagem de maneira criativa, usando instrumentos simples e material impresso disponível (revistas, jornais, etc)

Serve para: comunicar o resultado da reflexão de um grupo sobre o tema, ajudar um grupo a resumir as idéias mais importantes de uma discussão; que todas as pessoas de um grupo se expressem e trabalhem juntas.

Para quantas pessoas: fazer grupos de 5 a 8 pessoas

Material necessário: papelógrafo para todos os grupos, revistas, jornais, tesoura, cola, pincel atômico.

Descrição da dinâmica: o coordenador da dinâmica explica em que consiste a colagem: é um cartaz feito por diversas pessoas, com recortes, fotos, ou outros, para comunicar o que pensam estas pessoas sobre determinado tema. (O coordenador pode relembrar o tema que está sendo discutido). Os grupos, de 5 a 8 pessoas discutem o tema. Buscam fotos, recortes, letras de jornais e outros para expressar o que discutiram. Colam tudo num papelógrafo. As diferentes colagens são apresentadas em plenária e discute-se o que cada colagem quis dizer. As pessoas que fizeram a colagem podem complementar as interpretações, se for preciso.

 

DINÂMICAS PARA TEATRO E TRABALHO EM GRUPO

DIAGRAMA DE INTEGRAÇÃO

* Objetivo: apresentar uma ilustraç ão gráfic a do relac ionamento dos membros de um grupo.

* Tamanho: 25 pessoas.

* Tempo: 15-20 minutos.

* Material: lápis ou c aneta, papel e c artolina

* Desc riç ão: o coordenador distribui um papel para  todos, afim de que nele  se esc reva o nome

da pessoa mais  importante para o suc esso do grupo, ou ainda, da pessoa do grupo cujas idéias

são mais ac eitas; o papel deve ser assinado de forma legível; recolhido os papeis, será feito um

diagrama  no  quadro-negro  ou  c artolina,  marc ando  com  um  c írculo  o  nome  do  partic ipante

escolhido, e com uma  flecha, a inic iar- se com o nome da pessoa que escolheu, indo em direç ão

à escolhida.

 

A Troc a de um Segredo

Partic ipantes: 15 a 30 pessoas

Tempo Estimado: 45 minutos

Modalidade: Problemas Pessoais.

Objetivo: Fortalec er o espírito de amizade entre os membros do grupo.

Material: Lápis e papel para os integrantes.

Desc riç ão:  O  coordenador distribui  um  pedaço  de  papel  e um  lápis  para  c ada  integrante que

deverá  esc rever  algum  problema,  angústia  ou  dificuldade  por  que  está  passando  e  não

consegue  expressar oralmente.  Deve- se  recomendar que  os  papéis  não  sejam  identific ados  a

não  ser que o  integrante  assim desejar. Os papéis devem  ser dobrados de modo  semelhante e

coloc ados  em  um  rec ipiente  no  c entro  do  grupo.  O  coordenador  distribui  os  papéis

aleatoriamente  entre  os  integrantes.  Neste  ponto,  c ada  integrante  deve  analisar  o  problema

rec ebido  como  se  fosse  seu  e  procurar  definir  qual  seria  a  sua  soluç ão  para  o mesmo.  Após

c erto  intervalo  de  tempo,  definido  pelo  coordenador,  c ada  integrante  deve  explic ar  para  o

grupo em primeira pessoa o problema rec ebido e soluç ão que seria utilizada para o mesmo. Esta

etapa deve  ser  realizada  com bastante  seriedade não  sendo  admitidos quaisquer  comentários

ou  perguntas.  Em  seguida  é  aberto  o  debate  com  relaç ão  aos  problemas  coloc ados  e  as

soluções apresentadas.

Possíveis questionamentos:

-Como voc ê se sentiu ao desc rever o problema?

-Como se sentiu ao explic ar o problema de um outro?

-Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro?

-No seu entender, o outro compreendeu seu problema?

-Conseguiu por- se na sua situaç ão?

-Voc ê sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa?

-Como voc ê se sentiu em relaç ão aos outros membros do grupo?

-Mudaram seus sentimentos em relaç ão aos outros, como conseqüênc ia da dinâmic a?

 

A VIAGEM

-  Objetivo: Definir as prioridades pessoais.

-  Material: Papel e c aneta para c ada integrante.

-   Desc riç ão:  O  coordenador  pede  para  que  c ada  pessoa  esc reva  c inco  sonhos  pessoais  de

c ada um. E começ a a dizer: Lembrando que  esses sonhos serão nossa bagagem de uma viagem

muito espec ial, a viagem da nossa vida, iremos para outro país, numa longa jornada.

Com nossos sonhos  em mãos  e saindo de  c asa temos nossa primeira dificuldade, nem  todos osnosso  sonhos  c abem  no  c arro que  vai nos  levar,  assim  temos  que  abandonar um.  Qual deles

seria?

Seguindo viagem, nosso c arro quebra e  temos que seguir a pé, mas devido ao peso das nossas

bagagens  temos  que  deixar  outra  de  lado,  fic ando  somente  com  três.  Qual  sonho  foi

abandonado?

Em nossa  c aminhada nos deparamos  com um c achorro que  começ a  a correr  atrás de nós para

nos  atac ar,  e para podermos  esc apar de uma mordida  temos que deixar  outro  sonho,  fic ando

com dois sonhos. Qual sonho ficou para trás?

Após  um  c aminho  tortuoso  até  a  entrada  no  outro  país,  encontramos  uma  alfândega  onde

somos  barrados  e  temos  que  seguir  somente  com  uma  mala,  qual  sonho  deixamos?  Qual  o

nosso maior sonho que nunc a abandonamos?

-  Para o plenário:

O  c arro cheio  representa a nossa família  e ou  amigos que nos fazem desistir de  alguns sonhos.

O peso das malas  representa o  tempo no qual tentamos  realizar  esse  sonho que pelo  c ansaço

desistimos.  O  c achorro  tem  conotaç ão  de  perseguiç ão,  assim  como  Jesus  disse  que  seus

disc ípulos  seriam  perseguidos,  isso  é uma purific aç ão  e  finalmente  a  alfândega que  signific a  a

porta  dos  c éus,  nossa  última  passagem  antes  de  assumir  um  único  sonho  para  nossa  vida

inteira.

1 ) Qual hora foi mais difíc il para abandonar um sonho?

2 ) O que me motiva durante as dificuldades?

3 ) Que retribuiç ão devo esperar se seguir corretamente todos os meus passos nesta viagem?

4 ) Qual a retribuiç ão que Deus deu para mim?

 

Abrigo Subterrâneo

Objetivo -   Discussão de valores.

Material -   Folhas de papel, previamente impressas com:

Imagine que nossa  c idade  está  sob  ameaç a de um bombardeiro. Aproxima- se um homem  e  lhe

solic ita uma dec isão imediata. Existe um abrigo subterrâneo que só pode acomodar 06 pessoas.

Há 12 que pretendem  entrar. Abaixo há uma  relaç ão das 12 pessoas  interessadas  a  entrar no

abrigo. Faç a sua escolha destac ando 06 tão somente.

_ um violinista, com 40 anos de idade, narcótico vic iado;

_ um advogado com 25 anos de idade;

_  a  mulher  do  advogado  com  24  anos  de  idade  que  ac aba  de  sair  do  manicômio.  Ambos

preferem fic ar ou fic ar juntos no abrigo ou fora dele;

_ um sac erdote, com a idade de 75 anos;

_ uma prostituta, com 34 anos de idade;

_ o ateu, com 20 anos de idade, autor de vários assassinatos;

_ uma universitária que fez voto de c astidade;

_ um  físico,  com 28  anos de  idade, que só  ac eita  entrar no  abrigo  se puder  levar  consigo  sua

arma;

_ um dec lamador fanático, com 21 anos de idade;

_ uma menina, com 12 anos de idade, e baixo QI;

_ um homossexual, com 47 anos de idade;

_ uma débil mental, com 32 anos de idade, que sofre de ataques epilépticos.

Proc esso  -  O  coordenador  explic a  a  dinâmic a  aos  partic ipantes  e,  estipula  o  tempo  que  será

utilizado para realizar os trabalhos;

-  Entrega papel e c aneta para os partic ipantes;

-  Cada um deverá escolher 06 dos 12 personagens constantes na folha;

-   Através  de  debates  o  grupo  deverá  escolher  os  seus  06,  dos  12,  personagens  a  serem

salvos.

Nota: Deverão ser debatidos e defendidos os motivos que levaram a fazer as escolhas.

 

Afeto

Partic ipantes:  7 a 30 pessoas

Tempo Estimado:  20 minutos

Modalidade: Demonstraç ão de Afeto.Objetivo:  Exerc itar manifestações de c arinho e afeto.

Material:  Um bichinho de pelúc ia.

Desc riç ão:  Após  explic ar  o objetivo, o  coordenador  pede para que  todos  formem um  c írculo  e

passa  entre  eles  o  bichinho  de  pelúc ia,  ao  qual  c ada  integrante  deve  demonstrar

conc retamente  seu  sentimento  (c arinho,  afago,  etc .).  Deve- se  fic ar  atento  a manifestações

verbais  dos  integrantes.  Após  a  experiênc ia, os  integrantes  são  convidados  a  fazer  o mesmo

gesto  de  c arinho  no  integrante da  direita.  Por  último,  deve- se debater  sobre  as  reações  dos

integrantes com relaç ão a sentimentos de c arinho, medo e inibiç ão que tiveram.

 

"Balão de gás"

Material nec essário:  Bolas de festa; sala em c írculo; um relógio com c ronômetro.

Objetivo:  Saber o nível de entrosamento da turma em tarefas coletivas.

Deve- se  dar  um  balão  para  c ada  partic ipante.  Logo  a  seguir,  o  professor  deve  estipular  o

tempo de  exerc íc io em 5 minutos. Nestes 5 minutos os  alunos jogarão  as bolas para o ar e não

poderão  deixar  as  bolas  c airem.  Ou  seja,  o  aluno  vai  Ter  que  cuidar  da  bola  dos  outros

também....

 

Falar os versos abaixo numa só respiraç ão.

(Fazer antes o exerc íc io “hip-hop”)

Bóiam leves desatentos

Meus pensamentos de mágoa

Como o sono dos ventos

Das algas c abelos lentos

Do corpo morto nas águas

E tu que és o c éu de meus tristes horizontes

Embora os ódios vis do mundo aos mil e mil

Aos milhões e milhões, venha ferir-me a fronte

Tendo a ti que es o c éu, que importa o mundo vil.

 

Cartão Music al.

Objetivo

1-  Fac ilitar o relac ionamento entre os partic ipantes de um grupo.

Passos

1-  Coordenador distribui um  c artão, um  lápis  e um  alfinete para  c ada  partic ipante  e pede que

c ada um esc reva no c artão o nome e prenda-o na blusa. (Não pode ser apelido)

2-   Os  partic ipantes  sentam- se  em  c írculo.  O  coordenador  coloc a- se  no  c entro  e  convida  os

demais a c antar:

“Quando  vim  para  este  grupo,  um(a)  amigo(a)  eu  encontrei  (o  coordenador  escolhe  uma

pessoa) como estava ele(a) sem nome, de (nome da pessoa) eu o(a) chamei.

Oh! amigo(a), que bom te encontrar, unidos na amizade iremos c aminhar”(bis).

(Melodia: Oh, suzana!!)

3-   O  coordenador  junta- se  ao  c írculo  e  a  pessoa  escolhida,  entoa  a  c anç ão,  ajudada  pelo

grupo, repetindo o mesmo que o coordenador fez  antes. E assim prossegue o exerc íc io até que

todos tenham se apresentado.

4-  A última pessoa entoa o c anto da seguinte maneira:

“Quando vim para este grupo, mais amigos  encontrei, como eu não tinha nome, de ...(c ada um

grita seu nome) eu o chamei.

Oh! amigos(as), que bom nos encontrar, unidos lutaremos para o mundo melhorar (bis)”

Avaliaç ão

1-  Para que serviu a dinâmic a?

2-  Como nos sentimos?

Choque de Culturas

Objetivos:

1-  Refletir as diferenç as e riquezas culturais.

2-  Valorizar e respeitar as diferentes culturas.

3-  Perc eber a cultura como dimensão de tudo o que se faz em c ada grupo humano.

4-  Perc eber a cultura como a identidade de um povo.

Passos

1-  Dividir o grupo em três sub-grupos. Um  subgrupo vai enc enar uma tribo indígena  chegando a

c idade.  Outro  subgrupo  enc ena  um  grupo  de  operários  chegando  a  uma  tribo  indígena.  O

terc eiro subgrupo será observador e avaliador das enc enações.

2-   O  coordenador  orienta  com  antec edênc ia  o  subgrupo  “indígena”  e  o  subgrupo  “operários”

para pesquisarem  sobre os  custumes, hábitos e  relações soc iais de  c ada do grupo humano que

vai representar.

3-   Enquanto  os  dois  subgrupos  se  preparam,  o  coordenador  orienta  o  subgrupo  que  vai

observar e avaliar as enc enações.

4-  Em primeiro lugar,  a  tribo  indígena  enc ena  sua chegada  à  c idade. Não  conhec em as  formas

de nossas c idades,  estranham  tudo, até  as coisas mais  simples, e não perc ebem os  riscos das

mais perigosas.

5-   Em  segundo  lugar,  os  operários  chegam  a  uma  tribo  indígena,  ignorando  toda  a  sua

realidade.

6-  Debate

-  O que observamos?

-  O que pode ocorrer no confronto (choque) de duas culturas diferentes?

-  Como analisamos a colonizaç ão do Brasil, a partir da enc enaç ão?

-  Quais as consequênc ias para nós, hoje?

-  refletir as enc enações à luz dos textos: Mt. 7,1-15 e Is. 10,1-4.

7-  Coordenador procura sintetizar o debate.

8-  Avaliaç ão:

-  O terc eiro subgrupo avalia o trabalho, emitindo opiniões.

Avaliaç ão

1-  O que aprendemos?

2-  Como nos sentimos?

 

DEPENDÊNCIA MÚTUA OU MORTE!

O objetivo desta dinâmic a  é mostrar o quanto dependemos uns dos outros  e o quanto podemos

contribuir para o c resc imento do nosso irmão. Podemos começ ar a reunião formando duplas. Um

dos  componentes  da  dupla  fecha  os  olhos  e  passa  a  andar  guiado  pelo  outro  durante  dois

minutos.  Não  é  permitido  abrir os  olhos  e  nem  toc ar  no  companheiro,  tão  somente  o  som  da

voz  .do outro o guiará. Logo  em  seguida  troc am- se os papéis  e o que  antes era o guia, passa

ser  o  guiado.  Depois  de  terminada  esta  dinâmic a,  todos  se  reúnem  para  um  momento  de

compartilhar, onde são respondidas várias perguntas:

1. O que voc ê sentiu durante o tempo em que estava sendo guiado pelo outro?

2. Acontec eu de sentir- se tentado a abrir os olhos?

3. Teve total confianç a em seu líder?

4. Pensou em se vingar do outro quando chegasse sua vez de ser o guia?

5. Sentiu- se tentado a fazer alguma brinc adeira com o "c eguinho"?

Base  Bíblic a para  a mutualidade:  "Revesti- vos, pois,  como  eleitos  de Deus,  santos  e  amados,

de  coraç ão  compassivo, de benignidade, humildade, mansidão,  longanimidade,  suportando- vos

e  perdoando- vos uns  aos  outros,  se  alguém  tiver  queixa  contra  outro;  assim  como  o  Senhor

vos perdoou,  assim fazei  vós também. E,  sobre tudo isto,  revesti- vos do  amor, que é o vínculo

da perfeiç ão. E a paz de Cristo, para a qual também fostes  chamados em um corpo, domine em

vossos corações;  e sede  agradec idos. A palavra de Cristo habite  em vós  ric amente, em toda  a

sabedoria;  ensinai- vos  e  admoestai- vos  uns  aos  outros,  com  salmos,  hinos  e  c ânticos

espirituais,  louvando  a  Deus  com  gratidão  em  vossos  corações.  E  tudo  quanto  fizerdes  por

palavras  ou por  obras,  fazei-o  em  nome  do  Senhor  Jesus,  dando  por  ele  graç as  a Deus  Pai".

(Cl. 3, 12-17).

1.  Procure  esc larec er  juntamente  com  o  grupo  a  definiç ão  dos  termos  que  se  encontram  na

passagem ac ima, como "coraç ão compassivo, longanimidade, humildade" etc .

2.  Faç a  perguntas  do  tipo:  "O  que  falta  em  voc ê  para  que  as  pessoas  confiem mais  no  seu

auxílio?"  e  "Qual  a maior  ajuda  que  voc ê  pode  prestar  neste momento  de  sua  vida  para  as

pessoas e para o grupo?".Prec isamos,  sem  dúvida  alguma,  uns  dos  outros.  Para  que  a  mutualidade  possa  ocorrer  de

forma dinâmic a  e efic az,  é prec iso desenvolver c arac terístic as de c aráter que nos c apac item  a

desempenhar nosso papel dentro do Corpo de Cristo.

 

DIAGRAMA DE INTEGRAÇÃO

* Objetivo:  apresentar uma ilustraç ão gráfic a do relac ionamento dos membros de um grupo.

* Tamanho:  25 pessoas.

* Tempo:  15-20 minutos.

* Material:  lápis ou c aneta, papel e c artolina

* Desc riç ão:  o  coordenador distribui um papel para todos,  afim de que nele se  esc reva o nome

da pessoa mais  importante para o suc esso do grupo, ou ainda, da pessoa do grupo cujas idéias

são mais ac eitas; o papel deve ser assinado de forma legível; recolhido os papeis, será feito um

diagrama  no  quadro-negro  ou  c artolina,  marc ando  com  um  c írculo  o  nome  do  partic ipante

escolhido, e com uma  flecha, a inic iar- se com o nome da pessoa que escolheu, indo em direç ão

à escolhida.

 

TREINO DE VOZ E GESTOS

(Falar os versos abaixo articulando a fac e)

A boc a de um beco

Na bic a do belo

Um bravo c adelo

Berrava baú-bau

Um bêbado em botas

De bolsa e rabicho

Embirra co’bicho

Bateu- lhe co’pau

Foi grande a balburdia

A turba se ria

O bruto bramia

E a broma a bater

Com o pau sobre o pobre

E bumba a mais bumba

Parec e zabumba

Bendito beber

 

Colaboraç ão do Grupo Ágape de Teatro

http://unisite.com.br/usuarios/agape

(site Grupo Ceson de Teatro)

 

101. Emboladão
Objetivo: Esta dinâmica propõe uma maior interação entre os participantes e proporciona observar-se a capacidade de improviso e socialização, dinamismo, paciência e liderança dos integrantes do grupo.

 

Faz-se um círculo de mãos dadas com todos os participantes da dinâmica.

O Coordenador deve pedir que cada um grave exatamente a pessoa em que vai dar a mão direita e a mão esquerda.

Em seguida pede que todos larguem as mãos e caminhem aleatoriamente, passando uns pelos outros olhando nos olhos (para que se despreocupem com a posição original em que se encontravam). Ao sinal, o Coordenador pede que todos se abracem no centro do círculo" bem apertadinhos". Então, pede que todos se mantenham nesta posição como estátuas, e em seguida dêem as mãos para as respectivas pessoas que estavam de mãos dadas anteriormente (sem sair do lugar).

Então pedem para que todos, juntos, tentem abrir a roda, de maneira que valha como regras: Pular, passar por baixo, girar e saltar.

O efeito é que todos, juntos, vão tentar fazer o melhor para que esta roda fique totalmente aberta.
Ao final, pode ser que alguém fique de costas, o que não é uma contra-regra. O Coordenador parabeniza a todos se conseguirem abrir a roda totalmente!

Obs: Pode ser feito também na água.

 

 

102. Sou um Escravo
Objetivo: Dinâmica celebrativa - Compreender que ajudar os outros a se libertarem é o caminho para a própria libertação

 

Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho

Objetivo: Dinâmica celebrativa - Compreender que ajudar os outros a se libertarem é o caminho para a própria libertação.

Participantes: Todos os presentes no encontro

Material: Uma pessoa com olhos vendados, boca lacrada, os ouvidos fechados, os pés amarrados, as mãos amarradas. - Musica que fala de escravidão e sofrimento

Descrição:

a) apresentar uma pessoa com os olhos vendados, boca lacrada, os ouvidos fechados, os pés amarrados, as mãos amarradas.

b) Convidar as pessoas a olharem um pouco em silêncio para o apresentado.

c) Cantar: Se meu irmão estende a mão... (ou canto outro que fala de escravidão e sofrimento).

d) Convidar as pessoas que quiserem para vir à frente e tirarem as amarras uma por uma, dizendo o porque está fazendo este gesto. O que deseja libertar ao tirar a amarra?

e) Quando o jovem se sentir totalmente livre, dirá como está se sentindo.

f) Observação: Após cada amarra tirada, cantar : Eu acredito que o mundo será melhor, quando menor que padece acreditar no menor.

g) Partilha em torno do que falaram e ouviram analisar a nossa realidade hoje perante a escravidão

 

103. Os Bombons
Objetivo: Dinâmica de reflexão - Capacidade de observação; Vivência num mundo classista; Reflexão sobre a realidade social.

 

Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho

Objetivo: Dinâmica de reflexão - Capacidade de observação; Vivência num mundo classista; Reflexão sobre a realidade social.

Participantes: Todos os presentes no encontro

Material: Um quilo de balas.

Passos Metodológicos:

a) Do grande grupo escolher uma boa parte para a vivência da dinâmica. Com este grupo, prosseguir da seguinte forma:

b) Formar três grupos (Não falar nada): 1- o grupo menor (classe burguesa); 2- o grupo um pouco maior (classe média); 3- o grupo formado pela maioria grupo pobre.

c) O 1º grupo (1) recebe excesso de balas; o 2º grupo (2) recebe uma quantia que dá, mais ou menos, para todos; o 3º grupo (3) recebe uma quantia que é totalmente insuficiente.

d) Deixar que o grupo mesmo se dê conta do que está acontecendo e observar as reações.

e) O grupo que não participa da dinâmica (grupo observador) anota todos os fatos que acontecem.

Em plenário

1) Aos que vivenciaram a dinâmica, perguntar:
- o que sentiram? como se sentiram? o que representa cada grupo? como reagiram diante da situação vivenciada?

2) Ao grupo observador, perguntar:
- o que viram? Que fatos, atitudes chamaram a atenção?

3) Perguntar a todos:
- Que lições podemos tirar daquilo que vivemos nesta dinâmica? (Se possível anotar no quadro negro e sistematizar ).

 

104. Aprender a escrever na areia
Objetivo: Dinâmica de Reflexão interior.

 

Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho

Objetivo: Dinâmica de reflexão interior.

Participantes: Todos os presentes no encontro

Material: Texto abaixo. Imprimir e entragar para cada grupo ou ler para todos ouvirem e depois refletirem.

Texto para meditar:

Dois amigos, Mussa e Nagib, viajavam pelas estradas e sombrias montanhas da Pérsia, acompanhados de seus servos.

Certa manhã chegaram à margem de um rio onde era preciso transpor a corrente ameaçadora. Ao saltar de uma pedra o jovem Mussa foi infeliz, falseando-lhe o pé e precipitando-se no torvelinho espumejante das águas em revoltas. Teria ali morrido, se não fosse Nagib, que atirou-se nas correntezas e conseguiu trazer a salvo o companheiro de jornada. O que fez Mussa? Chamou os seus mais hábeis servos e ordenou-lhes que gravassem numa pedra esta legenda:

"Nesse lugar, durante uma jornada Nagib salvou seu amigo mussa".

Seguindo viagem de regresso às terras, sentados numa areia clara, puseram-se a conversar e por motivo fútil, surge de repente, uma desavença entre os dois.
Discordaram, discutiram e Nagib, num ímpeto de cólera, esbofeteou brutalmente seu amigo. O que fez Mussa? Não revidou a ofensa. Ergueu-se e tomando Tranquilo seu bastão escreveu na areia clara.

"Neste lugar, durante uma jornada, nagib por motivo fútil, injuriou, gravemente seu amigo mussa".

Um de seus ajudantes observou respeitoso:

' - Senhor, da primeira vez, para exaltar a abnegação de Nagib, mandaste gravar, para sempre, na pedra, o fato heróico. e agora, que ele acaba de ofender-vos, tão gravemente, limitas a escrever na areia incerta o ato de violência e covardia. A primeira legenda ficará para sempre. Todos os que transitarem por este sitio dela terão notícia. Esta outra, porém, riscada no tapete da areia, antes do cair da tarde, terá desaparecido como um traço de espumas entre as ondas do mar'.

Respondeu Mussa sabiamente:

' - É que, o benefício que recebi de Nagib permanecerá para sempre em meu coração. Mas, a injúria, escrevo-a na areia, como um voto, para que depressa se apague e mais depressa ainda, desapareça da minha lembrança. Assim é meu amigo! Aprende a gravar na pedra os favores que receberes, os benefícios que te fizerem, as palavras de carinho, simpatia e estímulo que receberes. Aprende, porém, a escrever na areia, as injúrias, as ingratidões, as ofensas e ironias que te ferirem pela estrada da vida. Aprende a GRAVAR, assim, na pedra. Aprende a ESCREVER, assim, na areia... e então só assim serás livre e portanto feliz!'.

Perguntas para reflexão:

1. Conhecer-se é a mais sublime arte das pessoas inteligentes e sábias. Para gravar nas pedras do seu caminho procure recordar três fatos (importantes) que mais marcaram sua vida, que foram os mais "felizes", que lhe serviram de estímulo na caminhada.

2. Sou "sábio" para poder compreender as diferenças do meu caminhar, e por onde passo vejo as marcas de alegrias deixadas por outras pessoas? Ou sou aquele que ao caminhar só vejo as coisa ruins e vou logo fazendo "fofocas"?

 

105. Os Bichos
Objetivo: Reconhecer os nossos diferentes papéis e também, quando necessário, mudar nossas atitudes para crescer.

 

Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho

Objetivo: Reconhecer os nossos diferentes papéis e também, quando necessário, mudar nossas atitudes para crescer.

Participantes: Todos os presentes no encontro

Material: Lista com alguns animais:

COBRA: É traiçoeira, perigosa, esperta e oportunista. Envenena o grupo. É fofoqueira e quer ver o circo pegar fogo.

GATO: É companheiro prestativo, carinhoso e muito esperto.

BORBOLETA: Sempre está voando. Por isso não é acomodada. Alegra o ambiente com seu jeito de ir ao encontro de todos.

PAPAGAIO: Fala, fala, não fala nada que contribua. É inteligente, aprende o que os outros fazem, tanto o bem como o mal.

CAVALO: Dá patada em todos. Às vezes é bom de serviço. Mas é muito bruto.

PAVÃO: Fica sempre de leque aberto. Mostra sempre sua cultura. Acha que é o mais bonito, mais inteligente, aquele que sabe mais.

BOI: Sossegado, tranqüilo, não sabe da força que tem. É esforçado e topa qualquer trabalho.

POMBO: Vive de conversinhas com o companheiro(as) do lado. Só vive de par.

URUBU: Só vê carniça. É pessimista, descrente. Só gosta de coisa ruim. Quer ver o grupo morrer.

FORMIGA: Operária, trabalhadeira, ativista. Faz, faz sem pensar e acaba destruindo muita coisa boa. Trabalha, trabalha sempre em grupo, mas não avalia, nem planeja.

GALINHA-D’ANGOLA: Fala a mesma coisa o dia inteiro: “tô fraco”... Não acredita em si mesma, mas tem que falar.

PATO: Caminha lentamente, sempre pateta. Quer sombra e água fresca; promete e não cumpre. Não se envolve com nada e nunca quer saber de nada.

CIGARRA: Só gosta de cantar, é omissa. O mundo pode acabar ela não se preocupa: é aproveitadora.

MACACO: Espirituoso, bagunceiro, inteligente e superficial. Sempre faz rir, ninguém o leva a sério. Anima, mas termina irritado. No fim está amuado e sem graça.

LEÃO: Sempre o mais poderoso, o rei de todos, domina a todos os animais, e agarra as pessoas pelas presas. Faz tudo sozinho, quando urra todos os participantes se calam.

RATINHO: Estraga tudo, destrói. Fica sempre escondido pelos cantinhos. Tem muito medo do leão e dos outros animais. Passa pelo grupo sempre em disparada.

HIENA: Não tem opinião própria. Adora o Leão e é puxa-saco. Gosta sempre de quem está no poder. Ri dos outros.

CORUJA: Não fala, mas presta muita atenção. Nunca dá sua opinião. Fica sempre de cara feia. Não liga para ninguém, não contribui com nada.

LAGARTIXA: Abana a cabeça mas não fala, concorda com tudo e sempre diz: “É isto mesmo”.


Descrição:

No cotidiano da vida precisamos reconhecer os nossos diferentes papéis e também, quando necessário, mudar nossas atitudes para crescer. Vamos observar os bichos! Eles ajudam a ver como somos muitas vezes, positiva ou negativamente, em nossos encontros. Podemos seguir estes passos:

Passos metodológicos:

1. Distribuir aos participantes a lista de alguns bichos. Ler em silêncio o texto e escolher 3 bichos que apresentam as características que mais se assemelham aos integrantes do grupo.

2. Eleger os 3 bichos mais indicados e formar três grupos. Cada grupo deverá aprofundar as características de um dos bichos, como elas se manifestam no cotidiano da vida. Claro que muitas de nossas atitudes são inconscientes, mas isso não significa que elas não possam ser mudadas.

3. Os 3 grupos devem apresentar (de forma bem criativa) as características do bicho escolhido. Em seguida, em plenário, todo grupo faz comentários sobre o assunto.

 

106. O Círculo
Objetivo: Dinâmica de Reflexão.

 

Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho

Objetivo: Dinâmica de Reflexão.

Participantes: Todos os presentes no encontro

Material: Caneta e papel - Texto para reflexão.

Texto:

Quanto da nossa vida é gasto em manter os outros fora dela. Quartos e casas particulares, clubes e escritórios, estradas e praias. Em todos, o objetivo é o mesmo: “isto não é propriedade sua. É minha. É proibido a entrada”.

Naturalmente, num certo sentido, todos têm a necessidade de um círculo que mantenha o mundo à distância.

Todos nós precisamos de lugares e refúgio. Todos nós somos porcos-espinhos e nossos espinhos são menos incômodos se temos um pouco de espaço em volta de nós.

Mas há um outro sentido que um tamanho de um ser humano pode ser medido pelos círculo que ele traça para envolver o mundo. Algumas pessoas são demasiado pequenas para traçar um círculo maior do que elas próprias. A maioria vai um pouco mais longe e inclui suas famílias.

Outras ainda traçam a linha nas bordas de seu grupo social ou partido político, sua própria raça ou cor, sua própria religião ou nação. São muitas as pessoas que possuem a grandeza e interesse e de compaixão para lançar um círculo suficiente grande para envolver a todos.

Quanto maior o círculo, maior a pessoa. E quanto menor o círculo, mais mesquinha é a pessoa. A pessoa forte não tem medo de pessoas diferentes dela, e a pessoa sábia acolhe ela com prazer. Se nada mais sabe, ela sabe que os seres humanos não tem onde viver a não ser na terra, e que se não quisermos morrer juntos, teremos de aprender a viver juntos. Mas a pessoas sábias, provavelmente, também sabe que quando traça um círculo excluindo seu irmão, faz menos mal a seu irmão do que a si mesma. Ela se coloca em reclusão solitária e fecha a porta por dentro.

Nega a si mesma. Empobrece seu espírito, endurece seu coração, atrofia seus sentimentos.

Quando uma pessoa sábia menciona seu irmão, não traça um círculo menor do que já foi traçado na terra. No principio, Deus deu ao mundo sua forma. Ele o fez redondo.

Descrição:

- Distribuir caneta e papel para os participantes.

- Pedir para cada um desenhar um círculo na sua folha.

- Pedir para cada um escrever “o que” ou “quem” colocaria dentro do círculo desenhando na folha, e “o que” ou “quem” colocaria fora do círculo.

- Dar um tempo para cada participante conclua o trabalho.

- Partilhar no próprio grupo o que e quem colocou fora e dentro do círculo respectivamente, como se sentiu em relação à escolha? E outras observações sobre a dinâmica ou o trabalho.

- Ler para todos o texto: “Qual o tamanho do circulo”:

 

107. Dinâmica do Nome
Objetivo: Quebra-gelo

 

Esta dinâmica propõe um "quebra gelo" entre os participantes. Ela pode ser proposta no primeiro dia em que um grupo se encontra. É ótima para gravação dos nomes de cada um.

Em círculo, assentados ou de pé, os participantes vão um a um ao centro da roda (ou no próprio lugar) falam seu nome completo, juntamente com um gesto qualquer . Em seguida todos devem dizer o nome da pessoa e repetir o gesto feito por ela.

Variação: Essa dinãmica pode ser feita apenas com o primeiro nome e o gesto da pesso, sendo que todos devem repetir em somatória, ou seja, o primeiro diz seu nome, com seu gesto e o segundo diz o nome do anterior e gesto dele e seu nome e seu gesto... e assim por diante. Geralmente feito com grupos pequenos, para facilitar a memorização. Mas poderá ser estipulado um número máximo acumulativo, por exemplo após o 8º deve começar um outro ciclo de 1-8 pessoas.

 

108. Pintando o Outro
Objetivo: Dinâmica de auto-conhecimento Conhecer-se e conhecer o outro - Maior integração do grupo - Despertar curiosidade e interesse pelo outro.

 

Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho

Objetivo: Dinâmica de auto-conhecimento Conhecer-se e conhecer o outro - Maior integração do grupo - Despertar curiosidade e interesse pelo outro.

Participantes: Todos os presentes no encontro

Material: Tiras de papel, uma para cada participante, papel e caneta.

Descrição:

1. Distribuição de tiras de papel, pedindo que cada um escreva nela o seu nome;

2. Recolhê-los e colocá-los no meio da sala com o nome virado para baixo:

3. Pedir que alguém misture bem os papéis e, depois todos retiram um nome;

4. Pedir que todos se levantem e façam um passeio pela sala lendo os crachás dos presentes para reconhecer a pessoa que sorteou (permanecer em segredo);

5. Distribuir uma folha de papel ofício para cada participante;

6. Cada um desenha o rosto da pessoa sorteada;

7. Exposição de todos os desenhos na sala, na lousa...

8. Leitura dos “símbolos”:
a) o grupo deve identificar os desenhos com os participantes. É imagem do indivíduo perante o coletivo;

b) ver quem acertou. Explicação por parte do desenhista.

9. Tempo para colocações gerais sobre a dinâmica:

a) que conclusões podemos tirar desta dinâmica? Qual o objetivo dela?

b) o que senti ao realizar esta dinâmica?

c) como vi meu companheiro sorteado?

Nota
A revelação poderá, também, ser feita somente no final do encontro, montando um esquema de revelação.

 

109. As Qualidades
Objetivo: Dinâmica de Auto-conhecimento - Valorizar e valorizar-se

 

Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho

Objetivo: Dinâmica de Auto-conhecimento - Objetivo: Valorizar e valorizar-se

Participantes: Todos os presentes no encontro

Material: Pedaço de papel, uma para cada participante e caneta.

Descrição:

a- entregar um pequeno papel para cada participante.

b- Pedir para cada um escrever 04 qualidades que pensa ter.

c- Pedir para um por um dizer essas qualidades para o grupo, comunicando-se bem. (os participantes observam e escutam o outro com atenção)

d- Perguntar como se sentiram ao falar e observar o outro. O que sentiram e o que perceberam. Deixar todos exporem as suas idéias.

e- Pedir novamente que escrevam mais quatro qualidades sem repetir as primeiras.

f- Ler novamente para todos um por um.

g- Refletir sobre a necessidade de descobrir os próprios dons e de desenvolvê-los.

Pais e educadores como tratam, como se relacionam com os filhos e educandos?

Nossa educação foi positiva ou negativa?

É importante não ficar muito no negativo

Temos que valorizar e valorizar-se.

 

110. Que nome você tem?
Objetivo: De forma descontraída e rápida entrar em contato com todo o grupo participante.

 

Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho

Objetivo: De forma descontraída e rápida entrar em contato com todo o grupo participante:

- conscientizando-se de como se comportam no momento em que são apresentados ou se apresentam a alguém;

- proporcionando um retorno rápido em relação ao que, de imediato, escolhemos e nós mesmos para oferecer ao outro.

Participantes: Tamanho do Grupo - de 30 a 35 participantes.

Tempo: aproximadamente 50 minutos.

Ambiente: Local amplo e suficiente para que todos transitem à vontade.

Material:
- crachás suficientes para todo o grupo, incluindo o animador. O crachá deverá ser confeccionado da seguinte forma: retângulos de cartolina, na medida 15x10 cm, presos com um pequeno alfinete de abotoar;

-canetas hidrocor de cores variadas;

-gravador e fita com música instrumental tranqüila.

- o animador pedirá ao grupo que ouça toda a instrução da tarefa com atenção, e só inicie a sua execução quando ele, animador, der ordem.


Descrição:

1. Todos os participantes deverão ir ao centro do grupo e pegar um crachá e uma caneta na cor de sua preferência.

• No crachá, cada um deverá escrever 3 características que identifiquem a sua pessoa, qualidades, defeitos, aspectos físicos, o que achar conveniente;

• feito isso, todos deverão pôr crachá no peito e aguardar novas instruções, em silêncio

• o animador dará 5 minutos para a execução da tarefa;

2. Todos os participantes deverão 1º ouvir, depois executar, como anteriormente.

• Será posta uma música de fundo e, quando a música iniciar, iremos todos caminhar pela sala;

• “enquanto caminhamos, sem falar e sem tocar nos companheiros, iremos lendo no crachá as características de cada um; para isso devemos nos conduzir com tranqüilidade e disponibilidade, afim de conhecer o outro e dar-nos a conhecer”;

• “quando a música cessar, cada um de nós deverá escolher alguém que, de alguma maneira, despertou nossa vontade de conhecê-lo (la) melhor”; (O animador não deve direcionar o que eles conversarão. Deixar livre).

• “quando eu der um sinal, todos deverão retornar ao grupão”

3. “Podem iniciar a sua caminhada. Tenham um bom e interessante passeio!
O animador dará não mais do que 5 minutos para a escolha do companheiro de conversa. E, para a conversa, de 10 a 15 minutos.

4. Ao retornar ao grupão, abrir para manifestação espontânea. Os pontos a observar deverão ser:

a) o que experimentaram ao confeccionar o crachá;

b) o que experimentaram ao escolher ou ser escolhidos para conversar;

c) que critérios usaram para se conhecer melhor;

d) algo que descobriram que gostariam de compartilhar com o grupo.

 

111. Remando juntos
Objetivo: Dinâmica de integração: 1- Elaborar um tema; 2- Exercitar o raciocínio; 3- Levar o espírito de cooperação; 4- Treinar a socialização.

 

Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho

Objetivo: Dinâmica de integração: 1- Elaborar um tema; 2- Exercitar o raciocínio; 3- Levar o espírito de cooperação; 4- Treinar a socialização.

Participantes: Todos os presentes no encontro.

Material: Folha em branco e uma caneta

Descrição:

1. O grupo é dividido em pequenos grupos; as equipes se formam e cada elemento do grupo deve ter um número (1,2,3...);

2. Os nº1 recebem um tema, os nº2 outro, e assim por diante. Os temas devem ser bem preparados, conforme o que quer;

3. Cada participante do grupo deve anotar o tema numa folha em branco na qual deve constar o seu nome e o seu número do grupo;

4. Dado o sinal, todos começam a escrever sobre o tema proposto na folha. Depois de alguns minutos o animador dá um novo sinal e pede para passarem a folha para o companheiro da direita, que continua a escrever o que seu companheiro iniciou;

5. A cada sinal do animador os participantes devem efetuar a troca das folhas, passando-as ao companheiro da direita, e assim sucessivamente até a pessoa que iniciou o seu trabalho.

Resumindo as Regras da dinâmica

1-
Os participantes devem ter na mão somente a folha em branco e uma caneta:

2- Cada elemento deve continuar o que o outro fez:

3- Todos devem começar a responder, pelas primeira vez, ao mesmo tempo e efetuar a troca ao mesmo tempo;

4- Dado o sinal devem trocar as folhas imediatamente, passando sempre ao companheiro da direita. não é permitido ficar com duas folhas ao mesmo tempo.

Avaliação

No final os números iguais se encontram e fazem uma síntese do que foi feito sobre o tema proposto e o apresentado no plenário. Os temas dos grupos podem ser discutidos, novamente em plenário, com discordâncias e acréscimos.

 

112. Vivência Cristã.
Objetivo: Dinâmica Vocacional - Analisar a nossa vivência Cristã.

 

Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho

Objetivo: Dinâmica Vocacional - Analisar a nossa vivência Cristã.

Participantes: Todos os presentes no encontro.

Material: Anti-ácido efervescente Ex: Eno, Somrisal etc.

Descrição:

1. Um copo ou vidro transparente cheio de água e com tampa.

2. A 1º pessoa traz o (Anti-ácido efervescente) e coloca-o em cima da tampa.

3. A 2º pessoa coloca o outro (Anti-ácido efervescente) com o envelope invólucro fechado dentro do copo.

4. A 3º pessoa abre o (Anti-ácido efervescente) do envelope e coloca-o dentro da água para se misturar.

5. Analisar: como vim participar deste encontro?

6. Para que vim?

7. Como é minha participação dentro da comunidade?

8. Analisar três tipos de cristãos:

O que fica por fora, não participa e até atrapalha a entrada dos outros. É o cristão que renunciou o seu Batismo.

O 2º entrou mas fechou-se, até estorva. Fica no seu próprio mundo. É corpo morto, estraga até o visual, não se envolve. Fica boiando. Pode também ser o que gosta mais de se aparecer.

O 3º se abriu, penetrou, se envolveu totalmente. Questiona, provoca revolução momentânea, se desfaz, se consome para curar, para salvar, Foi até o fundo, depois subiu, ficou leve. O sonrisal não deixa de ser sonrisal, não perde a sua identidade e toma todo o conteúdo, as dimensões da água. E a água se torna curativa.

Para refletir:

Na minha vida que Sonrisal eu sou?

As vezes deixamos os outros permanecerem como o 1º e o 2º?

Ainda encontramos cristãos parecidos como o 3º Sorrisal?

 

113. Entrando na Casa.
Objetivo: Analise da vida pessoal e em comunidade, o meu viver em relação aqueles que me rodeiam.

 

Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho

Objetivo: Analise da vida pessoal e em comunidade, o meu viver em relação aqueles que me rodeiam.

Participantes: Todos os presentes no encontro divididos em pequenos grupos de 3 membros.

Material: Papel e caneta.

Descrição:

- Formar pequenos grupos de 3 membros.

-entregar para cada grupo uma parte da casa, exemplo: 1. Porta de entrada

- Cada grupo fazer uma analise pessoal e depois uma anlise comunitária sobre a parte recebida. Como eles estão vivendo tudo isso, o que pode ser mudado.

- Cada grupo relata o que eles discutiram entre si.


Analise pessoal
Tomando a nossa CASA como local de vivência comunitária e realização pessoal, podemos pensar em significados simbólicos para cada parte, por exemplo:

1. Porta de entrada: Através dos sentidos você percebe o mundo que o cerca. Vai vivenciando experiências que vão fazendo parte de sua vida. Em suas experiências transitam pensamentos, emoções, sentimentos, imaginações, fantasias...

2. Corredor: dá acesso às diferentes partes: razão, reflexão, sentimentos, necessidades, valores, ideais, convicções, memórias...

3. Sala de visita: lugar onde você recebe pessoas, se apresenta, se sente aceito, onde os outros o vêem, como deseja que o vejam, lugar de gentilezas com outros, lugar de formalidades, títulos; relembra-se lembranças, memórias...

4. Cozinha: lugar onde se alimenta a vida, gostos, coisas quentes (calor humano), coisas geladas (friezas), lugar de serviço, entre ajuda construtiva, lugar de se aprender a temperar a vida, partilhar o que se tem, se faz, se dispõe dos dons. Lugar de se experimentar os dons dos outros, lugar dos amigos, companheiros (pai-mãe) afeto, amor, sal, açúcar, equilíbrio.

5. Lavanderia: lugar do desabafo, possibilidade de superar conflitos, lava-se a "roupa" e volta-se a usá-la novamente com novo cheiro... (laboratório de experiências), lugar onde se mexe com sujeira, com limpeza, sem medo de molhar-se, passar sabão, lavar as mágoas, descarregar raivas, ressentimentos, lugar de purificação, lugar do perdão ...

6. Dispensa: reservas guardadas, dons não usados, qualidades não desenvolvidas, energias armazenadas, disponíveis....

7. Quarto: lugar da intimidade, lugar de segredos, confidências, fidelidades, infidelidades, liberdade, prisão, simplicidade, respeito, espaço do sagrado, do pessoal, do estar à vontade consigo mesmo, lugar do conflito, das inquietações, da transcendência, da fantasia...

8. Fundos: lugar aberto, espaço para novos sonhos, novas realizações, lugar do entulho (pode-se remover, limpar, construir)...

9. Porão: zona inconsciente, memórias afetivas, bloqueios, lembranças felizes, conflitos, novas energias, (lugar onde pouco se vai), lugar da história pessoal mais antiga, lugar de cupim, baratas, mas também de matérias úteis para se melhorar o espaço da casa...

10. Banheiro: lugar de se desfazer-se daquilo que não serve mais: mágoas, rancores, infantilismos, dependências, vitimismos, mau humor, ciúmes doentios, invejas,...


Analise comunitaria
Analisando a CASA como a nossa COMUNIDADE, poderíamos examiná-la como lugar de nossas relações inter-pessoais e verificar quais espaços usamos comumente e quais outros usamos pouco ou mesmo ignoramos:

1) Porta de entrada: A percepção que temos de nossos confrades: é realista, preconceituosa, distorcida ?...

2) Corredor: Compartilhamos valores, necessidades, sentimentos, memórias com nossos confrades? ...

3) Sala de visita: Como é nosso estar juntos, qual a qualidade da atenção que damos uns aos outros?...

4) Cozinha: Como alimentamos nossos ideais, desejos, sonhos... uns aos outros?...

5) Lavanderia: Como esclarecemos nossos conflitos, nossas diferenças.- suportamos-nos com caridade os desabafos do confrade?.. Sabemos separar o que é o problema do outro daquilo que ele é?...

6) Dispensa: Como valorizamos as qualidades dos companheiros? Ele é mais do que pode manifestar?...

7) Ouarto: Em nossa comunidade há espaços para confidências, confiança e respeito pela intimidade uns dos outros? Contribuímos para denegrir a imagem um dos outros?

8) Fundos: Percebemos as possibilidades de crescimento uns dos outros ou já nos vemos todos esgotados?

9) Porão: Lugar das memórias: a história de cada um é uma fonte de experiências que alimentam, iluminam nossos projetos?

10) Banheiro:
Somos capazes de abrir mão daquilo que não serve mais? De experiências negativas que não edificam mais?...

Meditar:
Efésios 4, 1-16
Lc 19, 1-10
Jo 12, 1-10

 

114. Mudando o rumo.
Objetivo: Dinâmica de Espiritualidade.

 

Criada por: Anderson Roberto - Responsável pelo site www.catequisar.com.br

Objetivo: Refletir sobre as "deficiências".

Participantes: Todos os presentes no encontro.

Primeiro passo:

Dividir os participantes em 4 grupos

• Primeiro grupo: vedar os olhos (cegos) ;
• Segundo grupo: tapar a boca (mudos) ;
• Terceiro grupo: amarrar as pernas, se possivel estar sentado em uma cadeira e amarrar as pernas do participante na perna da cadeira (paralíticos) ;
• Quarto grupo: observadores ("perfeitos") ;

Descrição:

1. Pedir para os participantes observarem com detalhe tudo aquilo que será feito.

2. Colocar uma vela sobre a mesa e acendê-la cuidadosamente. Deixar queimá-la por alguns segundos.

3. Em seguida, pegar um copo ou vidro transparente e, cuidadosa e lentamente, colocar sobre a vela. Aos poucos, ela se apagará.

4. Deixá-la assim e pedir que as pessoas falem o que sentiram ou observaram, quando viram a experiência.

Utilidade Pastoral
Palestras sobre:
• amizades possessivas;
• sentir-se preso/sufocado;
• fechamento em si mesmo;
• fechar-se à graça de Deus;
• superproteção, etc

Lição: Nada sobrevive, quando uma pessoa se sente prisioneira de alguém ou de si mesma.

 

115. Um novo olhar.
Objetivo: Refletir sobre as nossas "deficiências".

 

Criada por: Anderson Roberto - Responsável pelo site www.catequisar.com.br

Objetivo: Refletir sobre as nossas "deficiências".

Participantes: Todos os presentes no encontro.

Material: Pano ou qualquer outro material para se vedar os olhos e para tapar a boca. Corda ou barbante para amarrar as pernas dos jovens. Para a meta: pode se levar balas ou doces, ou então colocar um caderno ou outro objeto

Primeiro passo:

Dividir os participantes em 4 grupos

• Primeiro grupo: vedar os olhos (cegos) ;

• Segundo grupo: tapar a boca (mudos) escolher para serem os mudos aqueles jovens ou crianças que mais conversam nos encontros;

• Terceiro grupo: amarrar as pernas e os braços / do jovem ou criança / sentado em uma cadeira. (paralíticos) ;

• Quarto grupo: observadores ("perfeitos") ;

Descrição:

1. Pedir para os participantes do segundo grupo (mudos) e quarto grupo ("perfeitos") observarem com detalhe tudo aquilo que será feito.

2. Planejar uma meta a ser alcançada, por exemplo: colocar na mesa balas para serem pegas, ou então, um caderno para ser pego.

3. Os demais participantes, primeiro grupo (cegos) e terceiro grupo (paralíticos) irão caminhar pela sala ou ambiente que está sendo aplicado a dinâmica até alcançarem o objetivo.

Sugiro que se coloque no caminho alguns obstáculos para se dificultar a trajetória.

Conclusão: Perguntar aos participantes como eles se sentiram:

• cegos - não podendo ver o caminho a ser percorrido;
• paralíticos - amarrados nas cadeiras, não podendo se mover.

• mudos - aqueles que tanto gostam de conversar, não podendo nada falar
• "perfeitos" - que só ficaram a observar, sem tomar nenhuma atitude, indo ajudar aqueles que estavam em dificuldades.


Reflexão:

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.

"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

"Diabético" é quem não consegue ser doce.

"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.

E, finalmente, a maior das deficiências é ser miserável, pois "Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.

"A amizade é um amor que nunca morre."

Mário Quintana

 

116. Escravos de Jó.
Objetivo: Quebra-gelo

 

Esta dinâmica vem de uma brincadeira popular do mesmo nome, mas que nessa atividade tem o objetivo de "quebra gelo" podendo ser observado a atenção e concentração dos participantes.

Em círculo, cada participante fica com um toquinho (ou qualquer objeto rígido).
Primeiro o Coordenador deve ter certeza de que todos sabem a letra da música que deve ser:

Os escravos de jó jogavam cachangá;
os escravos de jó jogavam cachangá;
Tira, põe, deixa o zé pereira ficar;
Guerreiros com guerreiros fazem zigue, zigue zá (Refrão que repete duas vezes)

1º MODO NORMAL:

Os escravos de jó jogavam cachangá (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA);
os escravos de jó jogavam cachangá (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA);
Tira (LEVANTA O TOQUINHO), põe (PÕE NA SUA FRENTE NA MESA), deixa o zé pereira ficar (APONTA PARA O TOQUINHO NA FRENTE E BALANÇA O DEDO);
Guerreiros com guerreiros fazem zigue (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA), zigue (VOLTA SEU TOQUINHO DA DIREITA PARA O COLEGA DA ESQUERDA), zá (VOLTA SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA) (Refrão que repete duas vezes).

2º MODO:
Faz a mesma sequência acima só para a esquerda

3º MODO:
Faz a mesma sequência acima sem cantar em voz alta, mas canta-se em memória.

4º MODO:
Faz a mesma sequência acima em pé executando com um pé.

5º MODO:
Faz a mesma sequência acima com 2 toquinhos, um para cada lado.

 

117. A viagem.
Objetivo: Definir as prioridades pessoais.

 

Objetivo: Definir as prioridades pessoais.

Material: Papel e caneta para cada integrante.

Descrição: O coordenador pede para que cada pessoa escreva cinco sonhos pessoais de cada um. E começa a dizer: Lembrando que esse sonhos serão nossa bagagem de uma viagem muito especial, a viagem da nossa vida, iremos para outro país, numa longa jornada.

Com nossos sonhos em mãos e saindo de casa temos nossa primeira dificuldade, nem todos os nosso sonhos cabem no carro que vai nos levar, assim temos que abandonar um. Qual deles seria?

Seguindo viagem, nosso carro quebra e temos que seguir a pé, mas devido ao peso das nossas bagagens temos que deixar outra de lado, ficando somente com três. Qual sonho foi abandonado?

Em nossa caminhada nos deparamos com um cachorro que começa a corre atrás de nós para nos atacar, e para podermos escapar de uma mordida temos que deixar outro sonho, ficando com dois sonhos. Qual sonho ficou para trás?

Após um caminho tortuoso até a entrada no outro país, encontramos uma alfândega onde somos barrados e temos que seguir somente com uma mala, qual sonho deixamos?

Qual o nosso maior sonho que nunca abandonamos?

Para o plenário:

O carro cheio representa a nossa família e ou amigos que nos fazem desistir de alguns sonhos. O peso das malas representa o tempo no qual tentamos realizar esse sonho que pelo cansaço desistimos.

O cachorro tem conotação de perseguição, assim como Jesus disse que seus discípulos seriam perseguidos, isso é uma purificação e finalmente a alfândega que significa a porta dos céus, nossa última passagem antes de assumir um único sonho para nossa vida inteira.

Qual hora foi mais difícil para abandonar um sonho?


O que me motiva durante as dificuldades?

Que retribuição devo esperar se seguir corretamente todos os meus passos nesta viagem?

qual a retribuição que Deus deu para mim?

 

118. Eu e meu grupo.
Objetivo: Avaliar o grupo e a contribuição de cada um de seus membros.

 

Objetivo: Avaliar o grupo e a contribuição de cada um de seus membros.

Descrição:

Cada um responde em particular às perguntas:

- Que me agrada no grupo?
- Que não me agrada?
- Que recebo dele?
- O que deixaria de ganhar se ele se acabasse?
- Que recebo de cada pessoa?
- O que ofereço ao grupo?
- Qual foi a maior tristeza?

Cada um responde o que escreveu. É importante ressaltar que não se trata de discutir em profundidade mas principalmente de se escutarem reciprocamente. Depois de ouvir todo mundo, fazer uma discussão do que fazer para que o grupo melhore.

 

 

119. Técnica de saída.
Objetivo: libertar de inibições pessoais contraídas. - tirar o bloqueio das pessoas que se sentem imobilizadas, incapazes de mexer-se ou de fazer o que gostariam de fazer.

 

Participantes: 25

Tempo: depende de cada pessoa.

Descrição:
1. O coordenador convida umas dez a doze pessoas para formar um círculo apertado, com os braços entrelaçados.

2. A seguir convida um participante, possivelmente uma pessoa contraída, para que fique de pé dentro do círculo.

3. Uma vez bem formado o círculo, a pessoa que está dentro recebe ordens para procurar sair do jeito que puder, por cima, por baixo ou arrebentando a corrente de braços. Os componentes do círculo tentam ao máximo contê-la e não deixá-la romper o cerco.

4. Após uma tentativa de uns quatro a cinco minutos, pode-se prosseguir o exercício, trocando a pessoa que se encontra no meio do círculo.

5. Finalmente, uma vez terminada esta vivência, prosseguem-se os comentários.

6. Esta técnica pode estender-se a uma situação em que a pessoa se sinta constrangida por outro indivíduo, como quando alguém se sente coagido por alguém. Nesse caso o que exerce coação fica de pé, atrás da pessoa que se presume esteja sendo coagida e coloca os braços em volta dela, apertando-lhe fortemente os braços. A pessoa coagida procura então libertar-se.

 

120. Estudo do meio.
Objetivo: Entrar em contato com a realidade, através de seus múltiplos aspectos, de maneira objetiva, ordenada e positiva.

 

Objetivo:
1- Entrar em contato com a realidade, através de seus múltiplos aspectos, de maneira objetiva, ordenada e positiva.

2- Descobrir aspectos particulares do meio, através de presquisa e reflexão.

3- Compreender as causas de muitos fatos da vida individual e social.

4- Sensibilizar para o dever de prestar serviço à comunidade.

5- Incentivar o exercício da cidadania responsável.


Passos

1- Planejamento:

- Como conhecer nossa comunidade?

a) Descobrindo a necessidades, os interesses, os problemas, as aspirações, as possibilidades, os hábitos, os costumes, como as pessoas se relacionam, os recursos que a comunidade oferece, etc...

b) Para descobrir será necessário fazer visitas, observar, entrevistas, dialogar, levantar dados.

Observação:

- Planejar roteiros de visitas, entrevistas, observações, levantamentos.
- Formar grupos
- Fazer cronograma para realização das tarefas.
- Distribuir as tarefas.

2- Execução/VER

- Realização das tarefas pelos grupos.

3- Apresentação

- Grupos apresentam resultados das entrevistas, observações, levantamentos, etc.

4- Análise/Julgar

a) confrontar os dados com a proposta de Jesus Cristo.
b) Verificar o que não está de acordo.

5- Ação

a) Discutir sobre o que precisa ser feito para melhorar o meio.
b) Ver os recursos disponíveis
c) Projetar a ação ou ações necessárias.

6- Celebrar

- Preparar para iniciar a ação.

7- Realizar o projeto

8- Avaliar e celebrar os resultados.

 

121. Painel.
Objetivo: Tornar mais compreensivo o estudo de um tema que tenha deixado dúvidas.

 

- Reunião de várias pessoas que estudaram um assunto e vão expor suas idéias sobre ele, diante de um auditório, de maneira dialogada.

Objetivo:

1- Conhecer melhor um assunto.
2- Tornar mais compreensivo o estudo de um tema que tenha deixado dúvidas.
3- Apropriar-se de um conhecimento, com a ajuda de várias pessoas.

Coordenador:
- Coordenador do grupo com os componentes do painel organizam um roteiro de perguntas que cubra todo o tema em pauta.

- Coordenador abre o painel, apresenta os componentes do painel. Seu papel é lançar perguntas para que os componentes do painel, discutam sobre elas.

- Convida também o grupo (demais participantes do grupo) para participar, lançando perguntas de seus interesses  ao final do tempo previsto, faz uma síntese dos trabalhos e encerra o painel.

Componentes do painel

- Podem ser de 3 a 6. Podem ser membros do grupo que queriam estudar (preparar) o assunto, ou pessoas convidadas. Sua função é discutir as questões propostas, primeiro pelo coordenador e, depois, as que forem propostas pelo grupo.

 Grupo (platéia)

- Membros do grupo. Acompanha a discussão com atenção e preparam questão para lançarem aos componentes do painel, para também serem discutidas.

Passos:
1- Coordenador abre o painel, apresenta componentes, justifica a realização  do mesmo e orienta a participação.

2- O coordenador lança perguntas,  para serem discutidas, até esgotar o roteiro preparado anteriormente. Sempre que necessário, o coordenador poderá lançar outras perguntas fora do roteiro, para melhor esclarecer o assunto.

3- Ao terminar o roteiro, o coordenador pede a cada  componente do painel que resuma suas idéias. Após, o coordenador pode ressaltar aspectos importantes do assunto.

4- Coordenador convida o grupo (platéia) para fazerem perguntas aos compomentes do painel.

5- Quando não tiver mais perguntas, o coordenador agradece os componentes do painel e o grupo e encerra os trabalhos.

Avaliação
1- Que proveitos tiramos dessa dinâmica?

2- Como nos sentimos?

3- O que precisamos melhorar?

 

122. Foto-linguagem.
Objetivo: Estimular a observação, a participação e o debate dos componentes de um grupo.

 

Objetivo:

1- Estimular a observação, a participação e o debate dos componentes de um grupo.

2- Ampliar a visão da realidade

3- Confrontar o projeto social com o projeto de Deus

4- Interpretar fotos

Passos:
1- Selecionar fotos que expressem a realidade (de revistas ou jornais)

2- Preparar um mural com fotos que representem cenas de certas situações da vida.

3- Incentivar o grupo a observar as fotos.

4- Após observações colher as impressões do grupo.

5- Pedir a cada um que justifique as impressões sobre as fotos ou mural de fotos.

6- Confrontar o contido nas fotos com a realidade estimulando um debate sobre a mesma; através de perguntas como:
- Existem cenas semelhantes perto de nós?
- Por que isso está acontecendo?
- O que nós temos a ver com tal realidade?
- Qual é o apoio de Deus presente em cada situação?

7- Destacar atitudes não evangélicas e atitudes evangélicas nas fotos que observamos ou na realidade onde vivemos.

8- Pesquisar textos bíblicos  que direta ou indeiretamente se refira aos fatos.

9- Levantar propostas do que é possível fazer para mudar situações contrárias ao projeto de Deus.

Avaliação

1- Que proveito nos trouxe esta dinâmica (estudo/reflexão)?

2- Qual etapa  (parte) que mais nos agradaram?

3- O que descobrimos?

 

123. Jornal falado.
Objetivo: Desenvolver a expressão oral, o raciocínio, o espírito de cooperação e socialização.

 

Objetivo:

1- Organizar informações sobre um determinado assunto.

2- Desenvolver a expressão oral, o raciocínio, o espírito de cooperação e socialização.

3- Sintetizar idéias  e fatos.

4- Transmitir idéias com pronúncia adequada e correta.

Passos:
1- Formar pequenos grupos.

2- O coordenador apresenta o tema para estudo,  pesquisa.

3- Cada grupo pesquisa e estuda o tema.

4- Cada grupo sintetiza as idéias do tema.

5- Elaboração das notícias  para apresentação, de forma bastante criativa.

6- Apresentação do jornal ao grupão.

Avaliação
1- Quais os momentos que mais nos agradaram?

2- Que ensinamentos podemos tirar para o grupo?

 

124. Sociodrama.
Objetivo: Desenvolver a sensibilidade para problemas vitais.

 

Objetivo:
1- Refletir e comunicar um problema.

2- Desenvolver a sensibilidade para problemas vitais.

3- Conscientizar-se sobre atitudes positivas ou negativas diante de problemas vitais.

Passos
1- Escolher um coordenador para dirigir o trabalho.

2- Escolher com o grupo um fato real, concreto, próximo à vida do grupo. Um fato atraente e que apresente algum conflito. Cada um pode contar um fato. Depois o grupo escolhe o mais atraente.

3- Definir o gênero (na arte dramática há dois gêneros básicos: a tragédia e a comédia)

4- Construir a história. O grupo já tem um fato inspirador. Agora é preciso construir uma história. Dependendo do tema do fato, pode-se fazer pesquisas.

5- Caracterizar os personagens: ao construir a história, é bom já ir definindo os personagens principais. É preciso deixar claro as características de cada personagem na representação (ex.: dominante, astuto, bobo, brincalhão, paternalista, etc). Observação: Não há necessidade de muitos personagens em um sociodrama.

6- Armar o roteiro: É preciso ordenar as cenas das história. Definir bem o que acontece em cada cena e os personagens que vão atuar nela. Cada personagem ensaia o seu papel.

7- Organizar a apresentação: Preparar  o cenário, os disfarces para os personagens, o fundo musical.

8- Realizar o sociodrama, fazendo os espectadores participarem. Dialogar com os espectadores, reconstruindo a história, analisando a história, levantando propostas para mudar o quadro.

Avaliação
1- Como nos sentimos?

2- Que ensinamentos podemos tirar da experiência?

3- Do que mais gostamos?

 

125. A família ideal.
Objetivo: Descobrir as características de uma família ideal.

 

Objetivo: Descobrir as características de uma família ideal.

Destinatários: grupos de jovens que se reúnem  a algum  tempo.

Material: oito corações de papel; em cada um deles estará escrito uma característica da família ideal: comunicação, respeito, cooperação, união, compreensão, fé , amizade, amor.

Desenvolvimento:

1- O animador convida os presentes a formarem, espontaneamente, equipes em número não inferior a cinco pessoas.

Escolhem um nome de família e,  colocando-se a uns cinco metros do animador, ouvem as regras da dinâmica.

A dinâmica consiste em descobrir a equipe que melhor reflete as características de uma  família ideal. Para isso, todos devem enfrentar uma série de provas. Para algumas, são concedidos vários minutos de preparação. Outras, porém, devem ser realizadas de imediato.

A família (equipe) que vence uma prova, recebe um coração. As últimas atividades realizam-se em conjunto (duas equipes se unem).

2 - O animador vai propondo  as equipes as diferentes provas:

a) A família que chegar  primeiro junto a ele, com a lista de todos os seus integrantes, recebe o coração da Comunicação.

b) A família que melhor representar uma cena familiar, recebe o coração do Respeito. Dispõem de quatro minutos para  a preparação desta prova.

c) A família que conseguir formar primeiro uma roda de crianças, recebe  o coração da Cooperação.

d) A família que conseguir primeiro cinco cadernos e cinco lápis ou canetas, recebe o coração da Compreensão.

e) A família que melhor representar, através da mímica, um ensinamento de Jesus, recebe o coração do Amor. As equipes dispõem de quatro minutos para preparar esta prova.

 f) As famílias (nesta prova, trabalha-se em conjunto com outra equipe) que apresentarem a Miss ou o Mistermais barrigudo (usam-se roupas), recebem o coração da União. As equipes dispõem de três minutos para se preparar.

g) As famílias (as mesmas equipes em conjunto) que apresentarem o melhor conjunto vocal, recebem o coração da Amizade. As equipes dispõem de quatro minutos para se preparar.

h) As famílias (as mesmas)  que apresentarem o melhor “slogan” pela igreja, recebem o coração da Fé. Dispõem de quatro minutos para se preparar.

3- Em equipe avalia-se a experiência:
. Para que serviu a dinâmica ?
. Como cada um se sentiu durante o exercício ?
. Como foi a participação de sua equipe ?

4- As respostas são comentadas em plenário e,  a seguir, associa-se esta experiência à vida do grupo.
. De que maneira pode associar a dinâmica à vida do grupo ?
. Que podemos fazer para que haja mais integração ?

 

126. Entrevista Cantada.
Objetivo: Entrar em contato com todo o grupo participante e descobrir o motivo de estarem na catequese.

 

Dinâmica enviada por: Clécia Andrea - Paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Feira de Santana - Bahia

Elaborado pela equipe de dinâmica: Alcione, Clécia, e Silvana. Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – Feira de Santana - BA

Objetivo: Entrar em contato com todo o grupo participante e descobrir o motivo de estarem na catequese.

Material e descrição: Entregar um folheto inteiro pra cada catequista (ou catequizando) comt todas perguntas e respostas, ou então recortar apenas as respostas (e entregar aleatoriamente), alguém pode se vestir de entrevistador e fazer as perguntas, todos devem observar cuidadosamente e aquele que tiver uma resposta que corresponda começa a responder cantando a música que possa se encaixar à pergunta feita, todos vão acompanhando cantando também. É muito divertido!

Observação: A resposta é um refrão de uma música católica, caso você não conheça a música aqui citada como resposta, você pode substituir por uma que você conheça.

Desenvolvimento:

01 -  Você se sente feliz vindo a casa do Senhor?
Fico feliz em vir em Tua casa, erguer minha voz e cantar...

02 -  Por que você veio para este grupo?
Por escutar uma voz que disse que faltava gente pa semear...

03 -  O que você diria para alguém que está meio tímido na caminhada?
Por isso vem, entra na roda com a gente também...

04 -  Para ser uma pessoa melhor, o que você acha que devemos fazer?
Amar como Jesus amou, sonhar como Jesus sonhou, pensar como Jesus pensou, viver como Jesus viveu...

05 -  Se derrepente você vê uma multidão vindo em sua direção, o que pensa?
Quem é este povo, que povo é este? Este é o povo que vai morar no céu...

06 -  Se tudo está escuro o que você diz?
Deixa a luz do céu entrar...

07 -  Que tipo de festa você poderia nos levar para celebrar?
Vamos celebrar com júbilo, a festa do Rei Jesus...

08 -  De que forma a pessoa mais importante do mundo deve ser recebida quando chegar?
Aplaudi, é o Senhor quem chega, aclamai, toquem as trombetas, exultai, Ele...

09 -  Se em algum momento você tropeçar e cair, o que faz?
Segura na mão de Deus, segura na mão de Deus ...

10 - 
Se te faltarem palavras na hora de cantar ao Senhor o que vai acontecer? Então minh’alma canta a Ti Senhor...

11 -  O seu coração já tem dono?
Eis o que venho te dar, eis o que ponho no altar ...

12 -  Onde está a alegria que todos nós precisamos?
A alegria está no coração, de quem já conhece a Jesus ...

13 -  Se você encontrar alguém perdido rua o que diz a essa pessoa?
Vem, eu mostrarei que o meu caminho te leva ao Pai ...

14 -  Quando  você comete algum erro, o que você diz?
Perdão, Senhor, perdão por não ser Santo, perdão Senhor por ter pecado tanto ...

15 -  Quando um amigo diz que não agüenta mais chorar, que esta perdido como você reage?
Ainda se vier, noites traiçoeiras, se a cruz pesada for, Cristo estará contigo ...

16 -  Para finalizar a entrevista, que mensagem você deixa para o grupo?
Amigos para sempre é o que poderemos ser, na primavera ou em qualquer das estações ....

 

127. Castidade.
Objetivo: Dinâmica para explicar a castidade.

 

Dinâmica enviada por: CLEVERSON RANGEL ANTUNES COMUNIDADE CRISTO REI PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE BELÉM---------JOINVILLE SC

Arquivo word para impressão - Para salvar a dinâmica abaixo no formato word basta clicar com o botão direito do mouse e depois clicar em salvar destino como... e clique em salvar.


Dinâmica  para explicar a castidade.
“BEM AVENTURADOS OS PUROS DE CORAÇÃO,PORQUE ELES VERÃO A DEUS”  (MT 5,8 )

MATERIAL:  -UMA BANDEJA GRANDE
                          -UMAS 8 LARANJAS BEM ESCOLHIDAS
                          -COPOS DESCARTÁVEIS
                          -UMA JARRA COM SUCO DE LIMÃO SEM AÇUCAR (bem forte e azedo).

Obs:ESSA DINÂMICA DEVERA SER FEITA SOMENTE PARA CRISMANDOS.

PRIMEIRO PASSO.

ANTES DE COMEÇAR A DINÂMICA  O CATEQUISTA DEVE RESALTAR ALGUNS PONTOS
IMPORTANTISSÍMOS  PARA COMEÇAR A FAZER OS CATEQUIZANDOS  REFLETIR SOBRE O TEMA.

1=NOSSO CORPO: DEVEMOS CONHECER NOSSO CORPO E ENTENDER A FUNÇÃO E SEU SINAL DE INTELIGÊNCIA E INTEGRAÇÃO HUMANA, SEMPRE IGNORANDO A MALICIA,OS TABUS,BRINCADEIRAS DE MAU GOSTO E AS CONSEQUÊNCIAS DESAGRADÁVEIS. DETERMINAR QUE “DEUS CRIOU O HOMEM À SUA IMAGEM E SEMELHANÇA,CRIOU-OS HOMEM E MULHER”(GN 1,27).

2=SEXO: É A CONFIGURAÇÃO FISICA QUE DIFÊRENCIA E DEFINE O HOMEM E A MULHER,É SIMPLESMENTE A FORMA QUE DEUS FEZ  PARA DAR CONTINUIDADE AOS SERES HUMANOS  ESTIPULANDO A DIFERENÇA E A FUNÇÃO DO SEXO MASCULINO E FEMININO.

3=SEXUALIDADE: É A DIMENSÃO TOTALIZANTE E INTEGRADORA QUE ABRANGE TODO O NOSSO SER. RESUMINDO É O CONJUNTO DE SENSAÇÕES E SENTIMENTOS QUE ME IMPULSIONAM NA BUSCA DO OUTRO. É  A MINHA SEXUALIDADE QUE ME MOVE PARA O AMOR . O MEU PRÓPRIO  AMOR A DEUS PASSA PELA ESTRUTURA DA SEXUALIDADE. EU AMO COMO MULHER,COMO HOMEM.A SEXUALIDADE NÃO SE REDUZ SIMPLESMENTE AOS ORGÃOS SEXUAIS.

4=ÓRGÃOS GENITAIS: É O CONJUNTO DE ORGÃOS E GLÂNDULAS(HIPÓFISE,HIPOTÁLAMO,TIREÓIDE,SUPRA RENAL.)QUE TEM A FUNÇÃO DE CAPACITAR HOMENS E MULHERES PARA A PRATICA SEXUAL SAUDÁVEL.
NO HOMEM PODEMOS CITAR ORGÃOS GENITAIS EXTERNOS BOLSA ESCROTAL CONTENDO TESTÍCULOS E O PÊNIS E OS ORGÃOS GENITAIS INTERNOS COMO PRÓSTATA,VESÍCULA SEMINAL,CANAIS DIFERENTES.
   NA MULHER CITAMOS ÓRGÃOS EXTERNOS COMO VAGINA E CANAL VAGINAL E JA NOS INTERNOS TEMOS O ÚTERO,OVÁRIO E TROMPAS.
   PERFEITO NÃO É? SÓ PODERIA SER CRIAÇÃO DE DEUS.

5=GENITALISMO: É O USO E O ABUSO DOS ORGÃOS GENITAIS, É SIMPLESMENTE A SEXUALIDADE REDUZIDA AO SIMPLES PRAZER SEM RELAÇÃO DO AMOR, HOJE O GENITALISMO É QUASE QUE UM DOENÇA UNIVERSAL ENTRE JOVENS E ADULTOS.

6=CASTIDADE: PODEMOS AFIRMAR O SIGNIFICADO DA PALAVRA CASTIDADE COMO A CORRETA VIVENCIA DA  SEXUALIDADE,NÃO QUER DIZER PURITANISMO E NEM FUGA DE ALGUMA COISA, É SIMPLESMENTE ABSTER-SE DE ATOS GENITALISTAS COM MASTURBAÇÃO, RELAÇÃO SEXUAL ANTES DO CASAMENTO, E DISTURBIOS SEXUAIS FEITOS APENAS POR PRAZER EM QUALQUER HORA E COM QUALQUER PESSOA SIMPLESMENTE PELO ATO DO PRAZER.

SEGUNDO PASSO.

EXPLICAR PARA SEUS CATEQUIZANDOS OS MAUS DE PECAR CONTRA A CASTIDADE,FALAR SOBRE GRAVIDEZ PRECOSE SEM PLANEJAMENTO, FALAR SOBRE O MAU QUE PODE TRAZER O INCENTIVO DA CAMISINHA  E O NÃO INCENTIVO DA CASTIDADE, FALAR SOBRE OS VALORES DE UM NAMORO SANTO E CASTO, FALAR  TAMBEM DAS CONSEQUENCIAS DO GENITALISMO E  EXPLICAR PRINCIPALMENTE QUE O PECADO PARECE SER LINDO A VISTA DOS OLHOS MAS SE FORMOS MAIS ADIANTE PODEMOS SE ARREPENDER E ACABAR INGERINDO ALGO MUITO RUIN PARA A NOSSA VIDA E TAMBEM PARA O NOSSO CORPO, EXPLICAR QUE O NOSSO CORPO É O TEMPLO DO ESPIRITO SANTO ONDE JAMAIS PODE  HABITAR ORGIAS E  DESEJOS MALICIOSOS QUE NÃO CONVÉM PARA NENHUM CRISTÃO QUE QUER SER VENCEDOR NA VIDA.

FINALMENTE A DINÂMICA.

-REUNIR TODOS EM VOLTA DE UMA MESA ONDE VC  TENHA ACABADO DE EXPLICAR  O ASSUNTO TUDO BEM DETALHADO.

-DEIXAR DESDE O COMEÇO DO ENCONTRO A BANDEJA COM AS LARANJAS BEM LIMPAS E BONITAS CHAMANDO ATENÇÃO DE TODOS,MAS NÃO FALAR O PORQUÊ DELAS.

-DAR UM COPINHO DESCARTAVÉL PARA CADA UM.

-TER UMA JARRA CHEIA DE SUCO DE LIMÃO SEM NENHUM AÇUCAR, BEM AZEDO E FORTE, DE PREFERENCIA ARRUMAR LIMÕES  BEM MADUROS  PARA FAZER O  COM QUE O  SUCO SE PAREÇA COM O SUCO DE LARANJA.

-ENCHER OS COPINHOS DE CADA UM, MAS NÃO ORDENAR ELES AINDA  PARA TOMAR., ANTES MANDAR ELES CONTEMPLAREM AS LARANJAS, PERGUNTAR SE TODOS ACHARAM AS LARANJAS BONITAS, PERGUNTAR SE ELES GOSTAM DE LARANJA,ENROLAR ELES BASTANTE NO BOM SENTIDO PARA ELES SE VOLTAREM PARA A BELEZA DAS LARANJAS.

-DAI QUANDO TODOS TIVEREM JA APRECIADO E CONTEMPLADO AS LARANJAS MANDAR ELES TOMAREM O SUCO QUE VOCÊ MESMO OS SERVIU.

-A REAÇÃO DELES  NÃO VAI SER BOA PORQUE ALGUNS IRÃO CUSPIR OUTROS TALVEZ ATÉ TOMARAM MAS NÃO GOSTARAM, GERALMENTE TODOS   VÃO ESTAR TÃO FIXADOS NA BELEZA DA LARANJA QUE ACABARÃO TOMANDO O SUCO DE LIMÃO AZEDO ACHANDO QUE SEJA O SUCO DE LARANJA.

MORAL ESPIRITUAL DA DINÂMICA.

EXPLICAR PARA ELES QUE NEM TUDO QUE É BONITO AOS OLHOS E AOS NOSSOS DESEJOS PODE SER BOM PARA NOSSO CORPO E A NOSSA ALMA,,,VIVER UMA VIDA SEM RESPEITAR A CASTIDADE MUITAS VEZES PODE PARECER BONITO E ESTAR NA MODA,MAS PECANDO CONTRA A CASTIDADE PODEREMOS ACABAR INGERINDO EM NOSSAS VIDAS UMA AMARGA  E  TRISTE REALIDADE EM NOSSA VIDA, E EM MUITOS CASOS  OCASIONAM MARCAS COMO CICATRIZES QUE PODEM  FICAR MARCADA EM NOSSA VIDA PARA SEMPRE,PORTANTO VALORIZE ESSE VALIOSO MANDAMENTO QUE É “NÃO PECAR CONTRA A CASTIDADE”, VALE MUITO A PENA VIVER CASTO,POIS VALORIZA MUITO MAIS O CASAMENTO . QUANDO SE TRATA NO  AMOR NÃO AGRIDIMOS  TANTO O NOSSO PERFEITO CORPO QUE DEUS FEZ PARA QUE SEJAMOS TEMPLO DO ESPIRITO SANTO.

E LEMBRE-SE DESSA FRASE PARA SEMPRE REFLETIR:
"Não apresse a correnteza você corre o risco de não ver a paisagem"

DESEJO A TODOS OS CATEQUISTAS QUE EVANGELIZEM MUITO BEM OS NOSSOS JOVENS, PORQUE OS MESMO SERÃO A NOSSA IGREJA DO AMANHÃ.

 

128. Dinâmica de Natal.
Objetivo: Proporcionar condições para reflexão e mudanças de comportamento, buscando a transformação para um mundo mais justo, mais responsável e mais humanizado e humanizante.

 

Autora da dinâmica: Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Piracicaba SP

Material: Cada participante deverá trazer algo que utiliza em seu cotidiano, para simbolicamente oferecer. Caso não seja possível trazer o original, poderá ser usado um desenho ou mesmo a palavra escrita representando o objeto. Serão necessários alguns metros de barbante para se fazer um círculo no chão, tomando a maior parte da sala.
Também será necessário um presépio ou uma imagem do menino Jesus na manjedoura.

Objetivo
Proporcionar condições para reflexão e mudanças de comportamento, buscando a transformação para um mundo mais justo, mais responsável e mais humanizado e humanizante.

Solicitação: Todos os participantes devem sentar em círculo. O animador pedirá para que todos pensem no que cada um pode oferecer individualmente e com o seu grupo ao Menino-Deus. Em seguida, deverá colocar o barbante no chão, formando um círculo, pedindo para que cada participante coloque dentro deste círculo o que irá ofertar. O animador perguntará o porquê desta oferta. Depois que todos responderem, cada um recolhe sua oferta e volta para o círculo inicial. Todos aplaudem.

Fechamento: O animador deve sugerir que seja discutido como todos podem introduzir tais idéias de transformação, oferecendo ao Menino-Deus este grupo renovado, como presente de Natal. Todos de mãos dadas em torno do presépio farão uma oração de entrega, poderão ler Lucas 2, 6-14 e cantarão uma música natalina, Noite Feliz, por exemplo.

Como embasamento teórico, ler o item 159 do Documento de
Aparecida.

 

129. Escolhe pois a vida .
Objetivo: Refletir sobre o valor da vida

 

MATERIAL:
Caixas ou sacos de papel, espelho, foto família, bíblia, blister remédios, celulares, pilhas, saco com lixo dentro [coador de café usado, copo de plástico, papel, etc], sementes,

DESENVOLVIMENTO:

01 – Apresente uma mesa montada com as caixas de mesmo tamanho [pinte-as de azul, para representar o mundo, o planeta], dentro ponha um espelho, uma bíblia, uma foto ou imagem de família, um saco de lixo [com filtro de papel usado, copo de plástico etc], noutra blister de remédios, pilhas, celular, em outra sementes, e pode acrescentar outras coisas a seu critério.

02 – Um por vez deve vir à mesa e escolher uma caixa. Diga para a pessoa a senha “escolhe, pois, a vida”, deve escolher uma caixa abrir e ver o seu conteúdo, fazer um comentário sobre ele para o grupo baseado na senha, ou seja o que o que traz a caixa tem haver com a senha?

03 – Após retorne o objeto para dentro da caixa, e embaralhe todas as caixas e chame uma outra pessoa, que pode vir de forma espontânea ou o ultimo participante escolhe o próximo a dar seqüência a vivencia lúdica.

04 – Quando todos tiverem participado, exponha os conteúdos das caixas e solicite ao grupo que estabeleça dentre eles qual mais responde a senha “escolhe, pois, a vida”, e que justifiquem. Pode estimular um consenso no grupo.

05 – [Pode subdividir o grupo para aprofundarem a vivencia se o grupo for grande, ou produzir toda reflexão em conjunto].

06 – Feedbacks

07 – Insights

08 – Conclusão

FRASE MOTIVACIONAL:

De todas as coisas que se haviam nas caixas uma é a resposta: a própria pessoa refletida no espelho, pois quem escolhe a vida, senão a pessoa e faz acontecer a vida que ela escolheu. Todas as outras coisas são relacionadas com a pessoa e suas escolhas, logos ela é a medida de todas as coisas, inclusive do tipo de vida que escolhe pra si e para a humanidade. Ao pensar no texto lema da CF 2008 que é um texto bíblico a pessoa é chamada a pensar a vida no seu sentido sagrado e existencial, vida divina e humana; ela, a pessoa, é o grande segredo e a resposta à vida. E por fim, tudo isso esta na caixa azul, que simboliza o nosso planeta, logo, “escolhe, pois,a vida” porque ela, os outros e o planeta todos a terão.

Autor: Marlon Lelis de Oliveira
e-mail: psicologomarlonlelis@yahoo.com.br
ou campanhadafraternidade@hotmail.com

 

130. Cheios do Espírito Santo.
Objetivo: Perceber a presença do Espírito Santo em nossa vida.

 

Participantes: indefinido.
Tempo Estimado: 15 minutos.
Material: bexigas para todos os participantes.

Palavra de Deus: 1 Cor 3,16 "Não sabeis que sois templo do Espírito e que o Espirito de Deus habita em vós?"

Preparação:Antes de entregar as bexigas aos participantes e com as bexigas ainda vazias pegue uma agulha faça um pequeno furo em algumas bexigas sem que ninguem veja, pode até fazer dois ou três furos em algumas bexigas. Desde modo quando eles forem encher acontecerá o seguinte:



- As bexigas sem furo, irão encher normalmente

- As bexigas com um furo apenas irao encher, mas irao esvaziar-se

- As bexigas com mais de um furo, podem ate nao encher pq a pessoa nao tera força para encher, ou entao enche, mas se esvazia muito mais rapido que as outras.

Desenvolvimento: Entregar as bexigas e pedir que cada um encha as bexigas e esperar a todos os outros terminarem de encher. Qdo todos encherem pedir para que eles soltem as bexigas, desde modo as bexigas irão realizar uma trajetória, podendo ir longe, ou entao ir alto e depois cair perto de quem a lançou, isso nao importa.

Conclusão: Aqueles que estao cheios do Espírito Santo, vão mais longe, evangelizam os outros. Os que estão vazios não espalham a palavra de Deus, pq qdo ouvem a Palavra rapidamente se esvaziam e porque se esvaziam? Porque suas vidas estão cheias de "buracos" que impedem que Deus entre em sua vida e ali permaneça, o prazer imediato oferecido pelo mundo, o pecado etc.

Não podemos ser como as bexigas furadas, precisamos fechar esses buracos para que possamos deixar Deus habitar em nós.


Autor: Anderson Roberto
Responsável do site www.catequisar.com.br

 

131. Fala sério / Com certeza.
Objetivo: Perguntas referentes a temas como Corpus Christi, Santissima Trindade e outros.

 

DESENVOLVIMENTO: Cada pergunta é uma afirmação se estiver correta a resposta e Com certeza; se estiver errada a resposta deve ser fala sério.

Fazer as perguntas abaixo e as crianças, jovens ou adultos precisam responder Fala sério ou com certeza. A cada pergunta o catequista deve aproveitar para dar a explicação a respeito do assunto. Dica: Dar alguma retribuição para o catequizando que acertar (1 bala ou pirulito, Bis etc).

Fala sério = errado
com certeza = correto


Perguntas e respostas:

1 - Corpus Christi comemora-se no primeiro domingo após Pentecostes. – Fala sério, primeira quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade

2 – A Santíssima Trindade que comemoramos agora no próximo domingo é composta de três pessoas. – Com certeza, Pai, Filho e Espírito Santo

3 – Na multiplicação dos pães, João encontrou o menino ou rapaz que tinha 5 pães e 2 peixes (Jo 6, 8-10). – Fala sério, André

4 – Na segunda multiplicação dos pães o que sobrou tratou de mais 1000 pessoas (MT 15, 38). – Fala sério, 4000 pessoas

5 – Na primeira multiplicação dos pães, o que sobrou tratou de mais de 5000 pessoas (MT 14, 20-21). – Com certeza

6 – Quando comungamos passamos a ser sacrário vivo. – Com certeza, carregamos Cristo vivo em nosso coração

7 – A Eucaristia foi instituída, isto é, celebrada pela primeira vez, na Sexta-feira Santa. – Fala sério, Quinta-feira Santa, dia da Santa Ceia

8 – A palavra Eucaristia significa “sacrifício”. – Com certeza, significa “sacrifício de ação de graças”, do grego “Eukharistía”

9 – Cada vez que a comunidade realiza o gesto do pão e do vinho, ela faz Jesus presente, vivo e verdadeiro entre nós. – Com certeza

10 – A Igreja dedica 2 grandes festas ao sacramento da Eucaristia: Quinta-feira Santa e Corpus Christi. – Com certeza

11 – Participar da confecção dos tapetes é uma forma de mostrarmos que somos uma comunidade composta de irmãos que possuem dons iguais. – Fala sério, dons distintos, diferentes

12 – A festa de Corpus Christi tem 2 grandes momentos: a celebração da Santa Missa e a entrega das ofertas. – Fala Sério, o segundo momento é a Procissão sobre os tapetes

13 – Na festa do Corpo de Cristo, como filhos da Igreja, levamos Maria, presente na figura do pão, pelas ruas da nossa cidade. – Fala sério, levamos o próprio Cristo

14 – Para comungar devemos evitar comidas, bebidas, remédios e água até 1 hora antes da Comunhão. – Fala sério, remédios e água não têm necessidade de jejum

15 – Através do mandamento da Eucaristia, renovamos a vida, morte e ressurreição de JESUS, onde ele se oferece como alimento para nós, na Santa Missa. – Fala sério, sacramento da Eucaristia

16 – Nos gesto memorial (porque recorda a vida de Jesus) do pão e do vinho, somos convidados a amar até as últimas conseqüências, como JESUS nos amou, aceitando perder tudo e se entregando totalmente por causa do Amor. – Com certeza



Autora: Simone
Paróquia da Catedral Metropolitana Basílica Menor Nossa Senhora da Glória, de Maringá, no Paraná.

 

132. Teste dos 3 minutos.
Objetivo: Despertar a importância de estar atento para as belezas de Deus e o chamado Dele em nossa vida.

 

Objetivo: Despertar a importância de estar atento para as belezas de Deus e o chamado Dele em nossa vida.

Material: Uma folha impressa com as questões abaixo.

Descrição:  Organizar a turma como para uma prova individual. Cada um recebe a folha e deve respondê-la com atenção em apenas 3 minutos. O principal objetivo é observar como por causa do pouco tempo, muitos deixarão de realizar a primeira questão... que, no caso é essencial. A grande maioria fará as outras questões... no qual se torna até engraçado, porém é importante ressaltar a importância de ler e prestar atenção no chamado de Deus... que muitas vezes damos pouca ou quase nenhuma importância.

TESTE DOS TRÊS MINUTOS

01.   Leia todas as questões antes de fazer qualquer coisa.

02.   Coloque o seu nome completo no canto esquerdo da folha.

03.   Escreva no verso desta folha o nome da Mãe de Jesus.

04.   Faça um círculo em volta da palavra Mãe.

05.   No verso desta folha escreva o nome de nosso atual Papa.

06.   Escreva também as três pessoas da Santíssima Trindade.

07.   Escreva ainda o 1º Mandamento da Lei de Deus.

08.   Desenhe um quadrado no canto superior direito do papel.

09.   Coloque uma cruz dentro do quadrado.

10.   Agora, faça em você o Sinal da Cruz.

11.   Vamos ver se está atento: no verso desta folha,  multiplique 12 x 12.

12.   Se você chegou neste ponto do teste, dê um tapinha “de leve” nas costas de seu colega.

13.   Coloque então, as suas duas mãos sobre seus olhos e peça a Deus mentalmente que você sempre Veja as belezas da Criação de Deus em sua vida.

14.   Levante e escolha um de seus colegas e diga-lhe no ouvido – que Jesus te ama.

15.   Se você acha que conseguiu fazer tudo certinho até aqui, levante o braço direito, conte mentalmente até cinco, abaixe o braço e prossiga.

16.   Com sua caneta, dê três batidas fortes na sua carteira.

17.   Escreva no verso desta, o nome de um Santo “preferido” em sua vida.

18.   Se conseguiu chegar a tempo até aqui, faça sinal de positivo para a sua catequista.

19.   Responda: O que recebemos no Crisma?

20.   Parabéns, se você chegou até aqui, apenas na leitura, sem resolver nenhuma questão. Este é o real objetivo.

Conclusão final: Explicação do catequista


Enviada por: Elaine Cristina Krause Hein
Capela São José do Bairro de Serra Alta -- Paróquia Puríssimo Coração de Maria - São Bento do Sul - SC.

 

133. Escutem a voz do irmão.
Objetivo: Mostrar aos catequizandos que é preciso seguir o caminho de Deus, sem nos desviarmos por influências de outras coisas ou pessoas.

 

Objetivo: Mostrar aos catequizandos que é preciso seguir o caminho de Deus, sem nos desviarmos por influências de outras coisas ou pessoas.

Desenvolvimento: Dividam o grupo em duplas. Peçam aos catequisandos o máximo de silencio possivel.
Fende um dos catequizandos, e peça ao outro para guia-lo.
No decorrer do caminho, coloque obstáculos e recorçe a ideia de que ele deverá guiar-se pela voz do outro catequizandoda dupla, somente pela voz do catequizando.
Inicie a dinamica, o catequizando ira guiar o outro corretamente. Porém, o catequista deverá falar também, mas dando a direção errada, afim de que o catequizando encoste no obstáculo.
CUIDADO: para que o catequizando não caia ou machuque.
O catequista deverá prestar atenção se o catequizando vai se guiar pela sua voz ou pela voz do colega(que é o correto).
Ao fim da dinâmica, reflita com os catequizandos sobre a mesma.
A dinâmica é igual a nossa vida, sabemos que temos que seguir a Cristo, aos seus mandamentos, ouvindo os nossos familiares, as pessoas mais proximas. Porém, em alguns momentos esquecemos dos nossos familiares, e preferimos dar ouvido a outras pessoas, que na verdade, so querem que nos caiamos, que nos machucamos, que nos desviamos do caminho do Senhor, na dinâmica é o que o catequista deve fazer.
O catequizando deveria deixar guiar-se somente pela voz do outro companheiro, e não pela voz do catequista.
Conclusão: Ensinar ao catequisando que é preciso ouvir mais ao Senhor, e as pessoas que nos rodeiam e nos querem bem.

Enviada por: Jhone Cezário
Comunidade São Mateus - Volta Redonda - Rio de Janeiro

Medo de Desafios

Material: caixa, chocolate e aparelho de som (rádio ou CD).
Procedimento:
Encha a caixa com jornal para que não se perceba o que tem dentro. Coloque no fundo o chocolate e um bilhete: COMA O CHOCOLATE! Pede-se a turma que faça um círculo. O coordenador segura a caixa e explica o seguinte pra turma: _Estão vendo esta caixa? Dentro dela existe uma ordem a ser cumprida, vamos brincar de batata quente com ela, e aquele que ficar com a caixa terá que cumprir a tarefa sem reclamar. Independente do que seja... ninguém vai poder ajudar, o desafio deve ser cumprido apenas por quem ficar com a caixa (é importante assustar a turma para que eles sintam medo da caixa, dizendo que pode ser uma tarefa extremamente difícil ou vergonhosa).
Começa a brincadeira, com a música ligada, devem ir passando a caixa de um para o outro. Quando a música for interrompida (o coordenador deve estar de costas para o grupo para não ver com quem está a caixa) aquele que ficou com a caixa terá que cumprir a tarefa...é importante que o coordenador faça comentários do tipo: Você está preparado? Se não tiver coragem... Depois de muito suspense quando finalmente o jovem abre a caixa encontra a gostosa surpresa. (O jovem não pode repartir o presente com ninguém).
Objetivos:
O objetivo desta brincadeira é mostrar como somos covardes diante de situações que possam representar perigo ou vergonha. Devemos aprender que em Deus podemos superar todos os desafios que são colocados a nossa frente, por mais que pareça tudo tão desesperador, o final pode ser uma feliz notícia.

 

 

 

 

 

 

 

Dinâmica para nucleação, trabalho em grupo

Dinâmica: - Construção da casa


Objetivo: Mostrar ao grupo o que é nucleação e quais seus passos.
Destinatários : grupos de jovens iniciantes
Material : canudos plásticos, durex, papel e caneta.
Divide-se o grupo em várias equipes, e escolhe-se um secretário para cada
equipe. Entrega-se para cada equipe um pacote de canudinhos e ao secretário
uma folha de papel e caneta. Pede-se que a equipe construa uma casa, e o
secretário deverá escrever tudo o que for dito, todo o planejamento que a
equipe fizer ou falar, e não deve dar palpite na construção da casa.
Desenvolvimento:
1- O animador divide o grupo em equipes com igual número de pessoas, entrega
o material e pede que construam uma casa. Define um tempo de 15 minutos.
2- O animador chama uma pessoa de cada equipe, entrega uma folha de papel e
caneta e lhes pede para escrever tudo o que for dito pelos participantes da
equipe durante a construção da casa.
3- Em plenário as casas serão expostas para que todos possam ver as casas
construídas.
4- O secretário de cada equipe vai ler para o grupo o que sua equipe
discutiu enquanto construía a casa.
Avaliação:
. Para que serviu esta dinâmica ?
. Em que fase da construção nosso grupo está ?

 

RECREAÇÃO

Dinâmicas de Grupo 

  Envie sua dinâmica e enriqueça nossa página ! Quero enviar minha idéia

58. Dinâmica: " Construindo uma fogueira"

Objetivo: mostrar a importância do trabalho em equipe
Material: palitos de sorvete ou de dente
Procedimento: separar os participantes em grupos menores de pelo menos 5 componentes. Dar a cada grupo um punhado de palitos e pedir que façam uma fogueira. Cada equipe poderá pegar palitos dos outros grupos, mas deverá proteger os seus. O líder da brincadeira deverá observar e depois ressaltar quem fez o quê em cada grupo e ressaltar os que tentaram fazer tudo sozinhos, os que ficaram só olhando, os que foram tentar pegar palitos dos outros grupos por iniciativa própria e os que souberam liderar e delegar tarefas igualmente. A mesagem é que todas estas atitudes fazem parte da rotina do trabalho em equipe (feliz ou infelizmente) e cada um deverá analisar-se e pensar no que pode estar melhorando.
Contribuição enviada pela usuária: Valéria Bianconi- Campinas -SP

59. Dinâmica: " Toca do coelho"

Objetivo: quebrar o gelo fazendo com que o grupo participe da atividade e principalmente que haja integração entre o mesmo.
Material:
Procedimento: formar vários grupos de três pessoas, sendo que dois participantes vão dar as mãos simulando uma toca e o outro participante é o coelho que ficará dentro da toca, num determinado momento o professor ou instrutor da um sinal e todos os coelhos devem trocar de toca, e depois todas as tocas trocam de lugar. Após e num determinado momento o professor ou instrutor fala em voz alta ventânia e todos se dispersam como se estivesse ventando.
Após alguns segundos formam novamente grupos de três.

OBS: pode ser aplicado com pequenos e grandes grupos, e o tempo é livre teminando quando todos trocarem de lugar várias vezes.
Contribuição enviada pela usuária: Valéria Bianconi- Campinas -SP

60. Dinâmica: "do abraço"

Objetivo: sugiro uma diâmica que criei, tendo em vista o estreitamento dos laços
Material: cestinha, papel, caneta
Procedimento: Escrever os nomes de todos os participantes que já se conheçam mas que ainda não possuem laços definidos, como grupo de jovens de evangelização, colocar todos os envelopes em uma cestinha e pedir que todos tirem um papel, quando todos tiverem tirado o papelzinho, solicitar que o primeiro que tirou leia o nome em voz alta da pessoa e uma característica do colega, este que foi chamado levanta-se e dá um abraço no colega, e lê o seu papel e assim por diante.
Contribuição enviada pela usuária: Patricia ALine Von Schusterschitz Smith - Macapá AP

61. Dinâmica: " União de uma Equipe"

Objetivo: Essa dinâmica trata de como a união em grupo é importante e como um grande contato físico entre os participantes faz com que haja um grande interação entre os mesmos!
Material: Local amplo
Procedimento: O coordenador orienta a todos a se pegarem pelos braços bem apertados fazendo uma roda, ele sai da roda e tenta entrar, sendo impedido pela união dos braços, mostra que a união impede idéias contrárias. Em seguida pede que dois do grupo o se unam a ele aos braços, ele deixa cair-se pedindo que seus companheiros o segurem, mostrando como um amigo do grupo pode sustentar o outro impendindo que caia!

Contribuição enviada pelo usuário: Leonardo Nathan - Araguari MG

62. Dinâmica: " do objeto pessoal"

Objetivo: Comprometimento
Material: Objeto pessoal,
Procedimento: Solicitar ao grupo que traga de sua residência qualquer objeto de muito apego(valor emocional).
Fazer um sorteio(como se fosse amigo secreto) e trocar os objetos.
O coordenador estabelecerá um período (1 semana) para que um guarde o objeto do outro com muito carinho e troque bilhetinhos a fim de descobrir segredos sobre o colega e o objeto. Na data marcada, estes destrocarão seus pertences contando um pouco do que descobriram do outro e do objeto deste, além do cuidado especial que tiveram com o objeto.
Resultados: certa vez uma colaboradora trouxe um pacote de doce e entregou para a colega, a outra comeu tudo e no dia não tinha nada para falar nem para devolver para a amiga.
Sugestão: pode ser feito com plantas

Contribuição enviada pelo usuário: Ruth Alves - SP

63. Dinâmica: " da calha"

Objetivo: Percepção + trabalho em equipe+disciplina
Material: Cortar tiras de cartolina (larga+/- 15cm e 50cm de cumprimento), bolinha pequena e balde
Procedimento: Levar a bolinha até o balde numa tira de cartolina
Dividir a equipe em dois grupos.
Marcar um ponto de partida e o tempo (30 seg) para conduzirem a bolinha da partida até o balde (analisar a distância de acordo com o número de participantes) com algumas observações:
-Os participantes não poderão deixar a bolinha voltar na cartolina, sempre que isso ocorrer a bolinha volta ao início (largada).
-Deverão conduzir a bolinha dentro das tiras de cartolina em formato de calha.
O grupo deverá ter a percepção que ficando um ao lado do outro a bolinha chegará ao balde.
Assim que a equipe chegar a essa percepção, dificultar afastando o balde para mais distante, para que estes percebam a necessidade de sair do lugar e ir para o final colocando a calha ao lado do amigo e assim sucessivamente até que a bolinha chegue ao balde.

Contribuição enviada pelo usuário: Ruth Alves - SP

64. Dinâmica: " da confiança"

Objetivo: confiança que temos que ter no amigo do trabalho, espirito de equipe e valorização de pessoas.
Material: Espaço físico
Procedimento: Pedir para o grupo de posicionarem um de costas para o outro, mas devem encostar mesmo, ombro a ombro. Em seguida pedir para que cada dupla se abaixe até o chão sem colocar as mãos no chão. Alguns vão cair, outros vão conseguir, esta dinãmica é muito engraçada e é recomendada a aplicação para um dia em que se espera um maravilhoso faturamento. Fechar falando da confiança que temos que ter no amigo do trabalho, espirito de equipe e valorização de pessoas.

Contribuição enviada pelo usuário: Rodson Alves de Souza - Muriaé - MG

65. Dinâmica: "não estamos sozinhos"

Objetivo: Melhorar a confiança nos outros.
Material: Ambientes diferentes e vendas para todos os participantes.
Procedimento:É necessário ajuda para essa dinâmica.
Vendar os olhos de cada partipante, e conduzí-los até seus lugares sem dizer nada. Se possível descalços. Colocar em seu lugar e tirar as vendas dos olhos.
Cada pessoa entra sendo conduzida, sem ver que outros estão vedando. Se possível, colocar obstáculos, algo que pisem sintam a diferença do chão.
Depois que todos estiverem em seus lugares o bate-papo é confiança, não estamos sozinhos, sempre tem alguém a nos ajudar a executar tarefas, basta confiar.

Contribuição enviada pela usuária: Valquiria D'andrea - fotógrafa - Máúa - SP

66. Dinâmica: " de conhecimento e entrosamento de grupo"

Objetivo: Conhecimento e entrosamento do grupo.
Material: com balões conforme o número de participantes.
Procedimento:
COLOCAR O GRUPO EM CíRCULO; DISTRIBUIR UM BALÃO PARA CADA UM; CADA PARTICIPANTE, INCLUSIVE O COORDENADOR FALARÁ ALGO BOM QUE LHE ACONTECEU NA VIDA, EX: MEU CASAMENTO....MEU NAMORADO....O NASCIMENTO DO MEU FILHO....O NASCIMENTO DA MINHA NETA....MINHA PROMOÇÃO NA EMPRESA....COMPRAR MINHA CASA PRÓPRIA....MEU PRIMEIRO CARRO....MINHA FORMATURA....ETC ETC...CADA VEZ QUE A PESSOA CONTA UMA COISA BOA VAI ASSOPRANDO O SEU BALÃO, O CIRCULO VAI SE REPETINDO E CONTANDO COISAS BOAS ATÉ QUE O BALÃO ENCHA (SE ESTOURAR PASSE OUTRO BALÃO P/ O PARTICIPANTE). DEPOIS DE ENCHEREM TODOS OS BALÕES....UNS MAIS OU MENOS CHEIOS CONFORME A PESSOA COMPARTILHAR COISAS BOAS QUE LHE ACONTECEU....ENTÃO TODOS DÃO UM NÓ NO BALÃO E JOGAM PARA CIMA....APÓS ALGUNS MINUTOS BATENDO TODOS EXPLODIRÃO OS BALÕES....SIMBOLIZANDO O COMPARTILHAR DE COISAS BOAS DE UNS PARA OS OUTROS NO GRUPO, NO AMBIENTE DE SALA DE AULA.....AO FUNDO UMA MÚSICA SUAVE OU BEM CONHECIDA PARA TODOS CANTAREM JUNTOS. ESSA DINÂMICA TENHO USADO NOS CURSOS DE TÉCNICO DE ENFERMAGEM NO PRIMEIRO DIA DE AULA OU ENCERRAMENTO DE ESTÁGIO NOS HOSPITAIS E TEM SIDO MUITO GRATIFICANTE O RESULTADO.

Contribuição enviada pela usuária: Cleudinéia Mello - Campo Grande - MS - Enfermeira

67. Dinâmica: "do desapego"

Objetivo: interação do grupo
Material: caixa de bombom, lápis e papel
Procedimento: Selecione números conforme os números de participantes, nesses números você escolherá o número que será sorteado (o critério será conforme o seu objetivo).
Sorteie um embrulho de presente e nele um dizer: _"passe esse presente a uma pessoa a quem você ainda não teve a oportunidade de lhe dizer o quanto ele é importante para as outras pessoas". O que receber o presente fará a mesma coisa, passará a outro e dizer o porquê. A última frase será o numero sorteado é o nº. tal.

Contribuição enviada pela usuária: Maria Lira - Rio Brano Acre - AC - professora

68. Dinâmica: "das frases"

Objetivo:
Material: Caneta e Papel
Procedimento: Formular frases sobre o tema a ser discutido, em torno de 10 frases afirmativas; certas ou erradas. Distribuir as folhas e solicitar que as pessoas procurem perguntar as colegas se sim ou se não concordam com a afirmativa; somente uma pergunta para cada participante. Cada pessoa vai ser procurada por dez pessoas para responder. Explique que deverá escrever S para sim N para não e o nome da pessoa que respndeu frente da resposta dada para identificar quem respondeu.
Diga que quem acabar primeiro grita BINGO!
Presenteie com uma caixa de bombom o vencedor e o convide para ficar na frente e ler as frases; as respostas e sua explicação.
Quem respondeu também vai explicar a sua resposta ao público. O tema será largamnte discutido por todos e o coordenador fará a complementação se for necessário. Espero que gostem!

Contribuição enviada pela usuária: Margot Ribeiro - Bauru SP - assistente social

69. Dinâmica: "do chega mais"

Objetivo: O objetivo dessa dinâmica é a aproximação com as pessoas, conquistar confiança e principalmente o respeito.
Material: Espaço físico amplo, cd, aparelho de som.
Procedimento: Os participantes deverão andar soltos pela sala ou espaço, ouvindo uma música. Haverá uma pessoa comandando, e quando a música pára, pede para o participante procurar um parceiro que esteja usando uma peça de roupa com a cor parecida com a sua, ou usando algum acessório parecido com o seu. Pede para os pares se cumprimentarem com o aperto de mão. Depois, volta a música, andam, pára a musica e sugira outra coisa: quem nasceu em mês par procure um parceiro que nasceu em mês par, impar com impar, assim vai. As mãos deverão estar para trás. Batem bumbum com bumbum. Fazer esta atividade sempre uma parte diferente do corpo sem repetir, e sem repetir parceiros. Quando chegar na última rodada, cumprimentar pelo nariz.

Contribuição enviada pelo usuário: Anderson Pedro - Professor - Ourinhos - SP

70. Dinâmica: "da Bola(balão, bexiga)"

Objetivo: Testaremos a atitude de cada participante e sua coragem e se é uma pessoa que corre atrás de seus objetivos.
Material: Bola de festa e Barbante.
Procedimento:
-Como funciona: todos participantes devem estar com uma bola de festa(balão, bexiga) amarrado em suas pernas, com um barbante.
-Objetivo: os participantes tem que proteger a bola para que não estourem. Informar antes de começar a brincadeira.

Contribuição enviada pela usuária: Heloisa Santos - Professora - recife -PE -

71. Dinâmica: " da bexiga(balão) da vitória"

Objetivo: Desenvolver o espírito de equipe e liderança
Material: bexiga, barbante
Procedimento: Ao fim de alguma apresentação, entrego uma bexiga para cada uma das pessoas em sala, com um barbante preso em seus punhos. Todas as bexigas(balões) estarão escrito VITÓRIA. Falarei a eles: - Cada um de vocês está segurando uma vitória em mãos, no entanto temos apenas um prêmio. Logo vocês têm uma tarefa, devem cuidar da vitória que têm em mãos e estourar a vitória de seus oponentes, a última bexiga que resistir será a única vitoriosa. Só há um detalhe, a vitória que vocês têm em mão não é de vocês, em cada uma das bexigas está o nome de um companheiro de classe de vocês e o premiado será ele e não vc. Vc apenas o representará, veremos quem seria o melhor procurador...comecem no apito e não se preocupem, o grupo ficará responsável pela limpeza da sala.
Eles estourarão e antes que estourem a última, nos apitamos denovo. Sobrará apenas uma, então pediremos que a pessoa estoure sua bexiga e lá estará seu próprio nome, porque:
O BOM PROCURADOR É AQUELE QUE CUIDA DA VITÓRIA DOS OUTROS COMO SE FOSSE SUA
PRÓPRIA VITÓRIA!!!!! PARABÉEEEEENS!!!
Contribuição enviada pela usuária: Renata Daré - secretária -Osasco/SP - E-mail: renata_dare@hotmail.com

72. Dinâmica: "Feitiço contra o feiticeiro"

Objetivo: Moral: Não deseje para os outros o que você não gostaria que fizessem com você.
Material: Folhas chamex cortadas ao meio, caneta ou lápis.
Procedimento: Faz-se um círculo e entrega-se meia folha para cada um e cada qual com sua caneta e pede-se a eles que escrevam algo que gostariam que o colega fizesse (mico mesmo), lembrando que eles devem escrever para eles, nenhum colega poderá ver. Após isto, recolhe-se os papeis e revela-se o que eles escreveram. O que eles escreveram sreá o que eles próprios irão fazer no centro da roda.
Contribuição enviada pela usuária: Cláudia - Varre-Sai/RJ - E-mail: caca_claudinha@yahoo.com.br

73. Dinâmica: "falando dos outros pelas costas"

Objetivo: mostrar as pessoas que é muito mais fácil (e errado) falar as coisas pelas costas, do que admitir sua concepção.
Material: pedaços de papel, caneta e fita adesiva.
Procedimento: o orientador cola um pedaço de papel nas costas de cada participante, então, pede para que eles saiam andando pela sala e escrevam uma palavra nas costas de seus colegas, para assim, definir cada um.
Ao termino, o orientado diz 'viu como vocês ficam falando dos outros pelas costas?', somente para a maior descontração. Então pede-se para que cada um retire o papel de suas costas, leia suas qualidades ou defeitos escritos (ver como as pessoas lhe enxergam) e guarde consigo para lembrar de continuar com as características boa e tente melhorar as ruins.
Contribuição enviada pela usuária: Nayara Marcondes Viana - Curitiba - PR E-mail: nayara_0510@hotmail.com

74. Dinâmica: "Eu te Amo"

Objetivo: interagir o grupo e explorar determinada temática. (corpo, cores, formas...)
Material: cadeira
Procedimento: em círculo pedi para que uma pessoa fique no meio do círculo e retire a cadeira. No círculo escolha um membro e diga: _Eu te amo! O outro pergunta _ Porque você me ama? ele responde: _porque você está de blusa, por exemplo. E todos que estiverem de blusa tem que mudar de lugar. Sempre uma pessoa ficará de pé, e assim sucessivamente.
Contribuição enviada pela usuária: FRANCISCA ANTÔNIA DOS SANTOS NERI - Professora - Palmas - TO - E-mail: franciscaneri@yahoo.com.br

75. Dinâmica: "Caderno dos sentimentos"

Objetivo: auxiliar o aluno no relacionamento com o outro e principalmente a controlar e evadir seus sentimentos.
Material: Caderno e lápis
Procedimento: é um caderno onde os alunos fazem uma espécie de álbum, com a diferença que eles vão anotar o que gostam e o que não gostam de fazer ou viver.
Contribuição enviada pela usuária: FRANCISCA ANTÔNIA DOS SANTOS NERI - Professora - Palmas - TO - E-mail: franciscaneri@yahoo.com.br

76. Dinâmica: "Pintura Moderna"

Objetivo: explorar a criatividade e oralidade do indivíduo.
Material: Folha de papel e 3 tintas primárias
Procedimento: pegue uma folha e pingue três gotas de tintas nas cores primárias, após colocar a tinta dobrar a folha ao meio e espalhar a tinta com a folha dobrada. Em seguida abri-la e tentar dá uma forma ao desenho;
Contribuição enviada pela usuária: FRANCISCA ANTÔNIA DOS SANTOS NERI - Professora - Palmas - TO - E-mail: franciscaneri@yahoo.com.br

77. Dinâmica: " do Corpo Humano (aulas de ciências)"

Objetivo: interação e trabalho em grupo
Material: folha sulfite, lápis de cor, fita crepe
Procedimento: Para essa atividade a classe deverá se agrupar em seis equipes. Cada equipe receberá de seu professor uma folha sulfite e lápis de cor . As equipes deverão desenhar em apenas 10 minutos uma das partes do corpo humano indicadas a seguir : 1º grupo: cabeça e pescoço; 2º grupo : tronco; 3º grupo: braço direito; 4º grupo: braço esquerdo; 5º grupo: perna direita; 6º grupo: perna esquerda. Finalizada a tarefa, um representante de cada grupo deverá se levantar e colar com fita crepe num painel as partes desenhadas compondo o corpo humano num todo. Em debate coletivo argumentem sobre o resultado do trabalho que as equipes elaboram individualmente. Pensem em estratégias que facilitem o trabalho coletivo. Se a classe for numerosa faça mais equipes. É muito divertido

Contribuição enviada pela usuária: Fabiana Santos - Professora - Itapetininga - SP
E-mail: fabiana_santtos@ibest.com.br

78. Dinâmica: "da caixa invisível"

Objetivo: Interação
Material: sala(espaço)
Procedimento:
DESENVOLVE O TRABALHO EM GRUPO E O COMPARTILHAMENTO DE IDEIAS COMUNS.
DIVIDE-SE O GRUPO EM DOIS E UMA PESSOA (NEUTRA) FICA ABAIXADA SIMULANDO ESTAR NO INTERIOR DE UMA CAIXA. ELA NÃO PODE SE MEXER. O ORIENTADOR FAZ MÍMICAS EM TORNO DA PESSOA ABAIXADA PARA OS GRUPOS IMAGINAREM UMA CAIXA INVISÍVEL EM TORNO DELA. OS GRUPOS DEVEM TENTAR LIBERTAR A PESSOA DA CAIXA SEM LEVANTÁ-LA. O QUE ELES DEVEM FAZER, É TER A IDÉIA DE TIRAR A CAIXA POR CIMA, MAS NÃO DEVEM SABER DISSO ATÉ QUE PENSEM NESSA POSSIBILIDADE. O IDEAL É QUE OS GRUPOS CRIEM UM VERDADEIRO MERCADO DE PEIXE AO TENTAR IMAGINAR UMA SAíDA
É SIMPLES, MAS SE OS GRUPOS FOREM COESOS, TODOS DESCOBRIRÃO COM FACILIDADE.

Contribuição enviada pelo usuário: UBIRAJÃ GONÇALVES - psicopedagogo - SP
E-mail: ubirajag@itelefonica.com.br

79. Dinâmica: " técnica do jornal"

Objetivo:
Material: Folhas de jornal.
Duração: 5 a 10 minutos.
Participantes: 15 a 29 pesoas.
Formação: Circulo.
Procedimento:
Cada pessoa recebe uma folha de jornal, abre e coloca no chão a sua frente.
O facilitador fala: DENTRO "todos pisam no jornal", depois fala: FORA "todos pisam fora do jornal", depois fala: TROCA DE LUGAR "a pessoa pisa no jornal do colega ao lado".
Após algum tempo um dos jornais é retirado e quem sobrar fica junto com um colega sobre o jornal dele. E assim sucessivamente vão se tirando os jornais até que não caiba mais todo mundo no mesmo jornal.

Contribuição enviada pela usuária: Mirella Brito - educadora física - fortaleza - CE
E-mail: millica10@hotmail.com

80. Dinâmica: " Ali ba ba e os quarenta ladrões"

Objetivo: concentração e memorização.
Formação: Circulo.
Participantes: indeterminado.
Duração: indeterminada.
Procedimento:
O primeiro inicia fazendo um movimento qualquer e cantando a música. O segundo repete o que primeiro fez acrescentando mais um movimento. O terceiro mais um movimento e assim sucessivamente.. Vai saindo da brincadeira ou paga uma prenda quem errar a combinação dos movimentos.

Contribuição enviada pela usuária: Mirella Brito - educadora física - fortaleza - CE
E-mail: millica10@hotmail.com

81. Dinâmica: "Teia de Aranha"

Objetivo: Mostrar que em um trabalho em grupo, todos devem permanecer unidos.
Material: Um rolo de barbante
Procedimento: Peça que a turma que fique em círculos. Segure a ponta do barbante e jogue o rolo para outra pessoa que esteja no lado oposto ao seu. Esta pessoa deve segurar uma parte do barbante de modo que não fique frouxo, e jogar para outro colega distante, e assim sucessivamente, até o último participante. Depois peça que um ou dois deles solte(m) o barbante. A teia se desmancha, ou fica frouxa. Então explique que em um trabalho em grupo acontece a mesma coisa. Se um do grupo abandona o trabalho ou o faz de maneira desinteressada, isso implicará na realização de todo o trabalho. Portanto, devemos cooperar e ter responsabilidade diante dos nossos compromissos, principalmente quando envolve outras pessoas.

Outra variação: Dinâmica do "Rolo de Barbante"

Contribuição enviada pela usuária: Thaiane de Souza Tavares - Salvador - Ba - Professora
E-mail: thaianestavares@yahoo.com.br

82. Dinâmica: " Expectativas em alta "

Objetivo: Essa dinâmica serve para descontrair e alinhar as expectativas do grupo.
Material: balão (bexiga) vazia, pedaço de papel e caneta, flip chat,
Procedimento: Ao início do treinamento distribuir para cada participante uma bexiga vazia e um pedaço de papel. Pedir que eles escrevam uma palavra que resuma o que eles esperam ao final do treinamento. Pedir que coloquem o papel dobrado na bexiga, encham e deem um nó na ponta. Agora com uma música animada ao fundo, pedir que eles joguem as bexigas para o alto e não deixem cair (Estimular para que não deixem a expectativa cair!). Rapidamente todos ficam muito descontraidos e as bexigas misturadas. Parar a música, pedir para que cada um estoure uma bexiga e leia o papel. Cada expectativa será anotada num flip chat e ao término do treinamento o instrutor verificará com os participantes se as expectativas foram atendidas.

Contribuição enviada pela usuária: Cláudia S.Pinto - Rio de Janeiro - Consultora de Qualidade -
E-mail: claudia@engenews.com.br

83. Dinâmica: " de descontração"

Objetivo: Descontração e raciocínio
Participantes: Número de Pessoas em aberto.
Procedimento: Facilitador explica que trata-se de uma 'brincadeira' Piquenique. E para ir ao piquenique, cada um terá de levar alguma coisa. Explica também que esta brincadeira tem um critério, e que de acordo com este critério ele dirá se pode ou não pode levar.
Critério: inicial do seu nome. O critério não é revelado.
Então por exemplo: a Maria poderá levar mamão, mortadela, mas não poderá levar Refrigerante, mas o Rafael pode.
A brincadeira acaba quando se descobre o critério.

Contribuição enviada pela usuária: Maria Aparecida Rodrigues dos Santos Neves - SP - Psicóloga
E-mail: cidpsi@bol.com.br

84. Dinâmica: " palavra-chave"

Objetivo: Ótimo para desenvolver a oralidade, imaginação e preparar o aluno para a sequência de idéias para escrita de redações.
Participantes: Número de Pessoas em aberto.
Material: Cadeiras para se sentarem
Procedimento: os participantes deverão sentar-se em cadeiras em uma roda. Um deverá estar em pé ao centro e dirá uma palavra-chave. A partir daí dará inicio ao conto de uma estória ou fato. Quando disser dentro de sua estória a palavra-chave todos deverão mudar de lugar e o que estava em pé deverá tentar sentar. Quem ficar em pé deverá dar continuidade a stória ou dizer outra palavra-chave e iniciar outra estória.

Contribuição enviada pela usuária: Maria de fátima SP - Professora
E-mail: falukaspg@hotmail.com

85. Dinâmica: "dos bancos"

Objetivo: Essa dinâmica mostra a importância da auto-confiança e da relação de confiança com outras pessoas.
Participantes: x
Material: 4 bancos sem espaldar
Procedimento: colocar 4 bancos sem espaldar de forma que os participantes possam sentar de costas um para o outro bem próximos. Ao comando do instrutor devem deitar-se no colo do colega de trás. Após, os bancos devem ser retirados, e cada participante deve sustentar o outro em suas pernas/colo, de forma que fiquem os 4 suspensos no ar, sem apoio.

Contribuição enviada pelo usuário: Rafael Lopes Pimpão -Uruguaiana RS- E-mail: rafael.pimpao@brturbo.com.br

86. Dinâmica: "Galo de Briga"

Objetivo: Aprimorar o grupo a se conhecer(dar muita rizadas...)
Participantes: x
Material: Fita OU Alfinete,papel,canetinha.
Procedimento:
1ºPASSO:Escreva qualquer nome(objeto) em 2 pedaços de papel.
2ºPASSO:Selecione dois integrantes do grupo e cole o papel na costas deles.
3ºPASSO:Ao sinal,fale para que els tentem ler o que está escrito no papel do adverssário.
E ASSIM POR DIANTE...

Contribuição enviada pela usuária: Daiane Santos Rodrigues - Franco da Rocha SP - E-mail: dai_h_atinha@hotmail.com

87. Dinâmica: "dos três animais "

Objetivo: é mostrar que os animais são seres vivos e que vivem junto a nós no nosso meio, o Planeta Terra, e que devem ser amados e respeitados por todos nós!
Participantes: x
Material: Pedaço de papel e caneta
Procedimento:
Pede-se para a turma escrever em um pedaço de papel três nomes de animais, ou seja, o que vier a mente. Depois de escrevê-los todos deverão identificar seu nome nos respectivos papéis. Logo após fazerem isso, o professor pedirá que troquem seus papéis uns com os outros, dai o dinamizador irá explicar que: o primeiro animal seria aquele que a pessoa gostaria de ser, o segundo é o que as pessoas pensam que ele é, e por fim o terceiro seria o que realmente ele é. A brincadeira termina com muita algazarra, sorrisos e aplausos.

Contribuição enviada pela usuária: Lucelia Moreno de Oliveira Brasília - DF - Professora - E-mail: lucelia.moreno@hotmail.com

88. Dinâmica: "Balão Bebê"

Objetivo: estimular a responsabilidades e o lado afetivo, alem de trabalhar motivação.
Participantes: x
Material: tiras de papel, bexigas de ar e pincel atômico.
Procedimento:
pedir primeiro que os alunos coloquem no pedaço de papel um sonho mais importante que têm, depois distribua uma bexiga para casa participante e peça para que coloquem o pedaço de papel dentro do balão, depois encha-o bastante e amarre-o, após com o pincel desenhe um rosto e dê um nome a bexiga, então você dirá a eles:
_ vocês têm de cuidar da bexiga como se fosse um filho, não podem deixá-lo longe de vocês, nem sozinho, se alguém encontrar um balão só poderá estourá-lo. Essa dinâmica deve ser feita no fim de um dia e terminar no fim do outro dia, devem levar a bexiga para casa e cuidar até o término da dinâmica. Ao final você dirá: O QUE VOCÊ TEM FEITO PELO SEU SONHO PARA QUE ELE SE REALIZE? TEM CUIDADO DIREITO SE ESFORÇADO PARA QUE CHEGUE LÁ? VOCE DEIXOU QUE OS OUTROS Destruíssem SEU SONHO OU VOCÊ MESMO O DESTRUIU? No fim é bom premiar os vencedores com uma caixa de bombom, assim podem dividir o prêmio se houver mais de um vencedor.
É MUITO LEGAL E FOI FEITA COM PROFESSORES DE EDUCAÇAO FISICA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE ARRAIAS-TO


 

 

 

 

              


ÍNDICE

 

DINÂMICAS E GRUPO:

  1. A bala
  2. Varinhas que não se quebram.
  3. Igreja individual e comunidade.
  4. Dentro e fora do coração.
  5. Tubarão.
  6. Nó.
  7. Confiança.
  8. A vela e o copo.

9-   Comprimido para a fé.

10- Construção do boneco.

11-Eu e meu grupo.

12-Brincadeira dos objetos.

13-Dinâmica do companheirismo.

14-Dinâmica da flor.

15-Dinâmica da realidade da vida.

16-A frase quebra cabeça.

 

DINÂMICAS DE LIDERANÇA:

 

17-O trabalho em equipe.

18-A lição da planta.

 

DINÂMICAS DE DESCONTRAÇÃO E INTEGRAÇÃO.

 

19-Troca-troca.

20-Ascender e apagar.

21-Jornal falado.

22-Desenho dos pés.

23-Floquinhos de algodão.

24-Lobo e ovelhas.

25-Deseje ao seu próximo sempre o melhor.

26-Caça ao tesouro.

27-Eu sou alguém.

28-Vamos descobrir o filme.

29-O que mais me toca.

30-Rótulo.

31-Sentindo o espírito.

 

DINÂMICA DE APRESENTAÇÃO.

 

32-Dinâmica de apresentação

33-Dinâmica de estátuas.

34-Carícia dos nomes.

35-Cestas de frutas.

36-Cartão musical.

37-Anúncios classificados.

38-Fazendo compras.

39-Nome perdido.

40-Dinâmica da porta.

41-Análise de músicas.

42-Jesus te ama.

43-Dois círculos.

 


 

 

                Que a paz esteja com você amigo missionário. Estamos apresentando uma pequena cartilha de dinâmicas, para auxiliar nos trabalhos missionários. O objetivo deste material é apenas ajudar nas eventualidades de falta de dinâmicas na missão. Destacamos que é importante que cada grupo ou missionário tenha seu material próprio, que possa ser útil na missão e no seu grupo de origem.Agradecemos aos grupos que enviaram sua contribuição e continuamos aceitando sugestões para melhorar este material. Atenciosamente:     

 

Equipe de apoio MDJ.

 

 

 

Dinâmicas de Grupo


     As dinâmicas são instrumentos, ferramentas que estão dentro de um processo de formação e organização, que possibilitam a criação e recriação do conhecimento.

Para que servem:

- Para levantar a prática: o que pensam as pessoas, o que sentem, o que vivem e sofrem.
- Para desenvolver um caminho de teorização sobre esta prática como processo sistemático, ordenado e progressivo.
- Para retornar à prática, transformá-la, redimensioná-la.
- Para incluir novos elementos que permitem explicar e entender os processos vividos.

     As técnicas participativas geram um processo de aprendizagem libertador porque permitem:

1. Desenvolver um processo coletivo de discussão e reflexão.
2. Ampliar o conhecimento individual, coletivo, enriquecendo seu potencial e conhecimento.
3. Possibilita criação, formação, transformação e conhecimento, onde os participantes são sujeitos de sua elaboração e execução.

     Uma técnica por si mesma não é formativa, nem tem um caráter pedagógico. Para que uma técnica sirva como ferramenta educativa libertadora deve ser utilizada em função de temas específicos, com objetivos concretos e aplicados de acordo com os participantes com os quais esteja trabalhando.


Os elementos de uma dinâmica

Objetivos: Quem vai aplicar a dinâmica deve ter claro o que se quer alcançar.

Materiais-recursos: Que ajudem na execução e na aplicação da dinâmica (TV, vídeo, som, papel, tinta, mapas...). Outros recursos que podem ser utilizados em grupos grandes são o retroprojetor, exposições dialogadas, além de técnicas de teatro, tarjetas e cartazes.

Ambiente-clima: O local deve ser preparado de acordo, para que possibilite a aplicação da dinâmica (amplo, fechado, escuro, claro, forrado, coberto...), onde as pessoas consigam entrar no que está sendo proposto.

Tempo determinado: Deve ter um tempo aproximado, com início, meio e fim.

Passos: Deve-se ter clareza dos momentos necessários, para o seu desenvolvimento, que permitam chegar ao final de maneira gradual e clara.

Número de participantes: Ajudará a ter uma previsão do material e do tempo para o desenvolvimento da dinâmica.

Perguntas e conclusões: Que permita resgatar a experiência, avaliando: o que foi visto; os sentimentos; o que aprendeu. O momento da síntese final, dos encaminhamentos, permite atitudes avaliativas e de encaminhamentos.


Técnica quebra-gelo

- Ajuda a tirar as tensões do grupo, desinibindo as pessoas para o encontro.
- Pode ser uma brincadeira onde as pessoas se movimentam e se descontraem.
- Resgata e trabalha as experiências de criança.
- São recursos que quebram a seriedade do grupo e aproximam as pessoas.


Técnica de apresentação

- Ajuda a apresentar-se uns aos outros. Possibilitando descobrir: quem sou, de onde venho, o que faço, como e onde vivo, o que gosto, sonho, sinto e penso... Sem máscaras e subterfúgios, mas com autenticidade e sem violentar a vontade das pessoas.

     Exige diálogo verdadeiro, onde partilho o que posso e quero ao novo grupo.

- São as primeiras informações da minha pessoa.
- Precisa ser desenvolvida num clima de confiança e descontração.
- O momento para a apresentação, motivação e integração. É aconselhável que sejam utilizadas dinâmicas rápidas, de curta duração.


Técnica de integração

- Permite analisar o comportamento pessoal e grupal. A partir de exercícios bem específicos, que possibilitam partilhar aspectos mais profundos das relações interpessoais do grupo.
- Trabalha a interação, comunicação, encontros e desencontros do grupo.
- Ajuda a sermos vistos pelos outros na interação grupal e como nos vemos a nós mesmos. O diálogo profundo no lugar da indiferença, discriminação, desprezo, vividos pelos participantes em suas relações.
- Os exercícios interpelam as pessoas a pensar suas atitudes e seu ser em relação.


Técnicas de animação e relaxamento

- Tem como objetivo eliminar as tensões, soltar o corpo, voltar-se para si e dar-se conta da situação em que se encontra, focalizando cansaço, ansiedade, fadigas etc. Elaborando tudo isso para um encontro mais ativo e produtivo.
- Estas técnicas facilitam um encontro entre pessoas que se conhecem pouco e quando o clima grupal é muito frio e impessoal.
- Devem ser usadas quando necessitam romper o ambiente frio e impessoal ou quando se está cansado e necessita retomar uma atividade. Não para preencher algum vazio no encontro ou tempo que sobra.


Técnica de capacitação

- Deve ser usada para trabalhar com pessoas que já possuem alguma prática de animação grupal.
- Possibilita a revisão, a comunicação e a percepção do que fazem os destinatários, a realidade que os rodeia.
- Amplia a capacidade de escutar e observar.
- Facilita e clareia as atitudes dos animadores para que orientem melhor seu trabalho grupal, de forma mais clara e livre com os grupos.
- Quando é proposto o tema/conteúdo principal da atividade, devem ser utilizadas dinâmicas que facilitem a reflexão e o aprofundamento; são, geralmente, mais demoradas.


Litúrgicas

- Possibilitam aos participantes uma vivência e uma experiência da mística, do sagrado.
- Facilitam o diálogo com as leituras bíblicas, com os participantes e com Deus.
- Ajudam a entrar no clima da verdadeira experiência e não somente a racionalização.

Observação: Outros autores ou organizações usam outra nomenclatura para definir os tipos de dinâmicas. Por exemplo, no livro “Aprendendo a ser e a conviver”, de Margarida Serrão e Maria C. Boleeiro, Editora FTD, 1999, as técnicas são divididas em Identidade, Integração, Comunicação, Grupo, Sexualidade, Cidadania, Projeto de Vida e Jogos para formação de subgrupos.APOSTILA COM ATIVIDADES PARA TRABALHAR RECREAÇÃO E JOGOS.

 

A dinâmica promove a participação


     A dinâmica de grupo constitui um valioso instrumento educacional que pode ser utilizado para trabalhar o ensino-aprendizagem quando opta-se por uma concepção de educação que valoriza tanto a teoria como a prática e considera todos os envolvidos neste processo como sujeitos.

     A opção pelo trabalho com dinâmica de grupo permite que as pessoas envolvidas passem por um processo de ensino-aprendizagem onde o trabalho coletivo é colocado como um caminho para se interferir na realidade, modificando-a. Isso porque a experiência do trabalho com dinâmica promove o encontro de pessoas onde o saber é construído junto, em grupo.

     Logo, esse conhecimento deixa de ser individualizado e passa a ser de todos, coletivizado. Ainda tem a qualidade de ser um saber que ocorre quando a pessoa está envolvida integralmente (afetivamente e intelectualmente) em uma atividade, onde é desafiada a analisar criticamente o grupo e a si mesma, a elaborar coletivamente um saber e tentar aplicar seus resultados.

     É importante ressaltar que faz parte desse processo a garantia da participação constante de todos os participantes. Só assim todos se sentirão donos do saber alcançado.


Ferramenta importante

     A importância da dinâmica no processo coletivo do ensino-aprendizagem não deve ser, no entanto, absolutizada ou subestimada. Sua utilização deve responder a objetivos específicos de uma determinada estratégia educativa, no sentido de estimular a produção do conhecimento e a recriação deste conhecimento tanto no grupo/coletivo quanto no indivíduo/singular, uma vez que a técnica da dinâmica não é um fim, mas um meio - é uma ferramenta a ser usada.

     Ao optar pelo uso da técnica de dinâmica de grupo você poderá, através de jogos, brincadeiras, dramatizações, técnicas participativas, oficinas vivenciais e um ambiente descontraído, discutir temas complexos, polêmicos e até estimular que sejam externados conflitos (do indivíduo e do grupo), buscando estimular os participantes a alcançar uma melhoria qualitativa na percepção de si mesmo e do mundo e, conseqüentemente, nas relações estabelecidas consigo mesmo, com o outro e com o mundo.

     Enfim, Dinâmica de Grupo é um caminho para educar junto!


Recomendações

     Para o trabalho com dinâmica ter um desenvolvimento pleno, é recomendável que os grupos tenham, no máximo, 20 participantes. Isto porém, não impossibilita que se faça o uso dessa metodologia educacional em grupos maiores, em congressos, em seminários e outros.

     Orientamos que nestes casos o coordenador divida o plenário em subgrupos para o desenvolvimento dos trabalhos e reúna o grupão nos momentos de socialização e de síntese.

     Outros recursos que podem ser utilizados em grupos grandes são o retroprojetor, vídeo, exposições dialogadas, além de técnicas de teatro, tarjetas e cartazes.

     Em todo início de atividade (encontro) deve ser feito o “Contrato do Grupo”. Trata-se de uma discussão da pauta proposta, definição de normas internas do grupo, formação de equipes de trabalho e distribuição de tarefas. Quando se tratar de uma atividade menor, um debate por exemplo, deve-se definir com o grupo o horário de terminar a atividade, o que será possível realizar, o que já foi preestabelecido, o objetivo da atividade e a metodologia de abordagem.


Questões para Debate

1 - Que importância o grupo dá para o uso de dinâmicas?
2 - Por que as dinâmicas facilitam o trabalho coletivo e superam o individualismo?
3 - O que o grupo pode fazer para aproveitar melhor as dinâmicas?


Susan Chiode Perpétuo e Ana Maria Gonçalves,
autoras do livro “Dinâmicas de Grupos na formação de lideranças”.
Artigo publicado na edição 303, fevereiro de 2000, página 2

Com dinâmica é melhor


     Manter um grupo por mais tempo não é tarefa fácil. Para o jovem crescer no grupo é preciso muita criatividade e uso de recursos que ajudem. Esta, muitas vezes, está adormecida dentro do jovem. É preciso mexer com ela. Despertá-la. Para isso é muito bom usar diferentes dinâmicas de grupo.


     A dinâmica ajuda na comunicação com o outro e com o grupo. Ajuda o jovem a dizer a sua palavra, a integrar-se ativamente de maneira consciente, eficiente e crítica. Ela serve para superar as barreiras que impedem a comunicação e a integração grupal. Ajuda a “quebrar o gelo” que torna as relações frias e amargas.

     As estruturas sociais favorecem ao isolamento e ao individualismo. Uma boa dinâmica desperta para a solidariedade que vence o egoísmo, vivenciando valores de colaboração e ajuda mútua.


Topando qualidades e defeitos

     Através da dinâmica, o jovem pode entrar em contato, igualmente, com suas limitações e defeitos, qualidades e virtudes. Ajuda a superar bloqueios, barreiras e medos. A dinâmica provoca abertura, sinceridade, confiança, colaboração e compromisso. Leva o grupo a um maior trabalho em equipe, ao crescimento dos jovens no grupo e à transformação das relações.

     Com a ajuda da dinâmica e da criatividade, o jovem e o grupo são levados a ver a sociedade de uma outra maneira. Busca criar uma sociedade nova, onde as relações são mais justas e fraternas.


Uso de dinâmicas

- Cada participante deve compreender a dinâmica proposta, o objetivo dela e os passos a serem seguidos;
- A dinâmica deve ter uma boa preparação anterior. Deve-se preparar, também, os recursos necessários (ambiente, papel, pincel atômico...);
- No final, uma avaliação é importante.

     Uma dinâmica sempre à mão, na hora certa, é um recurso que nenhum coordenador(a) de grupo ou educador(a) deve prescindir. Aqui vai uma sugestão. No uso de dinâmicas, seja criativo(a), entendendo o objetivo do que quer. Estará ajudando para que a vida em grupo seja um processo bacana, dinâmico e alegre, como são os próprios jovens.

 

Dinâmicas Quebra-Gelo (descontração)

Quanto tempo eu tenho


Objetivo: Provocar a saída de si mesmo (desinibição) e conhecimento do outro.

Material: Som com música alegre, caixa de fósforos, um cartaz ou fichas - nomes, de onde é, de que mais gosta, uma alegria, uma tristeza etc. (Pode-se criar outras conforme o objetivo proposto).

Desenvolvimento:

1. Todos, em círculo, o facilitador distribui um palito de fósforo, não usado. As fichas devem estar em lugar visível (pode ser no centro do círculo).

2. Pedir a um participante que risque o fósforo. Enquanto o fósforo estiver aceso, vai se apresentando, falando de si.

3. Cuidar para que ele fale só o tempo em que o fósforo estiver aceso. Caso alguém não consiga, o facilitador, poderá usá-lo para que os outros façam perguntas (pessoais) como numa entrevista.

4. Outra variante é fazer com que os participantes conversem em dupla e depois utilizem o fósforo para falar o que conhece do companheiro.

5. Usar a dinâmica para perguntar: que significa amizade ou ainda, para revisar qualquer disciplina.

Discussão: Conseguimos expressar os pontos mais importantes na nossa apresentação? Como me senti? É fácil falar de nós mesmos? O que significa um fósforo aceso? (marcando tempo) O que significa o fogo? (iluminando).

Resultado esperado: Ter feito uma reflexão sobre o tempo que estamos na terra e o que podemos ser para os outros. A maneira como eu utilizo o fósforo é a nossa própria vida. Analisar todas as situações que aparecem durante a dinâmica.


Fonte: Ronildo Rocha, Catolé do Rocha, PB.
Endereço eletrônico: ronildorocha@yahoo.com.br

 

 

 

A construção coletiva do rosto


Objetivos: Fazer com que os membros do grupo sintam-se à vontade uns com os outros.

Aplicação:

a) Orientar os participantes para sentarem em círculo;
b) O assessor distribui para cada participante uma folha de papel sulfite e um giz de cera;
c) Em seguida orienta para desenhar o seguinte:
- uma sombrancelha somente;
- passar a folha de papel para as pessoas da direita e pegar a folha da esquerda;
- passar novamente;
- desenhar um olho;
- passar novamente;
- desenhar o outro olho;
- passar a direita e... completar todo o rosto com cada pessoa colocando uma parte (boca, nariz, queixo, orelhas, cabelos).
d) Quando terminar o rosto pedir à pessoa para contemplar o desenho;
e) Orientar para dar personalidade ao desenho final colocando nele seus traços pessoais;
f) Pedir ao grupo para dizer que sentimentos vieram em mente.


Fonte: A Construção da solidariedade e a educação do sentimento na escola. Editora Mercado de Letras

 

Caça ao tesouro


Objetivo: ajudar as pessoas a memorizarem os nomes umas das outras, desinibir, facilitar a identificação entre pessoas parecidas.

Para quantas pessoas: cerca de 20 pessoas. Se for um grupo maior, é interessante aumentar o número de questões propostas.

Material necessário: uma folha com o questionário e um lápis ou caneta para cada um.

Descrição da dinâmica: o coordenador explica aos participantes que agora se inicia um momento em que todos terão a grande chance de se conhecerem.

A partir da lista de descrições, cada um deve encontrar uma pessoa que se encaixe em cada item e pedir a ela que assine o nome na lacuna.

1. Alguém com a mesma cor de olhos que os seus;
2. Alguém que viva numa casa sem fumantes;
3. Alguém que já tenha morado em outra cidade;
4. Alguém cujo primeiro nome tenha mais de seis letras;
5. Alguém que use óculos;
6. Alguém que esteja com uma camiseta da mesma cor que a sua;
7. Alguém que goste de verde-abacate;
8. Alguém que tenha a mesma idade que você;
9. Alguém que esteja de meias azuis;
10. Alguém que tenha um animal de estimação (qual?).

Pode-se aumentar a quantidade de questões ou reformular estas, dependendo do tipo e do tamanho do grupo.


Obs.: A dinâmica foi tirada do subsídio “Dinâmicas em Fichas” - Centro de Capacitação da Juventude (CCJ) - São Paulo.
Site na internet: http://www.ccj.org.br

 

Dois círculos


Objetivo: motivar um conhecimento inicial, para que as pessoas aprendam ao menos o nome umas das outras antes de se iniciar uma atividade em comum.

Para quantas pessoas: é importante que seja um número par de pessoas. Se não for o caso, o coordenador da dinâmica pode requisitar um “auxiliar”.

Material necessário: uma música animada, tocada ao violão ou com gravador.

Descrição da dinâmica: formam-se dois círculos, um dentro do outro, ambos com o mesmo número de pessoas. Quando começar a tocar a música, cada círculo gira para um lado. Quando a música pára de tocar, as pessoas devem se apresentar para quem parar à sua frente, dizendo o nome e alguma outra informação que o coordenador da dinâmica achar interessante para o momento.

Repete-se até que todos tenham se apresentado. A certa altura pode-se, também, misturar as pessoas dos dois círculos para que mais pessoas possam se conhecer.


Fonte: A dinâmica foi retirada do livro “Aprendendo a ser e a conviver” - de Margarida Serrão e Maria Clarice Baleeiro, Editora "FTD", 1999.

 

 

 

 

Descobrindo a quem pertence


Desenvolvimento:

1. O facilitador divide o grupo em duas metades.

2. Uma metade do grupo dá ao facilitador um objeto de uso pessoal. O facilitador mistura os objetos e os distribui pela outra metade, que sai à procura de seus donos. Não é permitido falar.

3. Ao encontrar o dono do objeto recebido, forma-se par com ele.

Obs.: Esta atividade objetiva, também, estabelecer as relações no grupo. É divertida e usa a curiosidade do grupo como detonadora de uma busca. Pode ser feita no início de um grupo e repetida sempre que se deseja um clima mais descontraído.


Fonte: A dinâmica foi retirada do livro “Aprendendo a ser e a conviver” - de Margarida Serrão e Maria Clarice Baleeiro, Editora "FTD", 1999.

 

 

Entrevista comigo mesmo daqui a dez anos


Objetivos:
Possibilitar o aparecimento das fantasias dos jovens em relação ao futuro; discutir as metas que gostariam de alcançar durante os próximos dez anos.

Desenvolvimento:

1. Grupo em círculo, sentado.

2. Pedir que fechem os olhos e pensem na pessoa que são hoje. O facilitador deve dizer a data do dia, incluindo o ano.

3. Solicitar que dêem um salto no tempo e se imaginem dez anos depois. Visualizar-se nesse novo tempo: como estão, o que estão fazendo, com quem estão. Tempo.

4. Dizer ao grupo que, ao abrir os olhos, todos, inclusive o facilitador, estarão dez anos mais velhos. O facilitador fala a data do dia acrescida de mais dez anos. Abrir os olhos.

5. Cada participante deve contar ao grupo o que realizou nesses dez anos, como está em sua vida pessoal e profissional, o que conseguiu, como se sente.

6. Quando todos tiverem falado de si, pedir que fechem novamente os olhos e se recordem de como eram dez anos atrás. O facilitador diz a data do dia e do ano atual, trazendo-os de volta.

7. Abrir os olhos e reencontrar-se no presente.

8. Plenário - discutir os seguintes pontos:
- É difícil imaginar o futuro? Por quê?
- O que mais lhe chamou a atenção em você mesmo e/ou nos demais?
- O que é preciso para realizar seus sonhos? O que você pode fazer agora para que esses sonhos se transformem em realidade?

9. Fechamento: o facilitador pontua para o grupo que as escolhas que fazemos no presente são orientadas pela visão de futuro que projetamos para nós mesmos.

Publicado no livro “Aprendendo a ser e a conviver”, Editora FTD. Pedidos: (11) 64121905.
Fonte: Projeto Memorial Pirajá - Bahia

 

Dinâmica publicada junto ao artigo "Planejar a vida uma questão de escolha" na edição nº 334, jornal Mundo Jovem, março de 2003, página 3.

 

Dinâmica do coração


Objetivo: conhecer o outro e dar-se a conhecer, abrindo espaço para que cada um se apresente; buscando, com essa apresentação, maior intimidade entre os elementos do grupo; partilhando sentimentos, ideais, realizações, desejos e frustrações.

Ambiente: adequado para preservar a privacidade do grupo e permitir a acomodação de todos os participantes.

Material: folhas de papel sulfite e canetas hidrocor ou giz-de-cera para todos os participantes.

Desenvolvimento:

1) Entrega-se uma folha de papel sulfite a cada participante, que deverá desenhar um coração grande e escrever seu nome fora do coração. O coração deverá ser dividido em quatro partes.

2) Na primeira parte do coração, fazer um símbolo que relate um fato importante realizado por sua família (o maior acontecimento). Na segunda parte, desenhar sua maior realização pessoal. Na terceira parte, escrever a coisa mais importante que você pretende realizar nos próximos dois anos. Na quarta parte do coração, escrever, enfim, a maior decepção de sua vida.

3) Todos os participantes deverão pôr sua folha com o trabalho realizado no centro do círculo, compartilhando os resultados. Caso sintam necessidade, poderão comentar ou perguntar algo a respeito das respostas de seus colegas. A pessoa abordada terá liberdade para responder ou não à questão levantada. Compartilhar sentimentos e descobertas com o grupo.


Fonte: adaptação do livro Recriando experiências, Instituto de Pastoral de Juventude - Leste II, Ed. Paulus.

 

 

 

Aprender sobre a vida no contexto familiar


Objetivo: A partir da história familiar de cada um, fazer com que os participantes reflitam sobre a própria existência.

Desenvolvimento:

1) O facilitador solicita que os participantes se organizem em grupos de quatro pessoas. Em seguida, pede que cada um conte aos demais alguns fatos de seus antepassados (relacionamentos, dificuldades, conquistas, mortes, migrações, separações), até chegar ao seu núcleo familiar.

2) Em seguida, ele convida os integrantes do grupo a comparar suas histórias, refletindo sobre a influência desses fatos em suas vidas.

3) Ao final, o animador incentiva os participantes a refletir sobre a relação entre a atividade proposta e a família na atualidade.


Fonte: Márcia Campos Andrade, psicóloga, Patos, MG.

 

 

Histórias que me contaram


Objetivo: Possibilitar a expressão sobre o que é ser homem e ser mulher.

Material necessário: Papel e lápis.

Desenvolvimento:

1) Grupo em círculo, sentado;

2) Pedir que cada participante liste as histórias, provérbios, ditos, ordens significativas que já ouviram sobre homens e mulheres, sobre como se comportar em relação ao seu próprio sexo e ao oposto, desde a infância até a fase atual;

3) Depois que todos tiverem feito o trabalho individualmente, formar subgrupos, nos quais devem ler o que escreveram, trocando experiências;

4) No subgrupo, tentar encontrar os pontos comuns e as diferenças, listando as conclusões a que chegaram;

5) Cada subgrupo apresenta suas conclusões;

6) Plenário - Compartilhar com o grande grupo suas reflexões:

• De tudo o que ouviu, o que ainda é válido para você hoje?
• É difícil para você mudar posturas e atitudes? Justifique.
• Quais os mitos e tabus mais comuns no grupo?

Comentário: É necessário explorar todas as colocações, buscando a origem de cada mito ou tabu apresentado, desmitificando, dessa forma, as idéias sobre a sexualidade.

Fonte: Margarida Serrão e Maria C. Baleeiro, “Aprendendo a ser e a conviver”, Fundação Odebrecht/FTD Editora.

 

O boneco


     Dividir os participantes em seis subgrupos. Cada um ficará responsável por uma parte do boneco: cabeça, tronco, braços, mãos, pernas e pés.

     Cada grupo desenhará uma parte do corpo e terá duas perguntas para responder. As respostas devem ser registradas nos cartazes juntamente com o desenho. Para que os grupos tenham uma visão geral da dinâmica, é importante que se leiam todas as perguntas antes de iniciar o trabalho.

a) Cabeça: Qual a realidade ambiental que vemos? O que escutamos da sociedade sobre a preservação da biodiversidade?

b) Tronco: O que sentimos sobre a degradação ambiental? O que sentimos sobre o papel do estudante na preservação da biodiversidade?

c) Braços: Até onde podemos alcançar com nossa ação? Com quem (pessoas, entidades etc.) podemos andar de braços dados na preservação da biodiversidade?

d) Mãos: Quais os compromissos que podemos firmar enquanto grupo na preservação da biodiversidade? Quais as ferramentas que temos disponíveis na escola para divulgar nossas idéias?

e) Pernas: Que caminhos queremos tomar no desenvolvimento de ações de preservação da biodiversidade? Qual o suporte (pessoas, materiais, finanças etc.) que temos para desenvolver uma ação?

f) Pés: Que ações podemos realizar envolvendo nossa escola na preservação da biodiversidade? Que resultado desejamos com nossa ação?


Fonte: Extraída da cartilha “Semana do Estudante - Há que se cuidar da vida”, 2007. PJE-PJB.

 

 

Valores familiares


Objetivo: Identificar valores e mensagens transmitidos pela família.

Materiais necessários: Ficha de trabalho e lápis.

Desenvolvimento:
1. Grupo em círculo, sentado.
2. Distribuir ficha de trabalho e lápis, pedindo que respondam individualmente às questões contidas na ficha.
3. Dividir o grupo em cinco subgrupos. Cada subgrupo fica responsável por uma das questões da ficha de trabalho.
4. Solicitar a cada subgrupo que discuta as respostas individuais à questão que lhe coube, registrando os pontos comuns. Tempo.
5. Cada subgrupo apresenta suas observações.
6. Plenário - comentar os pontos de discussão:
* Que valores são especialmente importantes para a sua família?
* O que lhe chamou a atenção de tudo o que ouviu?
* Como se sente em relação à diversidade de valores do grupo?
7. Fechamento: o facilitador ressalta para o grupo que os valores que possuímos influenciam nossas atitudes, decisões e comportamentos. Nenhum ser humano vive sem um núcleo de princípios interiores que orientem sua interpretação do mundo, dando sentido e direção para sua vida.

Ficha de trabalho:
O que sua família pensa sobre:
1. Ter bom desempenho na escola?
2. Participar de grupos sociais, grêmio estudantil...?
3. Ter um emprego?
4. Ter relações sexuais?
5.Ter religião?
6. Respeitar as leis?

Fonte: Projeto Adolescência Criativa Olodum

 

Colcha de Retalhos


Atividade:

     Quantas vezes sentamos ao lado de nossos avós ou mesmo de nossos pais para escutar aquelas longas histórias que compuseram a vida e a trajetória da nossa família e, portanto, a trajetória da nossa vida? Quantas vezes paramos para pensar na importância do nosso passado, nas origens de nossa família, e mais, de nossa comunidade? Indo um pouco mais longe, quantas vezes paramos para pensar de que forma a cultura da nossa cidade e de nosso país influencia o nosso modo de ver as coisas?

     Pois é. Nós somos aquilo que vivemos. Somos um pouquinho da via de nossos pais e avós, somos também um pouquinho da vida de nossos pais e avós, da nossa, do nosso bairro, das pessoas que estão à nossa volta, seja na cidade ou no país onde vivemos.

     Isso é o que se chama identidade cultural. E esta é uma atividade que ajuda a buscar essa identidade - o que significa buscar a nossa própria história, conhecemos a nós mesmos e a tudo que nos rodeia. Buscar a identidade cultural é “entender para respeitar” nossos sentimentos e os daqueles com quem compartilhamos a vida.

Material:

* Tecido - lona, algodão, morim cortados em tamanho e formatos variados
* Tinta de tecido ou tinta guache (é bom lembrar que o chache se dissolve em água)
* Linha e agulha ou cola de tecido.


Passos - Como se faz:

1ª Etapa - História de Vida

Peça a todos os participantes para relembrarem um pouco de suas histórias pessoais e das histórias de suas famílias, pensando em suas origens, sentimentos e momentos marcantes, em sonhos, enfim, em tudo aquilo que cada pessoa considera representativo de sua vida. Depois disso, peça para escolherem pedaços de tecidos para pintar símbolos, cores ou imagens relacionadas às suas lembranças. Esse é um momento individual, que deve levar o tempo necessário para que cada um se sinta à vontade ao expressar o máximo de sua história de vida. Quando todos terminarem, proponha a composição da primeira parte da Colha de Retalhos, que pode ser feita costurando ou colando os trabalhos de cada um, sem ordem definida.

2ª Etapa - História da Comunidade

Esta etapa exige muito diálogo entre os participantes, que devem construir a história da comunidade onde vivem. Uma boa dica é pesquisar junto aos mais velhos.
O grupo escolhe alguns fatos, acontecimentos e características da comunidade para representá-los também em pedaços de tecido pintados. Pode-se reunir as pessoas em pequenos grupos para a criação coletiva do trabalho. Todas as pinturas, depois de terminadas, deverão ser costuradas ou coladas compondo um barrado lateral na colcha.

3ª etapa - História da cidade, do país, da Terra

A partir daqui, a idéia é dar contiuidade à colcha de retalhos, criando novos barrados, de forma a complementá-la com a história de vida da cidade, do país, do mundo e até a do universo. Não há limites nem restrições. O objetivo principal é estimular nos participantes a vontade de conhecer e registrar a vida, em suas diferentes formas e momentos. Desse modo, poderão se sentir parte da grande teia da vida.


Fonte: “Paz, como se faz? Semeando cultura de paz nas escolas”, Lia Diskin e Laura G. Roizman.

 

 

Poesia, música, crônica


Finalidade: Consiste em ouvir uma poesia e/ou música para ajudar na introdução de um assunto ou de uma vivência subjetiva.

Material: Letra (cópia xerográfica ou mimeografada) de uma poesia ou canção.

Descrição da dinâmica:

1. Escolher uma poesia ou canção sobre o tema a ser trabalhado.
2. Dividir os participantes em grupos.
3. Cada um lê em voz baixa, murmurando.
4. Escolher a palavra que mais marcou, em cada estrofe.
5. Gritar essas palavras juntas, bem alto. Depois bem baixo, até se calar.
6. Andando, procurar sua “palavra-sentimento” com outra pessoa do grupo.
7. Explique, sinta, expresse, toque.
8. No seu grupo, responda o que você faria com esse sentimento-palavra trocada.
9. O grupo deve montar uma história com os sentimentos trocados e com a poesia recebida.
10. Cada grupo apresenta no grupão sua história de maneira bem criativa.
11. Buscar o que há de comum em todas as histórias.

Comentários:

1. Este trabalho leva à reflexão de um tema/assunto, abrindo um espaço para que as pessoas falem de um assunto sob diferentes olhares.
2. Contribui para o desenvolvimento da expressão verbal e do trabalho coletivo.


Fonte: “Augusto Boal, publicado no livro “Dinâmica de grupos na formação de lideranças” de Ana Maria Gonçalves e Susan Chiode Perpétuo, Ed. DP e A, 1998.

 

 

 

 

 

Fazendo um projeto


“Qualquer atividade de nossa vida pessoal, profissional, religiosa e política, para ser consciente precisa ser preparada, planejada e pensada.”

“Quem pensa sobre o que faz, faz melhor.”

“Quem não sabe para onde vai, não chega. Quem não sabe onde está, não acha caminho.”

O que fazer?
Para resolver um problema geralmente são necessárias várias ações, atitudes, gestos, reuniões, estudos etc. O importante é buscar uma solução criativa.

Como fazer?
Não basta apontar o que fazer, é necessário levantar também como será feito.

Quando?
Já apontamos respostas para solucionar o problema, trata-se agora de ver a melhor época para realizar a mesma. Um estudo, por exemplo, pode durar um dia todo, uma tarde, podendo também acontecer durante uma ou mais semanas.

Com quem?
É momento agora de pensar quem será envolvido: os participantes que vão receber a proposta, quem serão os responsáveis de executar, com quem fazer parceria e a divisão de tarefas.

Onde será feito?
É hora de prever. Isso ajuda a não acumular atividades para o mesmo local, ajuda ainda a diversificar e descobrir novos espaços.

Para quê?
Colocar no papel o resultado que esperamos, ajuda a olhar para o problema e dizer o que queremos solucionar/resolver.

Recursos necessários:
Possibilita perceber o que é necessário para realizar com sucesso o que foi proposto: verba, material, equipamentos...


Equipe da Casa da Juventude Pe. Burnier,
CAJU, Goiânia, GO.
Subsídio de Apoio da Escola de Educadores de Adolescentes e Jovens.
Site: http://www.casadajuventude.org.br/

 

 

Eu tenho uma história pessoal


Objetivo: fazer uma retomada da minha vida pessoal percebendo as marcas, os acontecimentos que foram significativos e que provocaram mudanças na forma de ver o mundo.

a) Explicar que precisam estar à vontade, sem nenhum objetivo ou roupa que incomode os movimentos;

b) Pedir para que todos encontrem a forma mais confortável e fazer um relaxamento com o grupo:

Passos:

- Criar um ambiente com música suave, com pouca luz.
- Orientar o grupo para se deitarem de costas no chão e ficarem com os braços rentes ao corpo.
- Respirar, tranqüilizar-se, relaxar todas as partes do corpo. Não deixar nenhuma parte tensa, entrar em comunhão com o corpo.

c) Levar o grupo a fazer uma retomada da vida da infância até a idade atual. Em cada fase identificar as experiências mais significativas, tanto alegres quanto tristes:

- A assessoria orienta o grupo para que façam um retorno ao útero materno, sentir o calor, a tranqüilidade que há no espaço uterino;
- Recordar a vinda ao mundo, o nascimento, os primeiros passos, as primeiras palavras, o lugar onde nasceu, as pessoas e os pais, 0 aos 5 anos, de 5 aos 10 anos? De 10 aos quinze anos, dos quinze aos vinte anos, de vinte à idade atual quais as lembranças da história pessoal.

d) No grupo cada pessoa constrói individualmente um símbolo que a ajude a representar sua história.

e) Em grupos de convivência - propor que o grupo faça um contrato de respeito pelo que o outro vai partilhar;

f) No grupo cada participante partilha o símbolo, as marcas da história, os sentimentos;

g) Em plenário o assessor pergunta:

- O que aprenderam com esse exercício? Tanto das dificuldades como dos acertos? Motivar as pessoas para partilharem o que descobrirão;
- Concluir falando sobre o desafio de todos buscarem as suas origens, para melhor se conhecerem, se aceitarem e estarem integrados(as) uns com os(as) outros(as).


Equipe da Casa da Juventude Pe. Burnier,
CAJU, Goiânia, GO.
Subsídio de Apoio da Escola de Educadores de Adolescentes e Jovens.
Site: http://www.casadajuventude.org.br/

Marcas do que eu sou


a) Pedir para o grupo fazer uma caminhada pela sala e ir imaginando como é a vida em uma floresta. Como funciona a floresta. Que tipos de vida identificamos na floresta.

b) Pedir para cada um imaginar como são os animais que vivem na floresta.

c) Motivar para que cada um(a) vá se concentrando em apenas um animal. Imaginando suas características, a forma como ele vive na floresta, como reage ao ataque do predador etc.

d) Pedir para que cada um pare por um instante vá incorporando o jeito do animal que escolheu, procurando ser fiel na sua forma de caracterizá-lo.

e) O(a) assessor(a) deixou os participantes vivenciarem por um instante os animais escolhidos. Em seguida diz que em toda floresta tem um predador, um caçador que ataca ou persegue um determinado animal. Dizer para cada um assumir seu papel.

f) O(a) assessor(a) motiva para a simulação ainda de outras situações que acontecem na floresta, como por exemplo: uma forte tempestade, uma grande seca, uma longa noite, estimulando aos participantes para vivenciarem estas realidades.

g) Feito isso o assessor pede a cada participante para escreverem em seu caderno os seguintes passos:

h) Descrever qual é a personalidade do animal escolhido que ele pessoalmente escolheu e encarnou; destacando as reações, comportamento (o que é bom e o que não é tão bom);

i) Pedir para fazerem uma comparação, tentando perceber as semelhanças da personalidade do animal e com a sua personalidade.

j) Encontra-se por grupos para partilharem as descobertas feitas.

k) No plenário final o(a) assessor(a) amplia a reflexão sobre a personalidade humana pontuando as diferenças, a interação nas relações e outros aspectos.


Equipe da Casa da Juventude Pe. Burnier,
CAJU, Goiânia, GO.
Subsídio de Apoio da Escola de Educadores de Adolescentes e Jovens.
Site: http://www.casadajuventude.org.br/

 

 

 

Escudo


Objetivo: ajudar as pessoas a expor planos, sonhos, jeitos de ser, deixando-se conhecer melhor pelo grupo.

Para quantas pessoas: cerca de 20 pessoas.

Material necessário: uma folha com o desenho do escudo para cada um, lápis colorido ou giz de cera suficientes para que as pessoas possam fazer os desenhos. O desenho do escudo deve ser conforme a figura.

Descrição da dinâmica: o coordenador da dinâmica faz uma motivação inicial (durante cerca de cinco minutos) falando sobre a riqueza da linguagem dos símbolos e dos signos na comunicação da experiência humana. “Vamos procurar coisas importantes de nossa vida através de imagens e não apenas de coisas faladas”. Cada um vai falar de sua vida, dividindo-se em quatro etapas:


A. Do nascimento aos seis anos;
B. Dos seis aos 14 anos anos;
C. O Presente;
D. O Futuro.



     Encaminha a reflexão pessoal, utilizando o desenho do escudo, entregue para cada um. Na parte superior do escudo cada um escreve o seu lema, ou seja, uma frase ou palavra que expressem seu ideal de vida.

     Depois, em cada uma das quatro partes do escudo, vai colocar um desenho que expresse uma vivência importante de cada uma das etapas acima mencionadas.

     Em grupo de cinco pessoas serão colocadas em comum as reflexões e os desenhos feitos individualmente. No fim, conversa-se sobre as dificuldades encontradas para se comunicarem dessa forma.

Obs.: a dinâmica foi tirada do subsídio “Dinâmicas em Fichas” - Centro de Capacitação da Juventude (CCJ) - São Paulo.
Site na internet: http://www.ccj.org.br

Equipe do IPJ (Instituto de Pastoral de Juventude),
Porto Alegre, RS.
Artigo publicado na edição 271, julho de 1996, página 5.
Site: http://www.ipjdepoa.org.br

 

Eu sou alguém


Objetivo: Perceber os valores pessoais; perceber-se como ser único e diferente dos demais.

Material necessário: Folhas de papel e lápis.

Descrição da dinâmica:

1. Em círculo, sentados;
2. Distribuir uma folha para cada um, pedindo que liste no mínimo dez características próprias. Dar tempo;
3. Solicitar que virem a folha, dividam-na ao meio e classifiquem as características listadas, colocando de um lado as que facilitam sua vida e do outro as que dificultam. Dar tempo;
4. Em subgrupos, partilhar as próprias conclusões;
5. Em plenário: - Qual o lado que pesou mais? - O que descobriu sobre você mesmo, realizando a atividade?

Material necessário:

1. A consciência de si mesmo constitui-se no ponto inicial para cada um se conscientizar do que lhe é próprio e das suas características. Com este trabalho é possível ajudar aos participantes a se perceberem, permitindo-lhes a reflexão e a expressão dos sentimentos referentes a si próprios;
2. Deve ser utilizada em grupos menores, cerca de 20 participantes.


Fonte: “Dinâmica de Grupos na Formação de Lideranças” - Ana Maria Gonçalves e Susan Chiode Perpétuo, editora DPeA.
Artigo do jornal Mundo Jovem publicado na edição 340, setembro de 2003, página 16.

 

 

 

 

 

 

Minha bandeira pessoal


     Esta dinâmica toca num assunto vital para os jovens. Pode ser trabalhada na escola ou nos grupos, podendo ser adaptada à realidade específica.

Objetivo: Possibilitar aos participantes a identificação das suas habilidades e limitações.

Material necessário: Fichas de trabalho, lápis preto, lápis de cor, borrachas.

Descrição da dinâmica:

1. Grupo espalhado pela sala. Sentados. Dar a cada participante uma ficha de trabalho. Distribuir o material de desenho pela sala;

2. Explicar ao grupo que a bandeira geralmente representa um país e significa algo da história desse país. Nesta atividade cada um vai construir sua própria bandeira a partir de seis perguntas feitas pelo coordenador;

3. Pedir que respondam a cada pergunta por intermédio de um desenho ou de um símbolo na área adequada. Os que não quiserem desenhar poderão escrever uma frase ou algumas palavras, mas o coordenador deve procurar incentivar a expressão pelo desenho;

4. O coordenador faz as seguintes perguntas, indicando a área onde devem ser respondidas:

 - Qual o seu maior sucesso individual?
 - O que gostaria de mudar em você?
 - Qual a pessoa que você mais admira?
 - Em que atividade você se considera muito bom?
 - O que mais valoriza na vida?
 - Quais as dificuldades ou facilidades para se trabalhar em grupo?

 Dar cerca de vinte minutos para que a bandeira seja confeccionada;

5. Quando todos tiverem terminado, dividir o grupo em subgrupos e pedir que compartilhem suas bandeiras.

6. Abrir o plenário para comentar o que mais chamou a atenção de cada um em sua própria bandeira e na dos companheiros. Contar o que descobriu sobre si mesmo e sobre o grupo.

7. No fechamento do encontro, cada participante diz como se sente após ter compartilhado com o grupo sua história pessoal.


Comentários:

1. Tomar consciência das suas habilidades e limitações propicia um conhecimento mais aprofundado sobre si mesmo, suas habilidades, facilitando as escolhas que precisa fazer na vida;

2. Feita dessa forma, a reflexão torna-se prazerosa, evitando resistências. É um trabalho leve e ao mesmo tempo profundo. Permite que o grupo possa entrar em reflexões como a escolha profissional.


Fonte: Adolescência - Época de Planejar a Vida (AEPV), publicada no livro “Dinâmica de Grupos na Formação de Lideranças”, Ana Maria Gonçalves e Susan Chiode Perpétuo, editora DPeA, Belo Horizonte, MG.
Artigo publicado na edição 309, agosto de 2000, página 17.

Escala de valores


     Esta dinâmica toca num assunto vital para os jovens. Pode ser trabalhada na escola ou nos grupos, podendo ser adaptada à realidade específica.

Objetivo: Colocar o adolescente em contato com seus próprios valores, levando-o a refletir sobre o que ele considera mais importante em sua vida.

Tempo de duração: Aproximadamente 60 minutos.

Material necessário: Papelógrafo ou quadro-negro; caneta hidrográfica ou giz; papel-ofício, canetas ou lápis.

Descrição da dinâmica:

1. Escrever no papelógrafo ou no quadro-negro, com letras grandes (de maneira que todos possam ler) algumas frases que expressem uma atitude diante da vida ou um valor.

Ex.:
- Para ir a uma festa, Carlos não hesitou em gastar as economias que tinha para comprar uma calça nova. (valor subtendido - a importância do Ter)

- Stefane ofereceu-se para cuidar da irmã caçula para sua mãe ir ao supermercado, mesmo tendo que adiar o encontro com o namorado. (valor subtendido - solidariedade, o que é mais importante para todos).

Podem ser frases mais diretas e objetivas. Com valores explícitos e não subentendidos.

Estabeleça o que é mais importante:

- Ir a uma festa
- Sair com o (a) namorado(a)
- Cuidar da irmã caçula (ou irmão)
- Almoçar em família
- Ir visitar parentes
- Sair com amigos
- Estudar para uma prova
- Ter o CD mais recente do grupo do momento
- Ir ao ponto de encontro dos amigos
- Fazer o trabalho de escola

2. Distribua as folhas de papel-ofício entre os participantes e peça que eles a dobrem ao meio, de maneira que eles terão um lado direito e outro esquerdo.

3. Peça que leiam com atenção as frases escritas pelo facilitador.

4. Em seguida, que escrevam do lado direito da folha, em ordem de importância as atitudes que fazem parte da sua maneira de agir no cotidiano.

5. Assim o participante deverá colocar em primeiro lugar o que para ele é o valor mais importante de todos e assim sucessivamente, até que tenha escolhido pelo menos cinco valores.

6. Após todos terem terminado, o facilitador pede que, do lado esquerdo da folha, o participante escreva: quando eu era criança, para mim as coisas mais importantes eram...

7. Depois peça que ele leia as frases comparando, estabelecendo a diferença entre a escala de valores que tem hoje e a que tinha quando era criança.

8. Em seguida o facilitador pede aos participantes que discutam com seus colegas mais próximos sua lista de valores atuais (lado direito da folha).

9. Todos os participantes devem discutir, em pequenos grupos, sua ordenação de valores, estabelecendo a comparação com a dos colegas.

10. Depois, todos devem voltar para o grupão onde o facilitador coordenará a discussão definindo:

- A escala de valores do grupo (através da verificação de quais valores aparecem mais em primeiro lugar, em segundo etc.).
- A escala de valores de quando eram crianças.
- A diferença entre uma escala e outra.
- Que tipo de sociedade e vida em grupos os valores apresentados tendem a construir.


Comentários:

1. É uma oportunidade para os adolescentes se perceberem enquanto uma pessoa em mudança, com questionamentos sobre os valores que tinham em sua infância, uma vez que, geralmente, os valores da infância refletem o comportamento que os pais esperavam deles;

2. É possível que se encontre uma verdadeira inversão de valores entre a infância e o momento atual;

3. É importante que nestes casos o facilitador, sem criticar, aponte a necessidade que o adolescente tem de contestação, sua busca permanente de auto-afirmação e diferenciação da família ou dos pais;

4. É importante que seja aplicada em um grupo que já tenha alguma convivência entre si e com o facilitador;

5. O facilitador tem que ter segurança da sua capacidade de interferência no grupo caso haja uma tendência de conflito entre os participantes (se sentirem pessoas vazias, superficiais etc., por causa dos valores que descobrem ter).

Fonte: “O livro das Oficinas”, de Paulo H. Longo e Elizabeth Félix da Silva.


Susan Chiode Perpétuo e Ana Maria Gonçalves, autoras do livro “Dinâmica de Grupos na Formação de Lideranças”, editora DPeA.
Artigo publicado na edição 306, maio de 2000, página 5.

Força do trabalho em equipe

Objetivo: Interagir com o grupo e refletir os problemas em grupo.

Desenvolvimento: Entregar 1 (um) balão para cada membro do grupo, ao som de uma música. Todos os participantes ficam ao centro do círculo e começam a jogar os balões para cima. O animador vai pedindo aos participantes que sentem e os demais não podem deixar os balões cair.

Conclusão: Quando os problemas são muitos e somos só um, sentimos mais dificuldades para resolver. Com o trabalho em equipe os problemas se resolvem mais rápido.

Colaboração enviada por: Maria Célia Andrade da Silva, Castelo do Piauí, PI.

Olhar para os sentimentos


Objetivo: a partir da representação de expressões de sentimentos, debater fatos reais da vida das pessoas.

Encenação: A turma pode ser dividida em pequenos grupos. Cada grupo fica encarregado de encenar a expressão de um ou mais sentimentos, através da fisionomia ou relação entre pessoas. Entre os sentimentos a serem representados podemos propor paz, ódio, medo, tranqüilidade, indiferença, paixão etc.

Debate:
Depois das encenações para o grupo, pode-se analisar se os sentimentos foram bem representados. E iniciar um debate sobre a incidência desses sentimentos na nossa vida: Observamos as expressões das pessoas na vida real para perceber seus sentimentos? Como reagimos quando percebemos que uma pessoa está tomada por um determinado sentimento? Somos sensíveis o suficiente para adequar nossa forma de relacionamento com as pessoas de acordo com os problemas ou emoções delas? Que tipo de ajuda nossa pode ser importante para nosso colega ou amigo, especialmente quando ele estiver com problemas?

Fonte: apostila Paz - como se faz?, de Lia Diskin e Laura Gorresio Roizman.

Construindo um Jornal


Objetivo: Estimular o gosto pela leitura e treinar a construção da escrita.

Material: Jornais, papel, madeira, pincel, cola e tesoura.

Desenvolvimento:

O orientador divide a sala em grupos. Distribui jornais e uma folha de papel madeira para cada grupo, solicita os participantes que recortem notícias:

- GRUPO A: que interessem ao mundo.
- GRUPO B: que interessam à sua cidade.
- GRUPO C: que interessam ao próprio grupo.

Cada grupo monta o seu jornal, o mais criativo possível, e assim todos se sensibilizarão para os conceitos mais próximos e imediatos, estimulando-os a buscar informações, além de servir para o treino de leitura e construção da escrita.

EX:
NOTÍCIAS QUE INTERESSAM AO MUNDO:
- A guerra do Iraque assola a população iraquiana.

NOTÍCIAS QUE INTERESSAM À CIDADE:
- Prefeito vai abrir trinta creches, na periferia de todo o município.

NOTÍCIAS QUE INTERESSAM AO GRUPO:
- Grupo musical NX0 faz sucesso na TV.

Fonte: Ana Cristina do Vale Gomes, Atividades Lúdicas.

Colaboração enviada por: Maria Cleudia Prado Ramos, Tianguá, CE.

 

 

 

Mensagens dos meios de comunicação


Objetivo: Reconhecer e analisar criticamente mensagens transmitidas pela televisão e por outros meios de comunicação sobre os papéis sexuais e as relações pessoais.

Material necessário: papel metro, canetas hidrocor coloridas e sucata variada.

Desenvolvimento:

1) Formar subgrupos de aproximadamente seis pessoas.

2) Pedir, antecipadamente, aos participantes que, durante uma semana, observem os comerciais da TV ou anúncios de revistas que utilizem uma abordagem sexual e/ou erótica para divulgar os produtos apresentados.

3) Solicitar que, com o material levantado, preparem um painel sobre o produto vendido, o tipo de mensagem sexual veiculada e o personagem através do qual a mensagem é passada. Expor o painel na sala.

4) Cada subgrupo, ao observar todos os painéis, deve analisar que imagens e atitudes essas mensagens estão passando sobre a mulher, o homem e a relação entre ambos. Questões a serem discutidas:
- Que imagem das mulheres é passada?
- Que imagem dos homens é passada?
- O que os anúncios mostram como sendo correto fazer?
- Você segue ou gostaria de seguir o modelo de homem ou mulher visto no comercial?

Fechamento: o facilitador aproveita a discussão para desenvolver o senso crítico, levando o grupo a perceber que os papéis sociais masculinos e femininos veiculados pelos meios de comunicação muitas vezes estão contaminados por interesses econômicos e ideológicos, aproveitando-se de estereótipos e reforçando-os.

Fonte: Margarida Serrão e Maria C. Baleeiro, “Aprendendo a ser e a conviver”, Fundação Odebrecht/FTD Editora.

Dinâmica publicada junto ao artigo "Erotização precoce através da mídia" na edição nº 382, jornal Mundo Jovem, novembro de 2007, página 7.

 

Conhecimento


Duração: 30 minutos

Público: Adolescentes, mínimo 6 pessoas

Material: Fazer um relógio de papel , canetas ou lápis.

Condução:

Faça uma lista de assuntos para motivar a conversa, de acordo com o tema do encontro ou interesse do coordenador.
Faça um relógio de papel, e tire tantas cópias iguais, quantos forem os participantes.
Distribua os relógios, e um lápis ou caneta para cada pessoa. Peça que escrevam seu próprio nome no retângulo abaixo do relógio.
Os participantes devem caminhar e marcar um encontro para cada hora. Cada pessoa se apresenta a alguém e marca com ela um encontro - ambas devem então escrever o nome uma da outra, sobre o relógio no espaço da hora combinada. É necessário número par de participantes.
Quem já tiver preenchido todos os horários deve se sentar, para que fique mais fácil completar as agendas.
Quando todos tiverem marcado as horas, comece a brincadeira...
Diga as horas, por exemplo, "Uma hora" e um assunto. Cada um deve procurar o par com quem marcou o encontro da uma hora e conversar sobre a pergunta ou assunto definido. Se for do seu interesse, peça que anotem as respostas numa folha avulsa.
O relógio pode servir de crachá durante todo o encontro.

Colaboração enviada por: Neila Aparecida Alves, Contagem, MG.

 

Jogo dos autógrafos


Finalidade:
Analisar os sentimentos de competição e solidariedade.

Condução:

O moderador distribui a cada participante uma folha de papel em branco e pede ao mesmo que anote o seu nome na parte de cima. Em seguida, cada pessoa deverá traçar um retângulo ao redor do nome.

Avisa aos participantes que eles terão dois minutos para cumprir a tarefa de colher autógrafos, pedindo que os demais assinem seus nomes de forma legível na folha. Esgotado o tempo, todos os participantes deverão ter suas folhas na mão.

Iniciado o jogo, forma-se uma verdadeira balbúrdia, com todos os membros buscando rapidamente obter o maior número possível de autógrafos, ainda que tal orientação tenha sido dada, nem o moderador tenha colocado qualquer proposta de prêmio ou vitória por conquista.

Concluído o tempo, o monitor solicita que todos os participantes confiram o número de autógrafos legíveis obtidos. Em seguida todos informam para o grupo o número conseguido.

Procede-se, então, a análise do jogo, indagando inicialmente qual o sentimento que ficou mais evidenciado durante o processo de coleta de autógrafos. Conclui-se que houve um forte sentimento egocêntrico na busca dos autógrafos, mas não na sua doação.
 

Dinâmica publicada na edição nº 269, jornal Mundo Jovem, maio de 1999, página 21,
Colaboração de Gilma Maria de Souza Neubaner - Ipatinga, MG.

 

 

Máquina do ritmo


Objetivo:
Desenvolver temas que só sabemos falar e nunca expressar;
Exercitar a criatividade;
Buscar nova linguagem e soltar os sonhos.

Desenvolvimento:

1) Convidar os participantes a sentarem comodamente no chão ou em cadeiras.

2) O coringa chama um voluntário para ir à frente e lhe pergunta: “O que é uma máquina?” Essa pergunta é também dirigida aos outros componentes do grupo. Deixar falar e fazer uma síntese das idéias. Continuando, pede ao voluntário para produzir um som e um movimento que simbolize uma máquina. Por exemplo: uma máquina de “beneficiar arroz”.

3) O voluntário começará a imitar a máquina sem falar sobre qual é ela. Ele será uma peça e os outros, por sua vez, são desafiados a encaixar-se produzindo outro som e outro movimento na máquina acima, cada um por sua vez, espontaneamente. Aplausos.

4) O coringa pede um outro voluntário para imitar som e movimento de uma máquina que produza ódio. Lembrar que o som e o gesto devem representar o ódio. Mesmo processo. Convidar outros para se encaixarem nessa engrenagem.

5) Outro voluntário: “Expresse som e movimento de uma máquina que produza amor e afeto”.

6) Um outro voluntário: “A família que eu sonho”.

7) Pedir opiniões sobre o significado do exercício.
 

Dinâmica publicada junto ao artigo "O afeto na família: sentir-se amado(a)" na edição nº 377, jornal Mundo Jovem, junho de 2007, página 11.

 

Uma viagem de navio


Objetivo: possibilitar o autoconhecimento e facilitar a integração.

Material: giz e aparelho de som.

Desenvolvimento:

1) O coordenador desenha no chão o espaço do navio. O espaço deve ser grande o suficiente para conter todo o grupo.

2) Pedir que todos entrem no navio, que se movimentem ao som da música, reconhecendo o espaço e cumprimentando-se de forma criativa, sem palavras.

3) O coordenador vai desenvolvendo as etapas da viagem, solicitando ao grupo que vivencie cada uma delas adequadamente:
- navegando em mares calmos;
- observando a natureza em volta;
- percebendo que uma tempestade se aproxima;
- enfrentando a tempestade;
- retornando à calmaria;
- avistando o porto;
- preparando-se para o fim da viagem;
- desembarcando.

4) No plenário, cada participante diz o que mais lhe chamou a atenção durante a viagem, avaliando o nível de suas relações e levantando as dificuldades. Em seguida, comparar a viagem com as relações no trabalho e na escola.

Fonte: “Dinâmica de Grupos na Formação de Lideranças” - Ana Maria Gonçalves e Susan Chiode Perpétuo, editora DPeA.

Dinâmica publicada junto ao artigo "Solidariedade no mundo do trabalho: uma realidade possível" na edição nº 376, jornal Mundo Jovem, maio de 2007, página 11.

 

Desatando os nós



Objetivo: Desenvolver a solidariedade e a força da união de grupos. Várias cabeças pensando sobre um mesmo problema fica mais fácil encontrar uma solução.

Desenvolvimento:
     É parecida com o Jogo da mãos.
     O número de participantes é indiferente.
     O grupo se coloca na posição em círculo.
     Neste momento o orientador pede que cada um observe bem o seu colega da direita e o seu colega da esquerda.
     Ao sinal do orientador, começam a caminhar dentro do círculo imaginário ( já que desfizeram a formação em círculo para caminharem ) de forma aleatória e sem direção.
     Ao sinal do orientador parar de caminhar e permanecer no lugar.
     Com os olhos e sem caminhar procurar o cologa da direita e o colega da esquerda.
     Dar as mãos aos colegas da direita e da esquerda sem caminhar, podendo somente abrir as pernas e/ou dar um passo caso o colega esteja muito distante.
     Em seguida o orientador explica que eles deverão voltar a posição inicial em círculo sem que soltem as mãos, nem fiquem de costas para o interior do círculo e nem com os braços cruzados. Deverão voltar exatamente a posição inicial.

     A princípio parece impossível realizarem a tarefa , mas aos poucos vão montando estratégias e descobrindo maneiras todos juntos, de voltarem a posição inicial.

Fonte: Esta dinâmica está descrita no livro "Jogos de Cintura", de Macruz, Fernanda de M. S. e outros, Editora Vozes.
Dinâmica enviada por Márcia Braga Siqueira, Curitiba, PR.

Em cada lugar uma idéia


Objetivo: Avaliar e fortalecer os laços afetivos dentro do grupo.

Material necessário: Papel ofício, hidrocor, tesouras, cola, papel metro e pilot.

Descrição da dinâmica:

1. Grupo em círculo, sentado.

2. Dar a cada participante quatro folhas de papel ofício.

3. Solicitar que numa das folhas façam o contorno de uma das mãos e noutra, o de um dos pés. Desenhar nas demais folhas um coração e uma cabeça, respectivamente.

4. Escrever no pé desenhado o que o grupo proporcionou para o seu caminhar. Escrever dentro da mão desenhada o que possui para oferecer ao grupo. No coração, colocar o sentimento em relação ao grupo. Na cabeça, as idéias que surgiram na convivência com o grupo.

5. Fomar quatro subgrupos. Cada subgrupo recolhe uma parte do corpo (pés/mãos/coração/cabeça), discute as idéias expostas, levantando os pontos comuns.

6. Fazer um painel por subgrupo, utilizando todos os desenhos da parte do corpo que lhe coube, evidenciando os pontos levantados anteriormente, de modo a representar:

* com os pés, a caminhada do grupo;
* com as mãos, o que o grupo oferece;
* com os corações, os sentimentos existentes no grupo;
* com as cabeças, as idéias surgidas a partir da convivência grupal.

7. Cada subgrupo apresenta seu painel.

8. Plenário - dizer para o grupo o que mais lhe chamou a atenção de tudo o que viu e ouviu.


Fonte: Projeto Crescer e Ser, publicado no livro “Aprendendo a ser e a conviver”, Margarida Serrão e Maria C. Baleeiro, ED. FTD, 1999.

 

 

 

Atividades para os alunos descobrirem o que sentem


Atividades simples permitem aos alunos descobrirem o que sentem. As informações servem para conhecê-los melhor, o que ajuda na aprendizagem. Só não vale analisar psicologicamente o que eles dizem.


1. O que vejo e o que sinto

Objetivo: Provocar no aluno a reflexão sobre o estado de espírito dos outros por meio de hipóteses. Pensar sobre como alguém se sente é pressuposto para ações generosas.

Aplicação: Selecione em jornais e revistas, fotos de situações opostas - pessoas em um parque e em lixão, por exemplo. Prefira as que não mostrem o rosto. Peça para os alunos analisarem e descreverem o que estão vendo e pergunte como acham que essas pessoas estão se sentindo.


2. Jogo das cadeiras

Objetivo: Estimular o estudante a refletir sobre como agiria em situações diversas. Desafiá-lo a sustentar opiniões e expor o que pensa e sente, mesmo que isso seja constrangedor no começo. Desenvolver o auto-conhecimento (ao fazer isso, ele consegue estabelecer relações com os sentimentos dos outros).

Aplicação: Posicione quatro cadeiras em torno de uma mesa.
Prepare quatro envelopes, cada um com cinco frases, que podem ser sobre atitudes.

(Quando vejo uma briga eu...) ou sentimentos (Fico triste quando...)

Numere as cadeiras de um a quatro. Cada número corresponde a um envelope.
Quem discordar dele deve se levantar, completar a frase com a sua opinião e retornar à mesa somente ao concordar com alguma afirmação, numa próxima rodada.


Fonte: A Construção da solidariedade e a educação do sentimento na escola. Editora Mercado de Letras.

Floresta dos Sons


Descrição: Convidar os participantes a formarem duplas, sem se darem as mãos, colocando-se um, defronte o outro.
- Tirar par ou ímpar.
- Os que ganharem, levantam a mão.
- Cada dupla combina entre si um som qualquer que será emitido por aquele que ganhar, enquanto o outro, deverá fechar os olhos e não abrir em hipótese alguma.
- Quem ganhar emite sempre o mesmo som para guiar o companheiro cego, mergulhando no meio de todos os outros.
- Após três ou quatro minutos, inverter os papéis.
- Finalizar o exercício, recolhendo as reações dos participantes, através da verbalização.

Possibilidade de Aplicação:

- aprender a ouvir
- respeitar o corpo do outro
- desinibir
- aquecer
- confiar no outro
- trabalhar temas específicos identificar o outro, confiança, comunhão, sentidos, nova linguagem etc.


Fonte: “Augusto Boal, publicado no livro “Dinâmica de grupos na formação de lideranças” de Ana Maria Gonçalves e Susan Chiode Perpétuo, Ed. DP e A, 1998.

 

A construção coletiva do rosto


a) Orientar os participantes para sentarem em círculo;

b) O assessor distribui para cada participante uma folha de papel sulfite e um giz de cera;

c) Em seguida orienta para desenhar o seguinte:

- uma sobrancelha somente;
- passar a folha de papel para as pessoas da direita e pegar a folha da esquerda;
- desenhar a outra sobrancelha na folha que este recebeu;
- passar novamente;
- desenhar um olho;
- passar novamente;
- desenhar outro olho;
- passar a direita e... completar todo o rosto com cada pessoa colocando uma parte (boca, nariz, queixo, orelhas, cabelos).

d) Quando terminar o rosto pedir à pessoa para contemplar o desenho;

e) Orientar para dar personalidade ao desenho final colocando nele seus traços pessoais;

f) Pedir ao grupo para dizer que sentimentos vieram em mente.


Equipe da Casa da Juventude Pe. Burnier,
CAJU, Goiânia, GO.
Subsídio de Apoio da Escola de Educadores de Adolescentes e Jovens.
Site: http://www.casadajuventude.org.br/

 

Ilhas em Alto Mar


Distribuir jornais pela sala (5 folhas) pedir para que os participantes caminhem sentindo o chão, o peso do corpo, observar as pessoas que se cruzam.

Imaginar que o grupo estava em um cruzeiro, aconteceu um acidente e o navio naufragou, as pessoas vão movimentando os braços como se tivessem nadando, colocar para o grupo que as águas são perigosas cheias de tubarões e os jornais são pequenas ilhas. Quando o instrutor gritar “Tubarão” todos sobem nas ilhas, os tubarões vão embora as pessoas voltam a nadar.

Repetir umas quatro vezes, e cada vez que repetir diminuir os jornais.
Em uma palavra cada pessoa dizer o que sentiu.

Fotografia

O instrutor divide a turma em grupos de no máximo dez pessoas, e dá um tema para cada grupo, desde que os outros não saibam (ex.: prostituição, violência, fome, alegria, namoro etc.). O grupo irá montar uma cena onde todos permanecem congelados. O instrutor orienta o grupo para que fiquem postos no lugar, bate palma e o grupo congela. Os demais grupos tentam descobrir a mensagem - ou tema. Fazer um debate sobre o que aprendemos com esta dinâmica.

Rótulos

O instrutor cola uma etiqueta em cada participante, sem que o participante veja o que está escrito nela. Movimentam-se pela sala, os participantes devem se tratar uns aos outros conforme o rótulo que virem na testa dos companheiros. Cada um deve tentar adivinhar que rótulo recebeu.

Depois de vinte minutos, o coordenador pede para cada um diga o rótulo que recebeu e porque sentiu isso. Deve-se conversar também sobre os efeitos que os rótulos provocaram nas pessoas, se gostam ou não de serem tratadas a partir de rótulos e comparar com o que acontece na vida real no cotidiano do grupo.

Sugestões de rótulos:

aprecie-me
ensine-me
tenha piedade de mim
aconselhe-me
respeite-me
ajude-me
rejeite-me
ignore-me
ria de mim
zombe de mim


Exercício pessoal de revisão de vida e de prática:

a) Recolha-se num lugar tranqüilo, onde você possa ficar em silêncio e confortável.

b) Retome a sua vida e procure refletir sobre ela a partir das seguintes questões:

Como vai a sua relação?

- consigo mesmo;
- com o grupo de jovens;
- no namoro;
- na família;
- com os(as) amigos(as);
- com os colegas de trabalho;
- com Deus.

c) Partilhar com seu grupo com os amigos como foi a experiência.


Equipe da Casa da Juventude Pe. Burnier,
CAJU, Goiânia, GO.
Subsídio de Apoio da Escola de Educadores de Adolescentes e Jovens.
Site: http://www.casadajuventude.org.br/

 

Jogo das mãos


Finalidade: Refletir sobre a importância da participação na resolução de problemas.

Para quantas pessoas: de seis até 25 participantes (grupos muito grandes deverão ser subdivididos)

Descrição da dinâmica:

Os participantes deverão ficar de pé, dando-se as mãos, como para uma brincadeira de roda.

O moderador explica que o grupo terá como objetivo “virar toda a roda ao contrário”, ou seja, todos deverão ficar de costas para o centro do círculo com os braços esticados (não vale ficar com os braços cruzados sobre o peito).

O jogo tem regras: os participantes não poderão soltar as mãos, nem falar, até conseguirem alcançar a posição.

O monitor dá início ao jogo, reforçando que o grupo deverá buscar uma maneira (estratégia) de atingir o objetivo, respeitando as regras estabelecidas.

A solução para este “problema”, que no início não parece ter solução, é simples: um dos participantes deverá erguer o braço do colega formando um arco ao alto pelo qual todos, ligeiramente agachados, passarão.


Gilma Maria de Souza Neubaner, Ipatinga, MG.
Por Carta.

Desenho de Giz


Objetivo: Avaliar a caminhada do grupo ou o andamento de uma reunião através de manifestações simbólicas dos participantes.

Para quantas pessoas: Funciona muito bem para grupos de tamanho médio, até trinta pessoas.

Material necessário: Lousa e giz colorido ou papelógrafo (bem grande) e lápis de cor, giz de cera ou outro material, com várias opções de cor.

Descrição da dinâmica:

O coordenador orienta os participantes a irem até a lousa (ou papelógrafo) para desenharem algumas coisas que indiquem como estavam quando começou o curso (ou o grupo, no caso de se avaliar a caminhada do grupo) e outro desenho que indique como estão agora, passado algum tempo desde o início do processo.

Quando todos tiverem feito os seus desenhos, o coordenador convida quatro pessoas para falarem da mudança que percebem em si mesmos e outros quatro para falarem um pouco do que estão vendo no quadro.

É importante o coordenador ficar atento e “puxar” a avaliação para o que realmente se quer avaliar.


Fonte: CCJ - "Centro de Capacitação da Juventude”.
Site: http://www.ccj.org.br/

 

 

 

Conhecimento mútuo


Objetivo: Oportunizar um maior conhecimento de si mesmo e facilitar melhor relacionamento e integração interpessoal.

Tempo de duração: Aproximadamente 60 minutos.

Material necessário: Lápis e uma folha de papel em branco para todos os participantes.

Ambiente físico: Uma sala, com cadeiras e mesas, suficientemente ampla, para acomodar todos os participantes.


Descrição da dinâmica:

1. O facilitador explicita o objetivo e a dinâmica do exercício.

2. Em continuação, pede que cada um escreva, na folha em branco, alguns dados de sua vida, fazendo isso anonimamente e com letra de fôrma, levando para isso seis a sete minutos.

3. A seguir, o facilitador recolhe as folhas, redistribuindo-as, cabendo a cada qual ler em voz alta a folha que recebeu, uma por uma.

4. Caberá ao grupo descobrir de quem é, ou a quem se refere o conteúdo que acaba de ser lido, justificando a indicação da pessoa.

5. Após um espaço de discussão sobre alguns aspectos da autobiografia de cada um, seguem-se os comentários e a avaliação do exercício.


Fonte: “Relações Humanas Interpessoais, nas convivências grupais e comunitárias”, de Silvino José Fritzen, Editora Vozes: 0 (xx)(24) 2233-9000.
Endereço eletrônico: vendas@vozes.com.br

Constelação de amigos


Objetivo: Conhecer mais nossas relações com as pessoas e perceber qual a influência delas sobre nossa vida.

Material necessário: Papel em branco e caneta para todos os participantes.


Descrição da dinâmica:

1. Todos recebem uma folha em branco e marcam um ponto bem no centro dela. Este ponto representa o desenhista.

2. Desenhar diversos pontos nas extremidades da folha, significando cada pessoa com que você tenha relação, seja boa ou má; pessoas que você influencia ou que influenciam você (pode-se escrever junto o nome ou as iniciais).

3. Traçar flechas do ponto central, você, para os pontos periféricos, as pessoas que estão em sua volta, segundo o código que segue:

a) —> Flecha com a ponta para fora: pessoas que influencio ou que aprecio.
b) <— Flecha com a ponta para dentro: pessoas que me influenciam, ou que gostam de mim.
c) <—> Flecha em duplo sentido: a relação com esta pessoa é mutuamente respondida.
d) <- -> Flecha interrompida: relação cortada.
e) <-/-> Flecha interrompida por uma barra: relação através de intermediários.
f) <-#-> Flecha interrompida por muro: relação com um bloqueio que impede o seu pleno êxito.

4. Em grupos de três ou quatro pessoas, partilhar sobre o que tentou expressar com o seu desenho. Responder:

a) Ficou fora do meu desenho algum parente mais próximo?
b) As relações que me influciam estão me ajudando?
c) As relações que possuem barreiras ou que estão interrompidas podem ser restauradas? Seria importante?
d) Nosso grupo está nestes desenhos?

5. Fazer um grande painel afixando os desenhos e abrindo para que todos possam comentar.

6. Avaliar se a dinâmica acrescentou algo de bem em minha vida e na vida do grupo. Descobri algo?


Fonte: “Jornal “Presença Jovem”, julho/1999, edição nº 61 - Informativo da Pastoral da Juventude, encartado no Jornal “Presença Diocesana” de Passo Fundo, RS.
Artigo publicado na edição 340, julho de 2000, página 5.

Fotolinguagem


Objetivo: Olhando para as fotos sobre a realidade que se vive, aprender a ligar dois ou mais fatos e ter uma opinião sobre eles.

Número de participantes: Se houver mais de oito pessoas, deve-se subdividir em grupos de cinco.

Material necessário: Fotos de jornais e revistas espalhadas por toda a sala.

 

Descrição da dinâmica:

     Os participantes passeiam pela sala, olhando as fotos e escolhem duas fotos que tenham ligação entre si.
     Depois, durante 7 minutos, pensam nas seguintes questões:

a) Que realidade me revelam?
b) Qual a ligação entre elas?
c) Por que me identifiquei com elas?

     Cada um apresenta as fotos e as conclusões às quais chegou. O restante do grupo pode questionar a ligação dos fatos entre si e fazer uma ou duas perguntas para clarear melhor as afirmações.


Agenda da Juventude, CCJ (Centro de Capacitação da Juventude), São Paulo, 2000. Site na internet: http://www.ccj.org.br

 

Nem o meu, nem o seu, o nosso


Finalidade: Propiciar um clima de descontração e integração entre os participantes do grupo.

Material necessário: rádio e CDs de música

Descrição da dinâmica:

1. Grupo de pé, espalhado pela sala. Música.

2. Pedir que todos se movimentem pela sala de acordo com a música, explorando os movimentos do corpo. Pôr música com ritmo cadenciado. Tempo.

3. Parar a música. Solicitar que formem dupla com a pessoa mais próxima e que, de braços dados, continuem a se movimentar no mesmo ritmo, procurando um passo comum, quando a música recomeçar.

4. Após um tempo, formar quartetos, e assim sucessivamente, até que todo o grupo esteja se movimentando junto, no mesmo passo.

5. Pedir que se espalhem novamente pela sala, parando num lugar e fechando os olhos.

6. Solicitar que respirem lentamente, até que se acalmem.

7. Abrir os olhos, sentar em círculo.

8. Plenário:
- O que pôde perceber com esta atividade?
- Que dificuldades encontrou na realização da dinâmica?
- Como está se sentindo?

Fonte: Margarida Serrão e Maria C. Boleeiro

Comentários:

     Este é um trabalho leve e de muita alegria. O grupo se movimenta de forma descontraída, o que cria um clima propício para se trabalhar a integração entre os componentes. Pode ser enriquecido e acrescido de novas solicitações.

     A atividade propicia, também, uma reflexão sobre a identidade do grupo, as diferenças de ritmo entre os participantes, a facilidade ou a dificuldade com que alcançam a harmonia, chegando a um passo comum.

     O facilitador pode explorar a atividade, criando movimentos e formas que desafiem o ritmo grupal.

 

Nome e Qualidade


Objetivo: Aprender o nome dos participantes do grupo de forma lúdica; facilitar a integração entre os adolescentes.

Descrição da dinâmica:

1. Grupo em círculo, sentado.

2. O facilitador inicia dizendo alto seu nome, seguido de uma qualidade que julga possuir.

3. Cada participante, na seqüência a partir do facilitador, repete os nomes e qualidades ditos anteriormente, na ordem, acrescentando ao final seu próprio nome e qualidade.

Comentários:

     O desafio desta dinâmica é aprender de forma lúcida como chamar os participantes do grupo, repetindo na seqüência todos os nomes e qualidades ditos anteriormente no círculo, antes de dizer o seu próprio nome.
     Havendo dificuldade na memorização da seqüência, o facilitador e/ou o grupo auxiliam a quem estiver falando, pois o importante nesta dinâmica é que, ao finalizá-la, todos tenham aprendido o nome dos companheiros.
     Nesta atividade, trabalha-se também a identidade - Como me chamam? Quem sou eu? - podendo surgir apelidos carinhosos ou depreciativos. É importante que o facilitador esteja atento no sentido de perceber e explorar o sentimento subjacente ao modo como cada indivíduo se apresenta.
     É uma dinâmica que pode ser usada no início do trabalho, quando o grupo ainda não se conhece ou após um tempo de convivência, enfatizando as qualidades pessoais e/ou englobando outras questões, como: algo de que se goste muito, o nome de um amigo, divertimento preferido etc.

Somos nós que fazemos a vida


1) Coloque uma música de fundo e peça que as pessoas circulem pelo espaço onde estão e, em silêncio, pensem nas coisas que ameaçam as suas vidas (violência, doenças, trânsito etc.);

2) Peça para que continuem caminhando e falando, em voz alta, como se sentem frente a essas ameaças;

3) Pare a música e peça às pessoas que expressem com o corpo esses seus sentimentos. E permaneçam assim, paralisados, como se fossem estátuas, expressando seus sentimentos de medo, cansaço, tristeza, decepção, raiva, indiferença, pavor frente ao que lhes ameaça a vida;

4) Depois de alguns minutos, convide a repetirem a frase: Somos nós que fazemos a vida, como der, ou puder, ou quiser;

5) Convide as pessoas a tomarem uma atitude: a permanecerem assim paralisadas ou a deixarem de ser estátuas, a se sacudirem, e a dizerem bem alto os seus desejos para a vida, o que buscam na vida: paz, dignidade, alegria, amor etc;

6) Todos voltam a fazer um minuto de silêncio para assumirem um compromisso em favor da vida, para si e para os outros, enquanto ouvem baixinho a música O que, o que é?;

7) Aumente o volume e convide a todos para cantarem com entusiasmo;

8) Finalize com um momento de partilha sobre os sentimentos que trazemos conosco em relação à vida e como eles influenciam as nossas atitudes, deixando-nos paralisados ou mobilizados na defesa da vida.
 

Dinâmica publicada junto ao artigo "E a vida, o que é? " na edição nº 383, jornal Mundo Jovem, fevereiro de 2008, página 11.

 

Mural da paz


     Este é um trabalho para ser mantido em exposição. Assim, outras pessoas terão a oportunidade de receber essa mensagem de paz. Este mural não inspira solidariedade apenas em quem trabalha nele, mas em qualquer um que esteja disposto a construir um mundo melhor. Uma opção que gera a inclusão é convidar grafiteiros da comunidade para fazer o mural da paz nas paredes da escola!

Material necessário:

• Folhas de papel grande para forrar a parede;
• Tinta e outros materiais que se deseje utilizar na montagem;
• Cola ou fita adesiva.

Desenvolvimento:

• O grupo faz um painel de papel para desenhar ou prepara uma parede para ser pintada.

• Tudo o que se tem a fazer é representar, cada um a seu jeito, o que entende por Cultura de Paz. É aconselhável colocar, no local que vai ser pintado, os seis pontos do Manifesto/2000: respeitar a vida, rejeitar a violência, ser generoso, redescobrir a solidariedade, preservar o planeta e ouvir para compreender.

• Cada participante começa trabalhando num pedaço do mural e, depois, todos podem interagir e completar os desenhos feitos por todos. Ao final, cada um pode completar o desenho com uma frase sobre o que acha necessário fazer para atingir a paz.

• Outro ponto importante desta atividade é o próprio resultado. Como as pessoas enxergam a questão da paz? Quais foram os elementos que mais apareceram? O que falta na nossa vida pessoal e coletiva para atingir essa paz?

Fonte: Paz, como se faz?, de Lia Diskin e Laura Gorresio Roizman

Dinâmica publicada junto ao artigo "Sozinho, ninguém se salvar" na edição nº 381, jornal Mundo Jovem, outubro de 2007, página 15.

 

Um mergulho no meu ser


     Esta dinâmica é uma proposta de auto-avaliação e conhecimento do potencial criativo que cada um possui. Concentração do grupo e preparação anterior são necessárias.

Material necessário:
Almofadas, espelhos (quantidade suficiente para todos), toca-cd, CDs com música instrumental.

Local:
Sala ampla, tendo no lugar de cada participante um espelhinho.

Desenvolvimento:
- O(a) coordenador(a) convida cada participante a olhar no espelho, perguntando-se: “quem sou?”.
- Para isso, coloca-se um fundo musical e estipula-se um tempo para reflexão.
- Sabendo quem é você, responda: “quanto valho?”.
- Depois de breve espaço para interiorização, todos são convidados a conversar com o espelho, falando alto, murmurando: Quais são as minhas qualidades? Em que posso contribuir mais para o grupo e para a sociedade?
- De acordo com a música, cada um vai se virando, formando pequenos grupos (tudo com muita ordem para não perder a concentração).
- Colocar os espelhos no chão, arrumando-os defronte de si e continuar murmurando o que estava dizendo antes.
- Com tranqüilidade, ir formando um grande círculo, tendo no centro os espelhos.
- Abraçados, caminhar em círculo olhando-se e olhando os outros nos espelhos, aprendendo a ver além...
- Agora é a hora da expressão! Quem quiser, pode dizer o que sentiu ou pensou.
 

Dinâmica publicada junto ao artigo "O pensar criativo" na edição nº 379, jornal Mundo Jovem, agosto de 2007, página 20.

 

Solidariedade é a gente que faz


Objetivo: conscientizar-se da importância da solidariedade na convivência social.

Material: revistas, jornais, papel ofício, cola, fita crepe, hidrocor, papel metro.

Desenvolvimento:

1) Formar subgrupos.

2) Distribuir material aos subgrupos.

3) Cada subgrupo deve montar, com o material recebido, um painel no qual apresente situações de solidariedade, em oposição a situações individualistas, dando um título sugestivo para o trabalho.

4) Apresentação dos painéis, seguida de discussão sobre os pontos que mais chamarem a atenção do grupo.

5) Plenário - discutir as seguintes questões:
- Qual a importância da solidariedade na sociedade contemporânea?
- De que iniciativa solidária você já participou?
- Que pessoas e organizações são exemplos de solidariedade no bairro, na escola, na sociedade?

6) Fechamento: o facilitador ressalta para o grupo o valor da solidariedade para o enfrentamento de questões como fome, educação, saúde, emprego etc.


Fonte: “Aprendendo a ser e a conviver”, Fundação Odebrecht, Editora FTD.

Dinâmica publicada junto ao artigo "Cooperativismo e associativismo, um cenário de economia solidária" na edição nº 378, jornal Mundo Jovem, julho de 2007, página 14.

 

Estrada da formação


Finalidade: Avaliação e auto avaliação com relação à formação.

Materiais necessários: Desenho da estrada; Recortes de bonecos, pedras e lanterna; Cola e caneta.

Condução: Dá-se a cada participante um desenho de uma estrada e montanhas ao fundo, algumas bonecas ou bonecos recortados em papel, desenhos de pedras e desenhos de lanterna acesa.

Dar os seguintes comandos:
1º) Escrever nas montanhas qual o seu projeto pessoal, onde quer chegar?
2º) Colar um boneco de onde partiu em algum lugar da estrada.
3º) Colar um segundo boneco no ponto da estrada onde você está hoje.
4º) Colar pedras, significando obstáculos estruturais, que te impedem chegar onde quer. Dar nome às pedras.
5º) Colar lanternas, significando instrumentos, ferramentas que você precisa ainda para superar as pedras e chegar nas montanhas, dar nome às lanternas.
Todos olham o de todos. Agrupam-se por identificação, no máximo três trocam idéias.
Terão idéia então de que a formação é um processo onde o que importa é caminhar e ter claro onde chegar, quais obstáculos comuns, quais lanternas comuns.

Colaboração: Gilma Maria de Souza Neubaner, Ipatinga, MG.

Dinâmica publicada na edição nº 301, Outubro de 1999, página 20.

 

O jovem e as exigências do século XXI


     Um ser humano autônomo e solidário – eis o ideal de ser humano deste milênio. Esse ideal representa e retrata as novas tendências do mundo em todas as áreas, inclusive no mercado de trabalho. O surgimento de uma cultura planetária de natureza massiva e caráter pluralista se aproxima. Para sobreviver nos novos tempos é preciso atender a essas exigências, o que implica numa nova postura perante si mesmo, o outro e a realidade.

     Num projeto de desenvolvimento pessoal e social, tendo como objetivo geral a construção da cidadania, é preciso definir que homem/mulher e que sociedade queremos formar. Dentro da visão do ser humano autônomo e solidário, algumas atitudes e características devem ser desenvolvidas para que essas qualidades possam ser atingidas.

     Os Códigos da Modernidade, apresentados a seguir, enumeram as competências que serão necessárias para que as pessoas possam enfrentar mais adequadamente os desafios do milênio.

Códigos da modernidade

Domínio da leitura e da escrita: Para se viver e trabalhar na sociedade altamente urbanizada e tecnificada do século XXI, será necessário um domínio cada vez maior da leitura e da escrita. As crianças, adolescentes e jovens terão de saber comunicar-se usando palavras, números e imagens. Saber ler e escrever já não é um simples problema de alfabetização, é um autêntico problema de sobrevivência.

Capacidade de fazer cálculos e de resolver problemas: Na vida diária e no trabalho, é fundamental saber calcular e resolver problemas. Calcular é fazer contas. Resolver problemas é tomar decisões fundamentadas, em todos os domínios da existência humana. Na vida social, é necessário dar solução positiva aos problemas e às crises. Uma solução é positiva quando produz o bem comum.

Capacidade de analisar, sintetizar e interpretar dados, fatos e situações: Na sociedade moderna, é fundamental a capacidade de descrever, analisar e comparar fatos e situações. Não é possível participar ativamente da vida da sociedade global, se não somos capazes de manejar símbolos, signos, dados, códigos e outras formas de expressão lingüística, buscando causas e possíveis conseqüências, colocando o fato no curso dos acontecimentos, dentro da história.

Capacidade de compreender e atuar em seu entorno social: Compreender o entorno social é saber explicar acontecimentos do ambiente onde estamos inseridos. Atuar como cidadão é ser capaz de buscar respostas, de solucionar problemas, de operar, alterar e modificar o entorno. Significa ser sujeito da história.

Receber criticamente os meios de comunicação: Um receptor crítico dos meios de comunicação é alguém que não se deixa manipular como pessoa, como consumidor, como cidadão. Os meios de comunicação produzem e reproduzem novos saberes, éticas e estilos de vida. Ignorá-los é viver de costas para o espírito do nosso tempo.

Capacidade para localizar, acessar e usar melhor a informação acumulada: Num futuro bem próximo, será impossível ingressar no mercado de trabalho sem saber localizar dados, pessoas, experiências e, principalmente, sem saber como usar essa informação para resolver problemas. Será necessário consultar rotineiramente – muitas vezes pela internet – bibliotecas, hemerotecas, videotecas, centros de informação e documentação, museus, publicações especializadas etc.

Capacidade de planejar, trabalhar e decidir em grupo: Saber associar-se, trabalhar e produzir em equipe são capacidades estratégicas para a produtividade e fundamentais para a democracia. Essas capacidade se formam cotidianamente através de um modelo de ensino-aprendizagem autônomo e cooperativo, em que o professor é um orientador e um motivador para a aprendizagem.
 

Dinâmica


Material: quadro-negro, folha para cada participante, lápis e papelógrafo.

Desenvolvimento

1. Grupo em semicírculo em frente ao quadro;

2. Distribuir para cada participante uma folha de papel e um lápis;

3. O coordenador/a escreve no quadro JUVENTUDE, pedindo ao grupo que crie novas palavras, utilizando-se das letras que compõem esta palavra. As palavras criadas devem ter relacão com esta fase da vida. Deixar claro que é preciso respeitar o número de vogais e consoantes contidas na palavra matriz, ou seja, as palavras criadas nao devem ultrapassar o número de letras existentes na palavra original. Listar o maior número possível de palavras. Tempo.

4. Cada participante lê sua lista de palavras, enquanto o coordenador/a as escreve no quadro.

5. Formar subgrupos, solicitando que tentem construir uma frase sobre a juventude, que contenha o maior número possível das palavras ditas.
Escrever no papelógrafo.

6. Apresentacão das frases feitas pelos subgrupos.

7. Fechamento: o coordenador/a ressalta nas frases apresentadas os pontos mais significativos e a sua relacão com o tema ’o jovem e as exigências do século XXI’.



Fonte: Adaptação dos “Códigos da Modernidade”, de José Bernardo Toro (da Fundación Social da Colômbia), traduzidos por Antonio Carlos Gomes da Costa para a Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho.

 

 

 

 

Meu presente / Meu futuro


Objetivo: Perceber que a construção do futuro depende das vivências e escolhas do presente.

Material: Papel ofício, lápis, lápis de cera e fita crepe.

Desenvolvimento:

1. Grupo espalhado pela sala, sentado.

2. Distribuir para os participantes, papel, lápis preto e de cera, solicitando que representem através de desenho, o momento que estão vivendo, compondo um retrato intitulado “Meu presente”. Tempo.

3. Quando todos tiverem terminado, distribuir nova folha de papel, pedindo que componham a representaçao do futuro que imaginam e gostariam para si. A este retrato devem chamar “Meu futuro”. Tempo.

4. Cada participante apresenta para o grupo seus desenhos, explicando seu significado.

5. Quando as apresentações terminarem, o facilitador pede que, de um em um, cada adolescente prenda seus desenhos na parede, mantendo entre o “presente” e o “futuro” uma distância que represente a separação que existe entre sua vida atual e o que almeja seguir.

6. Plenário - falar sobre a distância existente entre o presente e o futuro e sobre como pretende aproximar esses momentos, salientando que o projeto de vida é que faz a ponte entre esses dois tempos, possibilitando o enfrentamento das condições adversas.


Fonte: Margarida Serrão e Maria Clarice Baleeiro, do livro “Aprendendo a ser e a conviver!, ED. FTD, 1999.

 

Problemas e soluções


Objetivo: Motivar a análise e a discussão de temas problemáticos; buscar estabelecer o consenso.

Número de participantes: No máximo 20.

Material: Lousa ou papelógrafo; giz ou pincel atômico e apagador; recorte de notícias, se for um fato jornalístico.

Desenvolvimento:

* Um membro do grupo relata um problema (verdadeiro ou fictíco), um caso, um fato jornalístico, ou determina situação que necessite uma solução ou aprofundamento.
* Havendo mais de um caso, o grupo escolhe um para o debate; todos são convidados a dar sua opinião sobre a questão e as idéias principais são anotadas no quadro ou no papelógrafo.
* A idéia mais comum ou consensual a todos os participantes é então destacada e melhor discutida, ampliando a visão do fato, como uma das possíveis soluções ou aprofundamento do problema.

Avaliação:

* Após o consenso, faz-se uma pequena avaliação do exercício; em que ele pode nos ajudar como pessoas e como grupo?
* Pontos de destaque
* Outras aplicações para este exercício.


Fonte: Subsídio - Somos Chamados da Pastoral da Juventude do Brasil.

 

Invertendo os papéis


Objetivo: Refletir sobre os papéis sexuais e os estereótipos vigantes em nossa cultura; possibilitar o questionamento dos privilégios entre os sexos, percebendo as diferenças culturais existentes.

Material: Papel ofício e lápis.


Desenvolvimento da dinâmica:

1. Dividir o grupo em cinco subgrupos.

2. Dar um tema para cada subgrupo, pedindo que discutam os papéis, as diferenças e os privilégios relativos aos sexos, de acordo com o tema recebido:

* relação marido-mulher;
* educação de filhos(as);
* trabalho;
* namoro;
* relacionamento sexual.

Tempo para discussão, pedindo que anotem os pontos principais levantados pela equipe.

3. Solicitar que cada subgrupo crie uma cena que expresse a conclusão a que chegou. Pedir que, na cena, os rapazes façam o papel feminino e as moças, o masculino.

4. Apresentação de cada subgrupo.

5. Plenário - compartilhar os sentimentos e as observações:

* Como se sentiu incorporando o papel do sexo oposto?
* Qual a diferença existente entre o que você representou e o que você faria nessa situação na realidade?
* Quais as diferenças que são inerentes ao gênero e quais as que decorrem da cultura?


Fonte: Projeto Crescer e Ser, publicado no livro “Aprendendo a ser e a conviver”, Margarida Serrão e Maria C. Baleeiro, ED. FTD, 1999.

 

Os jovens frente aos desafios do mundo do trabalho


O que vou ser quando crescer? Essa é uma pergunta que nos acompanha durante toda a infância e adolescência. São muito diversos os nossos sonhos: jogador de futebol, cantor, professor, contador, cabeleireiro, cientista, atriz ou ator de TV, médico, advogado...

Objetivo: Discutir o papel da educação dos jovens frente aos desafios do mundo do trabalho.

Aplicação da dinâmica:

a) Procure lembrar um pouco da sua infância. Quais era os seus sonhos? Que profissão você gostaria de ter? Por quê?

b) Esse sonho mudou com o passar dos anos? Que sonho você tem hoje, vivendo a juventude? Que futuro profissional você sonha ter?

Agora vamos fazer um debate:

1. Sentar em círculo. Cada um da turma deve expor para o grupo as suas próprias experiências em relação ao trabalho e à educação. Fale sobre você e tente expor para os colegas as suas experiências e pontos de vista sobre as seguintes questões:

a) Quais são as suas experiências educacionais dentro e fora da escola?

b) Que tipo de estudo e de qualificação profissional pode ajudá-lo a crescer no mundo do trabalho? Por quê?

2. - Depois da realização do debate escreva uma frase que expresse o que você está sentindo e pensando após ter ouvido os colegas e falado sobre as suas próprias experiências em relação ao trabalho e à educação.

3. - Montar um painel com as frases de todos.

4. - Escolher, juntamente com o grupo, um título interessante para o painel.


Fonte: Pro Jovem - Guia de Estudo - Unidade 2.

 

Processos de Trabalho


Finalidade: Discutir formas de organização do processo de trabalho; discutir as diferenças entre os dois tipos, ritmo, produto, final, envolvimento individual.

Características: Espírito de equipe/agilidade/habilidade manual/concentração.

Material necessário: Massinha de modelar ou argila, ordens de serviço e caixas para recolher peças.

Descrição da dinâmica:

     Dois grupos de igual número que irão trabalhar paralelamente. Um monitor para cada grupo.

1º Grupo: Ficam parados em fila indiana como numa linha de montagem, cada um recebe sua massinha de modelar com um cartão contendo uma ordem de serviço; confecção de pés, pernas, tronco, braços, mãos, cabeça.

Um desconhece a ordem do outro e, portanto, não sabe o que se formará ao final: a produção de um boneco.

O monitor cobra pressa. Ao término das peças, o monitor passa puxando uma caixa onde as pessoas seqüencialmente vão montando o “produto final”.

2º Grupo: Sentados em roda. O monitor ordena a montagem de um boneco com a participação de todos. Ele cobra e estimula o andamento até que o grupo conclua junto o seu trabalho.

Após terminado o trabalho dos grupos, o(a) professor(a) coordena um debate comparando o processo desenvolvido por cada grupo. Depois, a turma pode relacionar esta dinâmica com a participação de todos nas atividades propostas em sala de aula. Como é o “produto final” da construção que fazemos em nossa escola?


Gilma Maria de Souza Neubaner, Ipatinga, MG.
Por Carta.

 

 

Líder ou lideranças? A Candidatura


O grupo de jovens é um espaço de exercício da cidadania. A construção de uma sociedade mais participativa e solidária passa por uma nova relação nas tarefas desenvolvidas pelo grupo. Com criatividade e o uso de dinâmicas adequadas, o grupo vai crescer em cidadania.

     Todo grupo deve favorecer a participação individual e o sentido de corresponsabilidade entre os participantes. Todos têm possibilidades de servir em alguma coisa, de oferecer diferentes dons.

     Quando o grupo assume conjuntamente os trabalhos, existe maior participação. As diferentes lideranças ou funções são um compromisso para o funcionamento do conjunto. O que cada um faz individualmente pode parecer objetivamente pouco, mas subjetivamente pode significar o início de um processo de descoberta de si mesmo, de sentir-se útil, de aproveitar suas próprias qualidades. Significa libertar-se do medo, do complexo de inferioridade, do anonimato passivo, do sentimento de inutilidade e da dominação por parte de alguém.

     São muitas as funções que se exercem em um trabalho de grupo, dependendo da atividade proposta, se é de estudo, integração, avaliação etc... Algumas são básicas para todos os grupos e atividades:

O coordenador(a): aquele que se responsabiliza de modo geral pela reunião, ajudando para que todos os papéis se integrem para o bem de todos.

O secretário(a): aquele que faz a síntese do que foi tratado de mais importante no grupo e registra as questões que permanecem.

O perguntador(a): é a pessoa que se preocupa com o aprofundamento do tema.
O grupo, ao planejar determinada atividade, define quais são as responsabilidades. Os participantes podem se oferecer livremente ou serem indicados pelo grupo.

     As dinâmicas que seguem se utilizam ao iniciar um encontro ou reunião com pessoas que não se conhecem ou que tenham um conhecimento superficial.

     Ajudam a romper barreiras e criar um clima de amizade entre os participantes, possibilitando conhecer cada um do grupo e seus valores. Ajudam a descobrir as lideranças.


A candidatura

Objetivo: expressar de maneira simpática o valor que têm as pessoas que trabalham conosco.


Descrição da dinâmica:

     Cada grupo deve escolher um candidato para determinada missão. Por exemplo, ser presidente da associação de moradores, ser dirigente de um clube esportivo etc. Cada participante coloca no papel as virtudes que vê naquela pessoa indicada para o cargo e como deveria fazer a propaganda de sua candidatura.

     O grupo coloca em comum o que cada um escreveu sobre o candidato e faz uma síntese de suas virtudes. Prepara a campanha eleitoral e, dependendo do tempo disponível, faz uma experiência da campanha prevista.

     O grupo avalia a dinâmica, o candidato diz como se sentiu. O grupo explica por que atribuiu determinadas virtudes e como se sentiram na campanha eleitoral.


Obs.: a dinâmica foi tirada do subsídio “Dinâmicas em Fichas” - Centro de Capacitação da Juventude (CCJ) - São Paulo.
Site na internet: http://www.ccj.org.br


Questões para Debate

1 - O que você conclui, a partir da leitura do texto?
2 - Como é exercida a liderança no seu grupo? Há corresponsabilidade e divisão de tarefas?
3 - O que o grupo pode fazer para despertar as lideranças?


Equipe do IPJ (Instituto de Pastoral de Juventude),
Porto Alegre, RS. Site: http://www.ipjdepoa.org.br
Artigo publicado na edição 277, abril de 1997, página 14.

 

Júri Simulado - Neoliberalismo


As crises que vêm sacudindo a América Latina desde o final da década de 1990 são decorrentes da adoção irrestrita do Neoliberalismo.
Há crises nas exportações, na competitividade do mercado, e o retrato maior está no nível de miserabilidade dos povos.


     Neoliberalismo, em sentido mais amplo, é a retomada dos valores e ideais do liberalismo político e econômico que nasceu do pensamento Iluminista e dos avanços econômicos decorrentes da Revolução Industrial. Claro que há uma adequação necessária à realidade política, social e econômica de cada nação em que se manifesta.

     A expressão Neoliberalismo passou amplamente a ser utilizada após a dissolução da União Soviética. Os dois primeiros grandes países em que se manifestaram as culturas neoliberais foram o Reino Unido e os Estados Unidos. No primeiro, durante o governo da primeira-ministra Margaret Thatcher (1979 – 1990) e nos EUA com o presidente Ronald Reagan (1981- 1988). Sendo depois adotada em vários países pelo mundo.

O projeto neoliberal

O Neoliberalismo propõe:

- Redução da participação do Estado nas economias;
- Liberdade nas taxas de câmbio e de juros;
- Redução dos direitos trabalhistas;
- Liberdade de ação ao capital estrangeiro (transnacionais), dentre outros.

     Estas medidas facilitam os fluxos de capitais e mercadorias, importantes à Globalização, e aumentam a concentração e a centralização de capitais, formando corporações cada vez maiores e mais poderosas. Este fenômeno percebemos claramente quando olhamos o tamanho gigantesco que as transnacionais vêm atingindo, enfraquecendo, sobretudo, o poder estatal, especialmente nos países subdesenvolvidos.

     O discurso neoliberal prega a redução do papel do Estado em decorrência do seu aumento durante a fase Keynesiana (1945-1973). O Keynesianismo foi criado por Lord Keynes e propunha o desenvolvimento capitalista aliado a políticas de bem-estar social. A partir do final dos anos 70 e com a crise do Welfare State (Estado de bem-estar social surgido após a Segundo Guerra nos EUA e Europa), a cultura neoliberal passou a ditar as regras aos principais países capitalistas, implementando a privatização acelerada, enxugamento do Estado, políticas fiscais e monetárias, sintonizadas, acima de tudo, com o FMI (Fundo Monetário Internacional).

     No Brasil, o Neoliberalismo iniciou com Fernando Collor (1991-1992). Na versão brasileira, o Neoliberalismo defende a limitação da participação do Estado na atividade econômica, identificando-se como “Estado menor” e mais eficiente, onde a ofensiva neoliberal vem promovendo a liquidação dos direitos sociais, a privatização do Estado, o sucateamento dos serviços públicos e a sistemática implementação de uma política macroeconômica lesiva à massa da população.

     O Neoliberalismo é responsável, hoje, pelo declínio econômico das classes sociais brasileiras. Em 1973, época em que o Brasil colhia os frutos da industrialização e vivia a euforia do milagre econômico, os brasileiros conseguiram subir um degrau na escala social. De 1973 para cá, a crise econômica interrompeu o progresso e a prosperidade destas famílias, agravando-se cada dia mais em decorrência da implementação da cultura neoliberal. A atual geração tem dificuldade de progredir economicamente e as disparidades sociais são enormes, que fazem do Brasil um país campeão da desigualdade social.

     Mas, diante de situações tão adversas, é necessário manter um projeto ético-político, não permitindo que o Neoliberalismo se instaure como forma de exclusão social. Há maneiras de resistir. Afinal, o último reduto a ser conquistado é a nossa própria consciência. Ninguém destrói o pensamento crítico.


Júri simulado


Objetivo: Debater o tema, levando os participantes a tomar um posicionamento; exercitar a expressão e o raciocínio; amadurecer o senso crítico.

Participantes:

Juiz: dirige e coordena as intervenções e o andamento do júri.

Jurados: ouvirão todo o processo e no final das exposições, declaram o vencedor, estabelecendo a pena ou indenização a se cumprir.

Advogados de defesa: defendem o “réu” (ou assunto) e respondem às acusações feitas pelos promotores.

Promotores (advogados de acusação): devem acusar o “réu” (ou assunto), a fim de condená-lo.

Testemunhas: falam a favor ou contra o acusado, pondo em evidência as contradições e argumentando junto com os promotores ou advogados de defesa.


Descrição da dinâmica:

1. Divide-se os participantes, ficando em números iguais os dois grupos - todos os participantes (exceto o juiz e os jurados) podem ser testemunhas.

2. Os promotores devem acusar o Neoliberalismo, a partir da realidade concreta da comunidade/bairro - município. Definir o Neoliberalismo como causa do desemprego, da fome, da violência e da miséria em que vive a maioria da população.

3. Os advogados defendem o Neoliberalismo. Defini-lo como sistema que respeita a liberdade individual, que promove a livre iniciativa e que desperta a criatividade e o espírito de competição em favor do bem de todos.

4. As testemunhas devem colaborar nas discussões, havendo um revezamento entre a acusação e a defesa, sendo que os advogados podem interrogar a testemunha “adversária”.

5. Terminado o tempo das discussões e argumentações dos dois lados, os jurados devem decidir sobre a sentença. Cada jurado deve argumentar, justificando sua decisão.

6. Avaliação e comentários de todos sobre o assunto discutido.
*Obs.: é importante fixar bem o tema, bem como os fatos que serão matéria do julgamento. Para isso poderá haver uma combinação anterior com todas as partes, preparando com antecedência, os argumentos a serem apresentados.


Giélia Silva Macedo,
Assistente Social e professora de Sociologia no Colégio Modelo, Itapetinga-BA.
Endereço eletrônico gieliasm@bol.com.br
Artigo publicado na edição 339, agosto de 2003, página 20.

 

Oportunidades desiguais


Objetivo: refletir sobre a desigualdade de renda e a desigualdade de oportunidades na vida dos jovens.

Objetivo secundário: perceber quais são os elementos que compõem um bom currículo (apresentação, conteúdo, concisão etc.)


Descrição da dinâmica:

     Explicar que o objetivo da dinâmica é a elaboração e apresentação ao grupo do “Curriculum Vitae” de um jovem para o seu primeiro emprego. E para simular uma situação de contratação o grupo vai escolher ao final o currículo melhor apresentado.

     Dividir o grupo em três e conduzir cada subgrupo a um lugar diferente, onde poderão elaborar o currículo. Sem que os grupos saibam, preparar cada ambiente de forma desigual:

Grupo 1 - ambiente com bastante material: jornais, revistas, tesoura, lápis (diversas cores), giz de cera, borracha, réguas, cola, cartolinas coloridas, fitas, roupas elegantes, roteiro completo explicando o que se precisa para fazer um bom currículo (vide Anexo 1 ou pode-se fazer uma pesquisa). Pode-se também deixar um gravador ou toca-CD à disposição do grupo para se usar música ou efeitos sonoros na apresentação e o que mais se possa inventar.

Grupo 2 - ambiente mais simples com menos material: tesoura, jornais, cartolina branca, cola, dois canetões com cores diferentes e uma folha com apenas o essencial para se elaborar um currículo (vide Anexo 2 ou pode-se inventar).

Grupo 3 - ambiente com poucos recursos: papel pardo, fita adesiva e um canetão preto. Caso o grupo tenha dúvidas, as orientações devem ser passadas oralmente e muito rápido.

     Pode-se deixar de 15 a 20 minutos para a preparação do currículo. Uma maneira de incrementar a dinâmica é chamar primeiro o Grupo 3 para a sala e quando este chegar, chamar o Grupo 2 e só depois que este chegar, chamar o Grupo 1 (que, além de tudo, terá mais tempo para preparação). Caso os membros dos outros grupos questionem, inventar uma desculpa como: “Eles já estão terminando” etc.).

Obs.: é importante que os grupos não tenham contato e só venham a descobrir a desigualdade (de tempo e de material) no momento da apresentação.

     A ordem de apresentação poderá ser: Grupo 1, Grupo 2 e por último o Grupo 3 (que chegou primeiro na sala!). No momento da apresentação, o(a) coordenador(a) pode mostrar-se mais interessado dando mais tempo e fazendo perguntas para o primeiro grupo, um pouco menos para o segundo e menos ainda para o terceiro.

     Perceber a reação dos jovens e ir conduzindo as “entrevistas” até que todos se apresentem.

Questões:

- O que percebemos na dinâmica? Na vida real, quais são as diferenças existentes entre os jovens de diferentes classes sociais?

- Que Políticas Públicas seriam necessárias para diminuir essas diferenças? Como o nosso grupo pode contribuir?

- O que aconteceria se todos os jovens de nossa cidade tivessem um currículo excelente? Haveria emprego para todos?

     Muitos jovens acham que todos os problemas estão resolvidos se tivermos um bom currículo e formos “competitivos no mercado”. Será que basta? Que resposta podemos dar como cristãos?


Anexo 1

Como elaborar seu currículo

     O currículo mostra o tipo de profissional que você é. Por isso deve ter informações precisas e coerentes para que o selecionador não se perca no meio da leitura!

     Como um selecionador experiente não demora mais do que 30 segundos para identificar os pontos fortes e os pontos fracos de um currículo, é bom prestar muita atenção na redação, organização, apresentação e objetivos para não cometer nenhum deslize.

Estrutura

1. Dados Pessoais (nome, idade ou data de nascimento, endereço, estado civil, telefone, e-mail...);
2. Áreas de Interesse (funções que pretende);
3. Formação Escolar (onde cursou o 2º e o 3º grau);
4. Conhecimento de Idiomas (o que conhece de cada idioma – leitura, redação, conversação);
5. Conhecimento de Informática (quais softwares conhece e o nível de conhecimento – básico, intermediário ou avançado);
6. Cursos Extracurriculares (quais cursos participou, início e término);
7. Experiências Profissionais (se teve, onde trabalhou, período e funções que exerceu);
8. Projetos Sociais (descrição breve se participa de iniciativas comunitárias e atividades que desenvolve).


Anexo 2

Estrutura de um Currículo

1. Dados Pessoais
2. Objetivo/ Áreas de Interesse
3. Formação Escolar
4. Conhecimento de Idiomas
5. Conhecimento de Informática
6. Cursos Extracurriculares
7. Experiências Profissionais
8. Projetos Sociais


Ana Claudia Brito de Moura, assessora da Pastoral da Juventude.
Endereço eletrônico: anapj@uol.com.br

 

Caminhos profissionais


      O caminho da escolha profissional tem, pelo menos, dois lados: o lado da pessoa (adolescente/jovem) que escolhe, e o lado da profissão (ou profissões) que serão escolhidas. Para que a escolha seja a mais acertada possível, é preciso “conversar” e conhecer estes dois lados da, talvez, decisão mais importante de nossas vidas. Primeiro é preciso conhecer-se, ou seja, saber das próprias habilidades, interesses e valores, possibilidades e limites. Depois, é preciso saber das características da outra parte: o que será que ela (a profissão) vai exigir e oferecer para mim?


O louco

     No pátio de um manicômio encontrei um jovem com rosto pálido, bonito e transtornado. Sentei-me junto a ele sobre a banqueta e lhe perguntei:

     - “Por que você está aqui?”

     Olhou-me com olhar atônito e me disse:

     - “É uma pergunta pouco oportuna a tua, mas vou respondê-la.

     Meu pai queria fazer de mim um retrato dele mesmo, e assim também meu tio. Minha mãe via em mim a imagem de seu ilustre genitor. Minha irmã me apontava o marido, marinheiro, como o modelo perfeito para ser seguido. Meu irmão pensava que eu devia ser idêntico a ele: um vitorioso atleta.

     E mesmo meus mestres, o doutor em filosofia, o maestro de música e o orador, eram bem convictos:

cada um queria que eu fosse o reflexo
de seu vulto em um espelho.
Por isso vim para cá.
Acho o ambiente mais sadio.
Aqui pelo menos posso ser eu mesmo”.
(Kahlil Gibran. Para além das palavras)


Fábrica
(Renato Russo)


Nosso dia vai chegar
Teremos nossa vez
Não é pedir demais:
Quero justiça,
Quero trabalhar em paz
Não é muito o que lhe peço
Eu quero trabalho honesto
Em vez de escravidão
Deve haver algum lugar
Onde o mais forte
Não consegue escravizar
Quem não tem chance
De onde vem a indiferença
Temperada a ferro e fogo?
Quem guarda os portões da fábrica?
O céu já foi azul, mas agora é cinza
E o que era verde aqui já não existe
Mas quem me dera acreditar
Que não acontece nada de tanto brincar
com fogo
Que venha o fogo então
Esse ar deixou minha vista cansada
Nada demais
Nada demais.


Descrição da dinâmica:

1. Escutar (se possível) e/ou ler a música “Fábrica”, de Renato Russo. Depois, conversar sobre as expectativas de cada um(a) em relação ao ingresso no mercado de trabalho. O que espero? Quais caminhos profissionais “eu espero trilhar?”

Observação: se alguma(s) pessoa(s) do grupo já trabalha(m), pode(m) contar a sua experiência de ingresso e realização no trabalho (como se sente, problemas, vitórias).

2. Cada participante fala sobre a profissão ou profissões que gostaria de ter. Depois, o grupo busca informações sobre as profissões citadas. Além disso, o grupo pode buscar mais informações sobre as “profissões do futuro”, citadas na entrevista (p. 12 e 13) da edição de agosto de 2003 do jornal Mundo Jovem.

Observação: este trabalho de busca de informações sobre as profissões (o que são os requisitos que exigem, localização, salário etc.) pode se prolongar por vários encontros, dependendo do grau de aprofundamento que os participantes quiserem ter sobre o tema.

3. A partir da leitura da crônica “O louco”, de Kahlil Gibran, conversar sobre a influência dos adultos, sobretudo, os pais, na sua escolha profissional. Em que ajuda? Em que atrapalha?

Observação: quem coordena o encontro pode preparar com antecedência uma encenação da crônica: “O louco”.


Artigo publicado na edição 339, agosto de 2003, página 14.
Equipe Mundo Jovem.

 

Dentro e fora do coração
(Dinâmica utilizada para refletir o tema “drogas”)


Primeiro momento

     Colocar cartaz com o desenho de um coração no centro da sala. Cada pessoa escreve, fora do coração, uma palavra que expresse o que vê e ouve das pessoas da comunidade a respeito do mundo das drogas e das vítimas da dependência.


Segundo momento

     Escreve dentro do coração uma palavra que expresse o que está sendo feito para mudar a problemática das drogas em nossa comunidade e na sociedade de modo geral.

Terceiro momento

     Pedir aos jovens que comparem o que está escrito dentro e fora do coração.

Quarto momento

     Nossa comunidade tem agido com misericórdia para com as vítimas das drogas?

Gilma Maria de Souza Neubaner, Ipatinga, MG.
Por correio eletrônico.

 

 

Gincana Cooperativa em defesa do meio ambiente


1. Atitude é fundamental

Dois elementos principais: a coletividade e a solidariedade. Uma gincana requer trabalho de equipe, de grupo. Por isso, é fundamental que todos se integrem e participem ativamente. Solidariedade pressupõe auxílio mútuo, cooperação, companheirismo, troca, irmandade.


2. Um espírito diferente

     Ter presente a idéia ou as idéias que irão direcionar o trabalho. Quando for organizado o conjunto das “tarefas” deixar bem claro quais são as atitudes que serão cultivadas. Ressignificar o pensamento que temos sobre gincanas como momentos de competição entre equipes, ganhadores e perdedores, pontuações, prêmios, vaias.


3. No lúdico as gerações em solidariedade

     O que está por trás de tudo isso é a ação coletiva e solidária de uma comunidade (crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos) em torno de uma busca comum: a preservação da obra criada por Deus. Deste modo, preservar a dignidade humana e o planeta são tarefas inseparáveis e que devem ser trabalhadas conjuntamente. Precisamos “construir um Novo Ser e um Novo Mundo a partir de uma Nova Relação”. Por isso, existe a orientação para que seja uma gincana que envolva toda a comunidade, desde a formação das equipes participantes.


4. Agitação também é construção

     A “correria” precisa ser iniciada em benefício do planeta que começa em nossa própria casa e que se chama “nossa casa”. A correria solidária de quem sai do seu mundo e decide lutar coletivamente. Correria como sinônimo de trabalho muito ativo e não de algo desordenado. Para essa correria vamos nos organizar e desenvolver a consciência comunitária e desacomodada. Correria tem tudo a ver com adolescentes e jovens!


Pontuação de Tarefas

     Eliminar a lógica da competição é uma das idéias! A gincana pode ser montada com esta idéia/chave. Ex. de pontuação: as equipes recebem sementes que deverão ser plantadas ao final da gincana.

Exemplo de Tarefas

1. Montagem das equipes

2. Escolha do nome
Critério: algo ligado ao espírito do gincana (união, solidariedade, cooperação, respeito, fraternidade, amizade...) ou relacionado com a biodiversidade da região (nomes de rios, lagos, parques, animais...).

3. Entrevista com uma pessoa da comunidade (igreja, escola...) que tenha mais de 60 anos de idade, perguntando sobre qual a realidade de tudo o que envolvia a água em sua infância e juventude.

4. Elaboração e recitação de um poema relacionado ao meio ambiente.

5. Visita a uma companhia de tratamento de água (que faz a coleta, tratamento e distribuição) ou algum local onde se faça algum tipo de tratamento da água (ou o que mais se aproxime disso) e registrar quais são os passos deste processo.

6. Montagem de uma dramatização a partir de alguma música ou texto que fale sobre a temática.

7. Criação de um cartão (tipo postal) com algumas dicas de como usar e economizar água. Este material deverá ser confeccionado para distribuição na comunidade, nas escolas, nos estabelecimentos comerciais como forma de divulgar a urgência do cuidado com a água.

8. Organização de um projeto de preservação do meio ambiente que possa ser desenvolvido na escola, bairro, comunidade. No projeto deverá estar previsto como organizar a coleta e separação do lixo (tipos de lixos – seco, orgânico, metal, plásticos...), como fazer para evitar a erosão (plantio de árvores...), como fazer o tratamento da água para evitar doenças e outras formas criativas e adaptáveis à realidade e que possam contribuir para a qualidade de vida onde se vive.

9. Realização de uma visita, com a presença de todas as equipes, a algum manancial com o objetivo de conhecer e valorizar a água que se tem. Tipos de mananciais: naturais, fontes, córregos, rios, poços, estação de tratamento, fontes de captação.

     Na visita aos mananciais procurar responder às questões: de onde vem a água consumida na comunidade? Qual a situação destes mananciais? O que podemos aprender fazendo esta ação de visitar?

10. Pesquisar sobre alguma entidade da região que mantenha projeto ligados às questões ambientais (água, saneamento, saúde) procurando descobrir:

a) Quais os objetivos da entidade/do projeto?
b) Quem pode participar?
c) Quais os resultados das ações da entidade/do projeto na realidade?
d) Quais as dificuldades enfrentadas?
e) Como é trabalhado o papel do poder público nestas questões? Como é vista a legislação?
f) Qual o grau de envolvimento e participação de adolescentes e jovens nas ações desenvolvidas?
g) Outras questões que sejam importantes.

Obs.: a gincana e outros materiais para dinamização de reflexões sobre a temática serão encontrados no subsídio “CF e os jovens”, produzido pela Pastoral da Juventude do Brasil e que pode ser adquirido nas livrarias Paulinas.


VÍDEO

ÁGUA, vida e cidadania

     Instrumento de reflexão sobre o significado e a importância da água e do cuidado com o ambiente no planeta. A água é fonte de vida. Sem acesso a este e outros bens essenciais não é possível alcançar a cidadania. Que atitudes vamos tomar? Este vídeo pode ser adquirido no Mundo Jovem ou no IPJ.

     Custa R$ 25,00.


Subsídio elaborado pela Equipe do IPJ (Instituto de Pastoral de Juventude),
Porto Alegre, RS.
Endereço eletrônico: ipjdepoa@terra.com.br - Fone: 0 (xx) (51) 3328-7009.
Site: http://www.ipjdepoa.org.br

 

Ponto de vista em Artes e Mídia


     Em uma sala de aula comum ou em círculo, posicionar uma mesa no centro do espaço, colocar sobre a mesa uma cadeira.

     Munidos de papel e lápis/caneta, pedir para os educandos desenharem (rapidamente) a cadeira do local onde estão sentados, ou seja, desenhar o que estão vendo (ângulo, inclinação, posição, sombra, etc.).

     Após o termino do rápido desenho recolher as folhas desenhadas e redistribuí-las de maneira aleatória pela sala, sempre confirmando se o desenho está trocado, essa é a intenção.

     Em seguida observar o desenho (trocado) e comparar com o modelo que está diante dos olhos.

     Perguntar o que está diferente, anotar em lousa ou painel as respostas.

     Em termos de conteúdo de artes visuais, apresentar, ou construir com o grupo:
- Os elementos básicos do desenho: ponto, linha, triângulo, quadrado e círculo.
- Todos (as) seguiram um único modelo, a cadeira.
- Todos (as) utilizaram os mesmos materiais expressivos, caneta/lápis/borracha e papel. Não foram utilizados filmagem, fotografia, música, texto, etc.

     Enumeradas estas condições de igualdade, questionar o grupo o porque dos desenhos saírem tão diferentes, lembrando que, o que se avalia com essa dinâmica não é a capacidade de representar o real, pois a cadeira é de simples execução (linhas verticais e horizontais simples).

     Conduzir o questionamento ao grupo até que se chegue ao "ponto de vista" de cada um(a), reforçando a ideia de que todos partiram dos mesmos recursos para produzirem seus desenhos.

     É interessante estabelecer uma relação com as notícias de um jornal/revista com tema atual, o ponto de vista de um determinado veículo pode "distorcer" uma informação ou fato de acordo com seus interesses no momento.
Pode ser feito em um período de 45', lembrando que a discussão deve ser maior que o tempo de fazer o desenho.

Esta dinâmica foi realizada no curso de Artes e conduzida pela professora de Psicologia (Mariza F.). Enviado por Sebastião Alexandre, SP.

 

 

Queremos pautar as razões do nosso viver


O Dia Nacional da Juventude (DNJ) é celebrado há 23 anos, com momentos fortes da vida juvenil: encontrões, manifestações, missões, apresentações culturais... Nesse ano, desejamos dar continuidade ao ciclo de debates iniciado com a Campanha da Fraternidade e com o centenário de nascimento de Dom Helder Câmara. Sua profecia inspirou o eixo das atividades permanentes da PJB: “Temos mil razões para viver!”.

     O tema do DNJ desse ano é a “Juventude e os Meios de Comunicação” e o lema é “Queremos pautar as razões do nosso viver!”. É nesse momento, também, que queremos denunciar toda a visão equivocada sobre a juventude e colocar na pauta de discussões da mídia, da sociedade e da Igreja, a verdadeira realidade, anunciar os sonhos e todas as razões do nosso viver: justiça, vida digna, liberdade, paz, amor para todos e todas.

Os subsídios ajudam

     Com os materiais que foram elaborados, queremos pensar a mídia como ferramenta que gera a vida e ao mesmo tempo como nós somos instrumentos de comunicação para os outros e as outras. Algumas questões que foram pensadas para o subsídio de preparação ao DNJ podem nos ajudar a refletir, dialogar, fazer diferente:

• Qual a importância da comunicação em nossa vida? Como ela influencia nossos relacionamentos? Que meios usamos para nos comunicar, expor nossas idéias, mostrar quem somos? A forma como os jovens são apresentados nos meios de comunicação é verdadeira?

• Que inspiração nos dá o lema “queremos pautar as razões do nosso viver”?

     Precisamos compreender que a juventude não é produto e nem o consumidor em ênfase. Queremos que a juventude seja protagonista, que ela produza comunicação, que ela se encante pela vida, que saiba utilizar os meios de comunicação para, com democracia, mostrar suas idéias, sua cara, seus projetos, sua visão de mundo... É momento de pautar a esperança, a disponibilidade de construir uma nova sociedade, onde todos tenham seu espaço reconhecido e legitimado.

     Se conhecem jovens que produzem sua própria comunicação, seja em rádio comunitária, jornal da escola, linguagens artísticas, façam contato com eles e partilhem suas experiências, façam parcerias.

     No material do DNJ há uma discussão interessante sobre a Educomunicação. Vou reproduzi-la aqui para que vocês possam identificar pistas de trabalho com os jovens do seu grupo, da sua turma de escola, da sua organização juvenil.

O que é Educomunicação?

     Segundo Verônica Rezende, “educação e comunicação nunca estiveram tão próximos”. A Educomunicação surge visando à aproximação entre os profissionais de ambos os campos (educação e comunicação), buscando a formação para a cidadania e a abertura de espaço, na mídia, para a expressão dos jovens.

     Essa nova área, surgida na Universidade de São Paulo, que conta com curso de pós-graduação, é direcionada ou a profissionais de comunicação que se preocupam com a educação, ou a educadores que refletem sobre a influência da mídia na formação especialmente dos jovens para o exercício da cidadania”.

     O professor Ismar de Oliveira Soares exemplifica: “Quando temos notícia de que grupos de adolescentes, numa escola da periferia de uma grande cidade como São Paulo, trabalhando de forma colaborativa em torno de um computador, planejando o jornal da escola ou criando seus web-rádios. Consideramos como educomunicativa, também, a proposta de um jornal, de uma revista ou de uma emissora de TV de dedicar espaço específico e tempo para a área da educação, colaborando com os educadores na divulgação de ações que tenham como eixo central a participação dos membros das comunidades em ações voltadas para a ampliação das formas de expressão, para o fortalecimento da auto-estima dos jovens e para práticas de cidadania”.


Raquel Pulita,

integrante da ONG Trilha Cidadã, da Comissão Nacional de Assessores(as) da PJ e da Comissão Colegiada de Assessoria do Setor Juventude da CNBB.
Endereço eletrônico: rpulita@terra.com.br
Artigo publicado na edição 391, outubro de 2008, página 2.

 


 

Dinâmica

 

Uma idéia na cabeça e uma câmera na mão

 

1) Proponha aos jovens que escrevam uma pequenina história, contando aventuras, acontecimentos do dia-a-dia, histórias de terror, notícias engraçadas ou o que mais der vontade.

2) As historinhas devem ser narradas em oito frases simples, que depois devem ser, cada frase, transformada num desenho. O resultado é uma pequena história em quadrinhos.

3) Proponha a eles que realizem um pequeno vídeo a partir da historinha.

     O vídeo pode ser com personagens de verdade ou com bonecos. Estude com eles noções de enquadramento, iluminação, entonações de vozes etc., para que fique tudo o mais legal possível. Peça ajuda ao professor de artes ou de teatro e não se esqueça de que tudo deve ser bem divertido.

     Outra possibilidade é recorrer aos materiais oferecidos pelo Mundo Jovem e pelos Centros e Institutos de Juventude para continuar a discussão ou implementação de uma mídia alternativa na comunidade, na escola e no bairro.

 

Amor ou aparência?


Objetivo: focalizar a diferença que existe entre atitudes mecânicas e gestos carinhosos.

Material: papel e fita dupla face..

Desenvolvimento: conforme as pessoas forem chegando, recebem um papel para colar na testa, sem poder ler o que está escrito nele. Ao sinal, cada um começa a realizar o que está escrito na testa da pessoa que está em sua frente. Quando outro sinal for dado, cada pessoa tentará acertar o que está escrito na sua própria testa.

Sugestão de tarefas: aperte a minha mão; converse comigo; me conte um caso; preciso de um sorriso; preciso de um abraço; faça uma careta; me conte um segredo; me dê um beijo; me fale do amor. Em seguida organize a turma em círculo e comente sobre a questão das aparências.

Para refletir: às vezes, a pessoa age como máquina, repetindo gestos mecanicamente para agradar àqueles que estão ao redor, mas na verdade o sentimento não é sincero.


Fonte: livro Dinâmicas Criativas, enviado por Flora Barreto, Guanambi, BA.

 

Escolha suas lideranças


Objetivo: Dar-se conta da percepção que o grupo tem de cada um de seus componentes; possibilitar a identificação de lideranças.

Material: Papel ofício e lápis.

Desenvolvimento:

1) Formar subgrupos.

2) Cada subgrupo ocupa um lugar na sala, sentado.

3) O facilitador distribui papel e lápis para cada subgrupo, que deve escolher, dentre todos os participantes do grupo, lideranças para as seguintes situações:
- um piquenique;
- uma festa dançante;
- um ato religioso;
- um grupo de estudo;
- uma greve estudantil;
- campanha para arrecadação de alimentos;
- mutirão para construção de uma casa;
- uma gincana;
- um aniversário-surpresa.

4) Os subgrupos apresentam suas escolhas e as justificam.

5) Cada participante deve anotar as situações para as quais foi indicado.

6) Plenário - analisar e refletir as indicações feitas:
- comentar as indicações recebidas;
- comentar as indicações com as quais concorda e/ou discorda;
- partilhar com o grupo o que lhe chamou mais a atenção?

7) Fechamento: o facilitador coloca para todos que quanto mais lideranças houver num grupo, mais rico este será, pois assim se aproveitam as diferenças e aptidões individuais para o benefício coletivo.

Fonte: Projeto Crescer e Ser

Dinâmica publicada junto ao artigo "Como preparar novas lideranças" na edição nº 376, jornal Mundo Jovem, maio de 2007, página 7.

 

 

Dinamizando o grupo


Objetivo: Promover a comunicação entre todos os participantes do grupo.

Material: Papel ofício e lápis.

Desenvolvimento:

1) Grupo em círculo, sentado.
2) Cada participante recebe uma folha de ofício em branco, escrevendo o seu nome no alto dela.
3) A um sinal do facilitador, todos passam a folha para o vizinho da direita, para que este possa escrever uma mensagem destinada à pessoa cujo nome se encontra no alto da folha.
4) Assim, sucessivamente, todos escrevem para todos até que a folha retorne ao ponto de origem.
5) Fazer a leitura silenciosa das mensagens recebidas.
6) Em um plenário, comentar com o grupo o seu trabalho:
- O que foi surpresa para você?
- O que já esperava?
- O que mais o(a) tocou?

Fonte: Projeto Memorial Pirajá - Bahia.

 

 

 

 

 

A família que tenho ou
A família que gostaria de ter


Objetivo: perceber as semelhanças e diferenças entre a família real e a desejada.

Material necessário: papel ofício e lápis.

Desenvolvimento:

- Grupo em círculo, sentado.

- Distribuir a cada participante uma folha de papel e lápis.
Solicitar que façam um traço no meio da folha, escrevendo de um lado “A família que tenho” e, do outro, “A família que gostaria de ter”.

- Pedir que descrevam, individualmente, sua família real e a desejada, nos locais correspondentes. Tempo.

- Formar subgrupos para discussão dos seguintes pontos:
- Que pontos em comum eu encontro entre a família que tenho e a que gostaria de ter?
- O que há de semelhante entre a família que tenho e as dos demais componentes do subgrupo?
- O que há de semelhante entre a família que eu e meus companheiros gostaríamos de ter?
- O que é possível fazer para aproximar a família real da família ideal?

- Plenário: apresentação das conclusões.

Fonte: Projeto Adolescência Criativa Olodum

 

Conversando com meu corpo


Objetivo: Aprofundar a relação com o próprio corpo; fortalecer a auto-estima.

Material: gravador ou toca-cd.

Desenvolvimento:

1) Grupo espalhado pela sala, deitado. Pôr música suave.

2) Relaxar todo o corpo no chão. Permanecer em silêncio e de olhos fechados.

3) Sentir cada parte do corpo à medida que o facilitador as enumera. O facilitador deve nomear as partes do corpo, começando pela cabeça, indo até os pés, solicitando que os participantes façam contato com as mesmas e relaxem. Tempo.

4) Identificar as partes de que mais gosta e as de que menos gosta.

5) Enviar uma mensagem positiva à parte do corpo de que mais gosta.

6) Enviar uma mensagem positiva à parte do corpo de que menos gosta.

7) Lentamente, começar a movimentar-se, até espreguiçar.

8) Abrir os olhos e sentar em círculo.

9) Plenário - compartilhar com o grupo os sentimentos vividos:

• Como cada um está se sentindo?
• Qual o sentimento mais forte que você vivenciou durante a dinâmica?
• O que lhe chamou a atenção sobre si mesmo?

Fonte: Projeto Crescer e Ser

Dinâmica publicada na edição nº 371, outubro de 2006, página 7.

 

Dia do Estudante
“Roteiro para trabalho em sala de aula”


Objetivo: Discutir sobre o papel do(a) estudante na luta por direitos e motivar a organização da Semana do(a) Estudante na escola.

Ambiente: Frases cortadas em forma de quebra-cabeça e embaralhadas, com pedaços para todos os participantes. Elas devem falar sobre Protagonismo Estudantil, a organização dos(as) estudantes, seus espaços de atuação e as lutas estudantis. Exemplos de frases: “Somos jovens e queremos viver de forma plena e bela a nossa cidadania”, “Somos estudantes e nos organizamos para fazer a diferença em nosso país”, “Na escola há muitos espaços que podem ser ocupados para a luta e mobilização pelos direitos dos estudantes”, “Devemos exercer nossa cidadania e lutar pela garantia dos direitos a todos e todas”.

Passos:


Ouvir a música “Vamos fazer um filme” (Renato Russo)


Enquanto a música toca, cada participante deve pegar um pedaço do quebra-cabeça.


Motivar para que os(as) participantes montem as frases. Cada grupo será formado ao unir os pedaços do quebra-cabeça.


Cada grupo discute sobre o conteúdo da frase que montou e o que pode ser feito para que essas frases possam se tornar realidade na sua escola.


A apresentação dos grupos pode ser feita através de texto, encenação etc. que represente como seria a escola se a frase em questão fosse realidade. As ações sugeridas nos grupos podem ser listadas em um cartaz.


Motivar para que a turma discuta, a partir das sugestões dos grupos, quais as ações podem ser realizadas na escola durante a Semana do(a) Estudante.


Ouvir novamente a música.


Concluir motivando os(as) estudantes a se organizarem para desenvolverem essas ações.


Solicitação de materiais para trabalho com jovens estudantes:
Secretaria Nacional da PJE
Av. Luiz Manoel Gonzaga, 744
CEP: 90470-280 - Porto Alegre - RS
Endereço eletrônico: secretaria.pje@gmail.com
Fone/fax: (51) 3328-7009

 

Dos sonhos à realidade


Objetivo: Partilhar sonhos individuais e coletivos.

Material: papelógrafos e pincéis atômicos.

Desenvolvimento:

1) Grupo em círculo, de pé.

2) Formar duplas. Pedir que as duplas se espalhem pela sala e sentem-se.

3) O facilitador solicita que cada participante da dupla complete a frase:
“O maior sonho de minha vida é...”, compartilhando este sonho com seu par.

4) Quando as duplas tiverem concluído sua conversa, pedir que formem quartetos nos quais compartilhem resumidamente seus sonhos e completem a frase: “para tornar o meu sonho realidade eu...”

5) Juntar os quartetos, formando subgrupos de oito, solicitando que completem a frase: “O Brasil dos meus sonhos...”

6) Formar grupos de 16 pessoas para discutir: “Para o Brasil chegar a ser o país que eu sonho, é necessário...”

7) Pedir que cada subgrupo escolha um relator, entregando-lhe uma folha de papelógrafo e canetas para escrever as conclusões do subgrupo.

8) Apresentação de cada subgrupo.

9) Plenário - compartilhar observações e conclusões:

• O que mais lhe chamou a atenção durante as discussões sucessivas?
• O que aprendeu com o trabalho?
• Foi possível perceber semelhanças, diferenças e/ou contradições entre os sonhos pessoais e os sonhos para o país? Quais?
• Se o sonho pessoal de cada um do grupo se concretizasse, o Brasil se tornaria um país melhor? Como?
• Se os sonhos do grupo para o Brasil se concretizassem, a vida de cada um melhoraria? Como?

10) Fechamento: o facilitador aponta a interdependência entre os sonhos pessoais e os coletivos, chamando a atenção para a necessidade de cada indivíduo contribuir para a realização de um ideal maior em prol da coletividade.

Fonte: Feizi Milani e Márcia Lacerda.

Dinâmica publicada na edição nº 371, outubro de 2006, página 19.

 

 

Gincana para a Semana da Pátria


1.Cidadania se aprende com exercícios de participação. Uma gincana requer trabalho de equipe, envolvimento, que todos se integrem e participem ativamente.

2. Cooperação: ter clareza de que as idéias que vão direcionar o trabalho não serão de competição, mas de cooperação. As tarefas terão esse objetivo.

3. Aprender brincando: o que se deseja é favorecer o envolvimento da comunidade (crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos) em torno de uma busca comum: crescer na consciência de que é cidadão quem participa e se envolve.

4. Indignação geradora de transformação: a indignação dos descontentes não pode ficar sufocada, mas gerar energia para buscar mudanças, para decidir a lutar e trabalhar coletivamente pelas mudanças que se deseja. Entender indignação como sinônimo de trabalho ativo e não de algo desordenado.

Pontuação e premiação:

Ao contrário de estimular a competição, estimular a cooperação e a alegria da participação. Exemplo: pontuar pelas atitudes: a equipe que mais movimentou pessoas, que demonstrou mais alegria, criatividade. Prêmio: Exemplo: as equipes recebem sementes para serem plantadas ao final da gincana.

Exemplo de tarefas

1 - Montagem das equipes (mistas, integrando idades)

2 - Escolha dos nomes – algo ligado ao espírito da gincana (consciência, união, solidariedade, cooperação, respeito, amizade...).

3 - Exemplos de tarefas:

- Entrevista com uma pessoa da comunidade, de mais ou menos 60 anos, para perguntar como era o voto no Brasil quando ela era jovem (com que idade era permitido votar, quem votava, que partidos existiam, como era o processo da eleição, o que havia de curioso...) e como isso evoluiu.

- Montagem de dramatização a partir de uma música, retratando o Brasil que temos e o Brasil que queremos.

- Fazer uma paródia de música conhecida, e nela falar sobre a importância do voto.

- Criação de uma camiseta, com mensagem que fale de cidadania, participação.

- Fazer um vídeo de cinco minutos com jovens de 16 anos, que vão votar pela primeira vez, falando de como estão se preparando para as eleições.

- Gravar 10 minutos de um horário político e contar quantos partidos apareceram. Apresentar uma lista das propostas possíveis de se realizar e das que são só promessas.

- Entrevistar uma ONG ou algum grupo da comunidade para conhecer qual trabalho social realiza e depois apresentar.

- Encaminhar cinco crianças para fazerem o registro de nascimento.

- Cada equipe organizar faixas, bandeiras e formar blocos com os excluídos da comunidade, dando voz àqueles que muitas vezes ficam esquecidos.


Fonte: Jornal Mundo Jovem.

 

Imagem do corpo


Objetivo: Desenvolver a consciência dos jovens em relação ao seu físico; perceber o papel dos meios de comunicação ao influenciar nossa auto-imagem e como esta afeta nossa conduta; introduzir um conceito mais amplo de beleza.

Material: cartolina, revistas, tesouras, cola e papel cortado em pedaços.

Desenvolvimento:

- Dividir os participantes em dois grupos segundo o sexo:
meninos e meninas (se for necessário, subdividir cada metade para que se formem equipes de cinco ou seis pessoas).

- Pedir ao grupo das meninas que faça uma colagem sobre o homem ideal e ao grupo dos meninos, sobre a mulher ideal.

- Cada subgrupo apresenta sua colagem aos demais.

- Plenário: discutir os seguintes pontos:
- Quais atributos nas mulheres atraem os homens?
- Quais atributos nos homens atraem as mulheres?
- Que diferença entre homens e mulheres você percebe, analisando os trabalhos apresentados?
- O que, para você, é mais importante na escolha do parceiro?
- Qual o papel que a imagem corporal ocupa na sua escolha?
- Como se forma em nós a idéia de “corpo atraente”?

- Fechamento: o facilitador conclui o trabalho mostrando que existe uma beleza além da física, chamando a atenção para a importância desta beleza interior estar refletida no físico, pois é ela que ilumina e dá cor ao ser humano.

Fonte: Projeto Adolescência Criativa Olodum

 

“O teatro é dinâmica”


A arte de encenar é uma das formas mais ricas de comunicação. Estes exercícios aqui apresentados poderão ser um incentivo e motivação para criar grupos de teatro. Veja como é fácil teatralizar. Sugerimos que se convide alguém especializado e se promova uma oficina de teatro na escola ou no grupo

Construindo o circo


É aconselhável, para fazer os exercícios propostos, preparar devidamente o local. Há diversas possibilidades: palco de teatro; sala enfeitada com cartazes e faixas sobre o tema; chão desenhado com giz para transformar o ambiente em lugar apropriado etc.
Oferecemos algumas sugestões para construir um circo. O circo relembra momentos felizes e descontraídos da infância.

Material necessário:

- tiras de papel ou plástico compridas e resistentes;
- barbante de nylon ou de algodão;
- arame fino;
- martelo, alicate, tesoura.

Como fazer:

1 - Corta-se um número suficiente de tiras grandes (de cinco a dez metros, de acordo com o tamanho que se queira dar ao circo) de modo a cobrir o espaço desejado.
2 - Fazer o eixo central redondo de arame ou barbante.
3 - Ata-se uma das pontas das fitas ao eixo central.
4 - Pendura-se o conjunto, tendo, assim, o lugar do mastro central e o centro da lona.
5 - Prendem-se as pontas sobrantes das fitas no chão.
6 - Para dar o acabamento final, passar fios de barbante entre as fitas à distância de mais ou menos dois metros, dando um formato redondo-oval ao conjunto, como mostra o desenho.
7 - Colocar almofadas e escolher um bom aparelho de som com opções de fitas ou cds. Agora é só escolher um palhaço para a animação!



1º Aquecimento

Descrição:

Estando todos devidamente instalados no circo, o coringa ou animador, motiva para uma partilha sobre as lembranças despertadas pelo circo. O que mais atraía? Todos são convidados a falar.

A seguir, bate-se um papo sobre a figura do palhaço. O coringa pode utilizar estes elementos:

- palhaço é figura do anti-herói;
- trapalhão, pois não tem compromisso com o “certinho”;
- brinca com a vida e dela é eterno aprendiz;
- bonito, porque é alegre;
- quanto mais espontâneo for, mais adorável se torna.
Todos, em sintonia com o ambiente, dançam livremente, orientados pelo coringa. Com uma música, despedimos nossa timidez, repressão e vergonha.
Possibilidade de aplicação:
- descontrair;
- criar necessidade de expressão;
- criar clima para participação;
- preparar atividades posteriores.

2º Cumprimento de orelha

Descrição:

Cumprimentar-se mutuamente com as orelhas.
Mãos para trás; música de fundo...
1... 2... 3... Começando!
Após todos terem se cumprimentado, convidá-los a retornarem aos seus lugares.
Possibilidade de aplicação:
- aquecer;
- descontrair;
- desinibir;
- quebrar barreiras.

3º Mexendo o corpo

Descrição:

Estando todos de pé, o coringa os convida a caminhar em círculo, batendo palmas compassadamente.
A seguir, continuar batendo palmas e caminhar na ponta dos pés...
Bater palmas, caminhar na ponta dos pés e mexer o quadril.
Bater palmas, caminhar na ponta dos pés, mexer o quadril e movimentar os braços...
Bater palmas, caminhar na ponta dos pés, mexer o quadril, movimentar os braços e girar a cabeça.
Para terminar, fazer tudo isso e cantar: tarará... tum-tum, tarará, tum-tum...
Possibilidade de aplicação:
- destensionar;
- aquecer;
- criar clima de concentração.

4º Hipnose

Descrição:

Todos ficam de pé, em duplas, um defronte do outro.
Tirar “par ou ímpar”. Quem ganhar, coloca a mão a um palmo do rosto do outro.
O coringa diz: “vamos fazer o exercício do poder. Vamos hipnotizar o outro!”
Com movimentos lentos no início, aquele que está “mandando”, vai levar o outro por onde quiser.
Irá “hipnotizando” o outro com o exercício das mãos, sem tocá-lo. Nunca esquecer a distância de um palmo do nariz do outro.
É importante o coringa ir lembrando que cada um é “responsável pelo corpo do outro”.
1... 2... 3... Começando!
Música de fundo pra ajudar a concentração. Manter silêncio.
Depois de mais ou menos quatro minutos, o coringa motiva para se inverter a posição e se recomeça o exercício: 1... 2... 3... Começando!
Terminando, assentados, provoca-se a discussão: Que sentiu? Que posição preferiu?
Continuará a dinâmica com o exercício mútuo de “hipnose”: mandar e obedecer ao mesmo tempo. É um jogo de entrosamento sincronizado: “você olha a mão do seu parceiro e ele olha a sua”.

Possibilidade de aplicação:

- aquecer;
- preparar para atividades posteriores;
- trabalhar temas específicos, por exemplo: relação de poder, comunicação, coordenação, relação pais e filhos etc.;

Termina-se o exercício recolhendo as reações dos participantes.

Fonte: Projeto Comunicarte, Pastoral da Juventude, São Paulo.

 

INDIFERENÇA

Distribua uma folha de papel para cada participante e uma caixa de giz de cera. Mande cada um fazer um desenho. Escolha o tema. Atribua o tempo de quinze minutos. Todos irão buscar o melhor de si. Vão caprichar e tentar fazer o desenho mais perfeito da face da terra, superando o do colega. Ao final do tempo, simplesmente mande cada um amassar e jogar fora o seu desenho.
OBSERVAÇÃO: Você poderá ser massacrado, pois todos vão ficar atônitos, incapazes de aceitar o fato de que se desdobrarem no exercício da tarefa e ficar sem a sua atenção. Mas não é assim que fazemos quando não damos atenção devida ao cliente? Aos colegas? Aos nossos filhos quando tentam nos mostrar algo e ficamos impassíveis? Por que vão querer tratamento diferente agora?

 

 

A PALAVRA CHAVE

DESTINATÁRIOS: Grupos de jovens ou de adultos. Pode-se trabalhar em equipes.
MATERIAL: Oito Cartões para cada equipe. Cada um deles contém uma palavra: Amizade, liberdade, diálogo, justiça, verdade, companheirismo, bravura, ideal, etc. Os cartões são colocados em um envelope.
DESENVOLVIMENTO: - O animador organiza as equipes e entrega o material de trabalho. - Explica a maneira de executar a dinâmica. As pessoas retiram um dos cartões (do envelope); cada qual fala sobre o significado que atribui à palavra. - A seguir, a equipe escolhe uma das palavras e prepara uma frase alusiva. - No plenário, começa-se pela apresentação de cada equipe, dizendo o nome dos integrantes e, em seguida, a frase alusiva à palavra escolhida.
AVALIAÇÃO: - Para que serviu o exercício? - Como estamos nos sentindo?

 

ENCONTRO DE GRUPOS

PARTICIPANTES: dois grupos com não mais de 15 pessoas.
MATERIAL: folhas grandes de cartolina
DESCRIÇÃO: o coordenador forma dois subgrupos. Cada um deverá responder, numa das folhas de cartolina: Como o nosso grupo vê o outro grupo? Como o nosso grupo pensa que somos vistos pelo outro grupo?
Após um período, reuni-se todo o grupo e o(s) representante(s) de cada subgrupo deverá expor a conclusão do subgrupo. Novamente os subgrupos se reúnem para preparar uma resposta ao outro subgrupo e após meia hora forma-se o grupo grande de novo e serão apresentadas as defesas, podendo haver a discussão.

 

DINÂMICA DO ROLO DE BARBANTE

OBJETIVO: Essa dinâmica pode ser feita visando atingir as necessidades de cada grupo, o coordenador define o melhor objetivo para cada grupo.
MATERIAL: Um rolo de barbante;
DESENVOLVIMENTO: Em círculo os participantes devem se assentar ou ficar em pé mesmo. O Coordenador deve adquirir anteriormente um rolo grande de barbante. E o primeiro participante deve, segurando a ponta do barbante, jogar o rolo para alguém (o coordenador estipula antes que seja trabalhado o seguinte assunto, Ex: que gosta mais, que gostaria de conhecer mais, que admira, que gostaria de lhe dizer algo, que tem determinada qualidade, etc.) que ele queira e justifique o porquê! A pessoa agarra o rolo, segura o barbante e joga para a próxima. Ao final torna-se uma "teia" grande.

 

 

CHUPA AÍ

OBJETIVO: Estimular o Trabalho em Equipe.
MATERIAIS: Uma bandeja e balas de acordo com o nº de participantes. As balas devem ser colocadas dentro da bandeja.
PROCEDIMENTO: Forma-se um circulo, diga então aos participantes: 'Vocês terão que chupar uma bala, só que não poderão usar suas mãos para desembrulhar a bala e colocar em sua própria boca!'.
Os participantes ficam loucos pensando como fazer isso, é interessante colocar a bandeija no chão. Alguns participantes até pegam a bala com a boca e tenta desembrulhar na boca.
Espera-se que eles se ajudem, um participante pegue a bala com as mãos, a desembrulhe e coloque na boca do outro. Muito divertida esta dinâmica!

 

ROLO DE BARBANTE


Em círculo os participantes devem se assentar. O Coordenador deve adquirir anteriormente um rolo grande de barbante. E o primeiro participante deve, segurando a ponta do barbante, jogar o rolo para alguém (o coordenador estipula antes ex: que gosta mais, que gostaria de conhecer mais, que admira, que gostaria de lhe dizer algo, que tem determinada qualidade, etc.) que ele queira e justificar o porquê! A pessoa agarra o rolo, segura o barbante e joga para a próxima. Ao final torna-se uma "teia" grande.
Essa dinâmica pode ser feita com diversos objetivos e pode ser utilizada também em festas e eventos como o Natal e festas de fim de ano. Ex: cada pessoa que enviar o barbante falar um agradecimento e desejar feliz festas. Pode ser utilizado também o mesmo formato da Dinâmica do Presente.

 

Para ser aplicado em: Recursos Humanos (Seleção de Pessoas), Psicologia, Grupos de Apoio, Empresas, etc...

 

A FONTE

OBJETIVO:
Demonstrar a influência dos modelos mentais na interpretação dos fatos

DESENVOLVIMENTO:
1. Divide-se o grupo em quatro grupos menores.
2. Solicitar a cada grupo que responda a seguinte questão: Vocês receberam esta mensagem: “Você anda trabalhando bastante”. Como você interpretaria essa mensagem se ela lhe fosse transmitida por:
- médico,
- seu chefe,
- sua mãe,
- uma pessoa que está tentando tomar seu lugar na empresa.
3. O grupo deve discutir qual a impressão que a frase, dita pela pessoa indicada, deixa no grupo, sendo que para cada grupo, um dos indicados acima disse a frase.
4. Escolhe-se um relator que deve repassar ao grupão a conclusão do grupo, sem identificar quem disse a frase. Isto deve ser tarefa do grupão.

MATERIAL:
Papeletas com a frase para cada grupo e papel e caneta para os participantes.

 

ENTREVISTA

1. Caracterização da técnica:
Consiste numa rápida série de perguntas feitas por um entrevistador, que representa o grupo, a um especialista em determinado assunto. Este, geralmente, não pertence ao grupo, ao contrário do entrevistador que é membro dele. É menos formal que a preleção e mais formal que o diálogo.

2. A técnica é útil para:
a. Obter informações, fatos ou opiniões sobre algum assuntos de importância para o grupo.
b. Estimular o interesse do grupo por um tema.
c. Conseguir maior rendimento de um especialista que seja versátil ao falar sozinho perante um grupo.

3. Use a técnica quando:
a. O grupo é numeroso, o que tornaria ineficiente o interrogatório indiscriminado dos membros do grupo ao entrevistador.
b. Outras técnicas forem desaconselhadas.
c. Um dos membros do grupo (entrevistador) possuir boa capacidade de relações humanas ou de comunicação e segurança para poder obter as informações desejadas do especialista.
d. A técnica poderá ser utilizada com um elemento novo no grupo.

4. Como usar a técnica
a. Convidar um especialista no assunto.
b. Indicar um entrevistador, que organizará com o especialista um questionário e fixará a duração e a maneira de conduzir a entrevista. O entrevistador poderá obter do grupo os temas principais a serem enfocados e deverá atuar como intermediário entre o grupo e o especialista.
c. A entrevista deverá ser mantida em tom de conversa e as perguntas devem ser formuladas de forma a evitar respostas do tipo "sim" ou "não".
d. Manter as perguntas ao nível de entendimento geral do grupo. O entrevistador, por sua vez, evitará a terminologia técnica que não esteja ao alcance do grupo.

 

TÉCNICA: A COPA DO MUNDO

Indicadores:

Capacidade de comunicação e expressão,
Capacidade de análise e síntese,
Senso de realidade,
Trabalho em equipe.

Cargos Indicados:

Trainee, estagiário;
Área técnica – contabilidade, finanças, informática;
Engenheiros;

Número de participantes:

10 a 20 participantes;

Desenvolvimento:

Dividir o grupo em subgrupos. Dar 10 minutos para discussão.
Abrir discussão informando ao grupo que devem chegar a um consenso sobre a situação.

Comentários:

- O facilitador poderá intervir durante a discussão questionando colocações (a fim de averiguar qual a linha de pensamento utilizada pelo participante) ou mesmo perguntando a um participante menos ativo qual a posição dele sobre o que um determinado colega acabou de falar. Esta estratégia é essencial principalmente em grupos com um grande número de pessoas.

- Em muitas organizações o processo decisório é algo que envolve não só escutar o outro, mas, principalmente, identificar os prós e os contras de cada situação para, somente depois tomar uma posição baseada em argumentos coerentes e nas opiniões dos membros da equipe.

A COPA DO MUNDO

A Copa do Mundo é um dos eventos mais esperados pelos apaixonados por futebol no mundo todo. Apesar de ainda faltar alguns anos, a Seleção Brasileira já está se preparando para mais esse grande espetáculo do esporte.

A Telez foi convidada para ser um dos fornecedores de tecnologia para viabilizar a execução de um dos maiores eventos de interação via Internet já ocorridos no País - um chat com o Técnico da Seleção e a Equipe de Jogadores antes da entrada no campo, durante os intervalos e após o jogo.
A participação nesse evento dará uma exposição internacional para sua empresa, além de um faturamento comparável a 20% de sua receita do ano passado. Não há dúvidas de que estrategicamente e financeiramente é muito importante ser escolhido como fornecedor desse evento.

Os dilemas:
A Telez é uma empresa de transmissão de dados e voz via cabo. Sua rede vem sendo modernizada nos últimos 4 anos, mas ainda existem áreas nos grandes centros cuja qualidade da operação está limitada em função da antiguidade da rede.
No evento da Copa está previsto o volume de 6 milhões de pessoas utilizando o acesso discado para participar do chat a cada jogo. Em algumas regiões importantes, como por exemplo, o interior de São Paulo, a rede de cabos ainda não foi restaurada para assegurar qualidade de serviço no volume de acessos que está sendo esperado.
A Equipe de Planejamento de Rede realizou estudos e já indicou que, em 40% das regiões onde o volume de acesso deve ser alto, a qualidade da rede não será capaz de suportar e viabilizar o serviço de qualidade.

Alternativas:
Aceitar o convite e fornecer o serviço de acesso via internet ao chat com a equipe da seleção. Nessa alternativa existe o risco de comprometer a imagem da Telez em algumas regiões onde o serviço pode ser interrompido.
Declinar ao convite, assumindo o prejuízo à imagem e à lucratividade, se ocorrerem problemas no serviço.

Observações:
Você não tem orçamento para restaurar a rede nessas áreas – qualquer utilização de verba extra para esse projeto implicará em não atendimento do cronograma de manutenção preventiva e corretiva em outras áreas com grande concentração de usuários e com longo tempo de espera.
A Telez passa por um momento financeiro de queda de lucratividade em função da perda de faturamento, especialmente após a entrada de um novo concorrente.

 

TARTARUGA GIGANTE

Crianças pequenas, até 7 anos, também têm vez nos Jogos Cooperativos. Este é um jogo simples, mas que as ajuda no exercício da cooperação.

Objetivo do Jogo:
Mover a tartaruga gigante em uma direção.

Propósito:
Brincar cooperativamente, compartilhando os valores da alegria pela brincadeira, da simplicidade, da parceria e da união para caminhar juntos.

Recursos:
Um tapete grande ou algo como uma folha de papelão, um colchão, um cobertor ou outro material apropriado.

Número de participantes:
Mínimo de 3, máximo de 8 por tapete.

Duração:
Crianças nessa faixa etária adoram repetir e repetir o jogo. Quando elas não quiserem mais continuar o jogo acabará por si só.

Descrição:
O grupo de crianças engatinham sob a "casca da tartaruga" e tentam fazer a tartaruga se mover em uma direção.

Dicas:
No começo as crianças podem se mover para diferentes direções e pode demandar algum tempo até que elas perceberem que têm que trabalhar juntas para a tartaruga se mover. Mas não desista. Repita outras vezes, em outros dias e, se necessário, faça um "ensaio" com elas sem estarem carregando a casca.
Um desafio maior pode ser ultrapassar "montanhas" (um banco) ou percorrer um caminho com obstáculos sem perder a casca.

 

NOME: QUAL O PERFUME?


IDADE: 9 anos em diante
SEXO: Ambos
OBJ. ESP.: Desenvolver o olfato
MATERIAL: Frutas, perfumes, loções, etc
Formação: círculos
Organização: alunos em círculos, sendo que um irá para o centro com olhos vendados
Execução: o professor dará aos alunos do centro para cheirar o perfume e dirá: - deverás reconhecer este aroma entre outros que vou te dar. Em seguida dará Alvejante, etc... Este deverá identificar, entre outros qual foi o primeiro, etc.

 

 

 

 

BORBOLETAS E FLORES: - (MODERADO)

Material: Um apito ou chocalho.
Preparação: As crianças são divididas em dois grupos iguais: "borboletas" e "flores". As flores ficam pelo campo, de cócoras e bem afastadas cerca
de 1 metro umas das outras.
Desenvolvimento: Ao sinal do professor, as borboletas põem-se a dançar por entre as flores. É bom limitar o espaço, para que as borboletas param
imediatamente de dançar e as flores, na posição em que se encontram, tentam tocá-las. Quando alcançadas, as borboletas devem ficar de cócoras,
junto com as flores. É bom limitar o espaço para que as borboletas não permaneçam muito longe das flores.

BRINCADEIRAS E RECREAÇÃO


1 – QUEBRAR O POTE

1 – Escolhe-se um voluntário a quem cabe quebrar um pote colocado a uns quatros ou cinco metros do grupo.
2 – O voluntário observa a localização do pote, e a seguir seus olhos são vendados, e, com um porrete ou cabo de vassoura na mão, executa a tarefa de quebrar o pote.
3 – Antes de dar inicio a brincadeira, o animador fará girar duas ou três vezes o voluntário sobre si próprio.
4 – Terá três chances, caso não acertar o pote, prossegue-se a brincadeira com outro voluntário.

2 – CAIXINHA DE SURPRESAS.

1 – Prepare-se uma caixinha com tarefas engraçadas, fechando-a bem.
2 – Colocam-se os participantes do grupo sentados em círculo.
3 – A caixinha deverá circular de mão em mão até um sinal dado, ou ao som de uma música, que pára subitamente.
4 - Aquele que estiver com a caixinha no momento em que é dado o sinal, ou em que a música para, deverá tirar da caixinha uma papeleta e executar a tarefa prescrita.
5 – A brincadeira continua enquanto houver papeletas na caixinha.

3 – ESCUTAR E PROCURAR

1 – O animador espalha umas cinco ou dez pessoas péla sala.
2 – A seguir venda os olhos de um voluntário, que deve conhecer os nomes das pessoas espalhadas pela sala.
3 – Cabe ao voluntário, de olhos vendados, chamar pelo nome uma das pessoas da sala, e esta responderá.
4 – A seguir o voluntário irá ao encontro da pessoa que atendeu a chamada, procurando localiza-la e toca-la.
5 – Se após três chances não tiver encontrado a pessoa chamada, a brincadeira continua com outro voluntário.

4 – PROCURAR O PORCO

1 – O animador desenha no quadro-negro ou numa cartolina um porco, ou gato ou vaca sem rabo.
2 – A seguir chama um voluntário a quem venda os olhos, munindo-o com um recorte de papel, em forma de rabo.
3 – A tarefa do voluntário consiste em colar o rabo, com os olhos vendados, no seu devido lugar.
4 – Os participantes acompanham a brincadeira com a torcida.

5 – LARANJA NO PÉ

1 – Organizam-se os participantes em duas alas de cadeiras.
2 – Uma laranja é colocada sobre os pés (que se encontrarem unidos do primeiro elemento de cada ala).
3 – Este procurará passar a laranja sem a deixar a cair para os pés do segundo elemento, e assim sucessivamente.
4 – Se a laranja cair, a brincadeira prosseguirá, do ponto em que caiu, o tempo que for preciso.
5 – O grupo que conseguir terminar primeiro, será vencedor da brincadeira.

6 – O CEGO JARDINEIRO

1 – Escolhe-se um voluntário a quem cabe contar, com os olhos vendados, o barbante no qual se encontra pendurada uma fruta (laranja, maçã, pêra...)
2 – Após haver observado a localização da fruta, vendam-se os olhos do voluntário, e, munido com uma tesoura, cabe-lhe a tarefa de cortar o barbante, com a fruta.
3 – Antes do inicio, o animador fará girar duas ou três vezes o voluntário sobre si mesmo.
4 – Terá três chances, caso não conseguir cortar o barbante, prossegue a brincadeira com outro voluntário.

7 – PROCURA-SE UM APITO

1 – Pede-se um voluntário no grupo que deverá sair da sala enquanto a brincadeira é aplicada ao grupo.
2 – Explica-se o grupo que:
a) o voluntário procurar que membro do grupo tem consigo o apito;
b) o apito ficará pendurado no pescoço do animador ou de um outro membro do grupo, porém nas costas;
c) o grupo ficará de pé, em circulo, e será chamado aquele voluntário par descobrir com quem está o apito;
d) o voluntário fica no meio do circulo, juntamente com aquele que está com o apito. O portador do apito movimenta-se freqüentemente possibilitando ao outro membro apitar, sem despertar a atenção do voluntário.
3 – A brincadeira termina quando for descoberto com quem está o apito.

8 – PERGUNTAS INDISCRETAS

1 – Entrega-se uma folha a cada pessoa do grupo.
2 – Cada um completa esta pergunta; “QUE VOCE FARIA SE”.
3 – Em seguida, o animador recolhe as folhas e as distribui novamente sem saber para quem.
4 – Cada um responde, no verso da folha, o que faria, trocando em seguida a sua folha com outro colega.
5 – Um lê a pergunta que está em seu papel e o que está a direita lê a resposta do seu próprio papel, provocando incoincidências.
6 – A brincadeira continua assim sucessivamente até todos terem lido e respondido.

9 – OS QUATROS CANTOS DA SALA

1 – Pede-se que duas pessoas voluntárias se retirem da sala enquanto é explicada a brincadeira.
2 – O animador explica ao grupo:
a) que é preciso encontrar uma figura imaginária para cada canto da sala;
b) a brincadeira será tanto mais divertida quanto mais engraçadas ou exóticas forem as figuras imaginárias para cada canto. Por exemplo: num canto da sala um grupo imagina que há soda caustica, num outro, um gambá, num outro, estrume de vaca, e num outro um escorpião;
c) encarrega-se uma pessoa para anotar a figura imaginária em cada canto, e as respostas que serão dadas pelos voluntários, assim que retornarem a sala.
3 – Chamam-se os voluntários a sala, e o animador lhes explicará que o grupo que o grupo se imaginou uma figura em cada canto da sala. Os voluntários são convidados, um a um, a dizer para o grupo o que fariam com cada figura imaginária, e a pessoa do grupo encarregada de anotar as respostas as registrará para serem lidas no final.
4 – A brincadeira será tanto mais engraçada, quanto mais engraçadas forem as figuras imaginárias, levantadas pelo grupo. Assim, por exemplo, se alguém disser que dará de presente, ou para comer, umas figuras imaginárias acima, mais gargalhadas explodirão dentre o grupo.

10 – O LENÇOL

1 – Um voluntário do grupo é colocado no centro do circulo, coberto por um lençol. Convém ter um lençol de casal, para cobrir bem o elemento voluntário.
2 – Assim que a pessoa estiver coberta, e sentada no chão, o animador dirá: Você têm uma peça de roupa de mais tire-a.
3 – A pessoa, menos atenta, começa por tirar uma peça de sua roupa.
4 – A peça da roupa tirada deve ser passada por baixo do lençol para o animador.
5 – Assim que tiver passado a peça, o animador repete a ordem: “ Você têm uma peça de roupa de mais tire-a.”.
6 – A brincadeira continua enquanto a pessoa não se der conta de que a peça de roupa que é demais é o lençol.
7 – Há pessoas que logo a partir da primeira ordem já retiram o lençol, e o jogo acaba.

11 – CRUZADO OU DESCRUZADO

1 – O grupo todo, disposto em forma circular, participa.
2 – O animador apresenta dois objetos que se possam cruzar, dois lápis, por exemplo.
3 – Os dois lápis serão passados ao primeiro vizinho.
4 – A pessoa que passa o lápis deverá declarar “cruzado” ou então “descruzado” momento em que o animador julgará e dirá “certo” ou “errado”.
5 – O truque está em que, enquanto em quem passa os lápis diz cruzado ou descruzado referindo-se aos lápis, o animador diz certo ou errado referindo-se à perna de quem passa, perna cruzada ou descruzada.
6 – O brinquedo prossegue até todos descobrirem o truque.
7 – Quem descobrir não divulgará sua descoberta, mas fará coro ao animador no julgamento “certo ou errado”.

12 – FUI À FEIRA

1 – Cada pessoa do grupo recebe um número.
2 – O animador começa: “Fui à feira e comprei três dúzias de bananas” (ou qualquer coisa).
3 – A pessoa com o número 3 deverá retrucar sem hesitação: “Três dúzias de bananas, não”. O animador: O que então? O número 3: “Oito rosas. O número oito repetirá a seqüência com o número 3 e assim por diante”.
3 – Quem se distrair ou quebrar a seqüência, sai do brinquedo.

13 – CANTINO APAIXONADO

1 – O grupo sentado em qualquer disposição é instruído sobre os efeitos de um gato apaixonado para conquistar a companheira.
2 – Todos os presentes são gatos.
3 – O animador representará por primeiro o gato apaixonado.
4 – Para fazer sua conquista ele tem direito a se aproximar de qualquer pessoa do grupo, dar três miados caprichados da maneira que ele quiser.
5 – A pessoa abordada deverá manter-se séria, enquanto todos os demais podem rir e torcer pelo gato.
6 – Se a pessoa abordada rir, é prova de que foi conquistada, passando então ela a ser o novo gato conquistador.
7 – O brinquedo prossegue enquanto houver interesse.

14 – JOGO DA CADEIRA VAZIA

1 – O animador colocará tantas cadeiras quanto forem às pessoas que participam do brinquedo e mais uma cadeira.
2 – Todos os presentes receberão um número.
3 – A pessoa sentada à esquerda da cadeira vazia inicia, dizendo: “A cadeira da minha direita está vazia para o número tal”, e chama por um número que corresponde a uma pessoa presente.
4 – A pessoa com o número que acaba de ser chamado levanta-se imediatamente e vai sentar-se na cadeira vazia.
5 – Ao levantar-se, a pessoa sentada à sua esquerda continua o brinquedo, dizendo: “A cadeira de minha direita está vazia para o número tal”, chamando outro número, podendo ser o número da pessoa que acaba de levantar-se.
6 – O animador anotará os nomes das pessoas distraídas ou que interrompem a continuidade do brinquedo.
7 – Enquanto houver interesse prossegue o jogo.
8 – Finalmente, o animador dirá os nomes das pessoas que estiverem distraídas, que deverão pagar uma prenda.

15 – O JOGO DA VERDADE

1 – O grupo é formado em círculo.
2 – O animador solicita a presença de um voluntário no meio do círculo para responder às perguntas que lhes serão formuladas.
3 – Cada um dos presentes tem direito a formular uma só pergunta sobre qualquer assunto.
4 – Feito o rodízio, outra pessoa será interrogada e assim sucessivamente.
5 – O brinquedo torna-se interessante somente quando o grupo já tem um grau adiantado de interação.

16 – PRECE A ALA

1 – O animador pede a presença de três pessoas no centro do grupo e explica que, como chefe de uma caravana de deserto, perdeu três camelos e precisa fazer preces a Alá para que os reencontrem.
2 – Convida os três do grupo à segui-lo na prece e nos gestos.
3 – Ajoelha-se no meio da sala, seguido pelos três. Levantem os braços e enquanto se curvam até o chão dizem: “Alá devolva os camelos”.
4 – Repetem a prece três vezes.
5 – O animador levanta dizendo “Não adianta rezar mais. Já que Alá não devolve meus três camelos, ficarei com estes três burros”.

17 – RIMA FATAL

1 – O animador começa dizendo uma palavra.
2 – O seguinte deve dizer uma outra que rimem com a primeira.
3 – E assim o farão os outros até que alguém errem ou emperre, perdendo sua vez no grupo. Por exemplo: Dinheiro-Marinheiro; vela-tela; mando...

18 – A VIAGEM

1 – Organiza-se um circulo com cadeiras.
2 – Os membros participantes ocupam os assentos e o animador permanece, de pé no meio do circulo.
3 – O animador explica que irá contar uma viagem de ônibus, e toda vez que disser”ônibus” todos deverão levantar-se, e rodopiar diante de sua própria cadeira, sentando-se imediatamente. E toda vez que, no decorrer da história da viagem, disser; “desastres” todos devem levantar-se e mudar de assento.
4 – Ao dizer “desastre” o animador procura ocupar uma das cadeiras, e a pessoa que não conseguir assento deverá prosseguir a narração da viagem.
5 – O brinquedo prossegue enquanto houver interesse.

19 – RISO SOLTO

1 – O animador com um objeto qualquer na mão instrui o grupo.
2 – Vai atirar o objeto par o alto e, enquanto este não tocar o chão, todos deverão rir e fazer ruídos.
3 – Quando o objeto atingir o chão, o riso deve estancar, ficando o grupo sobre o efeito da repressão do riso.
4 – Quem explodir, pagará uma prenda, até haver poucos participantes.

20 – ARTISTA DE IMPROVISO

1 – Compõe uma lista de tarefas ou encenações jocosas em número iguais ao número de participantes.
2 – Cada qual pede um número (1,5,3,7,2, etc.).
3 – O animador lê na lista a tarefa encomendada sobre aquele número, que deverá ser executada por quem sorteou o número.
4 – A graça dependerá da composição da lista.

21 – O CORRETO

1 – organiza-se um círculo com doze ou quinze cadeiras.
2 – Uma vez ocupadas às cadeiras, o animador, de pé no centro do círculo, explica o funcionamento do brinquedo.
3 – Todos os membros participantes receberão o nome de uma cidade.
4 – Cada vez que o animador disser o nome de duas cidades, os ocupantes das cadeiras que correspondem as cidades mudam de assento, e nessa mudança o animador procura ocupar umas das cadeiras.
5 – Toda vez que o animador disser: “As cartas se extraviaram” todos trocam de cadeira, e procuram sentar-se, e quem sobrar permanece no meio do círculo.
6 – Quem ficar três vezes sem cadeira, é excluído do brinquedo, e o círculo diminuirá de uma cadeira, toda vez que sai um participante.

22 – PROVA DA CONCORDÂCIA HUMANA

1 – O animador fala sobre a suprema verdade, a união dos espíritos, a boa vontade, compreensão.
2 – A seguir, chama quatro pessoas para o centro do grupo.
3 – Usando um objeto qualquer (paletó, pasta, etc.) pede que cada um segure uma extremidade e executem com exatidão e rapidez as ordens dadas.
4 – O animador dará ordens rápidas, como: abaixar, levantar, para baixo, para cima, para fora, para dentro, etc, fazendo pausas para os presentes rirem dos desencontros dos executores das ordens.
5 – Continua-se por poucos momentos.

23 – O MELHOR OBSERVADOR

1 – Escolhe-se um indivíduo ou divide-se o grupo para adivinhar qual a modificação havida no outro, devendo por tanto se ausentar do local enquanto a modificação é feita.
2 – Há um período de observação antes da saída durante a qual haverá a modificação e na volta um minuto para descobrir a modificação pelo menos em duas chances.
3 – A modificação pode ser na posição dos indivíduos, nas vestes, nos sapatos, na fisionomia, em objetos, etc.

24 – A VIÁGEM DA TITIIA

1 – O animador começa: “Minha tia veio da América e trouxe um rádio”.
2 – O seguinte diz: “Minha tia veio da América e trouxe um rádio e um livro”.
3 – O seguinte diz: “Minha tia veio da América e trouxe um rádio, um livro e um cavalo”.
4 – Assim sucessivamente, até que alguém esqueça ou altere a seqüência, caso em que sairá do grupo.

25 - LETRA FATAL

1 – O animador começa dizendo uma letra.
2 – O seguinte acrescente outra e assim sucessivamente.
3 – Sai do grupo aquele que acrescentar uma letra formando uma palavra conhecida.
4 – Por exemplo: a, m, i, z, a, d. a próxima letra formará palavra e, quem á acrescentar, perderá.
5 – Qualquer um pode dizer “impugno” ao colega anterior quando achar que este, para fugir a letra fatal, acrescentar uma letra que não leva a nenhuma palavra.
6 – O exercício continua enquanto houver interesse.

26 – FONTES DO COMANDO

1 – Pede-se alguém para ausentar-se da sala.
2 – O grupo decide executar ou encenar uma ou mais atividades sobre as ordens de um ou mais lideres.
3 – O grupo colocado, colocado em círculo, estará atento aos comandos do lidere ou líderes na mudança de atividades que deve ser freqüente e rápida.
4 – Os comandos são disfarçados porque o grupo não quer entregar seus líderes.
5 – A pessoa ausente da sala retorne para o meio do círculo, o animador explicará que deverá identificar aquela pessoa ou aquelas pessoas que comandam as mudanças dos movimentos.
6 – Caso não aceitar, após a terceira tentativa, será eliminado do brinquedo.
7 – O brinquedo continua com outro membro na adivinhação.

27 – VIVA CONFORME A MÚSICA

1 – Dispõe-se uma série de cadeiras em forma circular ou em fila.
2 – O grupo ficará desfilando ao redor das cadeiras ao ritmo de música ou qualquer outra coisa.
3 – Ao interromper-se a música todos tentarão pegar sua cadeira, sobrando sempre uma pessoa, pois há uma cadeira a menos.
4 – Essa pessoa sai do grupo.
5 – Retire-se também uma cadeira e o brinquedo continua até ser disputada a última cadeira.

28 – JOGO DAS PERGUNTAS

1 – O animador distribui uma papeleta para tosos os membros participantes.
2 – A metade das pessoas devem formular qualquer tipo de pergunta na sua papeleta e a outra metade deverá responder qualquer tipo de pergunta.
3 – A seguir o animador dará um número para cada membro que formulou a pergunta e outro número correspondente para cada membro que formulou a resposta.
4 – Inicia-se a leitura das perguntas: quem tiver o número 1, das perguntas, lerá sua pergunta e quem tiver o número 1 das respostas, lerá sua resposta.
5 – O brinquedo prossegue até que todos tenham formulado sua pergunta e recebido sua resposta.

29 – AGARRE O PAR

1 – Numa sala de danças, entre os pares, o animador aparece com uma vassoura, ou qualquer outro tipo de objeto, declarando que, ao contar até três, todos trocarão o par.
2 – Quem ficar sem parceiro deverá ficar com a vassoura e repetir o mesmo.
3 – Aquele que é surpreendido com a vassoura na mão quando termina o disco, ou a música, sairá do brinquedo.

30 – AGARRE O CHAPEU MÁGICO
(Outra variante)

1 – O animador aparece com um chapéu.
2 – Coloca-o na cabeça de outra pessoa, esta é obrigada ceder o parceiro de danças.
3 – Cada qual tentará passar adiante o chapéu.
4 – Aquele que é surpreendido com o chapéu na cabeça quando termina o disco, ou a música, sairá do brinquedo.

31 – O BEIJO DA BONECA

1 – O animador prepara um boneco ou boneca.
2 – Pode ser recortado e deve ser visto a distância.
3 – Convida três ou quatro voluntário para colaborar na brincadeira.
4 – Cada um dos voluntários, por sua vez, deve beijar o boneco, no lugar onde quiser.
5 – Uma vez terminado o beijo da boneca, cada voluntário deverá beijar um dos colegas no mesmo lugar onde beijou a boneca.

32 – RESPOSTA SOCRÁTICA

1 – O animador aborda uma pessoa do grupo e pede-lhe que responda as perguntas com palavras que comessem com qualquer letra a ser indicada pelo animador.
2 – João: resposta com a letra R:
3 – Seu nome? Ricardo.
Profissão: Radialista.
Donde vêm? Rio.
Para onde vai? Ribeirão.
4 – Qualquer Hesitação na resposta (que deve ser espontânea) ou resposta errada exclui o indivíduo do grupo.

33 – FEITIÇO CONTRA O FEITICEIRO

1 – Cada participante recebe uma papeleta,
2 – a pedido do animador, todos escreverão uma atividade que gostariam fossem feita por um dos participantes do grupo. A papeleta é assinada.
3 – As papeletas, depois de preenchidas, são recolhidas pelo animador.
4 – Por determinação do animador, o assinante da papeleta irá executar a atividade.
5 – O brinquedo termina assim que todos tiverem feito as atividades.

34 – FRIO OU QUENTE

1 – O animador solicita para alguém se ausentar da sala.
2 – Oculta-se um objeto qualquer a ser depois descoberto por quem esteve ausente.
3 – Quem está procurando, orienta-se, perguntando ao grupo: QUENTE? (estou me aproximando) e o grupo responde QUENTE se dele aproxima e responde: FRIO se dele afasta.
4 – Há um número determinado de chances ou perguntas de orientação.
5 – Só pode fazer seis perguntas e se não tiver descoberto o objeto, pagará uma prenda ou sairá do brinquedo.
6 – Como meio de orientação para quem procura, pode-se usar uma canção que o grupo todo conheça (atirei um pau no gato); cantando forte se ele se encaminha para o objeto e menos forte se for afastando do objeto até o objeto ser encontrado.
7 – Em vez de canto pode usar-se uma fita gravada ou um CD.

35 – NOITE DE NÚPCIAS

1 – Forma-se um círculo com dez a quinze pessoas.
2 – Três voluntários retiram-se da sala.
3 – Durante a ausência deles o animador orienta os participantes do brinquedo para que todos fiquem quietos e calados no momento em que os ausentes entrarem.
4 – Assim que o primeiro retornar ao círculo e observar o silêncio de todos, irá reagir verbalmente. O que disser representará a primeira reação verbal na noite de núpcias se for um casado, e será a primeira reação verbal, se for um solteiro.
5 – As gargalhadas do grupo deixa o indivíduo, surpreso por desconhecer a razão das mesmas.
6 – Chama-se o segundo e o terceiro, seguindo sempre a mesma técnica.

36 – ILUMINAÇÃO ORIENTAL

1 – O animador chama seis a oito pessoas no centro da sala.
2 – O grupo de voluntários é orientado pelo animador com certa solenidade, dizendo que as religiões orientais visam a iluminação interior, usando para isto certas formulas cabalísticas, e que ele têm uma formula para isto.
3 – O animador recomenda ainda que o grupo o imite nos gestos e nas palavras até cada um sentir-se iluminado, momento em que se deve dirigir ao animador e dizer-lhe ao ouvido que foi iluminado (descobriu o sentido da fórmula).
4 – O animador levanta os braços e diz: O KI-BU (todos imitam), põe os braços em posição oriental para frente e diz “ki” curva-se pondo as mãos nos joelhos e diz: “BOÉ”.
5 – A formula é “Ó que burro sou eu”
6 – O brinquedo continua até que o último descubra o truque da formula. Para isso é preciso que aquele que descobrir o truque não divulgue sua descoberta aos demais, deixando- os fazer força.

37- MATEI UM PORCO

1 –O animador diz ter matado um porco estar vendendo. Pergunta a cada um dos presentes que parte vai comprar (orelha, rabo, coração, pata, rim e etc.) até todos terem comprado.
2- O animador vai fazendo uma série de perguntas a cada um sucessivamente.
3 – A cada pergunta o interrogado deverá repetir a parte por ele comprada. Por exemplo: Sr.Luís comprou a pata do porco, a qualquer pergunta ele deverá responder pata (Seu nome? – Pata).
4- No pedido casamento o que foi que você pediu para sua noiva? _ Pata. E assim por diante.
5 – O interrogado que rir sai do grupo ou pagará uma prenda.

38 – CONQUISTE O SEU LUGAR

1 – Dispõe-se o grupo sentado em forma circular.
2 – O animador está no centro e diz ao grupo: A relatividade da História, das posições sociais, da sorte, e da fortuna, tudo exige o espírito esportivo, aceitação humilde confiança em si. Quando a roda do destino e suas reviravoltas desalojarem você, não perca tempo com queixumes. Procure um novo lugar, apanhe a primeira oportunidade e esteja pronto para outro.
3 – Para ensaiar isso, é preciso que quando eu der uma ordem as pessoas atingidas troquem de lugar, sendo que alguém sobrará, pois eu tomarei um lugar para mim.
4 – Atenção: “troquem de lugar quem estiver com o óculos”.
O que ficar sem cadeira ocupará o centro da sala e dará uma ordem de trocar de lugar, assim sucessivamente.
5 – Se alguém trocar de lugar sem que a ordem lhe diga respeito, saíra do grupo e será retirada uma cadeira.
6 – A graça consiste no tipo de ordem dada, por exemplo: troque de lugar quem não é homem; troque de lugar quem não é bonito; troque de lugar quem não tem dente, etc. De acordo com a criatividade de cada um.
7 – O brinquedo continua enquanto houver interesse ou participantes.

39 – OS ASTRONAUTAS

1 – Escolhe-se mais ou menos cinco pessoas com as quais o grupo queira divertir-se.
2 – Colocam-se no meio da sala em círculo, com pouco de espaço entre cada uma delas.
3 – Elas representam os planetas da nossa galáxia.
4 – Instruem-se três “astronautas” um brasileiro, um americano e um inglês.
5 – Chega o primeiro astronauta, gira em torno do grupo,fazendo qualquer ruído, passa entre eles algumas vezes.
6 – O animador pergunta, “ Que foi que você viu?” – “Não vi nenhum ser vivo nos outros planetas”.
7 – Segue o segundo astronauta, repetindo a mesma coisa.
8 – Segue finalmente o terceiro astronauta, girando em torno do grupo, a quem o animador pergunta: -“Que foi que você viu?”
9 – “Vi cinco trouxas com as mãos na cabeça”. – Dissolva-se.

40 – O JOGO DA SURPRESA

1 – O animador antes de iniciar o jogo, ao colocar: as cadeiras em círculo colocarão em algumas cadeiras, por baixo do assento, uma papeleta.
2 – Em cada papeleta constará alguma atividade que deverá ser assumida pelo ocupante da cadeira.
3 – Uma vez todos os participantes sentados, o animador pede que todos olhem por baixo da cadeira para ver se encontra alguma papeleta.
4 – Os ocupantes das cadeiras que encontrarem uma papeleta deverá executar as tarefas que ali estiver escrita.
5 – As tarefas a serem executadas podem ser, por exemplo: imitar um gato, um galo, o salto de um sapo, cantar uma muziquinha, contar uma piada, etc.
6 – A brincadeira só termina após todos terem executado as tarefas.


41 – O JOGO DO EMBRULHO

1 – Todos os participantes encontram-se sentados em forma circular.
2 – O animador entrega um embrulho a um dos participantes que deverá passar para frente, ao som de uma música.
3 – No momento em que a música fizer uma parada, quem estiver com o embrulho deverá começar a abri-lo.
4 – Logo a seguir, a música recomeça, e o embrulho continuará circulando.
5 – Toda vez que a música parar, quem estiver com o embrulho continuará a abri-lo.
6 – O exercício continua, obedecendo a mesma técnica, até o final.
7 – O último a desembrulhá-lo fiará com a prenda que estiver no pacote.

50 – UMA COMPANHIA AGRADÁVEL

1 – Enrola-se um pedaço de bolo ou um presente em vários papeis, e faz-se um pacote de presente, amarrado com barbante.
2 – O pacote é entregue para um participante que tirar “seis pontos” com um dedo.
3 – Começa por abrir o pacote, enquanto, seguindo o círculo, um outro tirar “seis pontos”.
4 – O pacote passa para este, que continua abrindo, enquanto outros continuam tirando o dedo.
5 – O seguinte que tirar “seis pontos”, recebe o pacote, e continua abrindo-o.
6 – A brincadeira continua, até que esteja todo aberto, e a pessoa que estiver em posse do mesmo fique com o brinde.

51 – MARIA ORDENA

1 – Todos de pé, formando um círculo.
2 – Sempre que o animador expressar uma ordem, dizendo antes ou depois da mesma “Maria ordena”, todos os participantes deverão realizar a tarefa.
3 – Se o animador mandar fazer alguma coisa sem dizer também “Maria ordena”, ninguém deve atender. Caso isto aconteça, o que o fizer, sairá da brincadeira.

52 – A BRINCADEIRA DOS ANIMAIS

1 – Todos os participantes de pé ou sentados, formando um círculo.
2 – O animador explica que dirá no ouvido de cada um o nome de um animal, e ao sinal dado todos deverão imitar o grito do animal que lhe coube imitar.
3 – A seguir, soprará no ouvido de cada participante o nome de um animal. (Na verdade, o animador dirá no ouvido de cada um para ficar quieto, menos no ouvido de um dos membros, talvez o mais esportivo ou gaiato, ele pede para imitar um galo ou um bode).
4 – Uma vez que tiver passado a falar no ouvido de todos, o animador dirá que cada qual procurará imitar com toda a força o grito do animal que lhe coube.
5 – E dirá: “atenção, um, dois, e já...!”.

53 – TRÊS É MULTIPLO DE TRÊS


1 - Todos de pé, formando um círculo.
2 – O animador, no centro do círculo, pede que cada um diga em seqüência um número, sendo que aqueles que são múltiplos de 3 ou tiverem o algarismo 3 em sua composição deverão ser omitidos e, no lugar do número, o participante dirá “PUM”.
3 – Assim 1, 2, PUM, 4, 5, PUM, 7, 8, PUM,10, 11, PUM, PUM,14,...
4 – Aquele que se distrair e falar o número múltiplo de 3 ou contendo o algarismo 3, sairá da brincadeira.
5 – Será vencedor do jogo quem agüentar até o final.
6 – Para facilitar a brincadeira, toda vez que alguém errar ou sair, o seguinte iniciará novamente, a partir do número 1.

54 – BRIGA DE GALO

1 – Pedir ao grupo dois voluntários para a brincadeira.
2 – Colocar nas costas de um deles um papel com a palavra “briga”, e nas do outro um papel com a palavra, ou melhor, a expressão “de galo” (sem que eles saibam o que está escrito nas costas um do outro).
3 – Eles deverão esforçar-se para descobrir o que está escrito nas costas do companheiro, sem deixar que este veja o que está escrito em suas costas e sem utilizar as mãos que deverão estar cruzadas para trás. Observa-se que os efeitos são idênticos a uma briga de galo.

55 – O CRIME

1 – Pede-se um voluntário no grupo que deverá sair da sala enquanto a brincadeira é explicada ao grupo.
2 – O grupo, uma vez sentado em forma circular, recebe a seguinte explicação.
a) Para a realização da brincadeira, que chamamos de um crime imaginário, todos representam uma “vogal” ou uma “consoante”. É vogal quando a pergunta formulada começa por “vogal” e é consoante, quando a pergunta formulada for “consoante”.
b) O voluntário formula as perguntas, acompanhando o calculo, e as respostas só poderão ser “sim” ou “não”. Não são aceitas perguntas que permitem duas respostas.
c) A resposta será “sim”, se a palavra da idéia central da pergunta começar por uma vogal, e for dirigida a uma pessoa que representa a “vogal”, e será “não” se a palavra da idéia central da pergunta começar por uma consoante. Assim, por exemplo, quando o voluntário perguntar se o crime foi pela manhã, e se a pessoa interrogada for uma vogal, responderá “não”, porque a palavra que encerra a idéia central (manhã) começa por uma consoante.
d) Como será um crime imaginário, o voluntário ficará num “beco sem saída”, para recompor todo o crime, pois as respostas desencontradas não facilitam a reconstituição.
e) Finalmente, após duas ou três rodadas, o animador explica ao voluntário de que não existe crime algum, mas só imaginárias.
3 – Após estes esclarecimentos feitos ao grupo, chama-se o voluntário para dar inicio a brincadeira, dizendo simplesmente que se trata de um crime que deverá desvendar, através de formulação de perguntas a todos os membros do grupo.
56 – MOISES NO DESERTO

1 – O animador diz para o grupo que ele representa Moisés no deserto.
2 – Começa a andar no meio do grupo e diz para uns quatro ou cinco membros “Siga-me”.
3 – A pessoa convidada acompanha o “Moisés”.
4 – Feita a escolha de uns quatro ou cinco participantes, dirige-se ao meio do grupo e diz “apresento-lhes os camelos de Moisés”.

57 – A CRUZ E O CIRCULO

1 – Um cego sentado sobre uma cadeira levanta-se e dá três passos e desenha três círculos a giz, no chão.
2 – Retorna para o assento, e levanta-se, a seguir, e volta a dar os três passos para desenhar uma cruz em cada circulo.
3 – A tarefa se repete com outros participantes, e será vencedor aquele que conseguir desenhar uma cruz em cada circulo, ou aquele que executar a tarefa mais próxima dos três círculos.

58 – A CRUZ DE LORENA

1 – O animador explica para o grupo que a brincadeira que irá realizar exige bastante espírito de observação de todos. Tudo que fizer deverá ser repetido pelos participantes, seguindo a ordem do circulo.
2 – A seguir traça uma cruz sobre a mesa, com um lápis ou caneta, dizendo: daqui para lá, de lá para cá, fazendo ao mesmo tempo o gesto de traçar uma cruz.
3 – Todos os participantes se concentram sobre o gesto de traçar o desenho em forma de cruz, e não observam quando o animador troca a caneta ou o lápis da mão direita para esquerda, passando-a para a pessoa da sua esquerda, a quem cabe repetir o traçado da cruz e de passar para sua esquerda novamente a caneta ou o lápis.
4 – Observa-se que todos sabem repetir o traçado da cruz, porém não observaram a passagem da caneta ou do lápis de uma mão para outra.

59 – ALFÂNDEGA

1 – Todos sentados em forma circular.
2 – O animador explica que se trata passar ou não na Alfândega.
3 – A brincadeira começa com a pessoa sentada à direita do animador, que formula uma pergunta, cuja resposta só poderá ser: “passa sim”; ou “não passa”.
4 – A resposta será: “passa sim”, se a pergunta se refere a alguma coisa ou objeto usados, no momento, pela pessoa sentada à direita daquela que formula a pergunta.
5 – A resposta será: “não passa”, se o vizinho da direita de quem formula a pergunta não estiver com o objeto indicado ou não usar no momento.
6 – Assim, por exemplo: a pessoa sentada à direita do animador pergunta: “eu passo na Alfândega com um relógio?” A resposta do animador: será: “passa sim”, se o vizinho da direita de quem formulou a pergunta tiver usando relógio naquele momento. Caso contrário, a resposta será: “não passa”.
7 – A brincadeira continua até que a maioria descubra porque uns passam e outros não.

60 – ADIVINHAR A DATA DE NASCIMENTO

1 – O animador pede os participantes que multipliquem a data de seu nascimento (dia do mês) por três.
2 – Acrescentar a este resultado o número cinco.
3 – Este resultado, multiplicar por quatro.
4 – Finalmente, acrescentar a este resultado mais uma vez o dia do mês de nascimento.
5 – O animador, de posse desse resultado final, subtrai 20 e divide o resto por treze, e terá a data do dia de seu nascimento.
6 – Exemplo: Pedro nasceu dia 23 de3 Maio. Segundo as indicações acima, temos: 23 x 3 = 69; e 69 + 5 = 74 e 74 x 4 = 296 e 296 + 23 = 319.
O animador toma os 319 – 20 = 299 e 299 ¸ 13 = 23 (que é o dia do nascimento Pedro).

61 – ENFIAR A LINHA

1 – O animador forma dois subgrupos de participantes.
2 – A primeira pessoa de cada subgrupo recebe uma agulha e uma linha.
3 – A um sinal dado pelo animador, cada qual procura enfiar a linha na agulha, passando para o vizinho, a quem cabe tirar a linha da agulha, levantando bem alto a agulha e a linha, e passar para o vizinho a quem cabe enfiar a linha novamente, e assim por diante.
4 – Será vencedor o subgrupo que terminar que terminar primeiro sua tarefa de enfiar ou desenfiar a linha na agulha.

62 – MINHA MALA

1 – Todos sentados em circulo.
2 – Um começa: ’Eu levo na minha viagem uma mala “.
3 – O seguinte diz “Eu levo na minha viagem uma mala, um paletó”.
4 – Um terceiro diz “Eu levo na minha viagem uma mala, um paletó e um guarda-chuva”.
5 – E a brincadeira continua, repetindo o seguinte o que já foi dito pelos anteriores, e acrescentando mais um objeto.
6 – Quem esquecer a ordem dos objetos torna-se “dorminhoco”; dirá “dorminhoco” e prossegue......
7 – A brincadeira continua enquanto persistir motivação.
¾ A mesma brincadeira pode realizar-se nomeando nomes de pássaros, animais domésticos,etc.

63 – A CASA DO HOMEM DE MADEIRA

1 – Todos os participantes estão sentados em circulo.
2 – Por indicação do animador, seguindo a ordem circular, o primeiro diz: “Esta é a casa do homem de madeira”.
3 – O seguinte diz: “Esta é a porta da casa do homem de madeira”.
4 – Um terceiro diz: “Esta é a fechadura da porta da casa do homem de madeira”.
5 – Um quarto continua, acrescentando no inicio, e repetem o que os outros já disseram.
6 – A brincadeira continua enquanto houver motivação.

64- CONCERTO DE ANIMAIS

1 – O animador anuncia um concerto de animais.
2 – Todos em circulo, e o animador indica o animal que cada um deverá imitar: gato, cavalo, vaca, sapo, etc.
3 – A seguir o animador, seguindo a ordem do circulo, pede que cada qual imite o animal que lhe coube.
4 – Agora, sob o comando do animador, todos juntos imitarão o animal.
5 – A seguir todos se reúnam de novo, imitando a voz do animal, primeiro em tom suave, aumentando depois de volume, aos poucos, para voltar novamente a diminuir o volume.

65 – O INVERSO

1 – Os participantes da brincadeira encontram-se em pé, e o animador no centro do circulo.
2 – O animador se dirige para alguém do circulo e diz, por exemplo: “É o meu braço?”, e aponta para o nariz.
3 – A pessoa indagada responderá o inverso, isto é, dirá: “Este é o nariz”, e aponta para o braço.
4 – Quem se enganar fará a vez do animador, no centro do circulo.
5 – A brincadeira continua enquanto houver motivação.

66 – TALITA PERDEU O CHAPÉU

1 – Carlos é “Talita” que perdeu seu chapéu, e os outros participantes recebem um número: 1,2,3,4, e assim por diante.
2 – Talita começa, dizendo: “Talita” perdeu o chapéu, e está com “6”.E o número “6” responde: “Talita” perdeu o chapéu e ele não está com “6”, está com “4”.
3 – O número “4” Continua dizendo: “Talita” perdeu o chapéu, e ele não está com “4”, está com: indica outro número dos participantes.
4- Quem se enganar, sai do jogo.

67 – MEU AMIGO

1 – Meu amigo chama-se Antônio. Onde mora? ¾Na cidade de Andradina.. Qual a sua profissão? ¾ Ele é agricultor. O que ele mais gosta? ¾Andar a pé.
2 – O animador aponta para alguém do grupo , e, como na colocação anterior, o nome do participante é Antônio.Assim ele respondeu todas as perguntas, começando pela letra”A”, pois seu nome começa com “A”.
3 – A brincadeira continua, cabendo a cada participante responder as perguntas, indicando o nome da cidade, a sua profissão, seu gosto, com a letra de seu próprio nome.

68 – O CORO MUDO

1 – O animador pede a colaboração de um voluntário que se retira da sala.
2 – Durante sua ausência, o animador explica a brincadeira, que consiste.
a) todos devem levantar os dois braços sob o comando do animador;
b) com as mãos levantadas, todos devem desatar num alto choro;
c) a dado momento, quando o animador fechar sua mão, todos devem parar de chorar;
3 – O voluntário entra, porém desconhece as regras da brincadeira.
4 – Sob a direção do animador, todos levantam os braços e as mãos, e começam a chorar em alta voz.
5 – A dado momento o animador fecha suas mãos, todos param de chorar, menos o voluntário.
6 – Toda vez que o animador abre suas mãos, todos recomecem o choro em voz alta.

69 NA ÁFRICA

1 – O animador encontra-se no centro do circulo, e começa a contar uma história.
2 – Toda vez que disser, no desenrolar da história, a expressão “na África”, todos se levantam, e imitam os gestos feitos pelo animador (este, por sua vez, fará alguns gestos com os braços, mãos ou pés,além de se levantar do assento).
3 – Se no decorrer da história o animador só se levantar, e não disser a expressão: “na África”, ninguém pode se levantar, quem o fizer, sai da brincadeira.
4 – E a história continua, assim como a brincadeira, até que perde a motivação.

70 – PÔR OVOS

1 – Todos os participantes sentam-se num circulo e o animador enumera-os, com os números 1 e 2, alternadamente.
2 – Os números “1” são as galinhas “2” os galos.
3 – As galinhas dizem “gluck”, e os galos “gack” .
4 – Quando o animador disser “gluck”, todas as galinhas se levantem e se sentem imediatamente.
5 – Aos poucos o animador acelere as ordens, e de repente só chama as “galinhas” e logo após só os “galos”.
6 – O animador deve ficar atento para que só levantem após a chamada.

71 – ADVINHAÇÃO

1 – No inicio da brincadeira apresenta-se um voluntário dizendo ser capaz de adivinhar o pensamento dos demais, e mesmo aquilo que acontece na sala, na sua ausência (esta brincadeira supõe que o animador já esteja ciente do que se trata, pois o voluntário e o animador já devem ter combinado entre si, antes da recreação, o sinal ou senha a ser usada durante a tarefa).
2 – Uma vez fora da sala, o animador combina com o grupo que iria dar a mão a um dos participantes, cabendo ao voluntário adivinhar a mão de quem se trata.
3 – Chama, a seguir, o voluntário, a quem explica o que combinaram na sua ausência, e formula a pergunta: “Dei minha mão a fulano” (diz o nome de algum participante). O voluntário só dirá sim quando a pergunta for: “Dei a mão a fulano ?”.
4 – O animador só fará a pergunta certa, ou seja, só perguntará: “Dei a mão a fulano”, e não “dei a minha mão”, quando se dirigir para pessoa certa, isto é, a pessoa a quem apertou a mão.
5 – A senha acertada com o voluntário foi: quando a pergunta formulada for com artigo definido a resposta é “sim”.
6 – A brincadeira prossegue com outros objetos, por exemplo relógio, caneta, etc.

72 – EM NOSSA CASA

1 – O animador, no centro do circulo, da ordem que todos procurem imitar..
2 – Só serão imitadas as ordens que comessem com a expressão: “Em nossa casa” .
3 – Assim, por exemplo, o animador diz: “Em nossa casa todos põe a mão na cabeça”.Neste caso, todos imitarão o animador. Se porém disser: “Todos andam pela casa”, ninguém imitará, porque não disse: “Em nossa casa”.
4 – O animador começa dando ordens, inicialmente falando devagar e aos poucos acelera as ordens.
5 – Quem se enganar sai da brincadeira.

73 – O TREM

1 – Forma-se um vagão de cadeiras, duas a duas, e os participantes todos sentados.
2 – O animador permanece de pé, em frente a turma, e contará uma história imaginária que tenha seqüência, na qual deverá aparecer a palavra: “trem”.
3 – Sempre que esta palavra “Trem” for pronunciada, todos deverão levantar-se e trocar de lugar. O animador procura sentar-se igualmente.
4 – O que ficar sem lugar, assume o papel de continuador da história.

74 – LETRAS VIVAS


1 – O animador forma dois subgrupos. Cada subgrupo recebe as mesmas letras colocadas nas costas de cada participantes.
2 – Com as letras é possível formar a mesma palavra, ou seja cada grupo deve formar a mesma palavra com as letras colocadas nas costas de seus membros.
3 – Assim, por exemplo, a palavra”Laranja”. Uma vez colocada nas costas, todos, sob o comando do animador,deverão procurar formar a palavra: “Laranja”.
4 – Será vencedor o subgrupo que por primeiro formar a palavra “Laranja”.

75.Tiro ao alvo

1. Dois ou mais participantes retiraram-se da sala.
2. Na ausência dos menos, faz-se no quadro um desenho qualquer com um ponto central.
3. A seguir é chamado um de cada vez dos que se haviam retirado e se lhe pede para observar bem o ponto central do desenho que deverá depois acertar com olhos vendados.
4. Feito isso, se lhe venderão os olhos, a uma certa distância que deverá percorrer de braço estendido e apontando com o indicador o alvo.
5. Enquanto isto alguém do grupo com uma caneca de pó de café usado, ou farinha, se colocará em frente do desenho, à altura do alvo, de sorte que o jogador coloque o dedo dentro..
6. A seguir, chama-se o segundo, e a brincadeira continua até que os voluntários tenham todos passados.

76. SEMPRE O NÚMERO 37

1 . O animador afirma que, com qualquer calculo, sempre sairá o número 37
2. A seguir pede a um voluntário que pense um número qualquer.
3 – Penando este número, é preciso que seja multiplicado por 2.
4 – Depois de multiplicado por 2, deverá soma-lo com 74.
5 – O resultado da soma, a seguir, deverá ser dividido por 2.
6 – E finalmente subtrair o número pensado no inicio, do resultado da divisão anterior.

77 – FORMAÇÃO DE UMA PALAVRA

1 – Um dos participantes diz uma letra do alfabeto.
2 – Um segundo, diz outra letra, e assim por diante.
3 – As letras devem formar uma palavra que tem sentido.
4 – Quem colocar uma letra com a qual não é possível formar uma palavra que tenha sentido, sai do jogo.

78 – COMUNICAÇÃO NÃO VERBAL

1 – Quatro pessoas se retirarão da sala, enquanto isso o grupo escolhe uma cena muda qualquer.
2 – A cena pode ser, por exemplo,esquematizar, como gesto,a forma de um elefante.
3 – A seguir, faz-se entrar um dos voluntários a quem se apresentará a cena muda,ou seja, o animador deverá representar com os gestos o formato de um elefante.
4 – Cabe ao primeiro voluntário prestar bem atenção para a seguir adivinhar de que se trata.
5 – A seguir entra um segundo voluntário a quem a repete a cena e logo a seguir o terceiro e o quarto.
6 – No final, um a um deverá dizer o significado da cena muda.
7 – A brincadeira poderá ser feita com outras cenas mudas, assim por exemplo: alguém embalando um neném imaginário, trocando-lhe as fraldas, colocando talco, preparando-lhe e dando a mamadeira, adormecendo-o e pondo-o na cama.

79 - RAPIDEZ

1 – O animador escreve num quadro-negro os números de 1 a 25, em qualquer ordem, procurando espalhar o mais possível os números.
2 – A seguir chama dois voluntários que deverão riscar os números seguindo a ordem de numeração.
3 – Vence, quem primeiro riscar os números de 1 a 25, seguindo a ordem normal dos números.
4 – Para que possam dois voluntários executar a tarefa, é preciso que o animador escreva os números em cada metade do quadro-negro.
5 – Finalmente a tarefa é executada, chamando dois voluntários para apagar os números, seguindo também a ordem normal dos números, ao apaga-los.
6 – Será vencedor quem por primeiro terminar a tarefa.

80 – PINGUE-PONGUE

1 – Numa mesa não muito grande coloca-se de joelhos, ao redor dois times, para disputar um jogo de pingue-pongue a sopro.
2 – Os jogadores devem obedecer as seguintes regras:
a) Ninguém poderá apoiar-se na mesa;
b) Ninguém pode por as mãos na bolinha e nem na mesa;
c) Deverão todos ficar de joelhos, os braços cruzados nas costas,ao redor da mesa;
d) Será ponto toda a vez que os de um time conseguirem fazer com que a bolinha caia da mesa no lado oposto.


81 – BUSCA DE SAPATOS


1 – A brincadeira é feita com um grupo de oito ou dez participantes.
2 – O animador determine que todos descalcem os sapatos, colocando-os amontoados, no centro do circulo.
3 – Todos retornam para o circulo, bastante aberto, e afastando do montão de sapatos.
4 – A um sinal dado pelo animador, todos correm para o centro do circulo, procurando seu par de sapatos, calçando-º
5 – Será permitido atirar para longe os sapatos dos outros.
6 – Será vencedor quem por primeiro calçar seu par de sapatos.

82 – TELEGRAMAS

1 – O animador mande que todos procurem escrever um telegrama, cujas palavras comecem com a letra “R” ou outra letra qualquer.
2 – Será vencedor aquele que, dentro de três minutos, apresentar o seu telegrama, iniciando com a letra indicada, e que tenha um sentido.

83 – CAIXA DE FÓSFOROS

1 – Solicita-se que dois ou mais competidores se apresentem no meio do grupo.
2 – Cada um receberá uma caixa de fósforos, que deverá ser aberta somente com uma das mãos e, uma vez aberta, tirar um palito de fósforos e acende-lo.
3 – O primeiro que conseguir faze-lo será vencedor.

84 – JOGO DO CIRCULO

1 – O animador faz um circulo no meio da sala.
2 – Depois de dividir o grupão em dois subgrupos,vendam-se os olhos de todos os participantes, que deverão permanecer fora do circulo.
3 - A seguir o animador ordena que todos se dirijam para dentro do circulo.
4 – Será vencedor o subgrupo que tiver maior número de participantes dentro do circulo.
5 – Caso a brincadeira se realizar dentro de uma sala escura ou a noite, será desnecessário vendar os olhos dos participantes.

85 – MARCHA SOLDADO

1 – Todos os participantes encontram-se sentados em forma circular.
2 – O animador, de pé no centro do circulo, dá inicio a um novo circulo, cantando: “Marcha soldado...”, com todo o grupo cantando.
3 – A certa altura chama com um gesto qualquer um dos participantes para que se levante e entre na corrente.
4 – O animador, de vassoura na mão, dá um sinal, larga a vassoura e procura um lugar para sentar-se, bem como os demais.
5 – O que ficar sem assento toma a vassoura e prossegue o jogo.

86 – PROCURA DA PALAVRA

1 – O animador pensa uma palavra, escreve no quadro-negro as letras desta palavra desordenadamente.
2 – Quem por primeiro descobrir a palavra será vencedor da brincadeira.

87 - VAMOS VER O QUE DÁ

1 – Os participantes formam um circulo.
2 – O animador fica no centro do circulo e distribuirá um lápis e uma folha para cada participante.
3 – Todos devem escrever a primeira frase de um fato (por exemplo, uma caçada).
4 – A seguir, o animador ordene que todos dobrem a parte escrita de maneira a ficar oculto o escrito; a seguir passe a folha para o colega da direita.
5 – Em prosseguimento, todos deverão escrever a segunda parte da histórIa, dobrando novamente o papel e passando-o ao da direita e assim sucessivamente por quatro ou cinco vezes.
6 – A brincadeira terminará com a leitura dos fatos.

88 – A CAIXINHA DA MÚSICA

1 – Os participantes da brincadeira estão dispostos em forma circula.
2 – Ao som de uma música, vão passando de um para o outro, rapidamente, uma caixinha contendo bilhetes com tarefas.
3 – O responsável pela música, de costas para o grupo, de tempo em tempo, para a música.
4 – A pessoa que se achar com a caixinha na mão na hora da suspensão da música deverá retirar um bilhete e executar no meio do circulo a tarefa que lhe coube por sorte.
5 – Prossegue, a seguir o jogo, até o termino das tarefas.

89 – ADIVINHAÇÃO

1 – O animador pede que três participantes da brincadeira se retirem da sala.
2 – Na ausência dos três, forma-se um circulo, no qual todos devem modificar a posição de alguma coisa pessoal. (Por exemplo: desabotoar a blusa, mudar a posição do relógio, etc.).
3 – Os três ausentes são convidados, um a um, para entrar no circulo, cabendo a cada um adivinhar as modificações realizadas nas pessoas sentadas no circulo.
4 – Será vencedor quem descobrir as modificações feitas.

90 – SAUDAÇÕES

1 – Dois ou três participantes saem da sala.
2 – No meio do circulo do grupo colocam-se 4 cadeiras para personagens “ilustres”, mas invisíveis. (Por exemplo: um orangotango, a “miss” universo, o Presidente de um pais).
3 – Chama-se o primeiro dos ausentes a quem se explica: nestes quatros cadeiras estão os personagens ilustres aos quais você deverá saudar com as maiores da reverencias.
4 – Feita a saudação, o grupo identificará as personagens colocadas em cada cadeira.
5 – A seguir, chama-se o segundo participante ausente, e prossegue-se o exercício.

91 – QUEM SERÁ

1 – O animador venda os olhos de todos os participantes da brincadeira, ou pede que todos fechem os olhos colocando as mãos diante dos mesmos.
2 – A seguir, o animador desloca os participantes, a tal ponto que ninguém saiba mais quem é o seu vizinho.
3 – Um dos participantes é levado para fora da sala.
4 – A seguir desvenda os olhos ou manda abrir os olhos, e quem por primeiro adivinhar o nome da pessoa ausente será vencedor da brincadeira.

92 – A CORRENTE ELÉTRICA

1 – Um dos participantes é convidado a sair da sala.
2 – Enquanto isso os demais combinam que será o eletrizado que ele deverá descobrir colocando a mão sobre a cabeça.
3 – Em seguida os que haviam se retirado.
4 – O animador solicita que o mesmo descubra o eletrizado colocando as mãos sobre a cabeça dos participantes.
5 – Ao encostar a mão sobre a cabeça do escolhido, todo o grupo dá um grito.
6 – Assim termina a brincadeira.

93 – CAMELO E CAMARADA

1 – O animador, seguindo a ordem do circulo, diz para os participantes, que são: camelo, camarada, camelo, camarada, etc. até indicar todos os participantes.
2 – A seguir, o animador começa por contar uma hestória que aconteceu na África.
3 – Toda vez que na hestória aparecer o nome “camelo”, todos aqueles que são “camelos” fazem uma grande inclinação com a cabeça e o corpo e toda a vez que dentro da hestória se falar à palavra “camarada”, todos os que são “camarada” inclinam a cabeça e o corpo.
4 – Cabe ao animador criar um certo suspense, para isso poderá simplesmente dizer as letras iniciais: antes de pronunciar ”camelo ou camarada”: assim ca-a-m...

94 – CAIXA DE FÓSFOROS E O NARIZ

1 – Dividem-se os participantes de duas colunas.
2 – Dispõe-se cada equipe em fila indiana.
3 – Cada cabeceira de fila recebe recebe uma tampa de caixinha de fósforos, que será colocada na ponta do nariz e passada a diante, acolhida também pela ponta do nariz do seguinte na fila, sem auxilio das mãos, e assim até chegar ao final da fila.
4 – Será vencedor a equipe que primeiro terminar.

95 – SÓ UMA FRASE PERDOA

1 – Um dos participantes sai da sala.
2 – Na ausência do voluntário, o animador combina com os presentes que o ausente é um criminoso. Só uma pergunta poderá perdoar o crime. Cabe ao voluntário adivinhar esta pergunta.
3 – Assim que o voluntário retornar para o grupo, todos devem procurar imitar tudo o que ele fizer e falar. Se perguntar: ¾ “Por que vocês estão me imitando?”, ele será perdoado.
4 – O voluntário volta para o circulo, e o animador lhe explica que ele está sendo acusado de um crime, só uma pergunta poderá perdoar seu crime.
5 – A brincadeira começa, e só termina quando o voluntário formular a pergunta:¾ “Por que estão me imitando?”.

96 – ESTOURO DO BALÃO

1 – Escolhem-se uns oito ou dez voluntários.
2 – Todos receberão um balão de ar atado ao tornozelo.
3 – Cada um deverá cuidar do seu e ao mesmo tempo tentar estourar o balão do outro com os pés.
4 – Será vitorioso aquele que conseguir estourar o balão dos adversários e permanecer com o seu inteiro.

97 – CALÇAR A CADEIRA

1 – Escolhem-se dois voluntários.
2 – Com os olhos vendados, os dois voluntários no meio do circulo procurarão calçar duas cadeiras com sapatos ou copos de papel, que se encontrem dentro do circulo.
3 – Cada um procurará calçar a própria cadeira com os copos ou sapatos dos companheiros, espalhados dentro do circulo.
4 – Será vencedor quem conseguir primeiro calçar os quatro pés de sua cadeira.

98 – VOCÊ LÊ A BIBLIA

1 – O animador pede que dois voluntários se retirem da sala, enquanto a brincadeira é explicada para o grupo.
2 – Coloca-se, outra pessoa voluntária numa cadeira, coberta com um lençol ou cobertor, e com um espelho na mão colocado um pouco a cima dos pés, escondido debaixo do cobertor.
3 – A pessoa sentada na cadeira chama-se Noé.
4 – Um a um entram os dois voluntários. O primeiro a se apresentar deverá ajoelhar-se diante de Noé e implorar-lhe em autos brados que lhe mostre um animal feio e asqueroso.
5 – Depois de implorar três vezes, o animador abaixa a cabeça deste voluntário que se encontra ajoelhado diante de Noé e levanta um pouco o cobertor até a altura do espelho.
6 – Olhando no espelho, Noé atendeu a prece.

99 – MINHA TIA TROUXE

1 – O animador diz que sua tia veio da Europa e lhe trouxe um leque que faz assim.
2 – Todos imitam, abanando-se com a mão.
3 – Uma bicicleta.
4 – Todos imitam: abanando, pedalando:
5 – Uma boneca.
6 – Todos imitam: abanando, pedalando e embalando (abanando com uma mão, embalando com a outra, e com os pés, pedalando).
7 – E assim ir acrescentando outras coisas até estar com o corpo todo em movimento.

100 – GINCANA

1 – O animador forma diversas equipes com igual número de participantes.
2 – Cada equipe escolherá aqueles que a representarão nas diferentes provas.
3 – Trata-se de cumprir tarefas, tais como: corrida com um ovo numa colher; encher uma garrafa de água; enfiar a linha numa agulha; correr com os pés dentro de um saco; encher um balão de ar; comer uma maçã, etc.
4 – Vencerá a equipe que conseguir maior número de pontos.

101 – JOGO DOS COELHOS

1 – Os participantes de mãos dadas, dois a dois, formam as tocas dos coelhos.
2 – Dentro de cada toca se coloca um participante, que é o coelho.
3 – O animador comanda o jogo e fica sem toca.
4 – Quando o animador gritar: “Trocar de toca”, todos os “coelhos” saem das tocas e procurem entrar em outra toca.
5 – O que ficar se toca será a pessoa que dará o comando: “Trocar de toca”.
6 – E assim por diante, até a turma perder a motivação da brincadeira.

102 – UMA CAÇADA ORIGINAL

1 – O animador divide o grupo em várias equipes.
2 – Cada equipe escolherá o seu líder que receberá a lista de coisas que deverão ser procuradas por todos os participantes da equipe num tempo determinado (por exemplo: dentro de mais horas).
3 – Vencerá a equipe que conseguir maior parte das coisas solicitadas, em menos tempo.
4 – As listas são iguais para todas as equipes.
5 – Exemplo de listas a serem pedidas:

Lista Nº 01 Lista Nº 02
a) 5 moedas de valores diferentes; a) um par de luvas;
b) um jornal com datas mais antigas; b) dez bolinhas de gude;
c) uma faca e um canivete; c) colar de fantasia ;
d) um batom; d) uma caneta-tinteiro;
e) um retrato do Presidente da República; e) um saca-rolha;
f) um abridor de garrafas; f) uma lata velha;
g) uma flor vermelha; g) cinco penas de galinha;
h) (cinco tampinhas diferentes de garrafas de h) um postal da cidade;
Refrigerante;

103 – COMO FAZ O COELHINHO

1 – Todos os participantes estão de pé, em forma circular.
2 – O animador faz a seguinte pergunta a seu colega da direita: “Você sabe como faz o coelho?”.
3 – O colega da direita responde: “Não sei, como ele faz”.
4 – Então o animador diz: “Faz assim, e nisso levanta o braço até a altura da cintura, e dobra as mãos para dentro, e fica nessa posição”.
5 – A seguir, a pessoa da direita do animador repete a pergunta e a resposta, até que todos estejam com a posição dos braços levantados e as mãos para dentro.
6 – Nisso volta a vez do animador, que conclui: “Já que ninguém sabe como faz o coelhinho, eu também não sei”, e termina a brincadeira.

104 – ACERTEI?

1 – o ANIMADOR DESENHA NO QUADRO UM PORCO SEM RABO.
2 – Escolhe um voluntário a quem se vendam os olhos e compete a ele completar o desenho do porco, desenhando com os olhos vendados o rabo.
3 – Várias pessoas podem tentar, e será vencedor quem souber completar o desenho.

Dinâmica para Aquecimento - Aquecendo a voz

Reunir todos os alunos na sala de aula ou em ambiente propício. O principal objetivo dessa dinâmica de aquecimento para sala de aula, alunos, professores e educadores é estimular a comunicação e o relacionamento interpessoal.

Materiais: Folhas de papel sulfite e canetas.

Procedimento: Iniciar a atividade dividindo os participantes em pequenos grupos (entre 3 a 10 pessoas).

Indicar que eles receberão uma palavra-chave (que esteja no contexto da vaga/atividade a ser realizada) e a partir desta montar ou adaptar o refrão de uma música já existente ou alguma que eles desejam criar.

O tempo destinado para esta atividade/criação é de aproximadamente 05 minutos.

Após, realiza-se uma apresentação com todos alunos, professores ou integrantes do grupo.

Dicas: Questionar os participantes sobre como foi realizar a atividade e como se sentiram.

Analisar se os participantes são criativos, como se comunicam e como ocorre a relação entre os participantes.

Observações: Pode solicitar a criação de um "grito de guerra" ou solicitar coreografia, as crianças adoram esse tipo de atividade.

Tempo de aplicação: 10 minutos
Número máximo de pessoas: 20
Número mínimo de pessoas: 3

Aquecimento de Grupos - Dinâmica a Guerra dos balões

Antes de iniciar a reunião de trabalho, o coordenador deve reunir o grupo ou equipe para realizar essa dinâmica de aquecimento com o objetivo de promover o relacionamento interpessoal e atenção.

Materiais: Bexigas (balões de festa de aniversário; barbante.

Procedimento: Cada participante enche uma bexiga e a amarra no calcanhar, deixando-a do lado de fora da perna.

Todos prontos, o instrutor dá a largada.

Cada um deve procurar estourar a bexiga do outro e, ao mesmo tempo, proteger a sua.

Dicas: Perceber se o participante é ágil, se tem capacidade de realização e é meticuloso.

Tempo de aplicação: 10 minutos
Número máximo de pessoas: 20
Número mínimo de pessoas: 10

Jogo dos números - Dinâmica para Aquecer Grupos

Essa dinâmica de aquecimento é muito útil para despertar a atenção e o raciocínio rápido antes de começar reuniões de trabalho.

Procedimento: Os participantes formam um círculo.

Pede-se que um deles inicie falando alto o número 1. Quem está à sua direita deve falar 2, e assim sucessivamente por todo o círculo.

Deve-se obedecer ao critério de que ao ser um número terminado em 3 (ou outro estabelecido) o participante deverá permanecer calado, mas bater palmas. Se for múltiplo desse número, o participante deve assobiar. Se o número terminar em 3 (ou outro estabelecido) e for múltiplo dele, o participante deve bater palmas e assobiar ao mesmo tempo.

Quem errar pode ser retirado do círculo, ou ser atribuído pequenas tarefas como castigo.

Dicas: Observar se os participantes estão atentos, têm raciocínio rápido e agilidade.

Tempo de aplicação: 25 minutos
Número máximo de pessoas: 15
Número mínimo de pessoas: 2

 

Dinâmicas de Grupo para aquecimento - Técnica da Sinergia e Revezamento

Essa dinâmica de aquecimento tem por objetivo estimular a sinergia entre o grupo, apresentando seu conceito e desenvolvendo a integração entre os participantes. Foco nos resultados e liderança para o sucesso de seu grupo ou equipe de trabalho.

Materiais: Um baralho para cada equipe.

Procedimento: Divida o grupo em equipes de 5 a 7 participantes.

Os membros de cada equipe posicionam suas cadeiras lado a lado, formando uma linha. É melhor que cada equipe possa ver todas as outras (isso favorece a competição).

Diga à equipes que todos devem permanecer sentados e que se trata de uma atividade competitiva.

Regras para a dinâmica de aquecimento:

a. Os jogadores de uma das extremidades de cada linha devem pegar uma carta de cada vez de seus baralhos, que ficam no chão, ao lado de suas cadeiras. Depois de pegá-la, devem passá-la para a mão mais próxima do colega de equipe sentado ao lado. O segundo membro da equipe, então, passa a carta para a outra mão e, a seguir, para a mão mais próxima do colega ao lado, e assim por diante. Quando o último membro da equipe receber a carta, deve empilhá-la no chão, o lado de sua cadeira.

b. Se algum dos integrantes derrubar uma carta, os demais têm de esperar até que ele a pegue novamente, antes de continuarem. Cada pessoa não pode segurar mais de uma carta simultaneamente.

c. Todas as 52 cartas do baralho devem ser utilizadas, contando-as no final do jogo.

d. Concede-se aos times 5 minutos para o planejamento das estratégias antes de iniciar a competição.

A equipe que terminar o jogo em primeiro lugar é vencedora.

Dicas: O processamento pode ser guiado pelas seguintes perguntas: Como a equipe vencedora fez para ganhar? Quem liderou a discussão durante os 5 minutos para o planejamento das estratégias? Por quê? Quem derrubou cartas? Por quê? (Foi devido ao estresse?) O período de planejamento foi valioso para as equipes? Por quê?

Ao longo da discussão é importante observar e pontuar se surgiu lideranças, se os participantes tiveram habilidade e agilidade para realizar a atividade, se foi ou não elaborada uma estratégia de ação e se foi possível colocá-la em prática, se os participantes conseguiram trabalhar em grupo.

Para encerrar a atividade pode-se perguntar ao grupo: De que forma esta atividade pode ser relacionada a circunstâncias ou situações do ambiente de trabalho?

Observações: Podem ser realizadas algumas variações com esta atividade, como alguns dos participantes podem ter seus olhos vendados; ao invés de cartas, podem-se utilizar moedas; estabelecer que as cartas tenham de permanecer viradas para baixo ao longo do percurso.

Tempo de aplicação: 15 minutos
Número máximo de pessoas: 50
Número mínimo de pessoas: 10

Dica de aquecimento para dinâmicas - A dança da laranja

O principal objetivo dessa dinâmica de aquecimento é promover a capacidade de realização e desenvolver uma ação adequada e ajustadamente, onde se procura a maneira certa para o alcance dos resultados desejados.

Materiais: Uma laranja para cada dupla de participantes.

Procedimento: Formar duplas ou sugerir que os casais presentes fiquem juntos e sejam os protagonistas.

Entregar a cada dupla uma laranja.

Orientar que as laranjas ficarão presas entre as testas deles e cada pessoa deverá ficar com as mãos para trás.

O coordenador colocará uma música e todos dançarão, de acordo com o ritmo.

Quem derrubar a laranja, vai ser o eliminado.

Os finalistas ganharão um prêmio: a laranja.

Dicas: Observar o grau de ansiedade dos participantes e a capacidade de realização.

Tempo de aplicação: 25 minutos
Número máximo de pessoas: 40
Número mínimo de pessoas: 2

O Duque de York - Dinâmica de Aquecimento para Empresas

Aplique essa dinâmica de aquecimento em sua empresa e colha excelentes resultados.

Procedimento: O coordenador pede que os participantes sentem-se na ponta da cadeira e tenham espaço para os movimentos.

Em seguida, todos põem as mãos sobre os joelhos e ouvem a "estrofe" do coordenador: "Conheci o Duque de York. Comandava mil soldados. Comandava rio acima, comandava rio abaixo. Quando estava em cima... em cima. Quando estava embaixo... embaixo. Quando estava no meio... não estava em cima... não estava embaixo"!

Os participantes então batem os pés no chão e as mãos nos joelhos, como se estivessem em marcha.

Quando a ordem de comando diz: "Rio acima e Em cima..." todos se levantam. Quando diz "Rio abaixo e Embaixo...", todos se sentam. Quando diz "Estava no meio..." todos se levantam até a metade. E assim vai.

Os participantes ficam se levantando, se sentando e se "agachando" sob o comando do Instrutor que vai repetir cada vez mais rápido até a exaustão!

É um ótimo exercício para despertar, agitar e congraçar o grupo.

Dicas: Observar se os participantes estão se descontraindo, se estão atentos e se possuem determinação, de ficar até o final, por exemplo.

Observações: Esta dinâmica pode ser aplicada em grandes grupos.

Tempo de aplicação: 15 minutos
Número máximo de pessoas: não tem
Número mínimo de pessoas: 2

A dança engraçada - Dinâmica divertida para Jovens e Adolescentes

Materiais para usar na dinâmica: Uma sala ampla; músicas (gravar trechos de músicas de vários estilos, para tornar o jogo mais diversificado e mais dinâmico. Selecione forró, valsa, pagode, música romântica, etc).

Procedimento: Coloque o grupo à vontade.

Pedir para se posicionarem em duplas, um de costas para o outro.

Peça para que cada dupla escolha um líder que dará início ao jogo.

Coloque uma música de ritmos mistos e peça-lhes que, com as costas tocando as costas do colega, iniciem uma divertida dança. A pessoa que lidera executará os passos da dança e a outra procurará segui-la, esforçando-se para acompanhar o ritmo e a cadência do companheiro.

Deixe claro que não é permitido segurarem as mãos, como meio de facilitar a dança. Conversar, sim, é permitido. Anime-os com comandos verbais do tipo: “Está muito divertido, vamos!”, “Vocês estão conseguindo, parabéns!”.

Após cerca de dez minutos, pedir para que se revezem no comando dos movimentos por mais dez minutos, depois, solicite que troquem de parceiros e dancem mais dez minutos.

Peça para que se recolham em círculo e verbalize a experiência vivida.

Dicas

Iniciar o processamento abrindo espaço para que os participantes façam comentários sobre sentimentos, dificuldades, facilidades e outros que o grupo julgar importantes.

Observar se os participantes conseguem trabalhar em equipe, se acompanham ritmos diferentes ou situações diferentes e se a atividade promoveu integração.

Observações: Este jogo objetiva, por meio de uma lenta aproximação, o conhecimento do outro. Mas é importante ressaltar que cada um de nós possui um timing, um ritmo de vida. Todos os ritmos são singulares: o respiratório, o cardíaco, o motor etc.

Além de aproximação física permitida por esta atividade, está em jogo o ato de conhecer e de compartilhar com o colega o seu jeito, que é especial na hora de expressar-se.

Tempo de aplicação: 30 minutos
Número máximo de pessoas: 14
Número mínimo de pessoas: 2

Dinâmicas engraçadas para Classe - Sorriso milionário

O principal objetivo dessa dinâmica engraçada para sala de aula é propiciar a descontração e integração o grupo de alunos de uma forma divertida.

Materiais: Pequenas bolinhas de papel amassado (5 para cada aluno da classe).

Procedimento: Essa dinâmica é usada para descontrair e integrar o grupo de uma forma divertida.

Cada bolinha vale R$ 1.000,00.

O professor distribuirá para cada pessoa do grupo 5 bolinhas de papel, essas deverão estar dispersas no local onde será realizada a brincadeira.

Dado o sinal os alunos deverão sair e procurar um companheiro, em seguida devem parar em sua frente, olhar fixamente nos olhos desse companheiro que por sua vez não pode sorrir.

Quem sorrir primeiro paga uma bolinha para a pessoa a quem sorriu.

Vence quem terminar a brincadeira com mais "dinheiro", que será o milionário.

Tempo de aplicação: 30 minutos
Número máximo de pessoas: 40
Número mínimo de pessoas: 2

Dinâmicas divertidas para Vendedores - Confiança e Espírito de Equipe

O principal objetivo dessa dinâmica engraçada para equipes de venda é estimular a confiança que temos que ter no amigo do trabalho, espírito de equipe e valorização de pessoas.

Material: Espaço físico, ambiente do trabalho, sala de reuniões.

Procedimento: Pedir para o grupo de posicionarem um de costas para o outro, mas devem encostar mesmo, ombro a ombro.

Em seguida pedir para que cada dupla se abaixe até o chão sem colocar as mãos no chão. Alguns vão cair, outros vão conseguir, esta dinâmica é muito engraçada e é recomendada a aplicação para um dia em que se espera um maravilhoso faturamento.

Mostrar que quando todos estão juntos o equilíbrio é maior e com apoio uns dos outros conseguimos atingir um objetivo específico.

Fechar falando da confiança que temos que ter no amigo do trabalho, espírito de equipe e valorização de pessoas.

Tempo de aplicação: 20 minutos
Número máximo de pessoas: 30
Número mínimo de pessoas: 4

 

 

Dinâmicas engraçadas para adolescentes e jovens - Recital das Almas Gêmeas

Essa é uma atividade muito divertida, que tem como objetivo a descontração e a aproximação entre os membros do grupo.

Material: papel e caneta

Procedimento: Divide-se a turma em duas equipes. Em papeis serão escritas mensagens que se completam (perguntas e respostas ou parte 1 e parte 2).

Cada participante deverá pegar um papel, ou mais conforme a quantidade de papeis e participantes, sem deixar que seus colegas vejam o que está escrito.

A mensagem será ex: 1 - 'eu sou um jardim sem flor', 2- ' eu sou a flor do teu jardim'.

A segunda parte complementa a primeira.

É importante que as mensagem sejam criativas e engraçadas. É preciso demarcar quais são as primeiras partes, para que sejam recitadas primeiramente, sendo completadas pela sua respectiva segunda parte.

Dicas

Observar a criatividade e integração dos participantes.

Tempo de aplicação: 25 minutos
Número máximo de pessoas: 15
Número mínimo de pessoas: 4

Dinâmicas Engraçadas para grupos da Terceira Idade - Dinâmica do 1, 2, 3

Essa dinâmica deve ser feita em um local que acomode confortavelmente os participantes.

Procedimento: O coordenador solicita para aos participantes que formem duplas, convidando-se algum participante para ser voluntário na explicação.

O coordenador demonstra, com o voluntário, como contar 1,2,3 (eu falo 1, você fala 2, eu falo 3, você fala 1...).

Explica que toda vez que qualquer um dos dois disser 1, bate-se uma palma.

Pede-se aos pares que exercitem uma vez para praticar.

O coordenador explica ainda que toda vez que qualquer um dos dois disser 2, deve-se fazer uma flexão.

Pede-se novamente aos pares que exercitem este movimento uma vez para praticar.

Finaliza então avisando que toda vez que qualquer um dos dois disser 3, deve-se dar uma reboladinha.

Então o coordenador desafiar as pessoas a realizarem o exercício, quatro vezes seguidas sem errar.

Dicas

Verificar se os participantes são espontâneos, se estão atentos e como ocorre o trabalho em equipe. Essa é uma dinâmica muito divertida e produz resultados positivos em grupos de idosos que estão buscando se reintegrar e fazer novas amizades.

Tempo de aplicação: 15 minutos
Número máximo de pessoas: 40
Número mínimo de pessoas: 2

Dinâmicas divertidas para 1º primeiro dia de Aula - Cabra cega no curral

A Proposta da atividade é fazer com que o grupo se conheça de modo divertido, principalmente os alunos vindos de outras escolas e que o primeiro dia de aula seja um momento de integração e interação entre os participantes. Vamos fazer com que o grupo se conheça de modo divertido.

Material: Pedaço de papel em branco, caneta, saco plástico, pano preto para cobrir os olhos e cadeiras.

Procedimento:

Escreva tarefas para serem realizadas pelos alunos.

Recorte-ás e as coloque dentro de um saco plástico para serem sorteadas.

Faça um círculo com as cadeiras e coloque os participantes nas mesmas.

Escolha o primeiro participante e coloque o pano sobre os seus olhos.

Coloque-o dentro do círculo e movimente-o de modo que perca a direção inicial.

O participante deverá ir para qualquer direção de modo que encoste em outro que estará sentado, este não deverá sair do lugar.

O participante que for tocado, deverá se apresentar e sortear uma tarefa a ser realizada por ele mesmo; o participante que já foi tocado não poderá repetir, de modo o que todos participem.

Dicas

Perceber se o grupo de alunos está se integrando. Estar vendo se o participante está motivado para a realização da atividade. Diversão e alegria são a base de bons relacionamentos.

Tempo de aplicação: 30 minutos
Número máximo de pessoas: 40
Número mínimo de pessoas: 10

Dinamicas divertidas para: Evangélicos, Católicos e estudos da bíblia - A historinha

O principal objetivo dessa dinâmica engraçada para grupos religiosos é treinar a memorização e atenção durante a leitura e estudo da bíblia.

Material: Bíblia, ou livro de catequese.

Procedimento: Todos devem estar posicionados em círculo de forma que todos possam se ver.

O organizador da dinâmica deve ter em mãos um objeto pequeno e direcionando a todos, deve começar a história dizendo: Isto é um ... (Ex. arca).

Em seguida deve passar o objeto à pessoa ao seu lado que deverá acrescentar mais uma palavra à história sempre repetindo tudo o que já foi dito. (Ex. Esta é a arca da aliança, ela foi envida...), e assim sucessivamente até que alguém erre a ordem da história pagando assim uma prenda à escolha do grupo.

Cria-se cada história engraçada... É bem divertido, aproveitem.

Dicas

Iniciar o processamento abrindo espaço para que os participantes façam comentários sobre sentimentos, dificuldades, facilidades e outros que o grupo julgar importantes. Observar se o participante está atento, tem boa memória, criatividade e como ocorre o trabalho em equipe.

Tempo de aplicação: 30 minutos
Número máximo de pessoas: 30
Número mínimo de pessoas: 4

 

 

Dinâmicas Divertidas para Crianças, Jovens e Adolescentes - Chupando balas

Essa dinâmica divertida para crianças e jovens tem por objetivo estimular o Trabalho em Equipe, Raciocínio lógico e o relacionamento interpessoal.

Materiais: Uma bandeja e balas de acordo com o nº de participantes. As balas devem ser colocadas dentro da bandeja.

Procedimento: forma-se um circulo, diga então aos participantes: 'vocês terão que chupar uma bala, só que não poderão usar suas mãos para desembrulhar a bala e colocar em sua própria boca'.

Os participantes ficam loucos pensando como fazer isso, é interessante colocar a bandeja no chão. Alguns participantes até pegam a bala com a boca e tenta desembrulhar na boca.

Espera-se que eles se ajudem, um participante pegue a bala com as mãos, a desembrulhe e coloque na boca do outro.

Muito divertida esta dinâmica, faz com que crianças desde pequenas entendam que trabalhando em equipe podem fazer muito mais.

Dicas

Observar se o participante tem capacidade de realização e tem boa percepção, para identificar a solução do problema. Verificar a cooperação entre os participantes.

Tempo de aplicação: 15 minutos
Número máximo de pessoas: 20
Número mínimo de pessoas: 2

Dinâmicas para descontração e animação - a Dinâmica do papel

Unir os participantes para quebrar o gelo inicial que existe num grupo novo ou que recebeu novos membros, promover a comunicação, criatividade e estimular as relações interpessoais da equipe.

Materiais: Pedaço de papel; caneta.

Procedimento: Formar um círculo e em seguida será distribuído um pedaço de papel para cada um, e uma caneta.

Logo após a pessoa irá escrever qualquer pergunta que ela quiser, ex: Porque hoje fez sol?

Logo após o instrutor irá pegar os papéis de todos os participantes, embaralhar e entregar um para cada (só que você não poderá pegar o seu), ai depois de feito isso a pessoa vai responder o que estiver naquele papel que ela pegou.

Depois que todos responderem sem um ver o do outro, você vai dobrar seu papel e vai passar 2 vezes para seu lado direito todos juntos.

Uma pessoa começa lendo o que está em seu papel, em seguida a pessoa do lado direito ou esquerdo (depende do monitor escolher), digamos que foi pela direita, ai a pessoa vai ler o que está escrito na RESPOSTA dela, e assim sucessivamente, a mesma que respondeu a resposta vai ler a sua pergunta e o vizinho ao lado responderá a sua resposta é muito legal e divertindo causando muitos risos!

Dicas

Verificar a criatividade dos participantes e se está ocorrendo integração.

Tempo de aplicação: 25 minutos
Número máximo de pessoas: 15
Número mínimo de pessoas: 3

Dinâmicas divertidas em Sala de Aula - a Dinâmica do Corpo Humano

O principal objetivo é a interação e trabalho em grupo de todos os alunos a fim de atingir a meta final.

Material: folha sulfite, lápis de cor, fita crepe

Procedimento: Para essa atividade a classe deverá se agrupar em seis equipes, mais ou menos.

Cada equipe receberá de seu professor uma folha sulfite e lápis de cor.

As equipes deverão desenhar em apenas 10 minutos uma das partes do corpo humano indicadas a seguir :

1º grupo: cabeça e pescoço;

2º grupo : tronco;

3º grupo: braço direito;

4º grupo: braço esquerdo;

5º grupo: perna direita;

6º grupo: perna esquerda.

Finalizada a tarefa, um representante de cada grupo deverá se levantar e colar com fita crepe num painel as partes desenhadas compondo o corpo humano num todo.

Em debate coletivo argumentem sobre o resultado do trabalho que as equipes elaboram individualmente. Pensem em estratégias que facilitem o trabalho coletivo. Se a classe for numerosa faça mais equipes. É muito divertido. Você deve adaptar as partes do corpo de acordo com o número de grupos.

Tempo de aplicação: 30 minutos
Número máximo de pessoas: 30
Número mínimo de pessoas: 6

Dinâmicas Divertidas para Grupos e Equipes de Trabalho - Basquetinho

O principal objetivo dessa dinâmica divertida é compartilhar de um objetivo comum, oferecendo oportunidade para a construção de estratégias para alcançá-lo. Estimular nos participantes o trabalho em equipe, Planejamento, Organização, Liderança, Comunicação. Este jogo permite encaminhar reflexões, procurando resgatar valores humanos.

Materiais: Quatro ou cinco cestas de diâmetros e alturas diferentes (caixas de papelão, cestos de lixo, baldes...); 90 bolas (pingue-pongue, frescobol, plástico); fita crepe; giz ou algo para demarcar o espaço do jogo; local para marcar os pontos.

Procedimento: O objetivo deste jogo é fazer o maior número possível de pontos em um determinado tempo através da conversão de cestas.

Demarcar um quadrado de cerca de 7X7m onde as cestas serão distribuídas.

As cestas corresponderão a pontos de acordo com o grau de dificuldade de acerto (por exemplo cestas mais difíceis de se acertar valem 200 pontos, 50 para as intermediárias e 10 pontos para as fáceis). Na parte interna das linhas não é permitido entrar para fazer cestas nem para recolher as bolas.

Os participantes, dividem-se em arremessadores, de um lado, e recolhedores de bolas, do outro. Iniciado o jogo, os arremessadores lançam as bolas em direção às cestas, enquanto os recolhedores apanham as bolas que não entraram nas cestas e as devolvem aos arremessadores. Recolhedores não podem fazer cesta.

Ao final do tempo de jogo são contados os pontos marcados pelo grupo.

O tempo de jogo é de 1 minuto, podendo ser jogado em 2 tempos, ou quantos mais interessar ao focalizador e aos jogadores.

No intervalo dos tempos pode haver troca de funções entre arremessadores e recolhedores.

Dicas

Pontos para discussão:
- Trabalho em equipe;
- Capacidade de realização;
- Agilidade;
- Lideranças;
- Facilidades e dificuldades encontradas durante a atividade.

Este jogo é bem divertido e motiva bastante de crianças a maior-idade. Pode estar presente em uma aula de Educação Física, treinamento de gestão de pessoas ou festa de aniversário. O tempo, espaço, número e tipo de bolas, os pontos, objetivo específico, número de participantes podem variar de acordo com o público do jogo. O educador pode deixar os jogadores organizarem-se e aproveitar isto como forma de reflexão sobre como o grupo está se relacionando. Este jogo pode ser usado como introdução à discussão sobre trabalho em grupo, assim como pode ser usado para aprofundar e aprimorar o relacionamento das pessoas. O educador deve estar atento às manifestações dos participantes para poder encaminhar as discussões e aproveitar os acontecimentos como ganchos de reflexão. O objetivo é melhorar a pontuação a cada tempo de jogo. Caso isto não aconteça, o educador deve ter o cuidado de auxiliar o grupo a entender a razão da queda no desempenho procurando motivar os participantes a reorganizarem-se para uma próxima tentativa. Ao invés de desmotivar, esse resultado pode ser rico para uma reflexão. Que tal arriscar acertar umas cestas? Lá vai a primeira bola...Viva! Acertamos! 50 pontos!

Tempo de aplicação: 20 minutos
Número máximo de pessoas: 30
Número mínimo de pessoas: 10

Dinâmicas Divertidas para Motivação - Dinâmica do Terremoto

É hora de fazer com que os membros de sua equipe, escola, empresa ou até mesmo de sua casa aprendam a trabalhar em equipe, deixem de lado o egoísmo e pensem coletivamente a fim de atingir um objetivo maior.

Materiais: Espaço livre para que as pessoas possam se movimentar, mas quanto menor o espaço mais trombadas.

Participantes: Devem ser múltiplos de três e sobrar um. Ex: 22 (7x3 = 21, sobra um) -Material: Para essa dinâmica só é necessário um espaço livre para que as pessoas possam se movimentar

Desenvolvimento: Dividir em grupos de três pessoas, lembre-se que deverá sobrar um. Cada grupo terá 2 paredes e 1 morador. As paredes deverão ficar de frente uma para a outra e dar as mãos (como no túnel da quadrilha da Festa Junina), o morador deverá ficar entre as duas paredes. A pessoa que sobrar deverá gritar uma das três opções abaixo:

1 - MORADOR!!! - Todos os moradores trocam de "paredes", devem sair de uma "casa" e ir para a outra. As paredes devem ficar no mesmo lugar e a pessoa do meio deve tentar entrar em alguma "casa", fazendo sobrar outra pessoa.

2 - PAREDE!!! - Dessa vez só as paredes trocam de lugar, os moradores ficam parados. Obs: As paredes devem trocar os pares. Assim como no anterior, a pessoa do meio tenta tomar o lugar de alguém.

3 - TERREMOTO!!! - Todos trocam de lugar, quem era parede pode virar morador e vice-versa. Obs: NUNCA dois moradores poderão ocupar a mesma casa, assim como uma casa também não pode ficar sem morador. Repetir isso até cansar...

Conclusão: Como se sentiram os que ficaram sem casa? Os que tinham casa pensaram em dar o lugar ao que estava no meio? Passar isso para a nossa vida: Nos sentimos excluídos no grupo? Na Escola? No Trabalho? Na Sociedade? Sugestão: Quanto menor o espaço melhor fica a dinâmica, já que isso propicia várias trombadas. É muito divertido!!!

Tempo de aplicação: 30 minutos
Número máximo de pessoas: 31
Número mínimo de pessoas: 4

Dinâmicas Divertidas para Católicos, Evangélicos e grupos religiosos - O João Bobo

Reúna seu grupo de estudos religiosos em uma área que comporte confortavelmente todos os participantes, coloque uma música suave de fundo e comece a dinâmica.

Procedimento: Esta é uma técnica cênica bastante útil na tarefa de sensibilização e socialização de grupos. Leva-nos, igualmente, a identificar o grau de confiança que depositamos no outro e nosso próprio nível de desprendimento.

Dividimos em subgrupos de cinco e seis pessoas, os participantes devem se pôr de pé em pequenos círculos. Oriente-os para que em cada subgrupo haja um voluntário para ficar no centro. Os demais deverão juntar-se ladeados ombro a ombro.

Recomende que os colegas que estão nos centros dos círculos mantenham os pés juntos, disponham os braços estendidos para baixo, paralelos ao corpo, fechem os olhos, enrijeçam as articulações das pernas, dos quadris, dos ombros e do pescoço.

Peça aos participantes que compõem os círculos, para que ergam suas mãos à altura do seu próprio tórax, com as palmas voltadas para o centro do círculo e assim as mantenham.

O jogo terá início quando se julgarem prontos. Coloque a música. O colega do centro penderá para qualquer lado com um objeto inanimado, como se fosse cair, sendo amparado pelas palmas da mão que estiverem naquela região. Essas mãos devem sustentar suavemente o corpo do colega e lançá-lo delicadamente em outra direção, onde ele tornará a ser amparado e lançado suavemente para outra direção.

Vendo o funcionamento do exercício, logo parecerá que um grupo de pessoas está se divertindo com o conhecido brinquedo “joão-bobo”.

Oriente-os para que explorem ao máximo os movimentos que o corpo do colega permitir, lançando-o brandamente para as diagonais, para frente para trás e alterando essas possibilidades.

É importante informar que não deverão comunicar-se verbalmente durante o jogo. O desejável entrosamento com relação à movimentação da colega deverá ser visual e gestual, portanto, não-verbal. Estabeleça cerca de cinco ou seis minutos para essa fase enquanto caminha entre os subgrupos.

Esgotados esse tempo, instrua-os para que substituam o colega do centro e refaçam o jogo. A atividade produzirá melhores resultados se todos puderem experimentar a vivência.

Dicas

Questões para discussão:

- Como foi realizar a atividade?
- Como se sentiu nos diferentes papéis? Em qual ficou mais confortável? Por que?
- Qual o grau de confiança que foi estabelecido dentro dos grupos?
- Alguém teve dificuldade para realizar a atividade? Quais foram as dificuldades?

Observar a integração, espontaneidade, trabalho em grupo e comunicação dos participantes.

Tempo de aplicação: 30 minutos
Número máximo de pessoas: 30
Número mínimo de pessoas: 6

Dinâmicas de Quebra Gelo para Empresas - Trocando os crachás

O principal objetivo dessa dinâmica de quebra-gelo para empresas é de conhecer os integrantes do grupo, “quebrar o gelo”, chamar à participação e ao movimento.

Material para a dinâmica: Crachás para todos, contendo os nomes de cada um.

Procedimento: No inicio do encontro, distribuem-se os crachás normalmente, de forma que cada um receba o seu próprio nome.

Após algum tempo, recolher novamente os crachás e colocá-los no chão, com os nomes voltados para baixo. Cada um pega um para si; caso peque o próprio nome, deve trocar.

Colocar o crachá com outro nome e usá-lo enquanto passeia pela sala.

Enfim procurar o verdadeiro dono do nome (crachá) e entregar a ele seu crachá. Aproveitar para uma pequena conversa informal; procurar se conhecer algo que ainda não conhece do colega.

Partilhar a experiência com o grupo.

Dinâmica de Quebra-Gelo para grupos de Jovens - "João Bobo"

Esta dinâmica propõe um "quebra gelo" entre os participantes e também pode ser observado o nível de confiança que os os participantes têm um no outro:

Formam-se pequenos grupos de 8 a 10 pessoas.

Todos devem estar bem próximos, de ombro-a-ombro, em um círculo. Escolhem uma pessoa para ir ao centro. Esta pessoa deve fechar os olhos (com uma venda ou simplesmente fechar), deve ficar com o corpo totalmente rígido, como se tivesse hipnotizada. As mãos ao longo do corpo tocando as coxas lateralmente, pés pra frente , tronco reto. Todo o corpo fazendo uma linha reta com a cabeça.

Ao sinal, o participante do centro deve soltar seu corpo completamente, de maneira que confie nos outros participantes. Estes, porém devem com as palmas das mãos empurrar o "joão bobo" de volta para o centro.

Como o corpo vai estar reto e tenso sempre perderá o equilíbrio e penderá para um lado.

O movimento é repetido por alguns segundos e todos devem participar ao centro.

Obs: Pode ser feito também na água, piscinas, praias.

Dinâmica de Quebra-Gelo para Grupos Evangélicos - Aquecendo a Voz

Essa é uma excelente dinâmica de quebra gelo para grupos evangélicos e gospel, promove a comunicação, apresentação e integração do grupo. Quebrar o gelo em grupos evangélicos e fazer uma excelente atividade.

Materiais: Folhas de papel sulfite; canetas.

Procedimento: Iniciar a atividade dividindo os participantes em pequenos grupos (entre 3 a 10 pessoas).

Indicar que eles receberão uma palavra-chave (que esteja no contexto atividade a ser realizada, geralmente palavras ligadas ao evangelho) e a partir desta montar ou adaptar o refrão de uma música gospel já existente ou alguma que eles desejam criar.

O tempo destinado para esta atividade é de aproximadamente 05 minutos.

Após, realiza-se uma apresentação com todos integrantes do grupo.

Dicas: Questionar os participantes sobre como foi realizar a atividade e como se sentiram.

Analisar se os participantes são criativos, como se comunicam e como ocorre o trabalho em equipe e a integração dos jovens.

Observações: Pode solicitar a criação de um "grito de guerra" ou solicitar coreografia que será utilizada em novos encontros.

Tempo de aplicação: 10 minutos
Número máximo de pessoas: 20
Número mínimo de pessoas: 3

Quebra-Gelo - Brincadeira da briga de galos

Reunir o grupo ou equipe de trabalho em uma sala ampla onde todos possam participar da atividade. Essa dinâmica de quebra-gelo é uma brincadeira muito divertida e integra os participantes em busca de um objetivo.

Materiais: Papel; pincel atômico.

Procedimento: Solicita-se aos participantes que formem um círculo, sentados no chão.

Escolhem-se dois voluntários do mesmo sexo e de porte físico semelhante, pedindo a ambos que se coloquem no centro do círculo, de frente um para o outro e de cócoras.

O coordenador fixa nas costas de cada um deles, um papel escrito: galo de briga. Não deixar que eles vejam o que se encontra escrito no papel. (afixar bem a papeleta para que não caia durante a movimentação).

Orientá-los no sentido de que cada um tente ler a frase que está escrita nas costas do outro.

Aquele que conseguir ler primeiro, vencerá a brincadeira.

Para continuar a dinâmica basta ir mudando as palavras escritas nas costas das próximas duplas, de forma que os contendores não saibam o que está escrito nas costas do adversário ou na sua própria.

Dicas: Observar se os participantes estão se integrando e se possuem capacidade de realização

Tempo de aplicação: 15 minutos
Número máximo de pessoas: 30
Número mínimo de pessoas: 2

Dinâmica de Quebra-Gelo para Alunos - Escravos de Jó

Esta dinâmica vem de uma brincadeira popular do mesmo nome, mas que nessa atividade tem o objetivo de "quebra gelo" podendo ser observado a atenção e concentração dos participantes.

Em círculo, cada participante fica com um toquinho (ou qualquer objeto rígido). Primeiro o Coordenador deve ter certeza de que todos sabem a letra da música que deve ser:

Os escravos de jó jogavam cachangá; os escravos de jó jogavam cachangá; Tira, põe, deixa o zé pereira ficar;

Guerreiros com guerreiros fazem zigue, zigue zá (Refrão que repete duas vezes)

1º Exemplo: Os escravos de jó jogavam cachangá (passando seu toquinho para o outro da direita); os escravos de jó jogavam cachangá (passando seu toquinho para o outro da direita);

Tira (LEVANTA O TOQUINHO), põe (pé na sua frente na mesa), deixa o zé pereira ficar (aponta para o toquinho na frente e balança o dedo);

Guerreiros com guerreiros fazem zigue (passando seu toquinho para o outro da direita), zigue (volta seu toquinho da direita para o colega da esquerda), zá (volta seu toquinho para o outro da direita) (Refrão que repete duas vezes).

2º Exemplo: Faz a mesma sequência acima só para a esquerda

3º Exemplo: Faz a mesma sequência acima sem cantar em voz alta, mas canta-se em memória.

4º Exemplo: Faz a mesma sequência acima em pé executando com um pé.

5º Exemplo: Faz a mesma sequência acima com 2 toquinhos, um para cada lado.

Conhecer pelas Figuras - Quebra-gelo para professores e educadores

O principal objetivo dessa dinâmica para professores e educadores é integrar os participantes através do conhecimento e reconhecimento de figuras e proporcionar uma ferramenta extra para aplicar em sala de aula.

Procedimento:

Espalhar pela sala vários recortes de jornais, revistas, folhinhas, propagandas, etc (as figuras devem ser as mais variadas possível, com temas bem diferentes, para dar maiores possibilidades de escolha aos participantes).

Os participantes passam diante das figuras, observando-as atentamente. Uma música de fundo para favorecer o clima.

Dar tempo suficiente para conhecer todas as figuras, o coordenador dá um sinal e cada participante deverá apanhar a figura que mais lhe chamou a atenção. - Formar pequenos grupos e cada participante vai dizer para seu grupo por que escolheu a figura.

O grupo escolhe alguém para anotar a apresentação de cada um e expor em plenário. - Faz-se um plenário onde o representante de cada grupo apresenta as anotações e a figura que representa o pensamento do grupo.

O coordenador faz um comentário final, aproveitando tudo o que foi apresentado e chamando a atenção para aquelas figuras que estão mais relacionadas.

Avaliação final com os professores: Como nos sentimos? Que proveito tiramos dessa dinâmica? Como aplicar essa dinâmica na sala de aula?

Dinâmica para quebrar o gelo rapidamente - Pegadinha do Animal

Entrega-se a cada participante um papel com o nome de um animal, sem ver o do outro.

Em seguida todos ficam em círculo de mãos dadas.

Quando o animal for chamado pelo coordenador, a pessoa correspondente ao animal, deve se agachar tentando abaixar os colegas da direita e da esquerda. E os outros devem tentar impedir que ele se abaixe.

Obs: todos os animais são iguais, e quando o coordenador chama o nome do animal todos vão cair de "bumbum" no chão, causando uma grande risada geral.

Objetivo: "quebra gelo" descontração geral.

O coordenador deve escolher bem o local para realizar essa dinâmica de quebra gelo, evitar pisos muito duros e participantes que tenham algum tipo de problema físico que possa ser comprometido com a prática.

Quebra-Gelo para Células e Grupos de Jovens - Corrida de Balões

Objetivos principais dessa atividade é fazer uma dinâmica para quebrar o gelo e facilitar a apresentação dos elementos do grupo.

Materiais: 1 balão para cada participante, giz para marcar o chão, apito para iniciar o jogo, papeizinhos com o nome de cada participante, fita adesiva para colar os nomes nos balões.

Procedimento: Uma linha de saída é determinada e cada equipe se posiciona atrás desta. À frente de cada uma das equipes e a uma distância de cerca de 5 metros, um círculo será desenhado com a letra A.

Antes de iniciar o jogo cada participante escreve seu nome em um balão, colocando-o no círculo A de sua equipe.

Todos posicionam-se antes da linha de saída agrupados por equipe.

Ao sinal do condutor do jogo, cada equipe começa enviando seu primeiro integrante até onde se encontram os balões de sua própria equipe.

O integrante pega um dos balões, lê o nome do companheiro que está escrito no mesmo e o estoura.

Regressa então correndo até sua equipe gritando bem alto o nome do companheiro que estava escrito no balão.

O jogador cujo nome é falado se prepara para correr assim que o seu companheiro retorna e lhe dá um tapa em sua mão.

O jogo se repete então com este segundo jogador e assim sucessivamente até que todos os balões tenham sido arrebentados.

Tempo de aplicação: 40 minutos
Número máximo de pessoas: indeterminado
Número mínimo de pessoas: 15

Dinâmica de quebra-gelo para o primeiro dia de aula - O Nome

Esta dinâmica propõe um Quebra-Gelo entre todos os alunos da classe. Ela pode ser proposta no primeiro dia em que um grupo se encontra. É ótima para a memorização dos nomes de cada um.

Materiais: Nenhum.

Procedimento: O professor ou educador deve fazer um círculo com os alunos, assentados ou de pé, os participantes vão um a um ao centro da roda (ou no próprio lugar) falam seu nome completo, juntamente com um gesto qualquer, ou uma mímica.

Em seguida todos devem dizer o nome do aluno e repetir o gesto feito por ele.

Dinâmica para quebrar o gelo com muitos elementos para auxiliar o aprendizado e a integração da classe.

Observações: Essa dinâmica pode ser feita apenas com o primeiro nome e o gesto da pessoa, sendo que todos devem repetir em somatória, ou seja, o primeiro diz seu nome, com seu gesto e o segundo diz o nome do anterior e gesto dele e seu nome e seu gesto... e assim por diante.

Geralmente feito com grupos pequenos, para facilitar a memorização. Mas poderá ser estipulado um número máximo acumulativo, por exemplo após o 8º deve começar um outro ciclo de 1 a 8 alunos.

Tempo de aplicação: 10 minutos
Número máximo de pessoas: 40
Número mínimo de pessoas: 5

Dinâmica de Quebra Gelo de apresentação - Fale quem é você

Reuna o grupo ou equipe de trabalho em local propício. Essa dinâmica de quebra gelo promove a apresentação e entrosamento do grupo.

Materiais: Um quadrado de papel (1/4 de um A4) com o nome de um personagem (desenho, novela, história, ficção, etc.) para cada participante; Fita crepe ou similar para prender os papéis às costas de cada participante.

Procedimento: Esta dinâmica pode ser aplicada por subgrupos caso o número de participantes seja excessivo e possa vir a prejudicar a duração.

O coordenador explica que serão presos às costas de cada elemento um papel contendo um nome e que não devem pronunciar estes nomes pois o colega que o tem preso às costas não pode sabê-lo.

O coordenador irá então fixar às costas (logo abaixo da gola da camisa) de cada participante um papel contendo o nome de um personagem. Se necessário poderá pedir ajuda a um dos elementos do grupo em cujas costas já tenha sido afixado um dos papéis.

Tendo terminado de fixar os papéis em todos os elementos o coordenador explica as regras da dinâmica:

Cada elemento tem por objetivo descobrir "quem ele é".

Para tal o elemento irá procurar um parceiro e a ele poderá fazer apenas 3 perguntas quaisquer a respeito de seu personagem. O seu parceiro só poderá responder com as palavras "sim" ou "não", nem uma palavra a mais.

Em seguida invertem-se as funções e o parceiro é quem faz três perguntas ao seu colega, o qual também só poderá responder com "sim" ou "não.

Se, com base nas respostas do outro colega, um dos dois descobrir "quem ele é", deverá ir ao coordenador e dizer que personagem ele representa naquele momento.

Caso não descubra a dupla se desfaz e vai procurar outro parceiro para reiniciar a sessão de 3 perguntas cada um. E assim sucessivamente.

A dinâmica termina quando:

Uma boa parte do grupo tenha conseguido descobrir "quem é";
Quando a dinâmica exceda o prazo estabelecido; ou
Quando o entusiasmo do grupo pela dinâmica comece a declinar.
Uma variante desta dinâmica pode ser feita usando-se fotos, desenhos ou caricaturas dos personagens propostos.

Dicas: Observar como ocorreu a comunicação, integração e a capacidade de interpretação e realização dos participantes.

Observações: A fim de facilitar a dinâmica pode-se também restringir o universo de personagens, como por exemplo: desenho animado. Neste caso informa-se ao grupo em que universo seus personagens se encontram.

Outra adaptação, quando o tempo e o grupo permitem fazê-lo, é o de pedir àqueles que não conseguiram descobrir seu personagem que façam uma imitação do mesmo para o restante do grupo.

Tempo de aplicação: 50 minutos
Número máximo de pessoas: 30
Número mínimo de pessoas: 10

Dinâmica para quebrar o gelo do grupo - Jogo de Bola

Reunir o grupo ou equipe de trabalho em uma área livre de obstáculos, explicar o funcionamento da dinâmica e que será feita para quebrar o gelo entre os participantes.

Materiais: Uma bola.

Procedimento: Todos os participantes ficam em pé, inclusive o coordenador, formando um círculo.

Em posse da bola, cada participante deve dizer: NOME, APELIDO e um "HOBBY".

Iniciando pelo coordenador, todos se apresentam.

Aquele que deixar cair a bola, passar para um participante que já se apresentou, ou esquecer algum item da apresentação, recebe um "castigo" imposto pelo grupo (imitar, cantar, declamar, etc).

Dicas: Observar se os participantes estão se integrando e estão atentos.

Observações: Ao invés do apelido ou "hobby", pode-se questionar: estado civil, número de filhos, expectativa diante do trabalho (com uma palavra), o que tem de melhor de si para dar ao grupo (em uma palavra). É importante haver, no mínimo, três questões.

Tempo de aplicação: 20 minutos
Número máximo de pessoas: 15
Número mínimo de pessoas: 2

Exemplo de dinâmica quebra-gelo - Pega-pega de nomes

Essa dinâmica de quebragelo necessita de muita atenção de todos os participantes, foca em resultados, estratégia e persistência.

Materiais: Crachá para todos os participantes com nome bem visível.

Procedimento: Todas as pessoas em círculo.

O coordenador chama uma pessoa da roda pelo seu nome, andando em sua direção.

A pessoa chamada tem que sair do lugar antes de o coordenador chegar. Para isto, tem que chamar outra pessoa da roda e dirigir-se a ela, e assim sucessivamente.

Dicas: Observar e questionar os participantes quanto a atenção, se conseguiram lembrar com facilidade os nomes dos outros participantes, como se comportam ao trabalharem sob pressão e se respeitaram as regras.

Regras para a dinâmica: Quem dá o passo antes de chamar o nome, vira "estátua" e para sair da "estátua", o participante tem que ser chamado por outra pessoa, que automaticamente vira "estátua".

Tempo de aplicação: 30 minutos
Número máximo de pessoas: 25
Número mínimo de pessoas: 5

 

Dinâmica para o grupo quebrar o gelo inicial - Bate, rebate... espalha!

Para essa dinâmica de quebra-gelo não é necessário nenhum tipo de material pois o próprio grupo será o objeto de trabalho.

Procedimento: O coordenador solicita que todos fiquem de pé e formem duplas.

As duplas, simultaneamente, tocam as mãos no ar, na altura da cabeça e fazem três movimentos:

a. Mãos abertas (palmas com palmas), de frente dizem: Bate!
b. Mãos abertas, de costas e dizem: Rebate!
c. Dedos juntos ou mãos em movimentos trêmulos, pra cima e dizem: Espalha!

O mote é Bate! Rebate! Espalha!

Ao som de uma música contagiante, todos devem sair à procura de parceiros para fazer o gesto e espalhar coisas boas pelo ar.

Dicas: Observar o trabalho em equipe e o relacionamento entre os participantes.

Observações: Esta dinâmica pode ser aplicada em grandes grupos.

Tempo de aplicação: 45 minutos
Número máximo de pessoas: indeterminado
Número mínimo de pessoas: 2

Quebra Gelo para Reuniões - Características e manias

Reuna seu pessoal para realizar essa dinâmica de quebra-gelo muito divertida e que estimula o trabalho em equipe e o relacionamento interpessoal.

Materiais: Folhas de papel sulfite; canetas.

Procedimento: Peça a cada participante escrever duas características e duas manias dele, de tal forma que os colegas não possam ver.

O coordenador recolhe as anotações, embaralha-as e as redistribui para o grupo, de tal forma que ninguém sai com o seu próprio.

Cada participante irá, através de mímica, interpretar as características e manais que recebeu.

O grupo tenta adivinhar que características e manias são essas.

Após todos terem dramatizado, o autor explica o porque de sua escolha.

Abre-se para plenárias, comentários do grupo.

Dicas: Analisar se os participantes estão atentos, se têm boa percepção, se estão se integrando e como reagem com as revelações pessoais do colega.

Tempo de aplicação: 15 minutos
Número máximo de pessoas: 10
Número mínimo de pessoas: 2

 

Dinâmicas de Quebra-Gelo para Idosos - Conhecendo e aprendendo

O objetivo dessa dinâmica de quebra gelo para idosos é promover uma integração maior entre os participantes de um grupo que já tenha alguma convivência.

Procedimento: Formar um círculo com grupo da terceira idade.

Materiais: Um objeto pequeno, podendo ser uma bola por exemplo.

Explicar aos participantes que será dada uma oportunidade para que aprendam mais uns dos outros.

Quem estiver com a bola deve passá-la á outra pessoa que deverá dizer seu nome e revelar algo diferente sobre si (uso lente de contato, por exemplo, ou tenho um cachorro).

Quando todos tiverem falado, explicar que na segunda rodada eles terão que passar a bola a alguém e dizer o nome da pessoa e o que ela disse na rodada anterior.

Dicas: Observar quais participantes estão prestando atenção e conseguem lembrar das informações que seu colega falou. Caso algum tenha muita dificuldade, pedir que os outros participantes o ajude.

Apontar a importância de saber ouvir, que muitas vezes estamos muito preocupados com o que vamos dizer, que esquecemos de prestar atenção no que nos é dito.

Tempo de aplicação: 15 minutos
Número máximo de pessoas: 20
Número mínimo de pessoas: 4

Técnica de Quebra-Gelo e Entrosamento - Dinâmica: Quem sou eu?

Objetivos dessa dinâmica de quebra gelo é facilitar o entrosamento e descontração de um grupo em seu primeiro contato. Auxilia no relacionamento interpessoal do grupo e raciocínio lógico.

Materiais: Um quadrado de papel (1/4 de um A4) com o nome de um personagem (desenho, novela, história, ficção, etc) para cada participante. Fita crepe ou similar para prender os papéis às costas de cada participante.

Procedimento: O facilitador explica que serão presos às costas de cada elemento um papel contendo um nome e que não devem pronunciar estes nomes pois o colega que o tem preso às costas não pode sabê-lo.

Se necessário poderá pedir ajuda a um dos elementos do grupo em cujas costas já tenha sido afixado um dos papéis.

Tendo terminado de fixar os papéis em todos os elementos o facilitador explica as regras da dinâmica:

Cada elemento tem por objetivo descobrir "quem ele é".

Para tal o elemento irá procurar um parceiro e a ele poderá fazer apenas 3 perguntas quaisquer a respeito de seu personagem. O seu parceiro só poderá responder com as palavras "sim" ou "não", nem uma palavra a mais.

Em seguida invertem-se as funções e o parceiro é quem faz três perguntas ao seu colega, o qual também só poderá responder com "sim" ou "não.

Se, com base nas respostas do outro colega, um dos dois descobrir "quem ele é", deverá ir ao facilitador e dizer que personagem ele representa naquele momento.

Caso não descubra a dupla se desfaz e vai procurar outro parceiro para reiniciar a sessão de 3 perguntas cada um. E assim sucessivamente.

A dinâmica termina quando: uma boa parte do grupo tenha conseguido descobrir "quem é"; quando a dinâmica exceda o prazo estabelecido; ou quando o entusiasmo do grupo pela dinâmica comece a declinar.

Observações: Esta dinâmica pode ser aplicada por subgrupos caso o número de participantes seja excessivo e possa vir a prejudicar a duração.

Uma variante desta dinâmica pode ser feita usando-se fotos, desenhos ou caricaturas dos personagens propostos.

A fim de facilitar a dinâmica pode-se também restringir o universo de personagens, como por exemplo: desenho animado. Neste caso informa-se ao grupo em que universo seus personagens se encontram.

Outra adaptação, quando o tempo e o grupo permitem fazê-lo, é o de pedir àqueles que não conseguiram descobrir seu personagem que façam uma imitação do mesmo para o restante do grupo.

Tempo de aplicação: 30 minutos
Número máximo de pessoas: 30
Número mínimo de pessoas: 10

A dança engraçada - Dinâmica divertida para Jovens e Adolescentes

Materiais para usar na dinâmica: Uma sala ampla; músicas (gravar trechos de músicas de vários estilos, para tornar o jogo mais diversificado e mais dinâmico. Selecione forró, valsa, pagode, música romântica, etc).

Procedimento: Coloque o grupo à vontade.

Pedir para se posicionarem em duplas, um de costas para o outro.

Peça para que cada dupla escolha um líder que dará início ao jogo.

Coloque uma música de ritmos mistos e peça-lhes que, com as costas tocando as costas do colega, iniciem uma divertida dança. A pessoa que lidera executará os passos da dança e a outra procurará segui-la, esforçando-se para acompanhar o ritmo e a cadência do companheiro.

Deixe claro que não é permitido segurarem as mãos, como meio de facilitar a dança. Conversar, sim, é permitido. Anime-os com comandos verbais do tipo: “Está muito divertido, vamos!”, “Vocês estão conseguindo, parabéns!”.

Após cerca de dez minutos, pedir para que se revezem no comando dos movimentos por mais dez minutos, depois, solicite que troquem de parceiros e dancem mais dez minutos.

Peça para que se recolham em círculo e verbalize a experiência vivida.

Dicas

Iniciar o processamento abrindo espaço para que os participantes façam comentários sobre sentimentos, dificuldades, facilidades e outros que o grupo julgar importantes.

Observar se os participantes conseguem trabalhar em equipe, se acompanham ritmos diferentes ou situações diferentes e se a atividade promoveu integração.

Observações: Este jogo objetiva, por meio de uma lenta aproximação, o conhecimento do outro. Mas é importante ressaltar que cada um de nós possui um timing, um ritmo de vida. Todos os ritmos são singulares: o respiratório, o cardíaco, o motor etc.

Além de aproximação física permitida por esta atividade, está em jogo o ato de conhecer e de compartilhar com o colega o seu jeito, que é especial na hora de expressar-se.

Tempo de aplicação: 30 minutos
Número máximo de pessoas: 14
Número mínimo de pessoas: 2

Dinâmica para Integração de Grupos - As cadeiras cooperativas

Reuna o grupo ou equipe de trabalho no qual aplicará a dinâmica em uma sala ampla que acomode bem todos os participantes.

Materiais: Cadeiras em círculo; som com CD player; música suave.

Procedimento: Para a “Dança das cadeiras cooperativas” colocamos em circulo, um número de cadeiras menor que o número de participantes. Em seguida propomos um “objetivo comum”.

Colocamos a música e todos dançam. Quando a música é interrompida, todos devem se sentar usando os recursos que estão no jogo: cadeiras e pessoas. Os participantes podem se sentar nas cadeiras, nos colos uns dos outros, ou de alguma outra maneira criada por eles. Em seguida, o coordenador retira algumas cadeiras. Ninguém sai do jogo e a dança continua.

Nesse processo os participantes vão percebendo que podem se liberar dos velhos, desnecessários e bloqueadores “padrões competitivos”.

a. Ficar “colados” às cadeiras. (visão de escassez).
b. Ir todos na mesma direção. (não assumir riscos).
c. Ficar ligado na parada da música (preocupação/tensão).
d. Dançar “travado” (bloqueio de espontaneidade).
e. Ter pressa para sentar (medo de perder).

Na medida em que se desprendem dos antigos hábitos, passam a resgatar e fortalecer a expressão do “potencial cooperativo” para jogar e viver.

a. Ver as cadeiras como ponto de encontro. (visão de abundância).
b. Movimentam-se em todas as direções (Flexibilidade, auto e mútua-confiança).
c. Curtir a música (viver plenamente cada momento).
d. Dançar livremente (ser a gente mesmo é lindo!).

O jogo prossegue até onde o grupo desejar.

Em geral, a motivação é tão intensa que, mesmo depois de sentarem todos, em uma única cadeira, o jogo continua com uma cadeira imaginária.

Daí em diante, é só dar asas à imaginação e dançar em comum-unidade.

Terminar o jogo com todos os participantes sentados nas cadeiras que sobrarem!

Dicas: Discutir com os participantes a importância do "potencial cooperativo" e como este foi estimulado durante a atividade.

Questionar os participantes sobre como foi realizar a atividade, como se sentiram e quais as dificuldades que encontraram para se desligar dos "padrões competitivos".

Observar a autenticidade e o trabalho em equipe dos participantes, se sabem cooperar, se são atentos, espontaneidade de cada um.

Tempo de aplicação: 30 minutos
Número máximo de pessoas: 20
Número mínimo de pessoas: 2

Dinâmica de Integração e Comunicação - Toca do coelho

O principal objetivo dessa dinâmica de integração e comunicação é quebrar o gelo fazendo com que o grupo participe da atividade e principalmente que haja integração entre o mesmo.

Procedimento: Formar vários grupos de três pessoas, sendo que dois participantes vão dar as mãos simulando uma toca e o outro participante é o coelho que ficará dentro da toca, num determinado momento o professor ou instrutor da um sinal e todos os coelhos devem trocar de toca, e depois todas as tocas trocam de lugar.

Após e num determinado momento o professor ou instrutor fala em voz alta ventania e todos se dispersam como se estivesse ventando.

Após alguns segundos formam novamente grupos de três.

Observação: pode ser aplicado com pequenos e grandes grupos, e o tempo é livre terminando quando todos trocarem de lugar várias vezes.

Dinâmicas de Integração de Equipes e Grupos - A travessia

Como a vida é um mar de rosas, margaridas, violetas e outras mais e se, estamos todos no mesmo barco, que tal unirmos nossas forças para evitarmos um naufrágio ? É um desafio grupal que fortalece a integração, favorece o contato, promove a ajuda mutua, estimula a liderança compartilhada e a resolução de problemas cooperativamente. Com tantos atrativos é diversão garantida, experimente essa TRAVESSIA.

Propósito: Levar o "navio" para o "porto seguro". Número de Participantes: A partir de 10 anos. Para grupo de até 40 pessoas dividas em 04 navios (equipes iguais). Recursos: Um salão amplo com aproximadamente 10m x 10m e livre de obstáculos. Outro espaço equivalente também pode ser utilizado. Uma cadeira para cada participante. Descrição: Divide-se o grupo em 04 equipes (navios) que formarão uma "Esquadra" e ficarão dispostas em 04 fileiras como um grande quadrado. Cada "tripulante" começará o jogo sentado em uma cadeira.

Esquema: Cada "Navio" deverá chegar ao "Porto Seguro" que corresponde ao lugar que está o navio da sua frente. Porém, para isso deverá chegar com todas as suas cadeiras e com todos os participantes. Nenhum tripulante poderá colocar qualquer parte do corpo no chão nem arrastar as cadeiras. Quando todos os "navios" conseguirem alcançar o "porto seguro" , o desafio será vencido por toda a Esquadra.Dicas: Uma variação muito interessante do jogo é ao final, quando todos já estiverem alcançado o "porto seguro", pedir que os tripulantes de toda a "esquadra" se coloquem em ordem alfabética. Respeitando as mesmas regras utilizadas na "Travessia". Depois de todo esse trabalhão em equipe, que bom se déssemos um mergulho na cooperação. O que você acha? Peça que todos dêem as mãos e pulem juntos das cadeiras até o chão. Vai ser muito refrescante. Para facilitar o desafio para grupos mais jovens ou, na falta de cadeiras, podemos substituir as mesmas, por folhas de jornal abertas e estendidas no chão. No caso de um grupo menor podemos montar 3 navios ao invés de 4.

É muito interessante também se possível, utilizar músicas que falem do tema (ex.: Como uma onda no mar - Lulu Santos). Porque com certeza nada do que foi será, do jeito que já foi um dia

Dinâmicas de Integração para Jovens - A Tempestade

Objetivo principal dessa dinâmica de integração para jovens. Despertar no jovem o valor de sua pessoa no grupo. Mostrando como se deve ajudar mais na elaboração das reuniões, não deixando tudo nas mãos dos coordenadores, criando então uma integração maior no grupo, já que todos terão essa responsabilidade.

Material: Cadeiras.

Participantes: No máximo 9 participantes, mínimo 3.

Pessoas sentadas e uma pessoa de pé coordenando. As cadeiras devem estar bem próximas não deixando nenhuma falha entre elas, aí que está o segredo. As cadeiras também devem estar arrumadas na forma de um círculo. Fazer com que os participantes se mexam nas cadeiras direcionando-os para a direita ou para a esquerda, por isso devem estar bem próximos.

E quando o coordenador falar a palavra tempestade todos se levantam e trocam de lugar aleatoriamente, e enquanto isso o coordenador senta-se. Fazendo que com isso outra pessoa assuma a coordenação da dinâmica. Repetir o processo apenas três vezes para não se tornar cansativo. Depois que terminar a dinâmica, poderão ser feitas algumas perguntas como:

Como você se sentiu quando estava coordenando o barco? Como você se sentiu quando estava recebendo as ordens?

E com as respostas pode se fazer uma comparação com a vida cotidiana do grupo. Motivação:

Estamos num navio em auto mar. Estamos atravessando uma tempestade e temos que equilibrar o navio (e o mexer) e a partir daí use a criatividade, pois Jesus estará com você.

Dinâmicas de Integração Evangélicas - A foto preferida

Objetivos dessa dinâmica de integração para jovens evangélicos. Começar a integração do grupo, partindo do conhecimento mútuo. - Romper o gelo desde o princípio, a fim de desfazer tensões.

Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos; se os participantes forem numerosos, convém organizar-se em equipes.

Material: Oito fotografias tamanho pôster, numeradas, apresentando cenas diversas da bíblia, passagens do evangelho, colocadas em lugar visível.

Desenvolvimento:

A motivação é feita pelo animador, com as seguintes palavras: “Em nossa comunicação diária, nós nos servimos de símbolos para expressar coisas, identificar pessoas, acontecimentos e instituições: neste momento, vamos fazer algo semelhante”. - Convida os presentes a observarem as fotografias em silêncio e escolher aquela com que melhor se identificarem.

A seguir, em equipe, cada qual indica a foto escolhida e faz seus comentários sobre ela. Os demais participantes podem intervir, fazendo perguntas.

Avaliação final: Para que serviu o exercício? Como nos sentimos durante a experiência?

Dinâmicas de Integração para Jovens ou Adultos - A História

Dinâmica de integração destinada a grupos de jovens ou de adultos que convivem há algum tempo. Se o grupo for muito numeroso trabalha-se em equipes.

Material: uma folha de papel e um lápis para cada participante, flanelógrafo e percevejos.

Desenvolvimento:

1- O animador conta uma história, a partir de desenhos.

Numa pequena igreja da cidade, existe um grupo de jovens que se reúne, semanalmente, há um ano. realizam, constantemente, jornadas e encontros para convívio e gostam muito de cantar. Em suas reuniões, refletem sobre os temas da atualidade. A assistência, entretanto, não é muito boa e mesmo os que participam de maneira constante são muito desunidos. O animador, freqüentemente, se pergunta: “Que fazer com o grupo”?

2 - Após este relato, convida os participantes a procurarem identificar as prováveis causas que, a seu ver, geram a desunião no grupo, assim como as possíveis soluções. Um secretário toma nota. Pode-se trabalhar em equipes formadas por três ou quatro pessoas.

3 - As equipes manifestam suas respostas em plenário. Os demais participantes podem questioná-los ou pedir esclarecimentos. As respostas coincidentes vão sendo afixadas num flanelógrafo: de um lado as causas e, de outro, as soluções. O importante é que se chegue a elaborar um programa de ação, que seja resultado da contribuição de todos.

4 - Avaliação:

Qual o ensinamento extraído desta dinâmica para o grupo?

A história tem alguma relação com o grupo?

Que podemos fazer para aumentar a integração?

Dinâmica para Integrar Professores e Educadores - A família ideal

O principal objetivo dessa dinâmica de integração para professores e educadores em geral é trabalhar o valor do trabalho em equipe e a importância do planejamento para a realização de alguma atividade.

Material: oito corações de papel; em cada um deles estará escrito uma característica da família ideal: comunicação, respeito, cooperação, união, compreensão, fé, amizade, amor.

Desenvolvimento:

1 - O coordenador convida os presentes a formarem, espontaneamente, equipes em número não inferior a cinco pessoas. Escolhem um nome de família e, colocando-se a uns cinco metros do animador, ouvem as regras da dinâmica.

A dinâmica consiste em descobrir a equipe que melhor reflete as características de uma família ideal. Para isso, todos devem enfrentar uma série de provas. Para algumas, são concedidos vários minutos de preparação. Outras, porém, devem ser realizadas de imediato. A família (equipe) que vence uma prova, recebe um coração. As últimas atividades realizam-se em conjunto (duas equipes se unem).

2 - O coordenador vai propondo as equipes as diferentes provas:

a) A família que chegar primeiro junto a ele, com a lista de todos os seus integrantes, recebe o coração da Comunicação.

b) A família que melhor representar uma cena familiar, recebe o coração do Respeito. Dispõem de quatro minutos para a preparação desta prova.

c) A família que conseguir formar primeiro uma roda de crianças, recebe o coração da Cooperação.

d) A família que conseguir primeiro cinco cadernos e cinco lápis ou canetas, recebe o coração da Compreensão.

e) A família que melhor representar, através da mímica, um ensinamento de Jesus, recebe o coração do Amor. As equipes dispõem de quatro minutos para preparar esta prova.

f ) As famílias (nesta prova, trabalha-se em conjunto com outra equipe) que apresentarem a Miss ou o Mistermais barrigudo (usam-se roupas), recebem o coração da União. As equipes dispõem de três minutos para se preparar.

g) As famílias (as mesmas equipes em conjunto) que apresentarem o melhor conjunto vocal, recebem o coração da Amizade. As equipes dispõem de quatro minutos para se preparar.

h) As famílias (as mesmas) que apresentarem o melhor “slogan” recebem o coração da Fé. Dispõem de quatro minutos para se preparar.

3 - Em equipe avalia-se a experiência. Para que serviu a dinâmica ?

Como cada um se sentiu durante o exercício ? Como foi a participação de sua equipe?

4 - As respostas são comentadas em plenário e, a seguir, associa-se esta experiência à vida do grupo.

De que maneira pode associar a dinâmica à vida do grupo? Que podemos fazer para que haja mais integração ?

Dicas: Em equipe avalia-se a experiência dos professores e educadores: Para que serviu a dinâmica? Como cada um se sentiu durante o exercício? Como foi a participação de sua equipe? As respostas são comentadas em plenário e, a seguir, associa-se esta experiência à vida do grupo. De que maneira pode associar a dinâmica à vida dos professores e educadores?

Observar e pontuar se tiveram facilidade para trabalhar em equipe, se surgiram lideranças, a capacidade de planejamento e realização dos participantes.

Tempo de aplicação: 40 minutos
Número máximo de pessoas: 20
Número mínimo de pessoas: 4

Dinâmica para Integrar Professores e Educadores - A família ideal

Dinâmica de integração para empresas e organizações com o objetivo de integrar grupos e equipes a fim de buscarem soluções rápidas a fim de resolver problemas. Integrar colaboradores.

Duração: 10 minutos.
Número de pessoas: 8
Material: nenhum.

Forme um círculo, todos de mãos dadas. Oriente cada um para observar bem que está a seu lado direito e a seu lado esquerdo e frise bem que "Não pode esquecer, nem trocar!". Peça ao grupo que solte as mãos e caminhe livremente pela sala, procurando cumprimentar pessoas diferentes daquelas que estavam a seu lado. Depois de um minuto, peça que parem onde estão.

Peça que cada um procure, sem sair do lugar, dar a mão novamente a quem estava à sua direita e à sua esquerda (quanto mais confusa for esta parte melhor). No final, você deve ter um amontoado de gente.

Agora a brincadeira começa: o objetivo é, sem soltar as mãos, voltar a ter um círculo no centro da sala. O grupo deve conversando entre si, determinar quem passa por baixo de que braços, e por cima de outros braços, até que o círculo fique completo. Podem se formar vários grupos, e fazê-los competir entre si (quem termina mais rápido, quem termina certo, etc..).

Reflexão: Depois do jogo, proponha uma reflexão: Alguns terão que fazer um esforço maior que outros, mas todos terão que fazer a sua parte. Esta dinâmica chama a atenção para a mensagem de que, se o trabalho em grupo é planejado, tudo funciona melhor, e o resultado certamente será positivo.

Dinâmicas de Integração e Motivação - A técnica do Pare - Grupos e equipes de trabalho

A dinâmica do Pare é uma dinâmica de integração e motivação muito utilizada em grupos e equipes de trabalho pois tem seu foco na comunicação, assertividade e autoconfiança estimulando assim o trabalho em equipe, a solução de problemas e a superação de metas e objetivos. Dinâmica de integração com muita motivação para colocar em prática em sua empresa ou grupo de trabalho. Veja também: Dinâmicas de Integração | Videos com Dinâmicas de Grupos.

Integração e Motivação para Grupos e Equipes - Dinâmica do Pare

Principal objetivo dessa dinâmica de integração e motivação: Despertar a comunicação, assertividade, auto-confiança e Foco em pessoas promovendo a integração no grupo.

Material: caneta e papel em branco

Descrição: a técnica do "PARE" usa-se quando se nota pouco integração grupal, quando há bloqueios, para maior presença consciente, para descobrir a evolução do grupo.

O exercício processa-se assim:

A um dado momento, durante a sessão, interrompe-se tudo, distribui-se uma papeleta em branco para cada
membro participante e, a pedido do coordenador, todos deverão escrever em poucas palavras o que gostariam de ouvir, de falar ao grupo, de fazer, no momento;

O preenchimento de papeleta será feito anonimamente;

Uma vez preenchidas, recolhem-se às papeletas dobradas, e após embaralhá-las, processa-se a redistribuição; A seguir, a pedido do coordenador, todos, um a um irão ler em público o conteúdo das papeletas;
Finalizando o exercício, seguem-se os depoimentos a respeito.

Dicas e Questões para discussão:

Como se sentiu ao realizar esta atividade? O que achou do que os colegas escreveram? Como podemos dar continuidade as atividades?

Observar se os participantes trabalham ou trabalharam bem em grupo, se conseguem se expressar no papel e depois para seus colegas, o que pensam e o que sentem.

Analisar a integração do grupo.

Observações: Dependendo do tema da atividade, os questionamentos podem ser modificados. Usa-se quando nota o grupo com pouca integração, quando há bloqueios, para descobrir a evolução do grupo.

Tempo de aplicação: 45 minutos
Número máximo de pessoas: 30
Número mínimo de pessoas: 20

Dinâmica do Diagrama de Integração

Objetivo dessa dinâmica de integração é apresentar uma ilustração gráfica do relacionamento dos membros de um grupo.

Material: lápis ou caneta, papel e cartolina

Descrição: o coordenador distribui um papel para todos, a fim de que nele se escreva o nome da pessoa mais importante para o sucesso do grupo, ou ainda, da pessoa do grupo cujas idéias são mais aceitas;

O papel deve ser assinado de forma legível; recolhido os papeis, será feito um diagrama no quadro-negro ou cartolina, marcando com um círculo o nome do participante escolhido, e com uma flecha, indicar o nome da pessoa que escolheu, indo em direção à escolhida.

Essa é uma forma interessante e prática para identificar possíveis líderes dentro de um grupo, pessoas que se fazem ouvir e são ouvidas, onde a opinião conta.

Número máximo de pessoas: 25
Tempo: 15-20 minutos

Em busca do Olhar - Dinâmica de Integração

O principal objetivo dessa técnica de dinâmica de integração é trabalhar o aprofundamento da integração do grupo. Incentivar o toque e exercitar a comunicação não-verbal. Não é necessário nenhum tipo de material.

O facilitador solicita ao grupo que todos fiquem de pé em círculo a uma distância razoável. Em seguida, pede-se que as pessoas se concentrem e busquem olhar para todos no círculo.

O facilitador poderá escolher uma música sentimental, leve, que favoreça o encontro não-verbal, até sintonizar numas pessoas cujo olhar lhe foi significativo.

Ao encontro desses olhares, as pessoas se deslocam lentamente umas para as outras, indo se encontrar no centro do grupo. Abraçam-se, tocam-se e cada uma irá se colocar no lugar da outra.

O exercício prossegue, até que todos tenham se deslocado em busca de alguém, podendo, ainda cada pessoa fazer seus encontros com quantas pessoas sinta vontade.

Normalmente, essa experiência é de uma riqueza extraordinária. Barreiras são quebradas, pedidos de perdão são feitos, tudo isso sem que se diga uma palavra. Cabe ao facilitador Ter sensibilidade para a condução de troca de experiências não verbais. Essa dinâmica também é excelente para encerramentos de atividades grupais em que pessoas passaram algum tempo juntas.

Dicas: Observar qual o tipo de comunicação não verbal, utilizada para fazer a escolha das duplas.

Observações: preparação para dinâmicas em dupla.

Tempo de aplicação: 40 minutos
Número máximo de pessoas: 30
Número mínimo de pessoas: 2

Dinâmicas de Integração para Auditórios - Balões no Ar

Essa dinâmica de integração propicia um excelente momento para integração do grupo, processo de reencontro, congraçamento, celebração. É ideal para grandes auditórios.

Material: Balões coloridos.

Distribuir um balão para cada pessoa (se possível prender cada balão com um pedaço de durex sobre cada cadeira).

Orientar para que todos encham os seus balões. O exercício consiste:

Opção 1: Jogar os balões para cima, não os deixando cair, apenas utilizando a cabeça.

Efetuar a troca de balões com outras pessoas, tantas quantas forem possível.

Opção 2: Jogar os balões para cima, não os deixando cair, utilizando uma das mãos.

Efetuar a troca de balões com outras pessoas, tantas quantas forem possível.

Ao final, realizar um momento de celebração, estourando os balões ao mesmo tempo.

Observar se os participantes estão se integrando. Verificar se a cooperação entre os participantes. Esta dinâmica pode ser aplicada em grandes grupos.

Tempo de aplicação: 10 minutos
Número máximo de pessoas: não tem
Número mínimo de pessoas: 10

Dinâmicas para confraternização e integração - O feitiço caiu em mim

Essa dinâmica de integração é um exercício de integração do grupo, Podendo no entanto, ser utilizada em grupos já conhecidos, objetivando o lazer e a descontração.

Material: Tiras de papel e lápis para cada participante.

Orientar para que todos fiquem sentados em círculo. Distribuir papeletas e lápis para cada participante.

Cada pessoa escreverá na sua papeleta alguma coisa que gostaria que o vizinho da direita fizesse.

Pode ser qualquer coisa: imitar alguém, cantar uma música, imitar um animal, etc.

Você deve escrever o seu nome.

Recolher todas as papeletas, dar o mote: “Aquilo que você não quer para si, não deve desejar para os outros... portanto, o que você escreveu na sua papeleta, quem vai executar é você”!

Iniciar por voluntários, até que todos tenham concluído.

 

Dinâmicas de Integração para Idosos - A máquina

O objetivo dessa dinâmica de integração para idosos é oferecer técnicas de dinâmicas de recreação e integração se encaixam no campo das relações humanas e servem para:

Integrar o Idoso no meio social;

Desenvolver o conhecimento mútuo e a participação grupal;

A busca da convivência com colegas da mesma idade, melhor idade.

Desenvolver ocupação para o tempo ocioso;

Adquirir hábitos de relações interpessoais; Desinibir e desbloquear.

Desenvolver a comunicação verbal e não verbal; Descobrir habilidades lúdicas;

Desenvolver adaptação emocional; Descobrir sistemas de valores;

Dar evasão ao excesso de energia e aumentar a capacidade mental.

Material: Nenhum

Todos os participantes permanecem em pé, formando um círculo.

O coordenador solicita que todos construam uma máquina em movimento, usando somente seus próprios corpos.

A seguir orienta, dizendo que um dos participantes irá dar início, fazendo movimentos repetitivos, com os braços, um no alto outro para baixo, ritmando, acompanhamento o movimento com um som de boca. Os outros participantes ajuntam-se um a um, procurando imitar os movimentos do colega, com parte da máquina, acrescentando seus próprios movimentos e sons de boca.

O exercício continua até que todos se tenham integrado, imitando os diferentes movimentos e sons que uma máquina pode fazer.

Observação Importante: Dinâmica de Integração muito divertida e que pode ser usada em grupos de terceira idade, para idosos em geral. Importante observar que o coordenador deve estar atento a movimentos que possam levar o idoso a perder o equilíbrio ou até cair, dependendo da idade e da condição física é importante que o coordenador fique bem próximo dos participantes para evitar acidentes ou quedas. Toda dinâmica aplicada a terceira idade ou melhor idade, deve ser coordenada e orientada por profissionais competentes que devem analisar a técnica e adaptá-la ao grupo de acordo com suas necessidades.

Dinâmica de Geschenk - Integração de grupos e equipes

Essa técnica, cuja a tradução literal para o alemão seria Dádiva, é interessante para ser aplicada quando o grupo já revela certa intimidade e algum cansaço. Muito simples, constitui apenas um instrumento de maior integração. Dessa forma, não há limites etários ou quanto à maior ou menor maturidade do grupo para sua aplicação. Pode ser executada com grupos de até vinte elementos.

Grupo: Essa técnica é interessante para ser aplicada quando o grupo já revela certa intimidade e algum cansaço.

Muito simples, constitui apenas um instrumento de maior integração. Dessa forma, não há limites etários ou quanto a maior ou menor maturidade do grupo para sua aplicação.

Pode ser executada com grupos de até vinte elementos. Objetivos: desenvolver a integração do grupo.

Local: uma sala ampla.

Material: lápis, cartolinas e papéis.

Desenvolvimento: Formar subgrupos de seis a dez elementos em cada e devem sentar-se em círculo, dispondo de lápis e papel.

A uma ordem do professor, cada um deve escrever o nome dos integrantes do subgrupo.

Depois, em silêncio, cada um deve colocar um asterisco ao lado de cada nome de sua relação, pelo qual tenha alguma admiração.

Alertar para o fato de não haver inconveniente em que existam asteriscos ao lado de muitos ou em todos os nomes.

A etapa seguinte consiste em escrever uma mensagem, uma frase, um pensamento, enfim algum recado para as pessoas que se escolheu, mas de maneira que não se identifique o autor da mensagem.

A seguir, cada um lerá para o grupo as mensagens recebidas, tentando identificar, que poderá ou não ser assumida pelo remetente.

É interessante que o remetente das mensagens não se identifique, facilitando o debate grupal.

Concluída essa etapa, o subgrupo redigirá, numa cartolina, uma ou mais mensagens que identifiquem seus integrantes para apresentá-la num painel geral.

Na elaboração dessa cartolina os participantes não devem registrar as auto mensagens, mas apenas as que enviarem. Forma-se o grupo total para a apresentação das cartolinas.

Conclusão: reconhecimento das características de cada um do grupo.

Tempo de aplicação: 25 minutos
Número máximo de pessoas: 30
Número mínimo de pessoas: 6

Dinâmicas de Integração para 1º primeiro dia de Aula - Memorização de nomes

As dinâmicas de integração para o primeiro dia de aula têm como objetivo que os participantes se apresentem, que memorizem os respectivos nomes, que iniciem um relacionamento amistoso e que se desfaçam as inibições que falem de suas expectativas para o início do ano letivo ou do curso.

O professor ou educador começa com a apresentação e depois pede que os alunos se apresentem da seguinte maneira.

1) Eu sou... e você, quem é?

Formar uma roda, tomando o cuidado de verificar se todas as pessoas estão sendo vistas pelos demais colegas.

Combinar com o grupo para que lado a roda irá girar.

O educador inicia a atividade se apresentando e passa para outro. Por exemplo: "Eu sou João, e você, quem é?" "Eu sou Márcia, e você, quem é?" "Eu sou Lívia, e você quem é?"

A dinâmica de integração pode ser feita com o grupo de alunos ou estudantes sentados sem a roda girar.

2) Apresentante:

Material Necessário: Objetos diversos (xale, óculos, chapéu, colares etc.)

Propor aos participantes apresentarem-se, individualmente, de forma criativa. Deverá ser oferecido todo tipo de objetos para que eles possam criar dentro da vontade de cada um.

3) Alô, alô!

Formar uma grande roda com todos os participantes e pedir que cada um se apresente de forma cantada com a seguinte frase: "Sou eu fulano, que vim para ficar; sou eu, fulano, que vim participar." É importante que cada um fale o seu nome, pois este simples exercício trabalha a autoestima.

4) Procurando um coração...

Material Necessário: Corações de cartolina cortados em duas partes de forma que uma delas se encaixe na outra. Cada coração só poderá encaixar em uma única metade.

Distribuir os corações já divididos de forma aleatória. Informar que ao ouvirem uma música caminharão pela sala em busca de seu par. Quando todos encontrarem
seus pares, o educador irá parar a música e orientar para que os participantes conversem.

5) Abraçando amigos

Formar uma grande roda. Colocar bem baixinho uma música agradável. Informar que o grupo deverá estar atento à ordem dada para executá-la atentamente. Exemplo: "Abraço de três" e todos começam a se abraçar em grupo de três; "abraço de cinco", "abraço de um", "abraço de todo mundo." É importante que o educador esteja atento para que todos participem.

6) Quando estiver...

Com o grupo em círculo, o primeiro a participar começa com uma frase. Exemplo: "Durante minhas férias irei para a praia..". O segundo continua: "Quando estiver na praia farei um passeio de barco. O seguinte dirá: "Quando estiver no barco, irei..."

7) Apresentação

Propor a criação coletiva de uma história incluindo o nome de todos os participantes do grupo. Durante a narrativa, quando o nome de um participante for pronunciado, ele deve levantar-se, fazer um gesto e sentar-se de novo.

Adivinhe quem é?

Dinâmicas de Integração para Alunos - A Batata Quente

Dinâmica de integração de alunos muito divertida que promove a interação entre os participantes.

Tema: Perguntas para avaliação ou revisão. Duração: 10 minutos

Público: estudantes em geral.

Material: 1 saco, perguntas em pedaços de papel, brindes (no mesmo número que as perguntas), aparelho de som e cd com uma música animada.

Coloque as crianças em círculo. Elas terão de passar o saco com as perguntas dentro enquanto a música é tocada. Não vale demorar-se para passar o saco, nem jogar em cima do outro. Tem que ser passado de mão em mão.

Quando parar a música, a criança que estiver com o saco na mão, retira uma pergunta, a lê e responde em voz alta. Caso esteja correta ganha o brinde. A brincadeira continua até que as perguntas acabem.

O Gato e o Rato - Dinâmica de integração para sala de aula

Objetivo principal é a integração em sala de aula. Duração: 10 minutos.

Público: crianças ou jovens. Material: nenhum.

As crianças formam uma roda. Uma delas, o Rato, fica dentro da roda. Outra, o Gato fica fora da roda.

O Gato pergunta: "Seu Ratinho está?" As crianças da roda respondem : "Não" O Gato pergunta: "A que horas ele chega?" As crianças respondem um horário a escolha.

As crianças começam a rodar e o Gato vai perguntando: "Que horas são?" e as crianças respondem: "Uma hora" - "Que horas são?" - "Duas Horas" e assim até chegar ao horário combinado.

As crianças na roda devem parar com os braços estendidos; o Gato passa a perseguir o Rato.

A brincadeira acaba quando o Gato pega o Rato. Para os bem pequenos é preferível que os que estão na roda fiquem parados até que o gato pegue o rato. Para crianças maiores as que estão na roda podem ajudar o rato a fugir ou atrapalhar o gato, sem desfazer o círculo. Pode-se repetir a brincadeira algumas vezes, dando chance a quem quiser ser rato e gato. Procure parar a atividade antes que as crianças percam o interesse.

Dinâmicas de Integração para Cursos - A cesta de frutas

Dinâmica de integração para cursos e escolas em geral para propiciar a integração dos participantes de um novo curso ou laboratório que está iniciando suas atividades. Principal objetivo: estimular a cooperação, criatividade e descontração de todos.

Propósito: Esta dinâmica tem o propósito de descontrair, desbloqueando e estimulando a criatividade das pessoas e do grupo, por gerar oportunidades para a flexibilidade e originalidade dos participantes, também busca a melhoria na comunicação entre os participantes e cria um ambiente lúdico e saudável.

Recursos: Uma caixa, tiras de papel em número suficiente para os participantes, lápis ou caneta, sala ampla com cadeiras colocadas em semi-círculo. Número de Participantes: Máximo de 30 pessoas. Duração: Em geral, o tempo varia conforme o número de participantes, isto é, para um grupo de 30 pessoas, o tempo estimado é de 30 a 45 minutos, no máximo, para a 1ª e 2ª fases , mais 15 a 20 minutos para a representação final.

Etapa 1 - O educador inicia o trabalho com uma atividade de dança circular ou outra similar. Solicita para que todos se assentem, enquanto distribui as tiras de papel - uma para cada participante.

Pede para cada pessoa escrever na tira de papel o nome de uma fruta de sua preferência , e, ao terminar cada um deve colocar o papel escrito na caixa que se encontra no centro da sala. Em seguida o educador recolhe todos os papéis, e faz a leitura, para verificar quais são as frutas da preferência do grupo, se há repetições, e propõe as regras da dinâmica. Etapa 2 - Redistribuir os papéis com os nomes das frutas para cada participante. A tarefa para os participantes agora é a seguinte: Cada participante deve criar um gesto e um som para a sua fruta, procurando fazer gestos bem amplos, descontraídos e pouco comuns em seu dia a dia - para apresentar para todos do grupo.

O educador diz: a) Toda vez que eu apontar para uma pessoa, esta deverá ficar em pé, ir para o centro do círculo, dizendo o seu nome no mínimo 3 vezes, e ao chegar ao centro - fazer sua representação e trocar de lugar com um outro participante.

b) Ao fazer isto deve dizer uma tarefa para este colega executar, enquanto ele muda para um outro lugar.

c) Quando eu disser cesta, todos devem trocar de lugar, fazendo os sons de suas frutas, mas... .sem pressa.

d) Deve salientar que não há necessidade de se ter pressa nesta troca de lugares, respeitando o outro e apreciando o seu som.

e) Estimule os participantes a não repetir gestos ou sons. Etapa 3 - Quando todos já tiverem realizado o exercício, o educador, solicita que "as frutas" se reúnam em grupos de 4 ou de 6 pessoas para criar o "Coral Fruto-Cooperação ".

Este é um momento de criatividade e de descontração para todos e de grande alegria no grupo. Para esta fase dar o tempo de 10 minutos, no máximo, para preparar o Coral e apresentar em 5 minutos.

Etapa 4 - Ao final ler um texto ou poema sobre cooperação/comunicação refletindo sobre o exercício realizado.

Dicas: Este exercício pode também ser usado como vitalizador durante as atividades, treinamentos, laboratórios, especialmente quando o grupo estiver cansado, ou sentado durante muito tempo. Como variação pode-se solicitar que os participantes desenhem a fruta em lugar de escrever. Também podemos usar outros estímulos tais como objetos que tenho na minha casa, instrumentos musicais, animais em lugar da cesta das frutas. Caso isto ocorra, logicamente, muda-se o nome da dinâmica para Objetos falantes, Sonorizando , Zôo de idéias. Pode ocorrer de se ter algumas frutas repetidas. Quando isto acontecer, o educador deve ficar atento para colocar no final do exercício estas pessoas juntas, para fazerem a coreografia desta fruta comum, cada um utilizando-se de sons e gestos bem diferentes. Um participante poderá ir várias vezes ao centro, quando trocar de lugar. Incentive os participantes para não repetir gestos e sons.

A Corrida do Chaveiro - Dinâmicas de Integração para Jovens

Objetivo dessa dinâmica de integração entre adolescentes e jovens é a atenção; integração e interação. Duração: 10 minutos. Público alvo: adolescentes.

Material: um chaveiro ou pandeiro (ou qualquer objeto que faça barulho); cadeiras

Forme um círculo bem espaçoso e aberto com as cadeiras, com os assentos voltados para dentro, com tantas cadeiras quantos forem os participantes, menos uma. Você deve estar no centro do círculo segurando o chaveiro.

Você começa a andar e pega uma pessoa; de mãos dadas, vocês continuam caminhando; a pessoa que está com você deve pegar uma outra pessoa sentada, e assim por diante, sempre dando as mãos e caminhando.

Quando quiser, deixe cair o chaveiro e todos devem correr para uma cadeira. Quem ficar de pé recomeça a brincadeira.

Para acrescentar suspense, finja deixar cair ou balance o chaveiro, fazendo barulho ou caminhe bem longe das cadeiras. Estipule "castigo" para quem se soltar ou correr antes que o chaveiro realmente caia.

A Corrida do Chaveiro - Dinâmicas de Integração para Jovens

Objetivo dessa dinâmica de integração entre adolescentes e jovens é a atenção; integração e interação. Duração: 10 minutos. Público alvo: adolescentes.

Material: um chaveiro ou pandeiro (ou qualquer objeto que faça barulho); cadeiras

Forme um círculo bem espaçoso e aberto com as cadeiras, com os assentos voltados para dentro, com tantas cadeiras quantos forem os participantes, menos uma. Você deve estar no centro do círculo segurando o chaveiro.

Você começa a andar e pega uma pessoa; de mãos dadas, vocês continuam caminhando; a pessoa que está com você deve pegar uma outra pessoa sentada, e assim por diante, sempre dando as mãos e caminhando.

Quando quiser, deixe cair o chaveiro e todos devem correr para uma cadeira. Quem ficar de pé recomeça a brincadeira.

Para acrescentar suspense, finja deixar cair ou balance o chaveiro, fazendo barulho ou caminhe bem longe das cadeiras. Estipule "castigo" para quem se soltar ou correr antes que o chaveiro realmente caia.

 

A Expressão da Amizade - Dinâmicas de Integração para crianças

Objetivo dessa dinâmica de integração para crianças é promover o aprendizado e a auto-estima, além da integração entre os participantes. Duração: 10 minutos cada.

Público: crianças alfabetizadas. Material: Quadro com a Ordem Alfabética - A, B, C, D...

O educador pede para as crianças formarem um círculo.

Uma de cada vez, seguindo a ordem do círculo, deverá dizer: "Amo meu amigo (diz o nome do amigo) porque ele é... " e acrescenta um adjetivo com a letra A.

A criança seguinte deverá dizer, "Amo meu amigo (diz o nome do amigo) por que ele é..." e usar um adjetivo com a letra B.

E assim sucessivamente com todas as letras do alfabeto. Essa dinâmica além de promover a integração entre as crianças estimula também a aprendizagem.

 

Dinâmicas, Jogos e Brincadeiras - Aeróbica no Trabalho

Reuna seu grupo numa sala ampla e aplique essa dinâmica como um jogo ou brincadeira.

Materiais: Música adequada para a aeróbica.

Procedimento: Apresente a atividade como um exercício aeróbico para se soltar.

Ponha a música para tocar e encoraje os participantes a se movimentarem e se soltarem.

Diga aos participantes para se movimentarem mais ativamente, passando a mão na própria cabeça, orelha, nariz, ombro... e ir cumprimentando as partes (por exemplo,"olá nariz", "olá boca"...).

Dicas: Perceber se o participante é espontâneo, se está motivado e disponível para o trabalho.

Observações: Convém ter um coordenador de cada sexo participante neste exercício.

Esta dinâmica poderá ser realizada em grandes grupos.

Tempo de aplicação: 15 minutos
Número máximo de pessoas: 0
Número mínimo de pessoas: 2

Dinâmica com brincadeira e jogos para Sala de Aula - Passa-passa

Você professor ou educador, poderá aplicar essa dinâmica de jogo e brincadeira com seus alunos e estimular o raciocínio lógico e a integração da classe. Essa dinâmica também pode ser aplicada em reuniões de professores, pais e mestres.

Materiais: Papel; lápis; flip-Chart.

Procedimento: O grupo é dividido em subgrupos de até oito elementos.

O primeiro aluno recebe papel e lápis.

Colocados preferencialmente em fila, o primeiro escreve uma sentença curta - de até sete palavras - na folha de papel e passa para o seguinte, dobrando a parte alta da folha, de maneira a não permitir que se possa ver o que está escrito.

A folha é passada ao seguinte que deve, evidentemente sem ver a sentença escrita, imaginar a sua continuidade, escrevendo para isso uma outra sentença na mesma folha.

O processo é mantido até que todos os participantes do subgrupo tenham apresentado sua contribuição, sendo que a folha de papel se torna em uma sanfona.

As folhas de papel são desdobradas e cabe a cada subgrupo redigir um texto, e no máximo com até 10 palavras suplementares, procurando dar certo sentido às diferentes frases apresentadas. Será vencedor o subgrupo que apresentar maior lógica em sua história.

Dicas: Questões para discussão:

Como foi realizar a atividade em sala de aula?

Quais as dificuldades encontradas pelos alunos?

O que auxiliou o trabalho dos grupos de alunos?

Como aconteceu a comunicação entre os grupos?

Como você avalia o trabalho em equipe da classe?

Observar se os alunos estão se integrando, se são criativos e como ocorre o trabalho em grupo.

Tempo de aplicação: 30 minutos
Número máximo de pessoas: 32
Número mínimo de pessoas: 8

Jogos Cooperativos com Dinâmicas - Argolas

Dinâmica com jogos para estimular a liderança e estratégias em um grupo de trabalho.

Materiais: Uma garrafa; três argolas.

Procedimento: O coordenador solicita três voluntários, que assumirão o papel de líder (não usar esta palavra) através dos estilos:

a. Democrático (estimula o grupo que tende a rir e brincar)
b. "Laissez-faire" (desligado, não estimula o grupo, se afasta dele em determinado momento, etc.).
c. Autoritário (controlador, manda nas pessoas).

Cada componente do grupo, terá três chances de acertar as argolas em uma garrafa.

Dicas: Pontos para discussão?

Como se sentiram em relação aos diferentes estilos de liderança?

Como foi estar no papel do líder?

De que forma os diferentes estilos de líderes influenciaram o grupo?

De que forma vocês relacionam esta atividade com o que acontece no ambiente de trabalho?

Tempo de aplicação: 30 minutos
Número máximo de pessoas: 21
Número mínimo de pessoas: 3

Brincadeiras para Dinâmicas em Grupo - Cara a cara

Essa dinâmica é mais um jogo, uma brincadeira para fazer em grupos. O coordenador deve escolher um local tranquilo e com espaço suficiente para reunir todos os participantes.

Materiais Nenhum.

Procedimento: O coordenador forma um círculo com os participantes, que formam uma dupla colocando-se frente a frente.

O coordenador ou algum participante se coloca no centro do círculo e todas as vezes que disser: Cara a cara, todos os jogadores do círculo ficam frente a frente.

Tão logo o coordenador disser: De costas a costas, todos procuram formar a dupla ou o par, colocando-se com as costas juntas.

Assim que o coordenador disser: todos mudam, os participantes procuram formar um novo par.

Quem estiver sem par ou sem dupla irá animar o jogo no centro do círculo.

Dicas: Observar se os participantes estão atentos, têm agilidade e estão se integrando.

Tempo de aplicação: 15 minutos
Número máximo de pessoas: 40
Número mínimo de pessoas: 4

Dinâmicas de Grupos com Brincadeiras e Jogos - Competição

Os principais objetivos dessa dinâmica com jogos e brincadeiras para grupos é gerar idéias criativas para aumentar e melhorar o trabalho em equipe em sua organização. Persuadir as pessoas a aceitarem as idéias da equipe através da redação de descrições claras e compelidoras.

Materiais: Folhas de papel em branco; R$10,00 como dinheiro inicial para prêmios; acesso a uma fotocopiadora; um cronômetro; um apito.

Procedimento: Organize as equipes.

Divida os jogadores em equipes com três ou mais membros. Não importa se algumas equipes tiverem um membro extra.

Explique a tarefa da equipe. Cada equipe é convidada a submeter uma ou mais idéias criativas que aumentem e melhorem o trabalho em equipe em uma organização.

A idéia, que poderá focar a remoção de obstáculos ou utilizam de oportunidades ou uma combinação de ambas as coisas, deve ser submetida em uma única página. Cada idéia deve ter um título resumido. Haverá uma taxa de inscrição de R$5,00 por idéia. Uma equipe poderá submeter qualquer número de idéias.

Anuncie os prêmios. Você contribuirá com R$10,00 ao bolo dos prêmios. Todas as taxas de inscrições serão adicionadas à quantia. As idéias submetidas por diferentes equipes serão avaliadas e classificadas. As três melhores idéias dividirão o dinheiro do prêmio na razão de 5:3:2. Por exemplo, se seis idéias foram submetidas, o dinheiro total para os prêmios será de R$10,00 + (6x R$5,00)=R$40,00. O primeiro prêmio será de R$20,00, o segundo prêmio de R$12 e o terceiro prêmio de R$8,00.

Inicie a sessão de trabalho em equipe.

Anuncie um limite de tempo adequado.

Peça as equipes que usem suas habilidades de raciocínio criativo e apresentem uma ou mais idéias. Enfatize que devem gerar idéias eficazes e anotá-las de forma clara e compelidoras.

Encerre a atividade. No final de limite de tempo, sopre o apito e peça às equipes que parem o que estiverem fazendo.

Peça a cada equipe que submeta sua idéia, juntamente com as taxas de inscrição.

Faça cópias das idéias. Mande seu auxiliar xerocar um jogo completo de idéias de cada equipe. Enquanto isso, realize uma miniavaliação ou dê um intervalo para os participantes.

Peça às equipes que avaliem as idéias. Dê a cada equipe um jogo completo de idéias. Peça à equipe que atribua pontos, de 1 a 9, a cada idéia, exceto à sua própria. Anuncie um limite de tempo aceitável.

Prepare um boletim. Liste os títulos de todas as idéias em um flipchart.

Consolide as pontuações. Apite e peça à equipes que concluam sua a atividade de avaliação. Leia cada título no flipchart e peça às diferentes equipes que informem o número de pontos por ela atribuídos àquela idéia. Some esses pontos e anote o total no espaço apropriado.

Distribua os prêmios.

Dicas: Pontos para discussão:

Como foi realizar a atividade?

Quais das idéias podem ser implantadas no ambiente de trabalho? Como isto pode ser feito? De que forma cada um pode auxiliar nesta tarefa?

Estar vendo se os participantes têm facilidade para trabalhar em grupo, se têm capacidade de tomar decisões, se surgem lideranças, como ocorre à comunicação e quais foram os critérios utilizados para avaliar as diferentes idéias.

Tempo de aplicação: 90 minutos
Número máximo de pessoas: 30
Número mínimo de pessoas: 10

Jogos para Dinâmicas - A câmera lenta

O objetivo desse jogo em forma de dinâmica é fazer com que os participantes trabalhem em equipe, tentando alcançar objetivos.

Materiais: Não é necessário.

Procedimento: Dispor o grupo em duas filas paralelas.

O diretor dá um sinal para que os primeiros de cada fila apostem uma corrida. Ao retornarem, tocam na mão do parceiro seguinte e este continuará a corrida, até que todos passem pelo processo.

Vencerá aquele que chegar primeiro.

Em seguida, propõe–se a mesma corrida, modificando-se a consigna, ou seja, devem corre em “câmera lenta”, sendo que o vencedor será aquele que chegar por último.

Dicas: Observar se os participantes respeitam as regras.

Notar como os grupos lidam com a vitória e a derrota.

Observar a competitividade dos participantes.

Verificar se surgem líderes nas equipes e qual seu tipo de influência nos outros participantes.

Questionar os participantes sobre como foi realizar a atividade com ritmos diferentes? Com qual ritmo se identifica mais? De que forma utiliza os ritmos em sua vida?

Observações: Pode-se aplicar esta dinâmica em grupos maiores, formando diversas equipes.

Tempo de aplicação: 25 minutos
Número máximo de pessoas: 20
Número mínimo de pessoas: 6

Dinâmicas com Jogos e entretenimento de grupos - Dominó humano

Essa dinâmica de grupo com jogos e brincadeiras tem por objetivo desenvolver a espontaneidade e a criatividade. Identificar fatores, tais como as interpretações subjetivas e estereótipos que influenciam no processo de comunicação.

Materiais: Nenhum.

Procedimento: Lembrar o funcionamento do jogo dominó.

Cada indivíduo vai se unir aos participantes que iniciaram o jogo, apontando uma característica comum, visível ou não, que deve ser nomeada em voz alta.

Exemplo: Eu Ana me junto a Lucia porque estamos de tênis. Eu Luiza me junto a Lucia porque estamos de calça preta. Eu Rita me junto a Ana porque somos educadoras... Para fechar o círculo os dois últimos integrantes deverão descobrir o que pode uni-los.

Dicas para problematizar:

Como foi participar do jogo?

O que você mobilizou para descobrir as características comuns?

O lúdico esteve presente?

Houve interação entre os participantes?

Observar como se sentem as pessoas que acabam descobrindo semelhanças com as outras, se os participantes estão se integrando, como se comportam ao serem rotulados, se são criativos.

Tempo de aplicação: 10 minutos
Número máximo de pessoas: 20
Número mínimo de pessoas: 4

O Jogo das emoções Dinâmicas com Jogos para Empresas e Grupos

Essa dinâmica com jogos para empresas estimula a criatividade dos grupos e equipes fortalecendo a comunição em todos os processos da produção ou trabalho.

Materiais: Dois baralhos; flip chart; pincel.

Procedimento: Enumerar todas as cartas do baralho no flip chart.

Solicitar que sejam atribuídas emoções a cada carta do baralho (do Ás ao Rei). Embaralhar as cartas e distribuir de 7 a 11 cartas para cada participante (dependerá do tamanho do grupo).

Regras do jogo:

a. Um voluntário deve escolher uma emoção e separar a(s) carta(s) correspondente(s), atentando para que o restante do grupo não descubra a carta escolhida.
b. Dirigir-se à frente da sala e expressar a emoção sem verbalizá-la.
c. Os outros participantes separam a(s) carta(s) relativa(s) à emoção apresentada (sem mostrar a figura ou comentar em voz alta).
d. Ao sinal do coordenador, todos viram as cartas.
e. Quem acertou, tira as cartas em questão do jogo.
f. Quem errou, recebe duas novas cartas por carta que tinha separado.
g. O participante que terminar as cartas pode optar por sair do jogo ou solicitar mais cartas ao coordenador.

O coordenador deve reforçar que a comunicação seja verbal (entonação de voz por exemplo) ou não verbal (movimentos faciais e corporais, gestos, olhares...) é muito importante nas relações com as pessoas.

Como estamos nos relacionando o tempo todo com nossos clientes, devemos utilizar e saber interpretar essas reações.

Ao praticar a gerência por circulação (acompanhamento) é possível identificar através da observação da postura do funcionário diante do cliente, bem como através das reações expressadas pelos clientes, obter indicativos para avaliar se o atendimento está adequado ou não.

Não é possível acompanhar todos os funcionários individualmente, durante o tempo todo. Porém pode-se ficar atento ao movimento da loja e avaliar o desempenho dos funcionários e satisfação dos clientes, através da observação de posturas e atitudes.

Ao praticar este tipo de acompanhamento, deve-se ter o cuidado de agir com naturalidade e espontaneidade, a fim de não propiciar um clima de tensão e insegurança por parte dos funcionários.

Comentar a importância da comunicação no processo de gerenciamento de pessoas e desenvolver o tema com base no conteúdo da apostila e material de apoio.

Dicas: Pontos de discussão:

Como foi realizar a atividade?

Quais as dificuldades encontradas?

O que auxiliou o trabalho dos grupos?

Como você avalia sua percepção em relação as emoções das outras pessoas? Como foi o seu desempenho no jogo?

Quais atitudes são impotantes para se desenvolver um boa percepção em relção as pessoas?

De que forma vocês relacionam esta atividade com o que acontece no seu ambiente de trabalho?

Observar se o participante se comunica bem, se agem com naturalidade e espontaneidade, se estão atentos na sua própria postura e se estão motivados.

Observações: Levar os participantes a compreenderem que mesmo à distância é possível acompanhar o atendimento que o funcionário está prestando aos nossos clientes.

Tempo de aplicação: 30 minutos
Número máximo de pessoas: 16
Número mínimo de pessoas: 2

Brincadeiras para Dinâmicas de Grupos - Jogo dos autógrafos

O principal objetivo dessa dinâmica é o foco em resultados e na estratégia, além de fazer com que os participantes se conheçam melhor e possam mostrar determinação e habilidades para atingirem objetivos.

Materiais: Uma caneta para cada participante; Duas folhas de papel sulfite para cada participante.

Procedimento: Antes de começar a contar o tempo, todos devem estar sentados com a caneta na mão.

Peça para os participantes colherem o maior número de assinaturas em uma folha.

Fim do tempo, pergunte se alguém conseguiu a assinatura de todos os colegas.

Verificar se o grupo quer melhorar sua marca e conceda um tempo para se organizarem, sem interferir.

Antes de começar a marcar novamente o tempo, retirar as folhas já utilizadas.

Dicas: Observar e questionar os participantes quanto a integração, a determinação em cumprir a atividade, se foram formuladas estratégias para conseguir o maior número de assinaturas, se as regras foram respeitadas e se sabem recomeçar um trabalho, após baixo rendimento ou se desistem frente a um novo desafio.

Observações: Não vale repetir assinaturas, nem mesmo inventar assinaturas.

Tempo de aplicação: 15 minutos
Número máximo de pessoas: 25
Número mínimo de pessoas: 4

Jogos e Brincadeiras para Vendedores - Dinâmica o vendedor do Ano

Para aplicar essa dinâmica com brincadeiras e jogos para vendedores reuna sua equipe e siga as seguintes instruções.

Materiais: Papel e caneta para cada participante.

Procedimento: Peça aos participantes que imaginem terem sido nomeados colaborador do ano.

Sua tarefa é planejar a cerimônia de premiação a ser realizada em sua homenagem.

Não há orçamento e a única diretriz é não infringirem regras da empresa.

Encoraje os participantes a pensarem de forma criativa e se divertirem um pouco com isso.

É uma oportunidade para planejar sua "comemoração dos sonhos"! Para dar partida, peça que considerem o seguinte:

a. Tema.
b. Número de convidados.
c. Local.
d. Hora.
e. Atividades.
f. Cardápio.

Dicas: Pontos para discussão:

Como se sentiram ao realizar a atividade?

De que forma você gosta de ser reconhecido pelo seu trabalho?

De que forma a empresa em que vocês trabalham reconhecem o bom desempenho dos colaboradores?

Tempo de aplicação: 20 minutos
Número máximo de pessoas: 10
Número mínimo de pessoas: 2

Autolembrete - Dinâmicas de Fechamento para treinamentos

O principal objetivo dessa dinamica de fechamento é levar os participantes a identificar formas de aplicar o tema do treinamento no ambiente de trabalho.

Materiais: Uma folha de papel em branco, uma caneta e um envelope para cada participante.

Procedimento: Informe os participantes que eles vão escrever uma carta para eles mesmos sobre o treinamento do qual acabaram de participar. Entregue a cada um deles uma caneta, uma folha de papel em branco e um envelope.

Eles devem identificar formas de implementar os assuntos abordados no treinamento em seus ambientes de trabalho e, a seguir, listar tais idéias na folha de papel, como se fosse um lembrete para eles mesmos. Devem também identificar problemas previsíveis e soluções quanto à implementação dos temas desenvolvidos.

Quando tiverem terminado de escrever suas cartas, peça-lhes que escrevam os próprios endereços no envelope, coloquem suas folhas dentro e o fechem.

Recolha os envelopes selados. Você é responsável pela postagem das cartas para os participantes depois que tiver decorrido o tempo combinado, normalmente entre 3 e 6 meses.

Dicas: Pontos para discussão:

Quais formas de implementar os assuntos abordados no treinamento em seus ambientes de trabalho vocês pensaram?

O plano será modificado quando voltarem ao ambiente de trabalho?

O que cada participante fará se a implementação não tiver sido bem-sucedida quando a carta chegar?

Observações: O coordenador pode fornecer um formulário especialmente desenvolvido para que os integrantes do grupo preencham. Estabeleça duplas de participantes e solicite que cada um escreva a carta para seu parceiro.

Esta dinâmica pode ser aplicada em grandes grupos.

Tempo de aplicação: 20 minutos
Número máximo de pessoas: 0
Número mínimo de pessoas: 5

Dinâmicas de Encerramento - Conversando a gente se entende

O principal objetivo dessa dinâmica de grupo de encerramento é promover o exame de vários tópicos referentes ao processo de comunicação, como também desenvolver habilidades de observação e diálogo.

Materiais: Cartaz explicativo; modelo do cartaz; rodada; papel A3.

Explicação:

Papel do informante: seu objetivo é expor as idéias de maneira clara e convincente. O ouvinte deverá ser capaz de saber exatamente qual opinião que você tem acerca do assunto.

Papel do ouvinte: seu objetivo é captar exatamente o que o informante pensa sobre o assunto. Procurar não interrompê-lo. Ajude-o com perguntas esclarecedoras e verificações de entendimento.
Você não pode discutir o que é dito. Muito menos contra-argumentar ou criticar.

Papel do observador : seu objetivo é observar o que se passa entre informante e ouvinte. Não participe, em hipótese alguma, da conversa. Anote o que considerar importante para futuro feedback.

Procedimento: Dividir o grupo em trios e dar as instruções sobre os 3 papéis que cada um exercerá sucessivamente: informante, ouvinte, observador.

A atividade consiste em abordar um assunto polêmico, de preferência do momento, em três rodadas de aproximadamente 10 minutos (conforme demonstra o quadro).

Após cada rodada os participantes devem fazer, no trio, uma avaliação do processo; posicionando-se sobre: como se sentiu, como sentiu a participação do outro e como decorreu a comunicação.

Ao final o grupo deve fazer um relato de sua experiência para os demais.

Dicas: Questões para discussão:

O que aprendemos com a atividade?

Que papel foi mais difícil desempenhar? Quais os motivos?

Observar e pontuar sobre como ocorreu a comunicação, qual foi o papel em que os participantes tiveram mais facilidade para desempenhar.

Tempo de aplicação: 45 minutos
Número máximo de pessoas: 30
Número mínimo de pessoas: 3

A qualidade do aprendizado - Dinâmicas de Encerramento de Cursos e Treinamentos

Essa dinâmica de encerramento para cursos e treinamentos tem por objetivo desenvolver a comunicação, empatia e promover a aprendizagem de tudo que foi abordado e estudado durante o treinamento ou curso aplicado.

Materiais: Uma folha de papel para cada participante.

Procedimento: Cada um anota em um pequeno pedaço de papel a qualidade que acha importante em uma pessoa.

Em seguida todos colocam os papéis no chão, virados para baixo, ao centro da roda.

Ao sinal, todos devem pegar um papel e em ordem devem apontar rapidamente a pessoa que tem esta qualidade, justificando.

Dicas: Iniciar o processamento abrindo espaço para que os participantes façam comentários sobre sentimentos, dificuldades, facilidades e outros que o grupo julgar importantes.

Observar se o participante conhece seu colega. Avaliar o feedback que foi feito.

Tempo de aplicação: 20 minutos
Número máximo de pessoas: 20
Número mínimo de pessoas: 4

Técnicas e exemplos de Dinâmicas de Grupo de Encerramento - Fechamento

Após terminar a reunião com seu grupo explique que fará uma dinâmica de fechamento e coloque em atividade a seguinte técnica abaixo explicada, providenciando os materiais previamente.

Materiais: Três caixas vazias; papel de presente; fita durex; bombons de acordo com o nº. de participantes; CD com música animada.

Procedimento: Formar um círculo.

Dizer para os participantes que vai dar à eles uma caixa com um belo presente, quando a música estiver tocando, vão circulando a caixa entre os colegas, quando a música parar a pessoa que estiver com a caixa na mão vai desembrulhando o pacote do presente, quando a música voltar a tocar, volta-se a circular a caixa e assim vai... Até que a última pessoa abre a caixa e descobre os bombons, dividindo-os com o grupo.

Dicas: Observar se o participante consegue trabalhar em equipe. É possível perceber isto, principalmente no último momento, onde o participante tem que dividir o seu premio.

Notar como reagem as pessoas que não receberam o premio.

Verificar se o participante consegue trabalhar com coisas novas, principalmente se não conhece.

Observações: Embrulhar uma caixa dentro da outra. Deve-se dizer que na caixa há algo que a última pessoa a abrir deverá usar com os colegas do grupo. (As pessoas ficam ansiosas pelo desconhecido e ninguém quer ser o último).

Esta dinâmica pode ser aplicada em grandes grupos.

Tempo de aplicação: 15 minutos
Número máximo de pessoas: 0
Número mínimo de pessoas: 2

Palavras comuns - Encerramento para Dinâmicas

Aplicar essa dinâmica logo após encerrar a reunião ou atividade agendada com seu grupo ou subordinados, providenciar com antecedencia os seguintes materiais: Flipchart ou transparência para retroprojetor, preparada com antecedência.

Procedimento: Informe os membros do grupo que eles vão ter de decidir quais são as palavras usadas com maior freqüência na língua portuguesa escrita.

Os participantes, em seguida, reúnem-se para decidir quais seriam essas palavras mais comuns. Dê-lhes o prazo de 20 a 40 minutos para chegarem a uma decisão final.

Vencido o prazo, promova uma discussão a respeito do processo de tomada de decisão que utilizaram. Quando esta fase estiver terminada, a classificação correta poderá ser passada ao grupo.

Dicas: Pontos para discussão:

Como chegaram a uma decisão?

Quem conseguiu empregar os mais eficazes argumentos lógicos?

Quem se tornou o líder informal durante o processo de decisão? Por quê?

Ao longo da discussão é importante observar se os participantes têm uma boa memória, facilidade na argumentação e se absorvem bem o conteúdo.

Para encerrar a atividade pode-se perguntar ao grupo:

De que forma esta atividade pode ser relacionada aos processos de tomada de decisões no ambiente de trabalho?

Observações: O grupo pode ser dividido em equipes menores, de 5 a 7 pessoas participantes.

Tempo de aplicação: 60 minutos
Número máximo de pessoas: 20
Número mínimo de pessoas: 10

Dinâmicas de Feedback - A roda do feedback individual

Aplique dinâmicas de feedback em seu grupo para melhorar o desempenho, despertar a motivação e treinar a comunicação positiva.

Materiais: Folha individual para anotações dos 02 pontos positivos e de 01 aspecto a ser melhorado, de cada integrante da equipe.

Procedimento: Entregar uma folha para cada participante para que escrevam dois pontos positivos e um aspecto a ser melhorado, de cada integrante da equipe.

O primeiro integrante (de preferência o que ocupa um nível hierárquico superior) da equipe, a receber o feedback, senta-se no centro da roda.

Cada integrante enumera o chamado feedback sanduíche ou seja, cita 01 aspecto positivo, 01 aspecto a ser melhorado e termina com outro aspecto positivo fazendo com que dessa forma, o poder cicatrizante de qualquer ferida que o feedback negativo pudesse causar seja amenizado.

Devem-se observar os seguintes critérios:

Para quem dá o feedback, não desqualificar a pessoa, ou seja, não atuar o conteúdo emocional ao citar o aspecto a ser melhorado, mas fazê-lo de forma racional

Para quem recebe o feedback, não argumentar ou justificar tanto o positivo como o aspecto a ser melhorado.

Dicas: Iniciar o processamento abrindo espaço para que os participantes façam comentários sobre sentimentos, dificuldades, facilidades e outros que o grupo julgar importantes.

Observar através do feedback, como é o trabalho em equipe.

Perceber se o participante consegue ouvir críticas, se está motivado.

Tempo de aplicação: 15 minutos
Número máximo de pessoas: 15
Número mínimo de pessoas: 5

Dinâmica do desenvolvimento - Feedback em Reuniões de Grupos

Aprenda como conseguir um feedback após realizar suas reuniões com grupos a fim de promover a integração do grupo, resolver problemas, estimular a assertividade entre os colaboradores.

Materiais: Papel cartão; canetas hidrocor; fita crepe.

Procedimento: Cola-se um cartão nas costas de cada participante com uma fita crepe.

Cada participante deve ficar com uma caneta hidrocor.

Ao sinal, os participantes devem escrever no cartão de cada integrante o que for determinado pelo coordenador da dinâmica (em forma de uma palavra apenas).

Exemplos:

Qualidade que você destaca nesta pessoa.
Defeito ou sentimento que deve ser trabalhado pela pessoa.
Nota que cada um daria para determinada característica ou objetivo necessário a atingir nesta dinâmica.

Dicas: Pontos para discussão:

Como vocês se sentiram ao escreverem para seus colegas?

Como vocês se sentiram ao lerem o que os colegas escreveram?

Qual a importância do feedback em um grupo?

Como ocorrem os processos de feedback dentro da sua empresa? De que forma seria possível melhorar estes processos?

Observar como os participantes se sentem e reagem com críticas, sejam elas boas ou ruins.

Verificar a postura dos participantes, perante seu colega.

Tempo de aplicação: 30 minutos
Número máximo de pessoas: 30
Número mínimo de pessoas: 4

Dinâmicas de Relaxamento em Grupo e Equipe

Técnicas e dinâmicas de relaxamento - Cabeça e barriga

O objetivo dessa dinâmica para relaxamento de grupos é descontrair e promover as relações interpessoais.

Materiais: Nenhum.

Procedimento: Todos de pé, soltos, uma mão na barriga (aberta), outra na cabeça. Começam movimentos circulares, com a palavra ordem, todos juntos, bem alto: "Nem fome, nem sono... Nem fome, nem sono!".

Depois, invertem as mãos e repetem o refrão.

A seguir, o orientador conta, regressivamente, para todos se assentarem: "três, dois, um...já!”

Dicas: Verificar se está ocorrendo integração entre o grupo, se os participantes estão relaxando e descontraindo.

Observações: Esta dinâmica poderá ser realizada em grandes grupos.

Tempo de aplicação: 15 minutos
Número máximo de pessoas: 0
Número mínimo de pessoas: 2

Subindo a montanha - Dinâmica para relaxamento e imaginação

O objetivo dessa dinamica para relaxamento é possibilitar aos participantes o processo simulado de alcance de objetivos, suas dificuldades, perseverança, superação e auto-motivação.

Materiais: Equipamento de som (CD, cassete ou similar).

Procedimento: Informar aos participantes: "Você vai fazer uma viagem a pé. Será uma trajeto muito longo, por isso você não deve levar muito peso - só o básico necessário, pouca roupa, tênis confortável, bebida energizante, protetor solar e muita disposição. Até o final da sua viagem, você deverá contemplar um grande objetivo que você espera".

Solicitar que todos deitem no chão ou fiquem o mais confortáveis possível.

Colocar uma música instrumental leve, porém ritmada, no início - dando idéia de caminhada, trajeto a percorrer.

"Você está começando a sua viagem agora... Ainda está dentro da cidade, observa as ruas, os carros, as casas, as pessoas. É muito cedo, a brisa está fria, está um dia bonito".

"Agora você está deixando a cidade, pegou um trecho de asfalto... poucas casas, quase gente nenhuma, um ou outro carro que vai ou vem".

"A estrada, agora, é de cascalho, um pouco estreita, algumas árvores, vegetação rasteira, bem verde... Começou a chover suavemente, mesmo com o sol, e você está contemplando um arco-íris".

"O sol está ficando mais quente, já é quase meio-dia, você já não vê mais ninguém... está andando sozinho, precisa parar um pouco, mas não vê nenhuma árvore - está um grande descampado".

Você, agora, está avistando ao longe, algumas árvores. Apressa o passo. Sabe que precisa chegar ao seu objetivo antes do anoitecer".

"Um som gostoso de água - parece cachoeira - lhe chega aos ouvidos. Você começa a descer um trecho, onde já avista lá embaixo, muitas árvores e uma linda queda d'água formando um lago".

"Aproveite e tenha seu merecido descanso. Tome banho, delicie-se com as frutas e a água cristalina... Dê um tempo pra você".

"As horas estão passando, já são quase três da tarde e você tem ainda um bom pedaço de caminhada. Um trecho de árvores e muita sombra...".

"A caminhada, a partir de então, oferece alguns riscos - cuidado com insetos, espinhos e cobras".

"O trajeto começa a ficar íngreme e você já avista a montanha, onde, lá em cima, está seu objetivo... Muitas pedras, as dificuldades são maiores, mas a parada que você fez e o vislumbre da chegada à reta final lhe dão um ânimo novo".

"Você já subiu mais da metade da montanha. Pára um pouco. Assenta-se numa pedra. Olha para baixo. Visualiza tudo o que ficou para trás. Avalia o quanto você já fez".

"Continua... O vento, agora sopra mais frio. Já são mais de quatro da tarde e você já pode avistar o topo. Falta pouco".

"Você está a alguns metros do topo da sua montanha, de chegar ao seu objetivo. O vento está muito forte, e você tem que redobrar os seus cuidados. Falta quase nada agora".

"Você está avistando o platô... Mas tem uma surpresa para você agora: ao longo de toda a montanha, tem um muro... um muro mesmo! Mas o que é que um muro está fazendo no alto da montanha?"

"Ok pessoal!... Vamos retornar, voltem às suas cadeiras. Terminou nossa viagem".

Dicas: O processamento pode ser guiado pelas seguintes perguntas:

Como foi realizar a vivência?

Conseguiram se concentrar?

Houve algum planejamento para solucionar o problema?

Conseguiram ultrapassar o obstáculo?

Observar se os participantes conseguem refletir sobre suas antigas atitudes.

Observações: Destinado a qualquer grupo, mesmo formado por pessoas não conhecidas.

Esta dinâmica pode ser aplicada em grandes grupos.

Tempo de aplicação: 60 minutos
Número máximo de pessoas: 0
Número mínimo de pessoas: 2

 

Como relaxar grupos - Rolo de barbante - Dinâmica contra o Cansaço Mental

Essa dinâmica é muito aplicada para relaxar grupos e equipes pois promove o relacionamento interpessoal, assertividade e comunicação o que alivia o cansaço mental e estimula a integração do grupo.

Materiais: Um rolo de barbante.

Procedimento: Os participantes devem se sentar em círculo .

O coordenador deve adquirir anteriormente um rolo grande de barbante. E o primeiro participante deve, segurando a ponta do barbante, jogar o rolo para alguém (o coordenador estipula antes ex: que gosta mais, que gostaria de conhecer mais, que admira, que gostaria de lhe dizer algo, que tem determinada qualidade, etc.) que ele queira e justificar o porquê!

A pessoa agarra o rolo, segura o barbante e joga para a próxima.

Ao final torna-se uma "teia" grande.

Dicas: Iniciar o processamento abrindo espaço para que os participantes façam comentários sobre sentimentos, dificuldades, facilidades e outros que o grupo julgar importantes.

Observações: Essa dinâmica pode ser feita com diversos objetivos e pode ser utilizada também em festas e eventos como o Natal e festas de fim de ano. Ex: Cada pessoa que enviar o barbante falar um agradecimento e desejar feliz festas.

Tempo de aplicação: 20 minutos
Número máximo de pessoas: 30
Número mínimo de pessoas: 10

Relaxamento em Dinâmicas de Grupo - Dinâmica Anti stress

Essa dinâmica de relaxamento e anti stress promove o relacionamento interpessoal, Foco em pessoas e o Trabalho em equipe seu principal objetivo é controlar o stress do grupo, promovendo confiança e comunicação não verbal.

Materiais: Nenhum.

Procedimento: Forme um círculo com os participantes em pé, e peça para que se virem de modo que cada um esteja de frente para as costas do próximo.

Peça para que ponham as mãos sobre os ombros da pessoa à sua frente, e que massageiem suavemente os ombros e o pescoço dessa pessoa.

Encoraje os massageados a manifestarem através dos sons e gestos, o que gostam e o que não gostam.

Convide-os a darem meia-volta e massagearem a outra pessoa.

Dicas: Verificar se o participante é espontâneo e o relacionamento interpessoal.

Observações: Esta dinâmica poderá ser realizada em grandes grupos e que seja aplicada em grupos que já possuam um certo grau de intimidade.

Tempo de aplicação: 10 minutos
Número máximo de pessoas: 0
Número mínimo de pessoas: 4

Dinâmicas de Relaxamento em Grupos e Equipes - Ouvir o som da chuva

Essa é uma técnica de relaxamento para aplicar em grupos onde o objetivo maior é relaxar a mente, motivar os participantes e estimular a imaginação.

Materiais: Nenhum.

Procedimento: O coordenador faz uma divisão do auditório em três grandes fileiras (se já tiver três blocos de cadeiras, melhor) e informa que vai ensinar como fazer chover.

O coordenador diz:

a. "Na primeira fileira, todas as pessoas começam esfregando as mãos, uma na outra. À proporção que eu for caminhando em direção às outras fileiras, as pessoas dessas fileiras começarão e continuarão fazendo o mesmo."
b. "Quando eu estiver voltando, essa última fileira começará a estalar os dedos, junto comigo, ao mesmo tempo, enquanto as demais continuam com os movimentos anteriores."
c. "Ao chegar de volta à fileira inicial, reinicia com esta, dessa vez batendo as palmas das mãos nas coxas, indo até a terceira fileira...continua com mãos esfregando, depois dedos estalando, depois mãos batendo nas coxas..."
d. “Vamos perceber exatamente o som da chuva: fininha, goteiras suaves e fortes"

Dicas: Observar o grau de disposição e envolvimento dos participantes.

Ressaltar a importância do envolvimento de todos quando se tem um objetivo a cumprir.

Observações: Esta dinâmica pode ser aplicada em grandes grupos.

Tempo de aplicação: 20 minutos
Número máximo de pessoas: 0
Número mínimo de pessoas: 20

Relaxamento e Concentração em Dinâmicas - Saci-pererê

O objetivo dessa dinâmica de concentração e relaxamento para grupos é que é uma atividade vitalizadora muito boa para início de atividades, sendo que o objetivo é alongar o corpo, descontrair a equipe e fazer uma boa integração.

Materiais: Não é necessário.

Procedimento: O orientador explica o seguinte:

“Nós vamos dobrar uma perna, segurando-a por trás com uma das mãos, até sentir uma leve dor na parte superior da coxa."

“Vamos fazer a mesma coisa com a outra perna."

“Agora, a gente escolhe a nossa melhor perna e vamos dar uma volta na sala, com uma perna só."

Dicas: Observar se os participantes estão descontraindo e conseguindo relaxar.

Tempo de aplicação: 10 minutos
Número máximo de pessoas: 20
Número mínimo de pessoas: 2

Dinâmica de Relaxamento para Sala de Aula, alunos e grupos de jovens - Cara pintada

Você pode usar essa dinâmica de relaxamento nas mais variadas atividades, sala de aula, com alunos, grupos de jovens, células, encontros, com adolescentes, enfim, em qualquer atividade que envolva grupos de pessoas, sejam crianças ou não.

Materiais: Música: Kitaro - Mandala; kits de pintura facial para crianças um para cada dupla de participantes; um espelho por participante; lenços umedecidos para limpeza do rosto.

Procedimento: Colocar os participantes em círculo, cada um com um espelho e o material de pintura à mão.

Este é um jogo de comunicação não verbal, portanto vamos manter silêncio.

Manter-se confortavelmente com as costas eretas e respirem profundamente por três vezes.

A cada vez que você respira, você vai ficando mais calmo, tranqüilo e relaxado.

Sinta a sua respiração e se sintonize com ela. (30 segundos)

Agora, imagine uma tela em branco na sua cabeça.

Nesta tela, vai passar uma reportagem. Esta reportagem vai ser sobre a maior felicidade que você já teve na vida. Lembre-se desse fato, e o veja passar como um filme na tela em sua cabeça.(30 segundos)

Agora, conforme o filme estiver passando, veja a sua própria face na tela.... Veja o que você expressa, como seus olhos irradiam felicidade, amor e paz. Veja o seu sorriso, a sua testa, seu queixo, suas bochechas. E veja que na sua face existe o melhor que você pode dar para o outro....(30 segundos)

Agora que você viu como a sua cara pode irradiar o que você tem de melhor para dar, você vai imaginar como seria pintar este melhor no seu rosto. E quando estiver pronto, você vai abrir os olhos, levantar, e em silêncio fazer essa pintura no seu rosto. Lembre-se de ficar em silêncio, concentre-se em si mesmo.(5 minutos)

Agora, ainda em silêncio, vamos deixar os espelhos e pinturas de lado, e vamos andar, mostrando nossa pintura e observando a dos outros.(1 minuto)

Agora, escolha um par e em silêncio sentem-se uns em frente aos outros.

Olhe para o rosto do seu par. O que o rosto pode lhe contar sobre ele? Como ele expressa essa felicidade? Ele expressa expansivamente? Ou timidamente? Ele mostra tudo, ou tenta esconder alguma coisa? Essa felicidade é pacífica ou agressiva?(30 segundos)

Agora, olhe nos olhos de seu parceiro. O que mais esses olhos mostram, que a pintura não pode mostrar? Veja o diamante que está dentro desses olhos... O que você pode tirar de bom daí? Veja a alma maravilhosa que está na sua frente... E, conforme você perceba o que pode ser acrescentado na pintura para ficar melhor ainda, passe a completar a pintura na cara do seu parceiro.

Vocês têm 5 minutos pra isso, podem fazer alternadamente, em 2,5 minutos cada um, ou os dois ao mesmo tempo, como preferirem. O importante é manter o silêncio...(2,5 minutos)

Já passou metade do tempo, se forem trocar, troquem agora (2,5 minutos)

Agora larguem as pinturas, peguem os espelhos e vejam como ficou o rosto de cada um de vocês....

Vocês podem escolher limpar o rosto com os lenços umedecidos, ou ficar pintados mesmo, se tiverem gostado muito. Se forem limpar, limpem agora...(1 minuto)

Agora, vocês têm 5 minutos para compartilhar com o seu parceiro o que sentiram (2,5 minutos)

Já passou metade do tempo, se apenas um falou, troquem agora (2 minutos)

Agora, vamos nos sentar em círculo e compartilhar no grupo grande...

Dicas: Iniciar o processamento abrindo espaço para que os participantes façam comentários sobre sentimentos, dificuldades, facilidades e outros que o grupo julgar importantes.

Verificar o relacionamento interpessoal, a cooperação, a criatividade e a comunicação.

Observações: É importante que os participantes tenham tempo para colocar tudo o que quiserem na pintura. Tanto na primeira quando na segunda fase, dê um tempinho mesmo que todos tenham terminado? Alguém pode pintar mais alguma coisa.

Tempo de aplicação: 45 minutos
Número máximo de pessoas: 30
Número mínimo de pessoas: 8

Seleção de Dinâmicas de Autoconhecimento, Auto Estima e Reflexão para empresas e grupos de trabalho

Auto conhecimento através de dinâmicas - Minha vida pelas figuras - conhecimento de si

O objetivo dessa dinamica de auto-conhecimento é estimular os participantes a desenvolver confiança e flexibilidade no relacionamento interpessoal.

Materiais: Figuras diversas (pessoas, formas, animais) de jornais; revistas em branco e preto ou colorido.

Procedimento: Individualmente, solicitar que os participantes pensem (ou escrevam) a história da sua vida (familiar, afetiva, profissional), por aproximadamente 10 minutos.

Espalhar figuras pelo chão (ou mesa grande) para que cada um procure aquela que mais se identifica.

Importante, nesta técnica, ter disponível muito maior número de figuras do que de participantes, para que fiquem à vontade na escolha.

Sucintamente, solicitar que cada participante conte a história de sua vida através da figura, onde dirá o que chamou sua atenção sobre ela.

Dicas: Pontos para discussão:

Como você se sentiu ao realizar a atividade?
Como foi falar de você para o grupo?
Como foi ouvir os colegas falando sobre suas vidas?

Observações: Pode-se eliminar a fase de reflexão individual.

Tempo de aplicação: 50 minutos
Número máximo de pessoas: 15
Número mínimo de pessoas: 2

Dinâmica de Reflexão - Passado, presente e futuro

O objetivo dessa dinâmica é o foco em pessoas através do auto desenvolvimento, auto percepçaõ e a auto reflexão.

Materiais: Fita adesiva colorida (3 cores); sulfite; canetas; lápis de cor; objetos de uso pessoal (individual).

Procedimento: No chão da sala, o coordenador deve, com as fitas coloridas, colar 3 linhas paralelas (2m comprimento) mantendo um espaço de aproximadamente 2 passos largos entre elas.

Os espaços representam, respectivamente, passado, presente e futuro, em relação à vida pessoal, profissional ou outra questão abrangente pertinente.

Individualmente e em absoluto silêncio, cada participante coloca-se em pé dentro do espaço PASSADO e verifica como se sente.

Então, através de desenhos ou com um objeto pessoal, o participante vai representar esse sentimento e deixá-lo no espaço.

O mesmo processo é feito para PRESENTE e FUTURO com o tempo aproximado de 5 minutos para cada espaço.

Em grupo aberto cada um traduz em palavras seus sentimentos e o porquê dos desenhos e/ou escolha dos objetos.

Dicas: Iniciar o processamento abrindo espaço para que os participantes façam comentários sobre sentimentos, dificuldades, facilidades e outros que o grupo julgar importantes.

Observar as aspirações dos participantes, se estão se conhecendo e como reagem com as declarações dos colegas.

Tempo de aplicação: 35 minutos
Número máximo de pessoas: 15
Número mínimo de pessoas: 2

Dinâmicas de Autoconhecimento para Vendedores - As maiores histórias

Essa dinâmica de auto conhecimento para vendedores e equipes de venda tem por objetivo estimular a autoconfiança e a motivação.

Materiais: Um certificado ou "prêmio" divertido para cada vendedor.

Procedimento: Peça aos vendedores que pensem em sua maior realização em vendas até hoje. Pode ser sua maior venda ou mesmo uma pequena venda que tenha sido especialmente desafiadora.

Após um curto período de tempo, peça aos vendedores que tomem mais alguns minutos para identificar o que, especificamente, fizeram que tornou esta sua maior realização em vendas e qual o efeito que esses esforços tiveram sobre o cliente.

Peça a cada participante que fique de pé e conte ao grupo sobre sua maior façanha.

Dê a cada vendedor um "prêmio" em reconhecimento de sua realização.

Dicas: Perceber se o participante tem um bom auto-conhecimento, se comunica-se de forma clara e articulada e se está motivado.

Tempo de aplicação: 15 minutos
Número máximo de pessoas: 15
Número mínimo de pessoas: 2

Quais são meus Direitos assertivos? Dinâmicas de Assertividade

O principal objetivo dessa dinâmica de assertividade e autoconhecimento é a exploração da auto-afirmação, suas ligações e seus limites em prol do crescimento pessoal e profissional dos colaboradores.

Materiais: Para cada participante: Folhas e lápis, Folha "Direitos Assertivos: Eu tenho direito", Folha "Direitos Assertivos: Os outros têm direito de receber de mim".

Procedimento: Solicita-se aos participantes que identifiquem individualmente os direitos que crêem ter na família, no trabalho e na sociedade.

Se formam subgrupos e se pede que destaquem, com as contribuições de cada participante, pelo menos cinco direitos que o subgrupo crê ter no ambiente familiar, do trabalho e social.

Quanto terminarem, cada subgrupo lerá suas conclusões pedindo-se que se expliquem separadamente cada um dos pontos solicitados.

O facilitador pede então que, dado que foram determinados estes direitos, passem a determinar aqueles direitos os membros de sua família, os colegas de trabalho e a sociedade têm direito de receber de cada participante.

O facilitador conduz um processo para que o grupo analise como se pode aplicar o aprendizado obtido em sua própria vida.

DIREITOS ASSERTIVOS

(folha para o participante)

EU TENHO DIREITO:

Em minha casa a...

Em meu trabalho a...

Em meu grupo de amizades a...

(Folha para o participante)

OS OUTROS TÊM O DIREITO DE RECEBER DE MIM:

Em minha casa a...

Em meu trabalho a...

Em meu grupo de amizades a...

Tempo de aplicação: 45 minutos
Número máximo de pessoas: 25
Número mínimo de pessoas: 4

 

Dinâmicas e Autoconhecimento - Carta a si próprio

Como objetivo principal dessa dinâmica de autoconhecimento está a comunicação, assertividade e autoconfiança nas atitudes da vida pessoal e vida profissional.

Materiais: Envelope; folha de papel sulfite; caneta.

Procedimento: Individualmente, cada participante escreve uma carta a si próprio, como se estivesse escrevendo a seu (sua) melhor amigo(a).

Dentre os assuntos, abordar: como se sente no momento, o que espera do evento (curso, seminário, etc.), como espera estar pessoal e profissionalmente daqui a 30 dias.

Destinar o envelope a si próprio (nome e endereço completo para remessa).

O coordenador recolhe os envelopes endereçados, cola-os perante o grupo e, após 45 dias aproximadamente, remete ao participante (via correio ou malote).

Dicas: Questões para o processamento:

Cada um pode falar um pouco sobre o conteúdo de suas cartas, colocando suas expectativas em relação ao treinamento e a sua vida.

Questionar os participantes sobre como se sentem ao expor questões pessoais ao grupo e ao ouvir os colega.

Perceber se o participante faz planejamentos antes de executar determinada tarefa.

Verificar se o participante teria, tem ou terá algum tipo de comprometimento com a empresa.

Observações: Esta dinâmica pode ser aplicada em grandes grupos.

Tempo de aplicação: 20 minutos
Número máximo de pessoas: não tem
Número mínimo de pessoas: 2

Colocando-me no seu lugar - Dinâmicas sobre Relações Interpessoais

Ao aplicar essa dinâmica de relações interpessoais e de autoconhecimento promoverá uma reflexão sobre o impacto que o comportamento e as características pessoais de cada um causam nos demais.

Procedimento: O instrutor pede para que um participante, de cada vez, posicione-se diante de uma cadeira vazia.

Cada um deve imaginar-se sentado nela e ouvindo o feedback de seu superior, seu colega ou seu subordinado.

A pessoa deve falar como se fosse aquele parceiro.

Dicas: Pontos para discussão:

Como você se sentiu ao dar um feedback para você mesmo?
Como você se sentiria ao receber um feedback desta forma?
Como ocorrem os processos de feedback dentro da sua empresa? De que forma seria possível melhorar estes processos?

Observações: Nos mesmos moldes do exercício anterior, é possível fazer uma variação dessa dinâmcia, só que agora, fornecendo o feedback ao parceiro, que hipoteticamente está sentado na cadeira, e depois, sentando-se na cadeira reage como aquelas pessoas normalmente reagem. Duas pessoas (A e B) do grupo dialogam, só que trocando sua personalidade, ou seja, A age como se fosse B e vice-versa.

Tempo de aplicação: 30 minutos
Número máximo de pessoas: 15
Número mínimo de pessoas: 2

Dinâmica para despertar a Autoconfiança - Eu sou alguém

Com a autoconfiança e a auto-estima em alta qualquer colaborador atingirá suas metas, tanto no meio empresarial quanto em sua vida pessoal, essa dinâmica de autoconfiança passa valores que devem ser identificados e trabalhados ao longo de toda a vida.

Materiais: Folhas de papel; caneta ou lápis.

Procedimento: Em círculo, os participantes deverão estar sentados.

Distribuir uma folha para cada um, pedindo que liste no mínimo dez características próprias, colocando de um lado as que facilitam sua vida e do outro as que dificultam. Dar tempo para isso.

Em plenário cada um vai verbalizar:

a. Qual o lado que pesou mais?
b. O que descobriu sobre você mesmo, realizando a atividade?

Dicas: Iniciar o processamento abrindo espaço para que os participantes façam comentários sobre sentimentos, dificuldades, facilidades e outros que o grupo julgar importantes.

Verificar se os participantes têm um bom auto-conhecimento e como reagem as declarações do colegas.

Observações: Com este trabalho é possível conhecer os participantes e permitir a verbalização dos sentimentos referentes a si próprios.

Tempo de aplicação: 25 minutos
Número máximo de pessoas: 20
Número mínimo de pessoas: 2

O melhor de mim - Dinâmica para estimular a criatividade

Essa dinâmica de criatividade tem por objetivo proporcionar aos participantes uma auto-avaliação, criatividade e oferecer aos demais companheiros um pouco de si.

Materiais: Cartolinas de cores variadas e suaves; revistas usadas; cola; tesouras; fita gomada; pincéis coloridos.

Procedimento: Colocar o material à disposição dos participantes e dizer-lhes que: "Vocês vão construir um cartaz, utilizando todos esses recursos, que retrate ou represente o melhor de vocês"

Durante quarenta minutos aproximadamente, os participantes deverão usar toda a sua criatividade e elaborar, com frases ou figuras, um cartaz que diga ou sintetize o "MELHOR DE VOCÊ"

Ao ser concluído, o coordenador orienta que cada participante deve fixar o seu cartaz na parede.

Os cartazes deverão ficar afixados até o final do evento.

O dono do cartaz deve retirá-lo da parede e dizer ao grupo o que significa.

Em seguida, deve oferecer o "MELHOR DE VOCÊ" a um dos participantes do grupo, ressaltando o quanto àquela pessoa é especial, por isso merece o seu cartaz.

Escolher uma boa música para o momento dos cartazes.

Dicas: Iniciar o processamento abrindo espaço para que os participantes façam comentários sobre sentimentos, dificuldades, facilidades e outros que o grupo julgar importantes.

Observar se os participantes têm facilidade para expressar o que pensam e o que sentem.

Verificar se os participantes tem um bom auto-conhecimento e são criativos.

Tempo de aplicação: 2 horas
Número máximo de pessoas: 10
Número mínimo de pessoas: 2

Desenvolver a Super autoestima e o autodesenvolvimento

Essa dinamica de auto estima tem por objetivo estimular o relacionamento interpessoal, a comunicação e apresentar conceitos do que é auto-estima, como desenvolve-la e aplica-la no dia-a-dia da empresa.

Materiais: Folhas de papel de acordo com o número de participantes.

Procedimento: Verifique se todos sabem o que é auto-estima. Se não souberem, explique que auto-estima é a forma como uma pessoa se sente a respeito de si mesma, e que a auto-estima está estreitamente relacionada com o contexto social onde vivemos (família, escola, amigos, trabalho).

Diga ainda que todos os dias enfrentamos situações que afetam nossa auto-estima. Dê exemplos.

Entregue uma folha de papel em branco dizendo que ela representa a nossa auto-estima.

Explique que você lerá uma lista de situações que podem prejudicar a nossa auto-estima.

Diga que, a cada vez que você ler uma frase, eles deverão arrancar um pedaço da folha na proporção do prejuízo que essa situação traz à sua auto-estima.

Exemplifique: Leia a primeira frase e diga "isso me afeta muito" e rasgue um pedaço grande do papel, ou isso "não me afeta muito" e rasgue um pedaço pequeno da folha.

Leia as frases abaixo. Depois de ler todas as frases, diga que agora vão recuperar a auto-estima aos pedaços também. E a cada frase vão juntando os pedaços de papel rasgados.

Frases que podem afetar a auto-estima:

a. Uma briga com o namorado/a.
b. O chefe criticou o seu trabalho na frente de todos os colegas.
c. Seu pai ou sua mãe brigou com você.
d. Um grupo de amigos íntimos não o(a) convidou para um passeio.
e. Você tirou péssimas notas.
f. Seus colegas zombaram de você por causa da sua roupa (ou cabelo).

Frases para recuperar sua auto-estima:

a. Seus colegas de classe o(a) escolheram como líder.
b. Seu(sua) namorado(a) mandou-lhe uma carta de amor.
c. Seu pai ou sua mãe disseram que você é a coisa mais importante da vida deles.

Dicas: Discussão e reflexão:

Todos recuperaram sua auto-estima?
Qual foi a situação que mais afetou sua auto-estima?
O que podemos fazer para defender nossa auto-estima quando nos sentimos atacados?
Como podemos ajudar nossos amigos e familiares quando a auto-estima deles está baixa?

Observar e questionar os participantes sobre sua auto-estima, comunicar e expor o que pensa.

Tempo de aplicação: 30 minutos
Número máximo de pessoas: 20
Número mínimo de pessoas: 2

Dinâmica Vestidos para o sucesso - Autoconhecimento para Equipes de Vendas

Objetivo principal é elevar o nível de consciência da importância da boa aparência para pessoal de vendas.

Materiais: Selecione várias fotos de pessoas em revistas e anúncios impressos. As fotos devem representar uma população que seja a mais diversa possível. As fotos não devem retratar pessoas famosas ou reconhecíveis.

Procedimento: Divida os vendedores em grupos de três ou quatro pessoas e de a cada grupo várias fotografias para examinar.

Diga a eles que discutam entre si as impressões que têm dessas pessoas com base unicamente em suas aparências nas fotos.

Após cerca de cinco minutos, peça que alguns voluntários relatem as impressões de cada grupo, ressaltando aquelas que foram de maior consenso entre o grupo.

Solicite que todos falem sobre quais as impressões que compradores poderiam ter deles (dos vendedores) com base em suas aparências.

Dicas: As perguntas a seguir auxiliam a verificar se o participante compreende a importância da boa aparência no ramo de vendas; De que forma a aparência influencia nas vendas?; O que pode influenciar no tipo de aparência que um vendedor deve ter?; Quais tipos de vendedores existem e que cuidados eles devem ter com a sua aparência?

Para encerrar a atividade, é importante reforçar que cada um deles é o responsável pelas impressões que está causando no cliente, devendo, assim, estar sempre atentos aos reflexos de sua aparência. A atividade pode ser encerrada com a seguinte pergunta:

Após esta atividade o que cada um de vocês acha que pode melhorar em sua aparência?

Observações: Enfatize que o objetivo desse jogo não é debater se essas primeiras impressões são justas ou não.

Os vendedores devem focar unicamente em que impressão sua aparência causa nos compradores potenciais.

Tempo de aplicação: 25 minutos
Número máximo de pessoas: 25
Número mínimo de pessoas: 3

 

Dinâmicas de Grupos para desenvolver Aprendizagem e Competências - Aprendizado

Coisas Boas e Coisas Ruins - Aprendizagem e auto-desenvolvimento

Materiais: Canetas e cartões na cor verde e na cor amarela em quantidade suficiente para os participantes.

Procedimento

1. O facilitador distribui a cada participante dois cartões: um verde e outro amarelo, instruindo ao grupo que, individualmente, devem escrever no cartão verde coisas boas (aquilo que lhe dá prazer) a respeito da vida, do ambiente de trabalho, do assunto debatido ou de um processo específico a ser abordado.

2. No cartão amarelo pede-se que escrevam as coisas ruins, aquilo que lhes incomodam e causam desconforto.

3. Após todos terem escrito, os cartões devem ser depositados em montes distintos no centro do grupo.

4. O facilitador pega aleatoriamente um dos cartões, lê em voz alta para o grupo e abre espaços para comentários.

5. O facilitador deve deixar o grupo falar à vontade, esvaziando-se das mágoas, ressentimentos e desconfortos do processo.

Tempo de aplicação: 45 minutos
Número máximo de pessoas: 20
Número mínimo de pessoas: 3

Dinâmicas de Grupos para Aprendizagem e Liderança

Materiais: Uma folha de papel e uma caneta para cada participante.

Procedimento para a Dinâmica de aprendizagem de liderança

1. Pedir para que os participantes formem grupos.

2. Cada grupo deverá receber uma folha com a frase abaixo:

“Um verdadeiro líder sabe tudo, fala pouco e faz o resto.”

3. Pedir para que dividam esta frase em três parágrafos e posteriormente comentar sobre cada um deles.

4. Após terminar o que foi pedido, os grupos devem se separar.

5. Individualmente, os participantes vão completar a frase a baixo, escrevendo uma redação de mínimo 20 linhas:

Era uma vez um reino com todos os seus personagens. Então...

6. Peça para que os participantes comentem, brevemente, suas redações.

Dicas:

1. Questionar os participantes sobre como foi realizar a atividade e como se sentiram nos dois momentos. Promover uma discussão a respeito das lideranças dentro dos grupos.

2. Perceber se surgem lideranças, se conseguem trabalhar melhor em equipe ou individualmente e se os participantes são criativos.

Tempo de aplicação: 1 hora
Número máximo de pessoas: 25
Número mínimo de pessoas: 5

Dinâmica para Memorização de Nomes e Entrosamento inicial de grupos e equipes

Procedimento:

1. Todos devem estar sentados em círculo.

2. O coordenador diz: "Eu vou dizer o meu nome, o meu vizinho da direita dirá o meu nome e o dele, o próximo continuará até que o último diga o nome de todos e o seu próprio."

3. Quando todos tiverem terminado, repete-se no sentido inverso.

Dicas

1. Observar se o participante tem boa memória e atenção.

2. Estar vendo se está ocorrendo integração.

Tempo de aplicação: 15 minutos
Número máximo de pessoas: 25
Número mínimo de pessoas: 2

Dinâmicas de Apresentação - Entrosar equipes e grupos de trabalho, alunos, vendedores e colaboradores

 

Apresentação pessoal - A teia do envolvimento

Para essa dinamica de apresentação, reuna 2 ou mais participantes.

Materiais: Um rolo de barbante.

Procedimento

Distribuir os participantes pela sala e móveis por todo o espaço.

Pegar o rolo de barbante, amarrar a ponta em seu dedo indicador e apresentar-se ao grupo.

Escolher uma pessoa e, avisando-a para segurar, arremesse cuidadosamente para ela o rolo de barbante.

Pedir, agora, para que dê uma volta com o barbante no dedo indicador e fazer o mesmo que o coordenador, ou seja, que se apresente.

Deverá arremessar o rolo para outra pessoa, mantendo o fio retesado. O jogo prosseguirá nessa dinâmica, até que o ultimo jogador faça a sua apresentação.

A partir desse momento, pedir para que todos visualizem o emaranhado que o barbante provocou.

Sugira que busquem verificar a forma criada com os arremessos do rolo de barbante.

Por fim, pedir para que o último jogador desenlace o fio de seu dedo, arremesse o rolo ao jogador anterior a ele, isto é, ao que tem o laço anterior ao dele, e apresente o colega.

Oriente-o para que tente relembrar o mais fielmente possível o que o mesmo havia dito. Em caso de esquecimento do nome do colega, será permitido olhar para seu crachá. Caso não consiga relembrar com fidelidade, é permitido qualquer tipo de ajuda por parte dos colegas.

O jogo prossegue nessa sistemática até que o rolo chegue às mãos do coordenador. Portanto, ele deverá apresentar a turma à última pessoa. Caso o grupo tenha 30 pessoas, a atividade consumirá cerca de 80 ou 90 minutos.

Dicas

Observar se os participantes estão se integrando, se estão atentos e se têm facilidade para se expressar.

Tempo de aplicação: 90 minutos
Número máximo de pessoas: 30
Número mínimo de pessoas: 2

A minha vida - Dinâmica de Grupo de Apresentação pessoal

Essa é uma dinâmica de apresentação que traz excelentes resultados para o grupo ou equipe que está iniciando suas atividades.

Materiais: Folhas de papel A4, canetas ou tintas.

Procedimento

O coordenador explica a finalidade e os objetivos da atividade.

Em seguida, pede às pessoas que se dividam em grupos de 4 ou 6 para falarem das suas experiências na infância. Algumas sugestões:

a. Em que idade foste para a escola?
b. Ligação escola/Igreja?
c. Onde passavas as férias?
d. Tiveste que tomar conta dos teus irmãos?
e. Quais eram os teus jogos preferidos?
f. Quais são as tuas recordações mais marcantes?

O coordenador pergunta o que as pessoas acharam mais interessante no exercício e pede para comparar, a nível político e social, as diferenças de ambiente e as várias influências, pedindo também aos participantes que ilustrem as suas idéias com imagens ou desenhos.

Dicas

Iniciar o processamento abrindo espaço para que os participantes façam comentários sobre sentimentos, dificuldades, facilidades e outros que o grupo julgar importantes.

Observar a como ficam os participantes com as declarações dos colegas e se está ocorrendo integração.

Observações

O coordenador deverá ter em conta que o exercício não se pode tornar numa análise psicológica mas sim na percepção de costumes diversificados como a comida, a língua ou a religião.

Tempo de aplicação: 45 minutos
Número máximo de pessoas: 20
Número mínimo de pessoas: 10

Características e manias - Dinâmicas de Apresentação para Equipes e Grupos

Reúna o grupo e tenha em mãos os seguintes materiais: Folhas de papel sulfite; canetas.

Procedimento

Peça a cada participante escrever duas características e duas manias dele, de tal forma que os colegas não possam ver.

O coordenador recolhe as anotações, embaralha-as e as redistribui para o grupo, de tal forma que ninguém sai com o seu próprio.

Cada participante irá, através de mímica, interpretar as características e manais que recebeu.

O grupo tenta adivinhar que características e manias são essas.

Após todos terem dramatizado, o autor explica o porque de sua escolha.

Abre-se para plenárias, comentários do grupo.

Dicas

Analisar se os participantes estão atentos, se têm boa percepção, se estão se integrando e como reagem com as revelações pessoais do colega.

Tempo de aplicação: 15 minutos
Número máximo de pessoas: 10
Número mínimo de pessoas: 2

 

 

 

 
 
DINÂMICAS

 

 Dinâmica de grupo:

 

1– A BALA

 

Objetivo: Despertar a importância do outro, despertar a solidariedade, perceber o nosso individualismo, descobrir a importância de se buscar soluções em conjunto com outras pessoas.

Material: Algumas balas, dois cabos de vassouras ou duas varas e barbante.

 

Desenvolvimento: Pedem-se dois voluntários para abrir os braços. Por a vara ou o cabo de vassoura nos ombros acompanhando os braços, amarrar os braços abertos na vara, para não dobrar. Pôr as balas numa mesa e pedir aos dois para chuparem as balas sem dobrar os braços que estão amarrados.

 

Analisar a dinâmica:

Como se sentiram? (pergunta-se aos dois);

O que o grupo observou?

Poderia ter sido diferente? Por que os dois agiram assim?

Isso tem alguma coisa com o nosso dia-a-dia?

O que acharam da dinâmica?

 

2- VARINHAS QUE NÃO SE QUEBRAM

 

1- Preparar previamente um feixe de varinhas mais ou menos da mesma espessura e tamanho.

2- Pedir que um dos participantes pegue uma delas e a quebre (o que fará facilmente).

3 Pedir que esse mesmo participante quebre ao mesmo tempo cinco varinhas, todas juntas num só feixe (será mais difícil).

4- Solicitar, por fim, que esse participante quebre todas as varinhas de uma só vez; se não conseguir, poderá chamar um ou mais companheiros para ajuda-lo.

5- Pedir que os participantes falem sobre o que observaram, sentiram ou concluíram.

6- Terminar com uma reflexão sobre a importância de estarmos unidos em comunidade para não “quebrarmos facilmente”. Pode-se comparar o “isolado” a um bambu solitário num campo, ao sabor do vento que o joga de um lado para o outro.

 

3- IGREJA INDIVIDUAL E IGREJA COMUNIDADE

 

Dividir  o quadro ou uma cartolina em duas partes. Na primeira pedir que os participantes de um grupo ou lideranças de uma comunidade façam um traço, um risco ou algo assim, apenas um para cada participante

 Depois  pedir que no segundo espaço se faça mais um traço, mas agora um traço para a construção de um Igreja, ou algo semelhante. Realizar os traços até que o desenho tome a forma de uma Igreja.

Comparar os desenhos e refletir um, pouco sobre a situação da comunidade, lideranças, participação...

 

 

4-DENTRO E FORA DO CORAÇÃO

 

Primeiro Momento :
Colocar o cartaz com o desenho do coração no centro da sala. Cada pessoa escreve, fora do coração, uma palavra que expresse o que vê e ouve das pessoas da comunidade a respeito do mundo das drogas e das vítimas da dependência.

Segundo Momento :
Escreve dentro do coração uma palavra que expresse o que está sendo feito para mudar a problemática das drogas em nossa comunidade e na sociedade de modo geral.

Terceiro Momento:
Pedir aos jovens que comparem o que está escrito dentro e fora do coração.

Quarto Momento:
Nossa comunidade tem agido com misericórdia para com as vítimas das drogas?

OBS: Esta dinâmica pode ser realizada com outros temas, por exemplo, uma realidade da comunidade, liderança, pobreza, uma avaliação de um grupo e outros motivos presentes no momento. Pode tanto ser realizada com jovens como com adultos.

 

 

 

 

 

 

5-TUBARÃO

 

 Material :
Um local espaçoso.

Como Fazer:
1. O animador explica a dinâmica: "Imaginem que agora estamos dentro de um navio, e neste navio existem apenas botes salva-vidas para um determinado número de pessoas. Quando for dita a frase 'Tá afundando', os participantes devem fazer grupos referentes ao número que comporta cada bote, e quem ficar fora do grupo será 'devorado' pelo tubarão" (deve ser escolher uma pessoa com antecedência).
2. O número de pessoas no bote deve ser diminuído ou aumentado, dependendo do número de pessoas.

Conclusão:
a) Quem são os tubarões nos dias de hoje?
b) Quem é o barco?
c) Quem são os botes?
d) Alguém teve a coragem de dar a vida pelo irmão?

 

6-NÓ

 

OBJETIVO. Fortalecer o relacionamento, diminuir as distâncias,

Estar a tento ao outro e suas necessidades,

Saber caminhar com o outro e ajuda-lo.

DURAÇÃO. 20 a 30 min.

N°DE PARTICIPANTES - No mínimo 6

COMO FAZER - Iniciar com um circulo. Cada participante deve decorar o nome de quem está do seu lado esquerdo e do seu lado direito. O dirigente vai motivar para que se desfaça o circulo e que circulem, pensando sobre um assunto (relacionamento humano). Ao sinal vão se aproximando do dirigente, bem perto, cada vez mais perto. Ir observando as dificuldades de nos aproximarmos mais uns dos outros. Quando estiver todos bem próximos o dirigente pede que sem sair do lugar se dêem as mãos (a direita para quem estava a sua direita e a esquerda para quem estava a sua esquerda)... Vai se criando um nó. E aos poucos sem soltar das mãos tendo que voltar a roda inicial. Uns vão ter que abaixar, levantar para o outro passar...

PARTILHAR - fazer as observações , partilhar os sentimentos anseios, dificuldades...

 

7-CONFIANÇA

 

Objetivos:
Dinâmica com o objetivo de ver se o grupo todo confia nos seus integrantes.

Como Fazer:
1 - Cada dois ou três reunem-se e um dos três deve estar com os olhos vendados.
2 - Os outros dois vão guiá-lo por um circuito criado pelo grupo onde devem haver "obstáculos".
3 - Os que estão com os olhos vendados devem confiar cegamente nos que estão os guiando.
4 - Depois mudam-se os trios ou duplas, muda-se um pouco o circuito, e repete-se o exercício com aqueles que não tiveram seus olhos vendados ainda.
5 - Depois, em uma conversa aberta, vê-se quem foram as pessoas que confiaram, ou não, em suas duplas!

 

8-A VELA E O COPO

 

Objetivo:
Mostrar que nada sobrevive, quando uma pessoa se sente prisioneira de alguém ou de si mesma.

Material:
Uma vela, fósforos e um copo de vidro transparente.

Como Fazer:

1. Colocar uma vela sobre a mesa e acende-la cuidadosamente. Deixar que se queime por alguns segundos.
2. Em seguida, pegar um como transparente e, cuidadosamente e lentamente, colocar sobre a vela. Aos poucos, ela se apagará.
3. Deixá-la assim e pedir que as pessoas falem o que sentiram ou observaram, quando viram a experiência.

9-COMPRIMIDO PARA A FÉ 

 

Material:
Três copos com água. Três comprimidos efervescentes. (aqueles com envelope tipo sonrisal)

Como Fazer:
1. Colocar três copos com água sobre a mesa.
2. Pegar três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem.
3. Pedir para prestarem atenção e colocar o primeiro comprimido com a embalagem ao lado do primeiro copo com água.
4. Colocar o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a embalagem.
5. Por fim, retirar o terceiro comprimido da embalagem e colocá-lo dentro do terceiro copo com água.
6. Pedir que os participantes digam o que observaram.

Utilidade Pastoral:

Nós, Templo do Espírito Santo. A graça de Deus na vida do cristão.

 

10-CONSTRUÇÃO DO BONECO

Objetivo:
Mostrar que tudo que é feito em equipe participativa fica mais bem-feito e melhor.

Material:
Pincel, tesoura e fita adesiva.

Como Fazer:

1. O coordenador da dinâmica deve montar dois grupos, com 13 pessoas em casa um.
2. O primeiro grupo deverá montar um boneco, usando folhas de jornal, mas trabalhando em equipe. Para isso, deverá trabalhar em um conto da sala onde não possam ser visualizados pelas pessoas que não participam dos grupos.
3. O segundo grupo deverá montar o mesmo boneco. Cada pessoa do grupo deverá confeccionar uma parte do boneco, onde não poderão dizer para ninguém que parte é a sua e nem mostrar (para que isto ocorra e recomendado que sentem longe um dos outros).
4. O Boneco deve ser confeccionado na seguinte ordem:

1ª pessoa: cabeça.

2ª pessoa: orelha direita.

3ª pessoa: orelha esquerda.

4ª pessoa: pescoço.

5ª pessoa: corpo (tronco).

6ª pessoa: braço direito.

7ª pessoa: braço esquerdo.

8ª pessoa: mão direita.

9ª pessoa: mão esquerda.

10ª pessoa: perna direita.

11ª pessoa: perna esquerda.

12ª pessoa: pé direito.

13ª pessoa: pé esquerdo.
5. Dar um tempo de aproximadamente 10 minutos para a montagem dos bonecos.
6. Os participantes do segundo grupo não poderão ser visualizados, de modo que irão confeccionar partes de tamanhos diferentes, porque não trabalharam em equipe.
7. Pedir para as equipes montarem na parede, com a ajuda de uma fita adesiva, seus respectivos bonecos.
8. Conseqüências:

a) A 1ª equipe terá um boneco mais uniforme, formado de partes proporcionais;

b) A 2ª equipe, por não terem trabalhado juntos. Fez seu boneco com braços, pernas e outros membros de tamanho desproporcionais.

Conclusão:
Pedir para os grupos falarem o que observaram, bem como as pessoas que não participaram dos grupos, e que conclusão tiraram disso tudo.

 

 

11-EU E MEU GRUPO

 

Objetivos:
Avaliar o grupo e a contribuição de cada um de seus membros.

Como Fazer:
1. Cada um responde em particular às perguntas:
a) que me agrada no grupo?
b) que não me agrada?
c) que recebo dele?
d) o que deixaria de ganhar se ele se acabasse?
e) que recebo de cada pessoa?
f) que ofereço ao grupo?
g) qual foi a maior tristeza?
2. Cada um responde o que escreveu.
3. É importante ressaltar que não se trata de discutir em profundidade, mas principalmente de se escutarem reciprocamente.
4. Depois de ouvir todo mundo, fazer uma discussão do que fazer para que o grupo melhore.

   12-BRINCADEIRA  DOS OBJETOS

 

Material: objetos variados 

Colocar os objetos no chão enquanto os participantes (dois, três), estão olhando os objetos e pedir para pisar . Depois tirar os participante do lugar e vendar o primeiro (enquanto isso os outros tiram os objetos do chão). A pessoa vai cuidadosamente pisar no chão, mas não tem nada. E assim continua com os outros vendados.

 

13-DINÂMICA DO COMPANHEIRISMO

 

Material: folhas de jornal e música .

*Colocar algumas folhas de jornal no chão para  integrantes da brincadeira. A música alta, depois baixa o volume e organizador da brincadeira diz – “O navio afundou cuidado com os tubarões”. Os integrantes procuram abrigo nas ilhas (os jornais). Cada vez se tira jornais do chão e assim se repete, até ficar a última folha e todos ter que ficar naquele único jornal. 

- SIGNIFICADO: Que nessa hora não devemos ter egoísmo, e sim vontade de ajudar o próximo. 

 

14-DINÂMICA DA FLOR

 

Material: flores feitas de folha de ofício e uma bacia com água.

*Colocar as folhas na bacia com água, a flor vai se abrindo aos poucos.

- Pode ser para uma dinâmica para amizade como para família ,ou como achar melhor.

-SIGNIFICADO: Nos colocarmos no lugar daquela flor , será que estamos ajudando e abrindo o nosso coração  para a sociedade ou para família e amigos. 

 

 

 

 

 

15-DINÂMICA DA REALIDADE DA VIDA

 

Material: papel com características da vida (prostituta, drogados, bêbado, ladrão, mentiroso ,padre, leigo, cristão, missionário, etc;)

 *Colocar na testa de cada participante e num círculo ficam passando , se olhando sem nada a dizer

 (pedir para cada participante reagirem como reagiriam diante dessas pessoas ,dessas características). Depois cada um olha o que tem na testa e fala como foi que se sentiu diante dos olhares , cada um passa uma mensagem de como acha que deve reagir nessas situações.

 

16 – A FRASE QUEBRA-CABEÇA

 

  1. Formar dois grupos, em círculo, com seis ou sete pessoas em cada um. Pedir para que se sentem, no chão, com um pequeno espaço entre um e outro.
  2. Os demais participantes ficarão observando tudo silenciosamente.
  3. Para cada grupo entregar dois envelopes contendo em cada um uma frase com suas letras separadas. O grupo deverá descobrir a frase que deverá ser montada com as letras e, ao mesmo tempo monta-la no chão.
  4. No primeiro envelope, colocar a seguinte frase com as letras recortadas e embaralhadas:

A VOCAÇÃO MORRE NO ISOLAMENTE.

  1. No segundo grupo, colocar a seguinte frase:

UM GRUPO FECHADO NÃO SOBREVIVO.

  1. Como você pode observar, as duas letras finais de cada frase foram trocadas propositalmente. O grupo deverá montar a frase e, ao chegar na letra final, após ler o sentido da frase, perceberá que a letra poderá estar no grupo vizinho.
  2. Para que a frase seja montada, o coordenador poderá dar pistas da seqüência das palavras que ainda faltam. Ou com que sílaba começam. Poderá, ainda, dizer quando acertaram.
  3. Todas as pessoas do dois grupos irão falar:
    • O que aprenderam com a dinâmica ;
    • O que observaram no comportamento dos participantes – se todos trabalharam ou se um só ditou as normas; etc...

 

 

 

Dinâmica de liderança:

 

17-O TRABALHO EM EQUIPE

 Objetivo:
Ressaltar a importância do trabalho em equipe.

Como Fazer:
A aplicação da técnica, inicia-se com as pessoas reunidas em círculo e no centro uma bexiga para cada participante.Cada pessoa pega enche a sua bexiga e após amarrá-la e escrever nela  o nome de uma pastoral ou movimento, é dada a proposta de que o grupo deve mantê-las voando. Então, o monitor responsável pela dinâmica deve ir retirando os participantes lentamente, um por vez. O número de bexigas continuará o mesmo, porém o número de pessoas será cada vez menor, até chegar a ponto de não mantê-las mais suspensas.  Reflete um pouco  o número de pessoas disponíveis a assumir responsabilidades  na comunidade.

 

 

18- A LIÇÃO DA PLANTA:

            Material:

- Uma plantinha meio murcha enterrada num vaso ou um galho enterrado;

Copo com água;

  • Decorar bem a história para contá-la.

1- Levar para a sala uma plantinha meio murcha enterrada num vaso (pode-se usar um galho enterrado num vaso).

2- Contar aos participantes esta história, enquanto molha a planta com água.

 “Em uma localidade um casal estava prestes a separar-se. Já dormiam em camas separadas.

Resolveram dar-se mais uma chance, procurando a ajuda de um sábio do lugar onde viviam.

Este lhes deu uma pequena plantinha e lhes disse que a plantassem no jardim de sua casa. Caso a plantinha não morresse, vivesse,o casamento estaria salvo.

O problema é que na região havia uma grande seca.

Com medo que a plantinha não vingasse, a esposa levantou-se de madrugada com uma caneca de água para molha-la, afinal ela queria salvar seu casamento. Saiu em silêncio para que seumarido não a visse molhar a planta. Para sua surpresa, lá chegando, o esposo já estava molhando a plantinha em plena madrugada. Os dois se abraçaram diante da planta e se reconciliaram.

3- Deixar que o grupo comente a história, o que acharam.

 

   Lição:  

Quando  marido e mulher querem, o casamento vai bem, e quando um não quer, dois não brigam.

 

 

 

 

 

 

 

Descontração e integração

 

 

19-TROCA-TROCA

 

Objetivos:
Sentir a realidade do outro. Conscientizar de que somos diferentes uns dos outros.

Material:
Caixas de papelão ou sacos plásticos.

Como Fazer:
1 - Se o grupo for grande dividir em equipes
2 - Deixar em cada equipe uma caixa de papelão
3 - Pedir aos participantes tirarem seus sapatos e colocarem na caixa
4 - Ao sinal todos deverão colocar os sapatos novamente o mais rápido possível para sentir-se bem dentro de sua realidade
5 - Após 1 minuto, parar para avaliar o resultado
6 - Num 2º momento, recolher os sapatos e distribuí-los aos participantes, de tal modo que ninguém fique com os seus próprios sapatos.
7 - Ao sinal todos deverão colocar os sapatos do colega para sentir a realidade do próximo.
8 - Avaliar os últimos resultados, comparando-os com o 1º

Iluminação Bíblica:
Rm 12, 15

20-ACENDER E APAGAR

 

Material:
Uma caixa de fósforos e dez velas para cada equipe, latas de conserva cheias de areia para se colocar as velas, um apito ou sino para o animador.

Como Fazer:
1 - O animador divide o grupo em duas equipes, que se organizam em filas paralelas, atrás da linha de partida.
2 - Em frente a cada equipe, colocam-se as velas, cobrindo o percurso que vai desde a linha de partida até a meta (15 metros).
3 - O primeiro integrante de cada fila recebe uma caixa de fósforos.
4 - A um sinal do animador, correm a acender as velas. Acendida a última, cada qual volta para sua fila e toca no ombro do segundo participante. Este corre a apagar as velas. Ao terminar, volta para sua fila e toca no ombro do terceiro. Este corre e faz o mesmo que o primeiro participante.
5 - O exercício continua assim até que a fila inteira participe. Ganha a equipe que terminar primeiro.

 

21-JORNAL FALADO

 

Objetivos:
Organizar informações sobre um determinado assunto; desenvolver a expressão oral, o raciocínio, o espírito de cooperação e socialização; sintetizar idéias e fatos; transmitir idéias com pronúncia adequada e correta.

Como Fazer:
1 - Formar pequenos grupos.
2 - O coordenador apresenta o tema para estudo, pesquisa.
3 - Cada grupo pesquisa e estuda o tema.
4 - Cada grupo sintetiza as idéias do tema.
5 - Elaboração das notícias para apresentação, de forma bastante criativa.
6 - Apresentação do jornal ao grupão.

Avaliação:
1- Quais os momentos que mais nos agradaram?
2- Que ensinamentos podemos tirar para o grupo?

22-DESENHO DOS PÉS

 

Objetivos:
Socializar, integrar, perceber a necessidade de assumir compromissos, crescer, valorizar-se.

Material:
Uma grande folha de papel e lápis colorido para cada participante.

Como Fazer:
1. O animador motiva os participantes a desenharem num grande papel o próprio pé.
2. Em seguida, encaminha a discussão, de forma que todos os participantes tenham oportunidade de dizer o que pensam.
a) Todos os pés são iguais?
b) Estes pés caminham muito ou pouco?
c) Por que precisam caminhar?
d) Caminham sempre com um determinado objetivo?
e) Quanto já caminhamos, lembrar de pessoas que lutaram por objetivos concretos e conseguiram alcançá-los.
3. Terminada a discussão, o animador convida a todos que escrevam no pé que desenharam algum compromisso concreto que irão assumir.

 

23-Dinâmica: FLOQUINHOS DE ALGODÃO

 

Material: Saquinhos ,algodão, perfume, fita mimosa, papel  com o dizer: HARMONIA, PAZ e FELICIDADE (colar uma palavra em cada saquinho, com algodão passada perfume e fechar com fita mimosa).    Há alguns anos atrás, em uma pequena cidade, não muito longe daqui, existia um belo costume entre as famílias: quando uma criança nascia, toda a comunidade comparecia na casa desta família e ali recebia um saquinho com floquinhos de algodão perfumado e quente, com votos de harmonia, paz e felicidade. Quem recebesse este saquinho tinha a tarefa de partilhar o presente com o maior número de pessoas possível, assim seus sonhos e desejos se realizavam.     

Um certo dia, uma bruxa chegou ao local quebrando o encanto. Enfeitiçou o líder da comunidade, que proibiu o uso deste costume. 

 O tempo passou e as pessoas esquecendo tão bonita tradição. Alguns se tornaram frios e egoístas, outros conformados com a situação em que se encontravam. 

Harmonia e a felicidade tão abundante em tempos passados.  

Tudo em vão... O esforço de poucos se perdia diante da ganância e do ciúme de muitos.

 Eis que um dia, ao nascer uma linda criança, uma fada por ali passava e ficou compadecida. Na esperança de reconquistar a alegria para àquela cidade espalhou o pó mágico pelo ar e escondeu saquinhos com os floquinhos perfumados por todos os lugares e disse: “No mundo dos homens é preciso redescobrir a esperança, reinventar os sonhos, partilhara alegria, buscar o equilíbrio. A criança que acaba de nascer, traz consigo os presságios de felicidade e paz. O símbolo desta felicidade são os floquinhos perfumados. Procure... Procure incansavelmente seus floquinhos... Ele está bem perto de você... Quando achá-lo,  troque-o muitas, muitas vezes... Abrace seu companheiro... Ao abraça-lo transmita muita energia positiva,  muita paz, harmonia e felicidade... Deixe seu coração sentir a grande verdade: É melhor dar que receber. Esta é a receita  da verdadeira felicidade...”          

à Fazer como no texto fala (esconder os floquinhos. E depois quando achar trocar muitas vezes).

 

 

 

 

 

 

24-LOBO E OVELHAS

Objetivos:
Estimular a participação nas reuniões e trabalhos.

Como Fazer:
1 - O coordenador da dinâmica escolhe um jogador e demarca uma zona neutra.
2 - Depois pede para os demais participantes fazerem um círculo ao redor do escolhido, que será o "Lobo".
3 - As ovelhas ficam circulando o lobo e cantando "Vamos passear no bosque enquanto o seu lobo não vem, você já está pronto?"
4 - A cada pergunta o lobo inventa uma nova desculpa, do tipo "não ainda estou me vestindo", assim, após retardar o início do jogo, até que, de surpresa, ele grita: "estou pronto, e lá vou eu!..."
5 - Todas as ovelhas devem correr para a zona neutra para não serem pegas pelo lobo, aquela que ele pegar será o lobo na rodada seguinte.

 

 

 25-DESEJE AO SEU PRÓXIMO SEMPRE O MELHOR.

 

Distribuir para cada participante um bilhete escrito:

DE:

PARA:

Pedir para escolherem alguém do grupo para quem gostariam de mandar o bilhete e escrevendo no verso o que gostariam que a pessoa fizesse.Ex.: imitar alguém, dançar, cantar, etc... Onde for DE: pôr o seu nome, onde for PARA: pôr o nome do destinatário. O coordenador recolhe os bilhetes e os entrega ao destinatário, dá um tempo para eles lêem, em seguida recolhe os bilhetes novamente e entrega ao remetente dizendo que ele é que terá que imitar. Depois que todos tiverem cumprido a tarefa, o coordenador comenta sobre como é fácil quando os outros é que tem que fazer, quando a responsabilidade é dos outros e não nossa, etc...

 

26-CAÇA AO TESOURO

Objetivo: ajudar as pessoas a memorizarem os nomes umas das outras, desinibir, facilitar a identificação entre pessoas parecidas.

Para quantas pessoas: cerca de 20 pessoas. Se for um grupo maior, é interessante aumentar o número de questões

Propostas.

Material necessário: uma folha com o questionário e um lápis ou caneta para cada um.

Descrição da dinâmica: o coordenador explica aos participantes que agora se inicia um momento em que todos terão a grande chance de se conhecerem.
A partir da lista de descrições, cada um deve encontrar uma pessoa que se encaixe em cada item e pedir a ela que assine o nome na lacuna.

1. Alguém com a mesma cor de olhos que os seus:
2. Alguém que viva numa casa sem fumantes:
3. Alguém que já tenha morado em outra cidade:
4. Alguém cujo primeiro nome tenha mais de seis letras:
5. Alguém que use óculos:
6. Alguém que esteja com uma camiseta da mesma cor que a sua:
7. Alguém que goste de verde-abacate:
8. Alguém que tenha a mesma idade que você:
9. Alguém que esteja de meios azuis:
10. Alguém que tenha um animal de estimação (qual?):

Pode-se aumentar a quantidade de questões ou reformular estas, dependendo do tipo e do tamanho do grupo.

 

27-EU SOU ALGUÉM

 

Finalidade: Perceber os valores pessoais; perceber-se como ser único e diferente dos demais.

Material: Folhas de papel e lápis.

Descrição:
1 - Em círculo, sentados.
2 - Distribuir uma folha para cada um, pedindo que liste no mínimo dez características próprias. Dar tempo.
3 - Solicitar que virem a folha dividam-na ao meio e classifiquem as características listadas, colocando de um lado as que facilitam sua vida e do outro as que dificultam. Dar tempo.
4 - Em subgrupos, partilhar as próprias conclusões.
5 - Em plenário: - Qual o lado que pesou mais? - O que descobriu sobre você mesmo, realizando a atividade?

Comentários:
1 - A consciência de si mesmo constitui-se no ponto inicial para cada um se conscientizar do que lhe é próprio e das suas características. Com este trabalho é possível ajudar aos participantes a se perceberem, permitindo-lhes a reflexão e a expressão dos sentimentos referentes a si próprios.
2 - Deve ser utilizada em grupos menores, cerca de vinte participantes.

 

 

28-VAMOS DESCOBRIR O FILME:

 

Material necessário:

- Relação de filmes conhecidos;

  • 1º Passo: Dividir os participantes em dois grupos. Cada um dos membros dos grupos irá apresentar, alternadamente, por meio de mímica, o nome de um filme.
  • 2º Passo: O grupo A vai até um membro do grupo B e no seu ouvido, fala o nome de um filme. Este deverá fazer a mímica, e o seu grupo B terá de adivinhar.
  • 3º Passo: Se não adivinhar, após alguns minutos de tentativa, poderá dizer o nome do filme e o outro grupo A é que ficará com os pontos.
  • 4º Passo: Depois um integrante do grupo B vai até um integrante do grupo A e fala no ouvido dele, o nome de outro filme. Este procede da mesma forma: fará a mímica e o seu grupo tentará adivinhar, caso não o consiga, os pontos serão do grupo B.
  • 5º Passo: Continuar a dinâmica até o orientador perceber que houve a integração entre os participantes.
  • 6º Passo: O orientador deve cuidar para que os grupos não entrem em conflito nem criem rivalidade.
  • 7º Passo: Fazer os grupos entenderem que o mais importante é a participação de cada pessoa dentro do grupo.

OBS.: Não usar títulos de filmes em inglês, pois torna mais difícil a compreensão. Usar filmes populares ou que a maioria conheça.

 

 

 

 

29 – O QUE MAIS ME TOCOU

 

1- Colocar no centro de uma sala uma grande cruz, deitada no chão.

2- Aos pés da cruz uma vela enfeitada, símbolo do Ressuscitado.

3- Frases escritas com hidrocor sobre folhas sulfite. As frases podem ser extraídas da Bíblia ou pensamentos com um significado profundo para o grupo.

4- Espalhar as frases ao redor da cruz. Pedir aos participantes que caminhem em círculo olhando as frases. Devem parar em torno daquela frase que mais lhes chamou a atenção. Assim, num mesmo grupo teríamos mais de uma pessoa ou mesmo uma só pessoa.

5- Dar algum tempo para que os grupinhos reflitam sobre a frase.

6- Pedir que comentem o que refletiram com todos do grande grupo.

 

30-RÓTULOS

 

Objetivo:
Como devo tratar o próximo.

Material:
Etiquetas para todos os participantes.

Como Fazer:
1- Escrever em cada etiqueta um rótulo que a sociedade pode colocar nas pessoas. Ex.: Nerd
2- A seguir, as etiquetas são coladas na testa de cada participante, de modo que ele não veja o que está escrito na sua etiqueta, mas veja o que está escrito nas etiquetas dos outros.
3- Pede-se então que os participantes conversem entre si tratando o outro como se ele fosse o que está escrito em sua testa (pode-se dividir em subgrupos).
4- Após um tempo, determinado pelo coordenador da dinâmica, sentar-se em círculo e pedir que cada um diga se descobriu o que está escrito na própria testa, e como se sentiu sendo tratado assim.

Conclusão:
a) Por que julgamos as pessoas por um rótulo que outros lhe põe?
b) Por que discriminamos as pessoas pelo que achamos que são?

Sugestões:
1- Drogado
2- Roqueiro
3- Criança
4- Presidiário
5- Alcoólatra
6- Mendigo
7- Mauricinho / Patrícia
8- Tristonho
9- Chato etc.
 

 

 

31- SENTINDO O ESPÍRITO

Objetivo:
Mostra que não adianta falarmos do Espírito Santo se não provarmos e sentirmos ele em nossas vidas.

Material:
Uvas.

Como Fazer:
1. O coordenador deve falar um pouco do Espírito Santo para o grupo.
2. Depois o coordenador da dinâmica deve mostrar o cacho de uva e perguntar a cada um como ele acha que está o sabor destas uvas.
3. Obviamente alguns irão descordar a respeito do sabor destas uvas, como: acho que está doce, que está azeda, que está suculenta etc.
4. Após todos terem respondido o coordenador entrega uma uva para cada um comer.
5. Então o coordenador deve repetir a pergunta (como esta o sabor desta uva?).

Conclusão:
Só saberemos o sabor do Espírito Santo se provarmos e deixarmos agir em nós.

 

Dinâmica de apresentação

 

32-DINÂMICA DE APRESENTAÇÃO

 

Objetivo:
Conhecimentos mútuos, memorização dos nomes e integração grupal.

Como Fazer:
1. Cada um dirá o próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicial do seu nome. Roberto Risonho.
2. O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e o seu apresenta acrescentando um adjetivo para o seu nome e assim sucessivamente.

Iluminação Bíblica:
Ap 2,17 e Sl 139

 

 

33-BRINCADEIRA DE ESTÁTUAS

 

Fazer uma roda, e outra por fora, os de dentro giram para direita com os olhos fechados, os de fora giram para a esquerda ,aí todos param. Os que estão fora fazem massagem  na pessoa que está dentro a sua frente e posicionam aquela pessoa  numa estátua, os que fizeram massagem caminham para outro lugar e se posiciona do mesmo jeito que fez a estátua. Os que estavam dentro procuram a estátua de como eles próprio estavam esses dois  se apresentam (nome, idade, sonhos, ) um para outro, esses mesmos trocam de personalidade.  

 

 

 

 

 

 

34- CARÍCIA DOS NOMES

 

Objetivo:
Identificar cada pessoa do grupo pelo nome, aprender o nome de cada um e promover a integração do grupo.

Desenvolvimento 1:
1. Grupo em círculo, sentado.
2. Cada participante fala o seu nome alto, de olhos fechados.
3. Todo o grupo repete o nome que foi falado, várias vezes, de forma cantada. Todos ao mesmo tempo, cada um a seu modo, até sentirem-se satisfeitos, passando, então, para outro participante, repetindo o mesmo procedimento.
4. Quando o grupo inteiro tiver realizado o exercício, pedir às pessoas que falem dos sentimentos surgidos durante a atividade.

Desenvolvimento 2:
1. Grupo em círculo, de pé. Cada participante diz seu nome em voz alta, cantando-o explicar que esse "cantar" é um novo ritmo, uma nova entonação que se dá ao nome próprio.
2. Após o "canto" de cada nome, o grupo repete, na mesma entonação e ritmo, o cantar do companheiro.

Comentários:
Apesar de ser um trabalho leve e fácil de se realizar, muitas vezes o grupo se depara com sua timidez, crítica e censura. O facilitador deve estar atento às dificuldades surgidas para que, junto com uma discussão com o grupo, possa superá-las. É um trabalho a ser realizado nas fases iniciais do processo grupal, como uma atividade de apresentação, facilitando o conhecimento e a memorização dos nomes de cada participante e servindo como dinâmica de aquecimento. Outra ocasião em que pode ser aplicada é quando o grupo está envolvido em questões tensas e o facilitador sente a necessidade de modificar o clima.

35-CESTAS DE FRUTAS

 

Material:
Uma cadeira para cada participante.

Como Fazer:
1. O animador convida os presentes a sentarem-se formando um círculo e dá a cada um o nome de uma fruta. Os nomes das frutas são repetidos várias vezes.
2. Explica a maneira de fazer o exercício: Conta-se uma história e toda vez que for mencionado o nome de uma fruta, a pessoa que recebeu o nome daquela fruta troca de lugar. Se, entretanto, aparecer na história a palavra cesta, todos mudam de lugar. Como o animador também participa do jogo, uma pessoa permanecerá em pé e fará a sua própria apresentação. A dinâmica será repetida várias vezes, até que todos tenham se apresentado.

Avaliação:
1) Que proveito tiramos do exercício?
2) Como estamos nos sentindo?

36-CARTÃO MUSICAL

 

Objetivos:
Facilitar o relacionamento entre os participantes de um grupo.

como Fazer:
1 - Coordenador distribui um cartão, um lápis e um alfinete para cada participante e pede que cada um escreva no cartão o nome e prenda-o na blusa. (Não pode ser apelido)
2 - Os participantes sentam-se em círculo. O coordenador coloca-se no centro e convida os demais a cantar: "Quando vim para este grupo, um(a) amigo(a) eu encontrei (o coordenador escolhe uma pessoa) como estava ele(a) sem nome, de (nome da pessoa) eu o(a) chamei. Oh! amigo(a), que bom te encontrar, unidos na amizade iremos caminhar"(bis). (Melodia: Oh, suzana!!)
3 - O coordenador junta-se ao círculo e a pessoa escolhida, entoa a canção, ajudada pelo grupo, repetindo o mesmo que o coordenador fez antes. E assim prossegue o exercício até que todos tenham se apresentado.
4 - A última pessoa entoa o canto da seguinte maneira: "Quando vim para este grupo, mais amigos encontrei, como eu não tinha nome, de ...(cada um grita seu nome) eu o chamei. Oh! amigos(as), que bom nos encontrar, unidos lutaremos para o mundo melhorar (bis)"

Avaliação:
1 - Para que serviu a dinâmica?
2 - Como nos sentimos?

37-ANÚNCIOS CLASSIFICADOS

 

Objetivos:
Apresentar pessoas que quase não se conhecem.

Material:
Papel e caneta para cada um.

Como Fazer:
1. Cada participante recebe uma folha em branco e nela escreve um anúncio classificado sobre ele mesmo, se oferecendo para um serviço, curso ou outra coisa.
2. A folha não pode conter nome.
3. Os classificados são afixados na parede e os participantes devem ler os anúncios e durante 20 minutos tentar descobrir quem são as pessoas anunciadas.
4. Em seguida o coordenador deve perguntar:
a) quem se reconheceu através dos anúncios classificados,
b) quantas pessoas pensavam se conhecer e descobriram que não se conheciam direito,
c) como cada um se sentiu ao ver seu anúncio sendo lido pelos outros,
d) o que falta para que o grupo se conheça melhor.
 

 

38-FAZENDO COMPRAS

 

Objetivos:
Para descontração e memorização de nomes de todos do grupo.

Como Fazer:
1. Todos estão sentados em círculos e o coordenador, em pé, diz: Fui fazer compras com... (e diz o nome de várias pessoas do grupo).
2. De repente, acrescenta: Não tenho mais dinheiro.
3. Quem teve o nome citado deve trocar de lugar rapidamente e o coordenador se senta entre eles.
4. Alguém ficará sem lugar, em pé. Este será o próxima a fazer compras e assim continua.
5. Se alguém não perceber que seu nome foi citado e por isso não se levantar, será o que vai fazer compras.

39-NOME PERDIDO

Objetivo:
Ver a importância de sermos conhecido pelo nome "Jesus chama cada um pelo nome".

Material:

Um crachá para cada pessoa do grupo e um saco ou caixa de papelão para colocar todos os crachás.

Como Fazer:
1. O coordenador deverá recolher todos os crachás colocar no saco ou na caixa.
2. Misturar bem todos estes crachás e depois entregar um crachá para cada pessoa.
3. Esta pessoa deverá encontrar o verdadeiro dono do crachá, em 1 minuto.
4. Ao final desse tempo, quem estiver ainda sem crachá ou com o crachá errado, azar! Porque terá que pagar uma prenda.

 

40-DINÂMICA DA PORTA

 

Objetivos:
Aprofundar os laços de amizade entre os integrantes do grupo.

Como Fazer:
1. O grupo deve estar disposto na forma de um círculo onde todos estejam abraçados.
2. Convida-se um integrante, de preferência o coordenador, para que se retire do círculo e escolha uma porta para entrar (um espaço entre dois integrantes no círculo).
3. O integrante deve explicar o motivo pelo qual os escolheu e o motivo pelo qual está no grupo.
4. A pessoa a esquerda na porta escolhida deve se retirar do círculo e continuar o processo até que todos tenham participado.

 

41-ANÁLISE DE MÚSICAS

 

Objetivo:
Varia de acordo com a música a ser analisada.

Material:
Aparelho de som, CD ou fita com as músicas a serem analisadas e letras das mesmas.

Como Fazer:
1- A pessoa que aplica a dinâmica deve escolher previamente duas ou três músicas para serem analisadas.
2- Atenção: É muito importante a escolha das músicas. Lembre-se que as letras serão analisadas, logo devem dizer algo interessante.
3- São distribuídas as folhas com as letras aos participantes.
4- Quando todos já estiverem com suas folhas, o Coordenador coloca a música pra tocar orientando a todos que acompanhem a letra.
5- Ao final da música:
a) Cada um diz qual a mensagem que aquela música trouxe.
b) Repetir esse processo para cada música escolhida.

Para Debater:
=> Qual frase mais chamou sua atenção? Porquê?
=> Qual é a ligação dessa música com a nossa vida? Com o nosso Grupo?
=> Com a nossa Família, Sociedade, Escola, Trabalho, etc.?

 

42-JESUS TE AMA !

 

Objetivo:
Amor a Jesus e ao próximo.

Material:
Espaço e cadeiras para fazer uma roda.

Como Fazer:
1- Faz-se uma roda com todos os participantes sentados exceto um, que ficará de pé no meio da roda.
2- Esta pessoa deverá escolher uma pessoa na roda e dizer à ela: "Jesus te ama!"
3- O participante escolhido pergunta: "Por que?"
4- Então o que está de pé diz, por exemplo: "Porque você está de blusa verde!"
5- Então, todos os participantes que estão de blusa verde, trocam de lugar entre si. Os outros permanecem sentados.
6- A pessoa que estava em pé, deve tentar sentar em algum lugar durante a troca, de forma que outro participante fique sobrando em pé.
7- Proceder dessa forma até cansar!!!

Observações:
a)  Não é permitido falar "porque está de blusa verde!" se a pessoa estiver de blusa azul!
b) Se o "motivo" escolhido só estiver presente em uma pessoa (Ex: só existir na roda uma pessoa de blusa verde), não é necessário que a pessoa saia do lugar, mas, se na afobação, a pessoa sair do lugar sem ver se outra pessoa possui a mesma característica, então o que está de pé pode tentar tomar seu lugar.

Conclusão:
Jesus não procura motivo para nos amar, assim devemos ser com nossos irmãos, amar sem pedir nada em troca, sem motivo aparente. Amar só por amar.

Sugestão:
1- Na primeira rodada, sugerimos que o coordenador da dinâmica fique em pé no meio do círculo.
2- Deverá então escolher algo bem comum na roda, provavelmente muita gente estará de tênis, por exemplo. Assim já começa com quase todas as pessoas trocando de lugar!

43-DOIS CÍRCULOS

 

Objetivo:
Motivar um conhecimento inicial, para que as pessoas aprendam aos menos o nome das outras antes de se iniciar uma atividade em comum.

Participantes:
Indefinido, mas é importante que seja um número par de pessoas. Se não for o caso, o coordenador da dinâmica pode requisitar um "auxiliar".

Material:
Uma música animada, tocada ao violão ou com gravador.

Como Fazer:
1. Formam-se dois círculos, um dentro do outro, ambos com o mesmo número de pessoas.
2. Quando começar a tocar a música, cada círculo gira para um lado.
3. Quando a música pára de tocar, as pessoas devem se apresentar para quem parar à sua frente, dizendo o nome e alguma outra informação que o coordenador da dinâmica achar interessante para o momento. Repete-se até que todos tenham se apresentado.Muda-se as pessoas do círculo,para que todos se conheçam.